domingo, 22 de novembro de 2009

ENIGMAS

Para Mozart,

Mesmo porque adoro as Pirâmides do Egito, um lugar enigmatico, zem,
magico,recheados de segredos entre o ceu e a terra, de um passado histórico
,de uma memória de civilização inteligente, que nada lembra os egipcios da
atualidade.

Lá o por do sol é sempre uma viagem a esse passado dos mais de cinco mil anos,
entre história e alquimia,muito bem lembrados antes do jantar por um programa
de ¨ som e luz ¨, que escutava de olhos fechados como se estivesse escutando o
radio já havia perdido o interesse em ver as imagens repetidas da mesma
apresentação de slaids.

Morei seis meses no Cairo,trabalhando em turismo internacional,toda tarde
levava grupos de pessoas com as mais diferentes intenções filosoficas,
espirituais , uns iam para meditar,outros para andar de camelo,ou so para
degustar um chá de menta, fumar no narguilê apreciando o Por do Sol que se
dividia entre Pirâmides, Esfinge,nas areias vermelhas ,contradizendo o luxo dos
hotéis cinco estrelas, recheados de principes e princesas sauditas, vindos dos
emirados arábes,com a miséria do povo nas ruas, as portas do deserto,eu
procurava o que sobrou daquele rio Nilo da memória dos filmes biblicos de minha
infância, mas nada encontrei.

A visitação pública permitida à turistas na pirâmide de Queops,para conhecer
o mausoleu do farao, era de fácil e barato acesso, o mesmo não acontecia com
outra porta que se abria timidamente para reduzidos grupos de arqueológos e
cientistas das variadas nacionalidades ,sob forte esquema de segurança, dia após
dia,anotando, fotografando inúmeros mistérios dessa pirâmide que nem os MAGOS
consguem explicar.
Vc me fez ficar saudosista,foi bom,
bj
May

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

CONSCIENCIA

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA - 20 NOVEMBRO PELO BRASIL



6° Marcha do “Dia da Consciência Negra”

Após 121 anos da Abolição da escravatura no Brasil, o país é certamente outro. Apesar disso, os negros continuam em situação de desigualdade, ocupando as funções menos qualificadas no mercado de trabalho, sem acesso às terras, universidades e a educação de qualidade, além de serem as maiores vítimas da violência nas periferias das grandes cidades.

Diante desse quadro de desigualdade e injustiça histórica, acontece no dia 20 de novembro, a 6° Marcha do “Dia da Consciência Negra” em São Paulo.
A data foi escolhida pelo Movimento Negro em contraposição ao dia 13 de maio, e é uma homenagem a Zumbi dos Palmares. Zumbi foi morto, 314 anos atrás: 20 de novembro de 1695. Era o líder maior do Quilombo dos Palmares - que é considerado o maior foco de resistência negra à escravidão no Brasil. Mais de três séculos após a sua morte, os negros continuam a lutar por direitos e oportunidades. O racismo nunca deixou de existir, a opressão e suas formas de dominação só ficaram mais sofisticadas.

Concentração Igreja Nossa Senhora do
Rosário dos Homens Pretos
às 10h – Largo do Paissandu/Centro

A organização da 6° Marcha da Consciência Negra convoca todos os companheiros, militantes, sindicatos e movimentos sociais a comparecerem no local indicado acima.
É importante que os companheiros e companheiras participem com camisetas, adesivos, bonés e bandeiras de suas entidades.

EXPOFOLIA

Sejam todos bem vindos
à 2ª Edição da ExpoFolia 2009.
Tema: Carnaval da Cidade.

O evento será realizado nos dias 24 e 25 de Novembro
(Terça e Quarta-feira), Sendo: das 09h às 16hs "Exposiçao";
E das 16hs às 18h Seminário.
Local: Na Intoca - Centro Histórico de João Pessoa.

No último dia (25/Nov) haverá um Show de encerramento,
que tera inicio à partir das 19hs com o 1ª Previa da Garota
Folia 2010; Entrega do Prêmio as 10(Dez) Camisas com
Desing mais bonitos do Carnaval de rua da Cidade(2008 e
2009) e Um grande show dançante.

A iniciativa e da ACVB - Amigo da Cidade Verde do Brasil,
preocupada com o fomento, revitalização, inclusão social e
intercâmbio cultural do Carnaval; Promove durante os dois
di as do evento: Seminário; Exposição de Trabalhos de Insti-
tuições Carnavalescas(Blocos de Rua, Tribos Indigenas,
Micaretas, Troças, Clubes de Orquestra, Ala Ursa, Escola de
Samba, etc.). Além do Lançamento do Projeto "Pintando o
7(Sete) no Carnaval com Artes Plásticas; Exibição de Videos
(Carnaval da Cidade); Desfile(1ª - Eliminatória do Concurso
Garota Folia 2010; Apresentação Artistica e Show de
Encerramento.

Soma-se à tudo isso a participação de Convidados Especiais
em Eventos Folclóricos, Culturais, Turisticos, Foliões, Artistas,
Alunos, Professores, Imprensa, Produtores, etc.

Durante os dias do Seminário, foram convidados Profissionais
nos mais diversos seguimentos da Cultura. Iniciando assim o
ciclo de discussões sobre o mais variados temas de interesse
da Cidade.

A Cada dia do Seminário ExpoFolia 2009 "Carnaval da Cidade",
tera 04 Expositores e 02 Debatedores e 01 Mediador e 04 Paineis
em foco. Os exposiores falarão respectivamente, por 15 minutos
e 10 minutos os debaterores, alem de outros encaminhamentos
da hora.

O Carnaval da Cidade de João Pessoa, tem inicio com o Projeto
Folia de Rua, que é a maior prévia Carnavalesca do Brasil, no
mesmo periódo saí o Bloco as Muriçocas do Miramar, e logo em
seguida tem o Carnaval Tradição e os festejos que envolvem
vários bairros da Capital Paraíbana.

Embora seja uma das mais autênticas manifestações culturais, o carnaval no seu todo, não tem sido ao longo dos anos, avaliado e incentivado como merece.

Os Amigos da Cidade Verde do Brasil(ACVB), preocupada com o
fomento do Carnaval, realiza durante estes dois dias, pela segunda
vez; Mais um canal de comunicação, na convicção de que assim
agindo. à 2ª Edição da ExpoFolia 2009 - "Carnaval da Cidade",
criará caminhos legais e operacionais para sua revitalização e consolidação.

A mistura da Tradição Européia com os ritmos musicais dos
Africanos, criou no Brasil um dos maiores espetaculos populares
do mundo. O Carnaval nasceu no Egito, passou pela Grécia e por
Roma, foi adaptado pela Igreja Católica e desembarcou aqui no
século XVII, trazidos pelos Portugueses.
Viva a Folia!

A 2ª Edição da ExpoFolia 2009, tem a frente como Diretor, o
Sr. Antonino Pinguim - Produtor e Consultor Executivo; Jornalista; Radialista; Palestrante Motivacional; Carnavalesco; Fundador ,
Ex-Diretor, Ex-Vice Presidente da Associação Folia de Rua.
Atualmente esta trabalhando no Lançamento do seu primeiro livro
no próximo ano. Ele atua na Paraíba e especialmente em João
Pessoa, ao longo dos seus mais de 10 Anos de profissionalismo, já produziu mais de Mil eventos nos mais diversos generos, Al ém
de programas de Rádio e Peças Teatrais.

* Para participar do Evento, como Expositor:

A Direção do Bloco ou Agremiação Carnavalesca, deve
apresentar 03(Três) itens: 01(Uma) História do Bloco Impresso
em papel Oficio A4 de Côr Branca, 01(Uma) Camiseta ou 01(Um) Estandarte de qualquer Ano do bloco.

Obs: Todos os materiais, deverão ser entregues na INTOCA até à
próxima Segunda-feira(23-Novembro) às 17hs. Falar com Arthur
pelo fone: (083) 8881-7477.

* Atenção:
Cada Expositor, receberá 05(Cinco) Convites, para Festa de Encerramento.

* Projeto "Pintando o 7(Sete) no Carnaval com Artes Plásticas.
Obs: Basta o Artista apresentar sua Obra de Arte em uma tela, Med. 30x43 até 90x1,0m de tamanho, com o tema: Carnaval. Outrossim informamos que a tela, logo após o evento à mesma será devolvida e o artista posteriormente receberá um certificado de participação.

* Para Participar do Seminário:
Às Inscrições são gratuitas, quem desejar assistir, deverá fazer
sua inscrição por E-Mail: centraldeblocospb@bol.com.br ou Pelo
Fone: (083) 8730-6543.


Programação:

Dia: 24 de Novembro(Terça-feira)

Às 09hs.
* Abertura Oficial das Exposições
no Salão do Carnaval.
* Além do Lançamento do Projeto "Pintando o
7(Sete) no Carnaval com Artes Plásticas.
Às 09h30m.

* Apresentação Artistica.
Às 10hs.

* Votos de Aplausos:
Dona Creusa Pires; Saudades da Foliã,
Cidadã e Carnavalesca Paraíbana.
* Votos de Aplausos:

Adeildo Vieira, Ednamay Cirilo, Kennedy Costa,
Nana Limeira, Gilson Renato, Glaucia Lima, Fátima(Mana) Araújo e
a Familia Vilô; Estes Artistas, Realizaram o "Tributo ao Maestro Vilô"
no Sesc Centro.

* Votos de Aplausos:
A nova Diretoria da Associação Folia de Rua; Carnaval Tradição(Tribos
Indigenas, Ala-Ursas e Escolas de Samba da Cidade).

Às 11hs.
* Exibição de Vídeo
Tema: Carnaval da Cidade.

Às 12hs.
* Intervalo para o Almoço.
Às 1 3h30m.

* Exposição Aberta no Salão do Carnaval.
Às 15hs.

* Exibição de Vídeo
Tema: Carnaval da Cidade.
Às 15h30m.

* Apresentação Artistica.

Às 16hs - SEMINÁRIO.
Paineis:

* Carnaval da Cidade como instrumento de promoção
e venda da cultura local (Marketing Turistico).

* Politicas Públicas para o Carnaval da Cidade.

* Como se tornar um Puxador Oficial de uma Escola de Samba.

* Vamos Difundir o nosso Carnaval (Imprensa e no Rádio).

Programação:

Dia: 25 de Novembro(Quarta-feira)

Às 09hs.

* Exposições Aberta
no Salão do Carnaval.

Às 09h30m.
* Apresentação Artistica.

Às 10hs.
* Votos de Aplausos:

Idealizadores do LP de Vinil e do nome "Folia de Rua";

Eduardo Stuckert, Lis Albuquerque, Dêcio Alcântara e Alberto Arcela.

* Votos de Aplausos:

Festival Mandacaru Fest. Um dos maiores Movimentos Culturais do
Bairro de Mandacaru.

* Votos de Aplausos:
Blocos Muriçocas do Miramar, Blocos do Folia de Rua e Blocos de
Bairros da Cidade.

Às 11hs.
* Exibição de Vídeo
Tema: Carnaval da Cidade.

Às 12hs.
* Intervalo para o Almoço.

Às 13h30m.
* Exposição Aberta no Salão do Carnaval.

Às 15hs.
* Exibição de Vídeo
Tema: Carnaval da Cidade.

Às 15h30m.
Apresentação Artistica.

Às 16hs - SEMINÁRIO.

Paineis:
Principais problemas do Carnaval da Cidade.
O que é preciso para colocar o meu bloco na Rua?
O que diferencia uma Orquestra de Frevo de uma Fanfarra?
Projeto Folia de Rua e Carnaval Tradição; Ações e Programação
para o Carnaval 2010.



Renildo Pontes Pessoa - DIRETOR

EM NOME DA DIRETORIA DA ACVB - ASSOCIAÇÃO CIDADE VERDE DO BRASIL

NUEVALEYDEMEDIOS

EM TEMPOS DE CONFERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO PELO BRASIL E AMERICA LATINA

VEJA EM :

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Nueva Ley de Medios, punto por punto

Una síntesis con los términos más sobresalientes de la nueva normativa de servicios de comunicación audiovisual para entender de qué se trata y las mejoras que introduce al sistema vigente.

Spot Ley de Radiodifusión


1) Democratización y universalización

La regulación de los servicios de comunicación audiovisual en todo el ámbito territorial de la Argentina y el desarrollo de mecanismos destinados a la promoción, desconcentración y fomento de la competencia tienen como fines el abaratamiento, la democratización y la universalización de las nuevas tecnologías de la información y la comunicación.

2) Servicios de interés público

Se considera a la comunicación audiovisual en cualquiera de sus soportes una actividad social de interés público, de carácter esencial para el desarrollo sociocultural de la población, por el que se exterioriza el derecho humano inalienable de expresar, recibir, difundir e investigar informaciones, ideas y opiniones sin ningún tipo de censura.

3) Órganos colegiados

Se crea la Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual, un órgano autárquico y descentralizado, que tiene como función la aplicación, la interpretación y el cumplimiento de la ley. Su directorio estará conformado por un presidente y un director designados por el Poder Ejecutivo, tres directores propuestos por la Comisión Bicameral de Promoción y Seguimiento de la Comunicación Audiovisual, correspondiendo uno a la primera minoría, uno a la segunda minoría y uno a la tercera minoría parlamentarias; y dos directores a propuesta del Consejo Federal de Comunicación Audiovisual. Existirá también un Consejo Federal cuyos miembros provinciales van a representar a los prestadores privados, a las emisoras universitarias, a los medios públicos y a los trabajadores de prensa.

4) Defensoría del Público de Servicios de Comunicación Audiovisual

Se crea la Defensoría del Público de Servicios de Comunicación Audiovisual, un organismo encargado de recibir y canalizar las consultas, reclamos y denuncias del público de la radio y la televisión. Será designado por resolución conjunta de los presidentes de ambas Cámaras.

5) Abono Social

Los servicios de televisión por cable deberán disponer de un abono social. Esta disposición atiende a que, en ciertos sitios, el prestador de servicio de radiodifusión por suscripción a título oneroso, es el único servicio que existe para mirar televisión. Se busca que todos los habitantes tengan acceso a los servicios de radiodifusión y comunicación audiovisual.

6) Desmonopolización

Con el fin de impedir la formación de monopolios y oligopolios, el proyecto de ley pone límites a la concentración, fijando topes a la cantidad de licencias y por tipo de medio. Un mismo concesionario sólo podrá tener una licencia de servicio de comunicación audiovisual sobre soporte satelital; hasta 10 señales sonoras, de televisión abierta o cable (la ley actual permite que una persona sea dueña de 24) y hasta 24 licencias de radiodifusión por suscripción. A ningún operador se le permitirá que dé servicios a más del 35 por ciento del total de la población del país o de los abonados, en el caso que corresponda. Por otra parte, quien maneje un canal de televisión abierta no podrá ser dueño de una empresa de distribución de TV por cable en la misma localidad, y viceversa. También se impide que las compañías telefónicas brinden servicios de televisión por cable.

7) Titulares de las licencias

El proyecto establece que para ser titular de una licencia se ponderarán criterios de idoneidad y de arraigo en la actividad. Excluirá a quienes hayan sido funcionarios jerárquicos de gobiernos de facto, atendiendo a la importancia de los medios en la construcción del Estado de Derecho y la vida democrática. Cuando el prestador del servicio fuera una sociedad comercial deberá tener un capital social de origen nacional, permitiéndose la participación de capital extranjero sólo de hasta un máximo del 30% del capital accionario.

8) Participación de cooperativas

A diferencia de la ley vigente, se permite la participación de cooperativas, siempre y cuando se garantice una porción del mercado a un competidor.

9) Plazo de las licencias

La operación de los medios audiovisuales se hará, según la propuesta, por sistema de licencias y las mismas durarán diez años (hoy son por 15) y se podrán prorrogar por diez años más, previa realización de audiencias públicas. Quienes hayan obtenido una renovación o prórroga, no podrán solicitar una nueva extensión de plazo por ningún título.

Al mismo tiempo esas licencias serán controladas cada dos años, para evitar que con la incorporación de nuevas tecnologías -la digitalización- un licenciatario multiplique sus señales, generando un nuevo modo de concentración.

10) Más contenidos nacionales

Los servicios de televisión abierta deberán emitir un mínimo del 60% de producción nacional; con un mínimo del 30% de producción propia que incluya informativos locales.

Los servicios de televisión por cable no satelital deberán incluir como mínimo una señal de producción local propia. También deberán incluir en su grilla de señales originadas en países del MERCOSUR y en países latinoamericanos.

Las radios privadas deberán emitir un mínimo de 50% de producción propia, que incluya noticieros o informativos locales. El 30% de la música emitida deberá ser de origen nacional. Quedarán eximidas emisoras dedicadas a colectividades extranjeras o temáticas.

11) Igualdad de oportunidades

Las emisiones de televisión abierta y la señal local de producción propia de los sistemas de cable deben incorporar medios de comunicación visual adicional en el que se utilice subtitulado oculto (closed caption), lenguaje de señas y audio descripción, para la recepción por personas con discapacidades sensoriales, adultos mayores y otras personas que puedan tener dificultades para acceder a los contenidos.

12) Acceso universal para la transmisión de eventos deportivos

Se garantiza el derecho al acceso universal -a través de los servicios de comunicación audiovisual- a los contenidos informativos de interés relevante y de acontecimientos deportivos de encuentros futbolísticos u otro género o especialidad. Los partidos de fútbol y otros encuentros olímpicos que sean de interés para la Argentina se transmitirán por la televisión abierta de acceso libre.

13) Publicidad

Se regula el tiempo de emisión de publicidad con el objetivo de proteger al público contra un exceso de interrupciones publicitarias y promover un modelo de radio y televisión de calidad.

14) Nuevas tecnologías y servicios

A diferencia de la ley anterior, la propuesta contempla el potencial impacto que provocaría la incorporación de nuevas tecnologías y servicios que no se encuentren operativas en la actualidad. Se procura un desarrollo armónico atendiendo a los espacios futuros a crearse por vía de los procesos de digitalización, en los que la pluralidad debe ser garantizada.

15) Radio y televisión estatales más participativos

Se crea Radio y Televisión Argentina Sociedad del Estado, que reunirá a todos los servicios de radiodifusión sonora y televisiva que en este momento se encuentra bajo la órbita del Estado Nacional. El Directorio estará integrado por siete miembros, con un presidente y un director designado por el Poder Ejecutivo y tres directores propuestos por la Comisión Bicameral de Promoción y Seguimiento de la Comunicación Audiovisual, uno por la primera minoría, otro por la segunda y otro por la tercera. Y se crea un Consejo Consultivo Honorario de los Medios Públicos que garantiza mayor participación social.

16) Medios Municipales y Provinciales

Se reserva para cada Estado Provincial y la Ciudad Autónoma de Buenos Aires una frecuencia AM, una FM y una de televisión abierta. Cada Estado Municipal tendrá reservada una frecuencia FM.

17) Más voces de la sociedad civil

Se reserva el 33% de las localizaciones radioeléctricas planificadas, en todas las bandas de radiodifusión sonora y de televisión terrestres, en todas las áreas de cobertura, para las organizaciones sin fines de lucro. Además, los pueblos originarios serán autorizados para la instalación y funcionamiento de radios AM y FM y así como de señales de televisión abierta.

18) Medios Universitarios y Educativos

Las Universidades Nacionales podrán ser titulares de autorizaciones para la instalación y explotación de servicios de radiodifusión. Deberán dedicar espacios relevantes de su programación a la divulgación del conocimiento científico, a la extensión universitaria y a la creación y experimentación artística y cultural.

19) Televisión e infancia

Se prevé la creación de un Fondo de Fomento Concursable para la Producción de Programas de Televisión de Calidad para Niños, Niñas y Adolescentes que tendrá como objetivo desarrollar estrategias que permitan producir más televisión y radio de carácter educativo, cultural e infantil.

20) Cine nacional

Se establece, por primera vez, la fijación de una cuota de pantalla. Los canales de televisión abierta y de cable deberán exhibir de forma obligatoria y en estreno televisivo ocho películas nacionales por año. La ley actual no contempla ninguna normativa de promoción del cine nacional.

Ver texto completo de la ley sancionada

Nueva Ley de Medios
Noticias

Ley de Servicios de Comunicación Audiovisual - Ley 26.522
Cine.ar - Portal Oficial de Promoción del Cine Argentino

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

CONFRARIA

CONFRARIA DO BECO DE MALAGRIDA



Movimento anarquista, fundado em 2005 pela ativista cultural Ednamay Cirilo ... juntamente com um grupo de intelectuais e professoares das universidades - UFPB, UNIPÊ , IESP, alguns jornalistas anciões abandonaram a estrada após dois meses de conflito de egos entre os fundadores, mas esse racha, só fortaleceu a CONFRARIA .

Agregaram-se novos guerreiros na luta eterna em favor da memória e da identidade cultural dessa cidade .
Ainda hoje em 2009, essa luta continua firme e forte aos cuidados desta escrivã aqui, juntamente com a parceria de novos intelectuais e jornalistas anos 90/2009, a escritora CRISTINA GUEDES, o sociologo e advogado pelos Direitos Humanos EDUARDO RABENHORST, o historiador JALDES MENESES, a cantora lírica e advogada MARIA JULIANA, o músico da orquestra de Câmara MICHAEL COSTA, alunos do DA- CCJ - DIREITO, FUNJOPE, SESC, ASS. CULTURAL e RECREATIVA ANJO AZUL , artista multimídia SANDOVAL FAGUNDES, ASTRAPAS, Associação das Travestis da Parahyba, MARIA QUITÉRIA,grupo de MULHERES Lésbicas, entre muitos artistas da nova geração, que vem agregando vlores e conhecimentos , parcerias nos varios segmentos da cultura ,
atravéz de ações em eventos culturais, voltados para a conscientização d valorização do PATRIMÔNIO HISTÓRICO em forma de denuncia

O encontro ANUAL de 2009,será em novembro
29/11/2009
CENTRO CULTURAL THOMÁS MINDELLO -CENTRO,
vizinho ao edificio 18 andares em João Pessoa.
18hs

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CMPC

CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICA CULTURAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

A CÂMARA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA DECRETA E PROMULGA A SEGUINTE LEI:

CAPÍTULO I

DO CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICA CULTURAL

Art. 1º - Fica criado, no âmbito do Município de João Pessoa, o Conselho Municipal de Política Cultural, vinculado à Fundação Cultural (FUNJOPE), da Prefeitura Municipal de João Pessoa.

Seção I

Das Finalidades e Competências

Art. 2º - O Conselho Municipal de Política Cultural é um órgão permanente que institucionaliza a relação entre a Administração Municipal e os diferentes setores da sociedade ligados à cultura, participando da elaboração, execução e fiscalização da política cultural da cidade de João Pessoa.

Art. 3º – O Conselho Municipal de Política Cultural será de caráter deliberativo e consultivo com funções normativas e fiscalizadoras, nas áreas das atividades culturais do Município, e tem por finalidade:

I – elaborar e aprovar o Plano Municipal de Cultura, a partir das orientações definidas na Conferência Municipal de Cultura de João Pessoa;

II – acompanhar a execução do Plano Municipal de Cultura;

III – representar a sociedade civil de João Pessoa, junto ao Poder Público Municipal, em todos os assuntos que digam respeito à arte e da cultura;

IV – propor, acompanhar, avaliar e fiscalizar ações de políticas públicas para o desenvolvimento da Cultura, a partir de iniciativas governamentais ou em parceria com agentes privados, sempre preservando o interesse público;

V – definir diretrizes para a política cultural a ser implantada pela administração municipal;

VI – promover e incentivar atividades permanentes, tais como encontros, debates, estudos, pesquisas, ações de formação e criações relacionadas às diferentes expressões artístico-culturais e suas interpretações;

VII – integrar-se ao Sistema Nacional de Cultura, para garantir a continuidade dos projetos culturais de interesse do Município;

VIII – incentivar a democratização e descentralização das atividades de produção e difusão culturais no Município, visando garantir a cidadania como direito de acesso aos bens culturais de produção cultural, preservação do patrimônio material, imaterial e intelectual e da memória histórica, social e artística;

IX – acompanhar junto a FUNJOPE a implementação do Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais;

X – promover ações concretas visando a defesa incessante da identidade cultural da cidade;

XI – promover o debate sobre valores culturais de afirmação da cidadania, bem como sobre o desenvolvimento cultural, ético e humano, através da cultura;

XII – garantir a execução e continuidade dos projetos culturais de interesse do Município, independente das mudanças de governo, ou outras mudanças no setor político, técnico ou financeiro;

XIII – emitir parecer sobre questões referentes a:

a) propostas de criação de fundos de incentivo a cultura;

b) prioridades programáticas e orçamentárias;

XIV – avaliar a execução das diretrizes e metas incluídas no Plano Anual da Fundação Cultural de João Pessoa – FUNJOPE, bem como suas relações com interesses da sociedade;

XV – estimular a ação integrada das várias secretarias e órgãos municipais para a ação cultural descentralizada;

XVI – elaborar e aprovar o seu Regimento Interno;

XVI – convocar a Plenária e a esta encaminhar Relatório Anual.

§ 1º - Os atos do Conselho Municipal de Política Cultural serão publicados no Semanário Oficial do Município.

§ 2º - O Regimento Interno de que trata o inciso XV deverá ser homologado pelo Prefeito Municipal, e deverá ser submetido a ele no prazo máximo de 60 (sessenta) dias a contar da instalação do Conselho.

Art. 4º - Compete ao Conselho:

I – Cumprir e fazer cumprir as disposições desta lei;

II – Em conjunto com a FUNJOPE convocar a Conferência Municipal de Cultura.

Seção II

Da Composição

Art. 5º - O CMPC será integrado por representantes do Poder Público e da sociedade civil com atuação nos Fóruns Permanentes de Cultura.

Art. 6º - O CMPC será constituído por 32 (trinta e dois) membros titulares e seus respectivos suplentes, sendo:

I - 16 representando o Poder Público, através dos seguintes órgãos quantitativos:

Prefeitura Municipal de João Pessoa: 14 representantes

FUNJOPE

SETUR

PROBECH

SEDES

SEDEC

SETRANSP

SEDESP

Instituições Públicas de Ensino Superior 1 representante

Câmara Municipal de Vereadores do Município de João Pessoa: 02 representantes

II – 16 membros da sociedade civil divididos pelas seguintes áreas:

1. Teatro
2. Circo;
3. Dança;
4. Artes Visuais: plásticas, pintura, design, escultura, gravura, objeto, instalações, desenho, Cartum, artes gráficas e grafite;
5. Audiovisual;
6. Música;
7. Livro, Leitura e Biblioteca;
8. Patrimônio histórico, artístico e cultural;
9. Ciclo Permanente de eventos de época: Carnavalesco, Junino, Natalino;
10. Produtores culturais;
11. Comunidades tradicionais: quilombolas, ciganos, terreiros e povos indígenas;
12. Comissão de cultura do Orçamento Democrático;
13. Artesanato;
14. Cultura Popular;
15. Fotografia;
16. Capoeira;

§ 2º - O processo de escolha dos membros das áreas de cultura de que trata este artigo se dará no fórum permanente de cada segmento de Cultura.

Art. 9º - O mandato dos membros do Conselho Municipal de Política Cultural será de 02 (dois) anos, com direito a uma recondução.

§ 2º. O Regimento Interno do CMPC definirá as hipóteses de perda de mandato e substituição de seus conselheiros.

Seção III

Da Organização e Funcionamento

Art. 9º – O Conselho Municipal de Política Cultural será presidido, alternadamente, por representantes do Poder Público Municipal e da Sociedade Civil e terá seguinte estrutura organizacional:

I – plenária, assembleias e reuniões compostas por todos os conselheiros;

II - comissão Executiva, com composição mista e paritária formada por 02 (dois) membros da sociedade civil e 02 (dois) membros do poder público municipal, totalizando 04 (quatro) membros na Comissão Executiva;

III – comissões temáticas.

Art. 10 – O CMPC, em reunião plenária, deverá eleger uma Comissão Executiva constando entre seus membros presidente, vice-presidente, um secretário geral e o suplente do secretário geral.

Art. 11 – O CMPC reunir-se-á em caráter ordinário mensalmente e, extraordinariamente, sempre que convocado.

Parágrafo Único – As reuniões extraordinárias do CMPC poderão ser convocadas por seu presidente ou pela maioria simples de seus membros.

Art. 12 – Serão constituídas Comissões de Trabalho com base nos segmentos que integram as áreas culturais mencionadas no inciso II do Art. 6º, instituídas na forma e com as atribuições definidas no Regimento Interno de que trata o inciso XV, do Art. 3º.

Art. 13 – A Plenária reunir-se-á obrigatoriamente, uma vez por ano e extraordinariamente, quando convocada por pelo menos 2/3 (dois terços) do Conselho.

§ 1º - Na reunião a que se refere este artigo a Mesa será constituída por representantes do CMPC e presidida pelo seu presidente, em caso de ausência pelo vice, persistindo, pelo secretario geral.

§ 2º - A reunião deverá ser pública tendo os observadores o direito à voz.

Art. 16 – A Fundação Cultural de João Pessoa – FUNJOPE, deverá viabilizar a estrutura física do Conselho e da Plenária, bem como o custeio deste funcionamento, no que se refere ao pessoal técnico-administrativo, recursos materiais, convocações, arquivo e administração geral do CMPC.

Parágrafo Único - Os membros do Conselho Municipal de Política Cultural que fizerem parte da Comissão Deliberativa do FMC e seus parentes de até 2º grau estarão impedidos de apresentarem projetos a serem subvencionados pelo referido Fundo ou qualquer outro tipo de subvenção, concurso ou outros que venham a ser implementados através de recursos financeiros da municipalidade.

Art. 17 – Os membros do Conselho Municipal de Cultura em sua representação institucional não terão direito a nenhuma remuneração. Aqueles/as que representam os fóruns permanentes de cultura no exercício da titularidade farão jus à gratificação referente a cada reunião efetivamente realizada na ordem de 15% do valor do salário mínimo nacional, com no máximo 04 reuniões mensais.

CAPÍTULO II

DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA

Art. 19 – A Conferência Municipal de Cultura é o foro amplo e permanente para o debate das diretrizes e políticas públicas relativas às ações culturais na cidade de João Pessoa.

Parágrafo Único - A Conferência Municipal de Cultura será realizada a cada dois anos, respeitando o calendário de conferências estabelecido pelo Ministério da Cultura.

Art. 20 – Poderão participar da Conferência todas as pessoas, instituições e movimentos interessados em contribuir para o alcance dos objetivos da mesma, na condição a ser estabelecida pelo Regimento da Conferência.

Parágrafo Único – Após sua implementação o Conselho Municipal de Política Cultural elaborará o Regimento Interno da Conferência, mencionado neste artigo.

Art. 21 – Caberá ao Conselho Municipal de Cultura e a Fundação Cultural de João Pessoa – FUNJOPE, a divulgação das conclusões da Conferência Municipal visando a implementação das mesmas pelos órgãos responsáveis.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 23 – As despesas orçamentárias decorrentes da aplicação desta Lei deverão estar regulamentadas na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), na LOA (Lei Orçamentária Anual) e no PPA (Plano Plurianual Municipal).

Art. 24 – Os membros do CMPC serão nomeados por ato institucional do Prefeito Municipal.

Art. 25 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 26 – Revogadas as disposições em contrário.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

CONFECOMPB

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA

debate democratização dos veículos de comunicação
12/11/2009 às 15:00


A Comissão Especial de Acompanhamento da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) da Assembleia Legislativa realizou Audiência Pública, na manha desta quinta-feira (12/11), no plenário “Deputado José Mariz”, para discutir a democratização dos veículos de comunicação no país.

O evento é preparatório para as Conferências Estadual e Nacional, que serão realizadas, respectivamente nos próximos dias 21 e 22 de novembro, no auditório da Fiep (Federação das Indústrias do Estado da Paraíba), em João Pessoa, e 14 a 17 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).


A audiência pública proposta e presidida pelo deputado estadual Rodrigo Soares reuniu representantes do Governo do Estado, Arimatéia de França; e de entidades civis, a exemplo da Central Única dos Trabalhadores (Maria da Penha Araújo); do Intecab (Instituto Nacional de Tradição e Cultura Afrobrasileira), Maria Marques Maciel; e da Associação Paraibana de Imprensa (API), através de sua presidente, a jornalista Marcela Sitônio. A Empresa Brasileira de Telecomunicação (Imbratel) também enviou representante: a executiva Eliane Barbosa de Silva.

De acordo com o site oficial da Confecom (www.confecom.com.br), o objetivo da Conferência é Formular propostas orientadoras de uma Política Nacional de Comunicação a partir de um debate amplo, democrático e plural com a sociedade brasileira, garantindo a participação social em todas as suas etapas.
A Conferência será regida pela discussão de cada eixo temático. Os três temas principais são: Produção e Conteúdo; Meios de Distribuição e Cidadania e Direitos Humanos. No primeiro item se encaixam conteúdo nacional; produção independente; produção regional; garantia de distribuição; incentivos; tributação; financiamento; fiscalização; propriedade das entidades produtoras de conteúdo; propriedade intelectual; órgãos reguladores; competição; aspectos federativos; marco legal e regulatório.

Na questão dos Meios de Distribuição serão discutidos televisão aberta; rádio; rádios e TVs comunitárias; internet; telecomunicações; banda larga; TV por assinatura; cinema; mídia impressa; mercado editorial; sistemas público, privado e estatal; multiprogramação; tributação; financiamento; responsabilidade editorial; sistema de outorgas; fiscalização; propriedade das entidades distribuidoras de conteúdo; órgãos reguladores; aspectos federativos; infraestrutura; administração do espectro; publicidade; competição; normas e padrões; marco legal e regulatório.

Já no tema Cidadania: Direitos e Deveres, estão em pauta: democratização da comunicação; participação social na comunicação; liberdade de expressão; soberania nacional; inclusão social; desenvolvimento sustentável; classificação indicativa; fiscalização; órgãos reguladores; aspectos federativos; educação para respeito e promoção da diversidade cultural, religiosa, étnico-racial, de gênero, orientação sexual; proteção a segmentos vulneráveis, como crianças e adolescentes; marco legal e regulatório. Estes temas estão definidos na Resolução nº 1 da 1ª Confecom.

As Conferências Estaduais são o segundo estágio da Confecom, uma vez que estão sendo realizados em todo o país encontros em nível municipal. As conferências municipais são consideradas preparatórias, assim como as conferências intermunicipais e as conferências livres, que podem ser convocadas e organizadas por qualquer cidadão. A discussão em todos os níveis garante o debate democrático e plural. Já as conferências Estaduais e Distrital, previstas para todos os Estados e o Distrito Federal, elegem os delegados para a 1ª Confecom, para a qual também enviam propostas a serem discutidas e deliberadas.

Na discussão da Assembléia Legislativa da Paraíba foram abordados assuntos como a descentralização do controle dos veículos de comunicação social, o papel dos movimentos sociais; a participação do negro e demais minorias no contexto da comunicação e o engajamento do Poder público e da própria sociedade na discussão.

A censura da informação e a conscientização do próprio profissional de Imprensa do seu papel no contexto d comunicação, além da regulamentação da profissão de Jornalista, também foram assuntos comentados por todos os debatedores do evento.

da assessoria - HERMES DE LUNA

CONSCIENCIA

FESTA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

PRIMEIRO FESTIVAL DO CAJU - 2009

CONVITE

Festa da Consciência Negra 2009

Primeiro Festival do Caju.

20, 21 e 22 de Novembro de 2009.

QUILOMBO de CAIANA dos CRIOULOS - ALAGOA GRANDE, PB

CIRANDA – BANDA DE PÍFANOS – FORRÓ – OFICINAS – TEATRO ARTESANATO – CAPOEIRA - GASTRONOMIA – DANÇA – ETC.


CONTATOS:

CIDA de CAIANA: 9114 5143.

BIBIU: 9903 2392 - 9146 4453.

NOS CONFIRME SUA PRESENÇA.

Estejam todos convidados


Reconhecida como um dos 13 legítimos quilombos brasileiros, a comunidade Quilombola de Caiana dos Crioulos, localizada no município de Alagoa Grande está morrendo com o esquecimento e pela limitação da expansão territorial.Atualmente formada por 128 famílias, o que corresponde a aproximadamente 562 pessoas, a comunidade de Caiana dos Crioulos está cercada por propriedades particulares, assentamentos rurais e terras já tituladas pelo Incra. Essa limitação territorial inibiu o crescimento da população local que, por não haver terras para expandir o cultivo, encontrou na migração uma alternativa econômica para sobrevivência e para o “sonho” da melhoria de vida.
De aparência exótica, aroma agradável e sabor singular, o caju é uma fruta perfeita para colorir, perfumar e enriquecer pratos da culinária tropical. A referência sensorial e nutricional da amêndoa e da polpa suculenta faz da fruta um das mais nutritivas e de maior potencial para a exploração sustentada no país.A castanha é rica em proteínas, ácidos graxos e essenciais, vitaminas B1, B2, niacina, fósforo e ferro. Já o pedúnculo fornece vitamina C, A e B, sais minerais e ferro. Além do potencial vitamínico, outros compostos conferem valor antioxidante à polpa da fruta. Essa propriedade biológica é associada à prevenção de doenças crônico-degenerativas, como problemas cardiovasculares, câncer e diabetes.


Alunos de Curso Técnico de Turismo em Patos/PB , sob a orientação do Prof.Dorgval Macedo Filho, desenvolveram a iguaria " FONDUE SERTANEJO", que consiste em um doce de caju em creme, puxado na cachaça e servido em um fogareiro de barro ou em um aparelho de fondue, com queijo de coalho cortado em cubos a serem mergulhados neste creme antes da degustação.Uma delícia que ajudei a divulgar no Brasil. Experimente fazer e compartilhe com os amigos!



www.fiec.org.br

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Linda Susan 12/11/09

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

www.jackson.tratonacultura.com.br .

ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS



O projeto “Esquentai Vossos Pandeiros Jacksonianos” continua de vento em popa nas cidades de João Pessoa e Alagoa Grande. Contemplado pelo Fundo de Incentivo à Cultura Lei Augusto dos Anjos (FIC) 2008, a iniciativa promove desde o mês de setembro oficinas de Pandeiro (Ely Porto), Montagem Teatral (Netto Ribeiro) e Artes Plásticas (Dulce Abstrato).



A realização é da Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul juntamente com a TRATO Assessoria e Produção Cultural, com apoio do Governo Municipal de Alagoa Grande. Cerca de 80 pessoas estão sendo beneficiadas com as oficinas que terminam no final do mês de novembro. Para acompanhar o projeto os interessados podem acessar o link: www.jackson.tratonacultura.com.br .



O projeto será encerrado com uma grande festa em duas etapas, primeiro em Alagoa Grande e posteriormente em João Pessoa, onde serão apresentados os resultados dos três meses de oficinas, além da realização de uma palestra sobre o mestre do ritmo


OUTRAS INFORMAÇÕES

TRATO Assessoria e Produção Cultural

Av. Nego, 200, sala 108, Tambaú (Ed. Esquina 200),

CEP. 58039-100, João Pessoa / PB

83 – 3512 6799 / 8710 3334

Contato: Calina Bispo

calinabispo.TRATO@gmail.com

MST

Caiu à farsa da Globo sobre o conflito com o MST



Desde o início, a história estava mal contada. Um novo conflito agrário no interior do Pará, em que profissionais do jornalismo teriam sido usados como escudo humano pelo MST e mantidos em cárcere privado pelo movimento, em uma propriedade rural, cujo dono dificilmente tinha seu nome revelado. Quem conhecia e acompanhava um pouco da história desse conflito sabia que isso se tratava de uma farsa. A população, por sua vez, apesar de aceitar a criminalização do MST pela mídia e criticar a ação do movimento, via que a história estava mal contada.
As perguntas principais eram: Como o cinegrafista, utilizado como escudo humano - considero aqui a expressão em seu real sentido e significados -, teria conseguido filmar todas as imagens? Como aconteceu essa troca de tiros, se as imagens mostravam apenas os "capangas" de Daniel Dantas atirando? Como as equipes de reportagem tiveram acesso à fazenda se a via principal estava bloqueada pelo MST? Por que o nome de Daniel Dantas dificilmente era citado como dono da fazenda e por que as matérias não faziam uma associação entre o proprietário da fazenda e suas rapinagens?
Para completar, o que não explicavam e escondiam da população: as equipes de reportagem foram para a fazenda a convite dos proprietários e com alguns custos bancados - inclusive tendo sido transportados em uma aeronave de Daniel Dantas - como se fossem fazer aquelas típicas matérias recomendadas, tão comum em revistas de turismo, decoração, moda e Cia (isso sem falar na Veja e congêneres).
Além disso, por que a mídia considerava cárcere privado o bloqueio de uma via? E por que o bloqueio dessa via não foi impedimento para a entrada dos jornalistas e agora teria passado a ser para a saída dos mesmos? Quer dizer então que, quando bloqueamos uma via em protesto, estamos colocando em cárcere privado, os milhares de transeuntes que teriam que passar pela mesma e que ficam horas nos engarrafamentos que causamos com nossos legítimos protestos?
Pois bem, as dúvidas eram muitas. Não apenas para quem tem contato com a militância social, mas para a população em geral, que embora alguns concordassem nas críticas da mídia ao MST, viam que a história estava mal contada. Agora, porém, essa história mal contada começa a ruir e a farsa começa a aparecer.
Na tarde de ontem, o repórter da TV Liberal, afiliada da TV Globo, Victor Haor, depôs ao delegado de Polícia de Interior do Estado do Pará. Em seu depoimento, negou que os profissionais do jornalismo tenham sido usados como escudo humano pelos sem-terra, bem como desmentiu a versão - propagada pela Liberal, Globo e Cia. - de que teriam ficado em cárcere privado.
Está de parabéns o repórter - um trabalhador que foi obrigado a cumprir uma pauta recomendada, mas que não aceitou mais compactuar com essa farsa. Talvez tenha lhe voltado à mente o horror presenciado pela repórter Marisa Romão, que em 1996 foi testemunha ocular do Massacre de Eldorado dos Carajás e não aceitou participar da farsa montada pelos latifundiários e por Almir Gabriel, vivendo desde então sob ameaças de morte.
A consciência deve ter pesado, ou o peso de um falso testemunho deva ter influenciado. O certo é que Haor não aceitou participar até o fim de uma pauta encomendada, tal quais os milhares de crimes que são encomendados no interior do Pará. Uma pauta que mostra a pistolagem eletrônica praticada por alguns veículos de comunicação e que temos o dever de denunciar.

Max Costa
Sec. Geral do PSOL/Belém

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

MULHERES

À Revolução das Putas!


Jornais, revistas, rádios, TVs, portais, blogueiros e afins faturaram e continuam ganhando atenções e, portanto, dinheiro, com o bizarro episódio da estudante de mini saia hostilizada na faculdade. Os desdobramentos da notícia sobre o linchamento têm sido inúmeros. Duvido até que ela consiga voltar a assistir aulas tranquilamente antes de a mídia esquecer essa história ou encontrar algo mais constrangedor sobre o que falar. Só assim os curiosos, sedentos de desgraças – como se já não as tivessem em demasia, vão parar de se aglomerar na porta da faculdade da garota, à espera de seu retorno (a memória das pessoas dura enquanto dura uma notícia).

Não faltam brasileiros à espreita de uma confusão. Não faltam repórteres à espera de algo chocante. Não falta classe média pronta para apontar o dedo em riste diante de qualquer um. O mundo nos compra enquanto terra livre e harmônica, sem guerras étnicas, conflitos religiosos ou separatismos políticos. Mas a paz no Brasil faz mal. Aqui ninguém é livre para viver, todos são livres para matar. Tudo que se tolera é a hipocrisia, nada mais.

Enquanto no Morro dos Macacos se incendiavam corpos vivos (sim, já eram apenas corpos), uns dez pequenos-burgueses, daqueles que nunca viram pobreza de perto e não sabem o que é faltar comida no prato de seis crianças paridas feito bichos, protestavam em seus carrinhos de supermercado. É desse mesmo jeito que a pseudo-esquerda, escondida em blogs ácidos de ex-jornalistas de patrão – como Paulo Henrique Amorim – ou textos como esse meu, fala mal de tudo e todos, em nome do povo, porque o povo não aprendeu a ler nem a escrever. E foram as meninas que gastaram a mais-valia dos miseráveis em comprar caras e os meninos do som no carro que lincharam a estudante, caixa de mercadinho, pela saia curta e justa de ser como quis ser.

A moral do brasileiro parece que morre nos peitos e bundas que ele reprova e aprova quando lhe é conveniente. É a moral que serve para os outros. É o pudor em nome da família que já está divorciada. É o dedo que fere. No Brasil, gays e lésbicas não podem casar porque heterossexuais não querem. Pobres – trabalhadores e honestos, morrem a bala, como bandidos, porque ricos, que fazem as regras do jogo, sobem o morro pra comprar cocaína. Mas Brasília passa aos nossos olhos como se nos roubar fosse normal. Parece que fazemos nossas contas já contando com o prejuízo que vai para o luxo de quem recebe o voto cego dado na última eleição. E parece que o mundo chegou a seu estágio final, que nada mais muda, que morreremos contentes e satisfeitos com nossa própria miséria.

Putas, gays, lésbicas, negros, desvalidos, mendigos, moças trabalhadoras que usam saias curtas, pobres que morreram no último tiroteio, levantem-se, o mundo tem jeito! Vão à luta, que eu ficarei aqui divulgando a revolução.


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Simão Vieira de Mairins
+351-968-781-585
(83) 8818-3662
(87) 8819-3559
E-mail alternativo:svmairins@yahoo.com.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

CONFERÊNCIADECULTURA

A “GESTÃO” CHICO CÉSAR

Ed Porto

Na abertura da 2ª Conferência Municipal de Cultura de João Pessoa (COMCULT JP), ocorrida de 15 a 17 de outubro de 2009, lancei o seguinte desafio ao Chico César: assuma de fato a gestão da FUNJOPE ou renuncie. Usei como argumento o fato de que não honram, há 2 anos, um edital de literatura onde 10 artistas deveriam ser contemplados com a publicação de suas obras (não me inscrevi neste edital). Este problema perpassa três gestões desta Fundação, incluindo, obviamente, a atual. Sugeri que Chico César passasse mais tempo na cidade, para tentar resolver os problemas da Fundação. Ele respondeu que ao assumir, há cerca de 5 meses, se comprometeu a fazer shows apenas nos finais de semana e fora da Paraíba. Também disse que morava aqui na Ponta do Seixas e que eu estava fazendo acusação leviana. Não tive direito à réplica: cassaram minha fala. Pretendo rebatê-lo agora neste espaço.

É sabido que Chico César se dedica muito mais á sua carreira do que à gestão da cultura local (e não me venha com o argumento de que vive aqui ou de que o pessoal da FUNJOPE o substitui quando viaja). O fato é que desde que assumiu, ele cumpre normalmente sua agenda de shows. Fez turnê pela Europa em julho, cumpriu agenda em agosto e, em setembro, com seis shows em dias úteis, três aos sábados e um no domingo. E olha que Chico disse em público que faria shows apenas nos finais de semana! (imprimi agenda em seu site http://www2.uol.com.br/chicocesar), e em outubro (curiosamente em sua agenda de outubro só constam três shows: um em Buenos Aires (Argentina), e outro em Parauapebas (PA). Todavia, segundo informações de músicos locais, em outubro Chico fez outros shows em Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro. Será que Chico está omitindo dados de sua agenda oficial? Um diretor executivo de um cargo público deve agir assim?

Um dos temas da 2ª COMCULT foi cidadania. Cadê a cidadania? Ela deveria começar pelos artistas. Quais os resultados práticos da gestão quase semestral de Chico César? Enquanto ele faz shows, artistas contemplados em editais não recebem a devida premiação. Enquanto viajava, o pessoal abnegado da FUNJOPE, com baixo salário, trabalhava na organização da 2ª COMCULT JP, no Circuito das Praças etc. Este pessoal faz parte dos novos Sem-Teto, amontoados no Casarão 34, sem dignas condições de trabalho. Cidadania começa pelos funcionários. Cadê a gestão de Chico em prol dos funcionários? Poderia se dedicar mais para tentar resolver os muitos problemas da FUNJOPE que carece do empenho de seu diretor executivo, e não de seus substitutos. Reitero o desafio a você Chico César: assuma de fato e de direito a FUNJOPE; ou renuncie para que o prefeito e seus assessores culturais nomeiem alguém dedicado à gestão cultural da cidade.

(Ed Porto é poeta paraibano. Este artigo foi publicado no jornal Correio da Paraíba)

CARTAZ

OS SETE MARES DE ANTÓNIO

Uma saga luso-brasileira inspirada

na vida do Padre António Vieira





Estréia dia 30 de outubro (sexta-feira), e permanece em cartaz até 15 de novembro, o espetáculo teatral “Os Sete Mares de António”, de Tarcísio Pereira. A peça, que terá temporada de três semanas no Theatro Santa Roza, sempre de sexta a domingo, conta a história da vida e obra do Padre António Vieira, escritor sacro-barroco do século XVII que até hoje é uma grande referência da literatura luso-brasileira, em virtude dos célebres Sermões que deixou escritos à posteridade.



Mas a importância histórica do Padre Vieira vai mais além. Durante toda a sua vida, fez diversas viagens entre Brasil e Portugal e, aqui, notadamente nas regiões norte-nordeste, lutou em defesa dos indígenas e contra a escravatura negra, o que o levou a ser perseguido e expulso várias vezes do Brasil na era colonial.



Em Portugal, lutou em favor dos judeus convertidos ao catolicismo, os chamados “Cristãos-Novos”, o que também o levou a ser perseguido pelo próprio Clero, sendo denunciado ao Tribunal do Santo Ofício, julgado e condenado ao silêncio.



O autor e diretor da peça, Tarcísio Pereira, lembra que escreveu o texto no ano passado para participar de um importante concurso internacional, e terminou sendo um dos 4 vencedores no Brasil. O concurso foi lançado em virtude das comemorações dos 400 anos de nascimento do famoso jesuíta, que foram lançadas em 2008 com festividades no Brasil e na Europa. Com esse texto, totalmente escrito em versos, Tarcísio foi finalista do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia, promovido pela Funarte (Brasil), e Instituto Camões (Portugal).



Além de figurar entre os 4 melhores textos brasileiros sobre o Padre Vieira, a peça ganhou o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2008, tendo recebido financiamento do Ministério da Cultura para a sua encenação. “Portanto, a gente já estréia essa peça carregando dois importantes prêmios, e a nossa esperança é que o espetáculo esteja realmente à altura desses prêmios e venha agradar ao público”.



O espetáculo tem apenas três atores em cena: Flávio Melo (no papel de Padre António Vieira), Sidney Costa (um cantador brasileiro), e Neuri Mossmann (um trovador português). Os dois últimos, com versos em cordel e trovas portuguesas, narram e interpretam dezenas de personagens que passaram pela biografia do pregador. Flávio Melo, além de dialogar com os dois, pronuncia trechos de vários sermões de Vieira, só que adaptados para versos em redondilha maior.



“A idéia foi a de compor uma peça, em versos rimados, dividida em sete quadros. Dizem que o sete é número cabalístico – mas, não por acaso, foi também o número de viagens empreendidas pelo Padre António Vieira de Portugal ao Brasil e vice-versa”, afirma o autor e diretor da peça, explicando: “A peça, assim, está dividida em sete quadros que chamamos de ‘mares’, pois a história se concentra nos acontecimentos das sete viagens feitas por ele. Foi a maneira encontrada para melhor organizar essa biografia em gênero dramático”.



A forma em versos, aliás, já não é novidade na dramaturgia de Tarcísio. Já teve a oportunidade de mostrar esse formado em “Cordel da Paixão de Deus”, dirigido por Duílio Cunha em 2006 durante a semana santa em João Pessoa. A outra peça é “Caboré, a Ópera da Moça Feia”, um dos textos mais encenados do autor, tanto na Paraíba como em outros Estados. Agora, com “Os Sete Mares de António”, completa uma trilogia de peças rimadas e, coincidentemente, as três foram premiadas em concursos de dramaturgia e festivais de teatro, como é o caso de “Caboré”.



Apesar da fidelidade histórica, o autor explica que a intenção é meramente poética e dramatúrgica. Os trechos de alguns sermões do Padre Vieira, inclusive, são enxertados com base nos seus originais. “A diferença está na transmigração da prosa para o cordel, na métrica e na musicalidade, alguns em estrofes de sete versos com sete sílabas, outros em decassílabos com dez versos. Essa foi a parte mais difícil de toda a composição, mas terminou valendo a pena”, diz.



Com uma trilha sonora original, criada pelo maestro e compositor Eli-Eri Moura, as músicas fazem fusão entre o universo ibérico e o armorial, passando por ritmos medievais. A operação musical é do ator Antonio dos Santos. Cenários e adereços de Chico Régis e figurinos de Zeno Zenarde, com assistência de Ana Isaura Nogueira. O plano de luz do espetáculo, bem como a sua execução, levam a assinatura de Fabiano Diniz.



“Pensei numa peça, claro, para ser encenada – mas também num texto para ser lido, cantado ou simplesmente falado – assim como os folhetos de cordel declamados nas feiras do interior nordestino”, afirma o diretor. Ele garante ainda que, além de lúdico, com uma encenação ágil e mutante, o espetáculo é didático do ponto de vista da história do Brasil, da literatura e da personalidade do Padre Vieira, “e com isso pretendemos atingir um público escolar e acadêmico, contribuindo para a divulgação, o conhecimento e o debate”.



O espetáculo levou cinco meses para ser encenado. Desde o mês de maio último, após a notícia de sua classificação no Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, começaram os planejamentos de produção e concepção cênica. Somente em julho o trabalho com os atores teve início, e os ensaios acontecerem entre o Teatro Lima Penante, Teatro de Arena do Espaço Cultural e no Centro Cultural Piollim.



Em cartaz no Theatro Santa Roza, de sexta a domingo, no período de 30 de outubro

a 15 de novembro, sempre a partir das 20:30hs.

Ingressos ao preço de R$ 12,00 (inteira), e R$ 6,00 (meia).

Informações: 3218-4383 / 8735-5720 / 3218-4382

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

FEIRADAMÚSICA

Feira Música Brasil 2009 divulga nomes dos 24 artistas selecionados para participar do evento

Número de inscritos, mais de 800, surpreendeu comissão julgadora, que precisou adiar em uma semana o anúncio dos escolhidos


Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União, a lista com os 24 artistas que irão participar da Feira Música Brasil 2009, maior evento do gênero na América Latina, que se realizará em Recife, entre 9 e 13 de dezembro. Cada banda escolhida receberá cachê de R$ 4 mil, mais passagem para a capital pernambucana, estadia e a chance de dividir o palco com artistas consagrados da música brasileira, como Nação Zumbi, Sepultura e Chitãozinho & Xororó.

A comissão julgadora selecionou os seguintes artistas: A Trombonada, André Abujamra, Aurinha do Coco, Cidadão Instigado, Daniel Migliavacca, DJ Dolores, Fabiana Cozza, Fino Coletivo, Josildo Sá, Júpiter Maçã, Kassin, Macaco Bong, Marina De La Riva, Milocovik, Mundo Livre S/A, Murilo da Rós, Nauréa, Nina Becker, Osquestra Contemporânea de Olinda, Paula Morelenbaum, Samba de Rainha, Silvia Machete, Wilson das Neves e Zabé da Loca.

O júri contou com profissionais experientes e respeitados da música brasileira e internacional. Do Brasil, fizeram parte Lu Araújo, produtora e idealizadora do Festival MIMO (Mostra Internacional de Música em Olinda, um dos principais festivais de música instrumental e erudita do país); Pena Schmidt, superintendente e curador do Auditório Ibirapuera; José Teles, jornalista musical de Recife; o percussionista Naná Vasconcelos; eCarlos Eduardo Miranda, produtor musical.

Do exterior vieram o produtor e compositor vencedor de dois prêmios Grammy Russ Titelman, que já trabalhou para Eric Clapton, Steve Winwood, George Harrison, Bee Gees, Brian Wilson (Beach Boys), Allman Brothers, James Taylor, entre outros; e o inglês Richard Ogden, ex-empresário de Paul McCartney, ex-presidente da Sony Music Europa, que atualmente dirige sua própria agência de empresariamento artístico, a Richard Ogden Management (ROM).

Russ Titelman se disse surpreso com a qualidade do material que recebeu, principalmente pelos trabalhos enviados por bandas tão jovens. Para ele, é importante se basear nos sucessos do passado para construir uma carreira musical sólida, adaptando-se às mudanças do cenário musical atual.

Como jurado da Feira Música Brasil, Titelman explica que a importância desse tipo de evento é a exposição que se ganha, tanto para as bandas, quanto para os empresários. “As pessoas se sentem atraídas e interessadas no resultado, focando a música e os novos talentos. Hoje em dia muitos artistas independentes colocam suas músicas na rede para serem ‘descobertos’, mas é muito trabalhoso procurar novos talentos na Internet devido à grande quantidade de bandas que se utilizam desse recurso. Além disso, as chances de uma banda fazer sucesso apenas dessa forma são muito pequenas. Por isso é importante que haja um evento só com esse objetivo, onde produtores musicais, bandas e empresários se reúnam com um objetivo em comum”, explica o produtor.

Para Lu Araújo, os mais de 800 inscritos representam bem o que é a música brasileira atual: “São bandas que mapeiam o que temos de melhor na música brasileira atualmente. Tivemos um grande número de cantoras, muitos artistas de MPB, rock, música regional. É a prova da força e da diversidade musical do país.”

Vinte e quatro candidatos foram classificados no concurso, de um universo de mais de 800 inscritos. Além de um cachê de R$ 4 mil, os selecionados receberão passagem, estadia e dividirão o palco com artistas renomados. Confira os contemplados:

A Trombonada
André Abujamra
Aurinha do Coco
Banda Naurea
Cidadão Instigado
Daniel Migliavacca
DJ Dolores
Fabiana Cozza
Fino Coletivo
Josildo Sá
Jupiter Maçã
Kassin
Macaco Bong
Marina de la Riva
Milocovik
Mundo Livre S/A
Murillo Da Rós
Nina Becker
Orquestra Contemporânea de Olinda
Paula Morelenbaum
Samba de Rainha
Silvia Machete
Wilson das Neves
Zabé da Loca

Além das apresentações desses 24 artistas, a programação inclui os seguintes shows:
09/12
Móveis Coloniais de Acaju;
Nação Zumbi e Convidados (gravação do DVD ao vivo de comemoração pelo aniversário de 15 anos do lançamento do álbum “Da Lama ao Caos”);


10/12
Sepultura


11/12
A confirmar

12/12
Chitãozinho & Xororó + Fresno

13/12
Duo Gisbranco
Homenagem a Luiz Gonzaga com banda formada por artistas convidados


A Feira Música Brasil 2009 é patrocinada pela Petrobras e organizada pela Funarte/MinC, Secretaria de Políticas Culturais/MinC, Secretaria de Cultura da Cidade de Recife, FUNDARPE/PE, em parceria com um conselho formado pelas entidades: Associação Brasileira dos Empresários Artísticos (Abeart), Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), Associação Brasileira dos Produtores de Disco (ABPD), Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN), Associação Brasileira dos Editores de Música (ABEM), Associação Brasileira de Editoras Reunidas (ABER), Associação Brasileira das Rádios Públicas do Brasil (Arpub) e o Fórum Nacional da Música (FNM).

domingo, 1 de novembro de 2009

MediaOn

MediaOn – o maior fórum de jornalismo onlin

por Fernando


A cidade de São Paulo sediou esta semana o 3º MediaOn – o maior fórum de jornalismo da America Latina. O evento foi realizado pelo Terra, Itaú Cultura e Ministério das Comunicações. Durante os 27, 28 e 29, as discussões sobre credibilidade jornalística, importância da checagem das informações no universo da internet e da adaptação que as empresas de comunicação terão de se submeter para sobreviver no mercado que está em mutação e deve sofrer alterações profundas à curto prazo dominaram os debates.

Pierre Haski, editor chefe do site Rue.89.com, citou uma pesquisa recente em que 62% dos franceses não confiam nos jornalistas. José Roberto Toledo, jornalista especializado em política, lembrou da importância da checagem das informações, já que a internet é um território em que os boatos podem ser rapidamente difundidos. Em sua apresentação, Silvio Meira, professor de engenharia de software da Universidade Federal de Pernambuco, afirma que nos dias de hoje, “não dá mais para ficar disponibilizando conteúdo apenas no papel”.

Veja alguns trechos de temas relevantes abordados no último dia do evento:

Pierre Haski, editor chefe do site Rue.89.com:
“O jornalismo passa por uma crise moral e buscamos saída para essa crise. A falta de confiança dos leitores pode ser reconstituída na internet. A conversa com eles pode melhorar isso. Nós tivemos muita sorte de ser o primeiro jornal eletrônico diário a ser publicado dessa forma e com esse tipo de pensamento na França”.

Fernando Madeira, presidente do Terra América Latina:
“Leva um tempo se construir uma marca. A internet ajuda a construir e destruir isso. Nós que nascemos e crescemos digitais, temos pouco apego às nossas marcas”.

Silvio Meira, professor de engenharia de software da Universidade Federal de Pernambuco:
“Os jornais perceberam que precisam se adaptar de alguma maneira. Não dá mais para ficar disponibilizando conteúdo apenas no papel. As empresas tem de criar o seu DNA de adaptabilidade. Muita gente está tentando fazer coisas diferente”.

André Mermelstein, diretor editorial da Converge Comunicações e responsável pela revista Tela Viva:
“Banda larga (celular e internet), estão surgindo todas as novas modalidades de consumo. Esse é o futuro que teremos a curto e médio prazo”.

Júlio Gomes, editor do site ESPN.com.br:
“O Twitter é a nossa terceira fonte de audiência. O torcedor quer ver o jogo na TV, rever os gols na internet. Não acho que tudo vai acabar e vai sobrar só internet, mas é preciso integrar as plataformas”.

Luiz Fernando Gomes, editor-chefe do diário esportivo Lance!:
“O jornal terá de ser de amanhã e não de ontem. Ele tem de prever e analisar o que vai acontecer. Sobreviverão as empresas de comunicação que souberem se adaptar ao que o público quer, não o que a gente acha que ele quer”.

José Henrique Mariante, editor do caderno de esporte da Folha de S.Paulo:
“O jornalismo online é feito de colagem de outras plataformas que existem. Já é um problema na internet distinguir o que é importante ou não. É mais importante dar uma informação mais nova ou dar a informação antiga melhor?”.

José Roberto Toledo, jornalista especializado em política:
“Entre as dicas que eu posso dar está uma apuração precisa. O conceito de publicar antes não vale mais. O que interessa hoje é dar a melhor informação. Apurem bem, procurem as informações mais contextualizadas, com mais de uma fonte. A checagem ganhou mais importância nos dias de hoje”.

Tiago Dória, jornalista e editor de blog sobre cultura:
“É preciso dominar os conceitos e não as ferramentas. Elas são um meio para ir a algum lugar. Hoje é o Twitter, amanhã é outra ferramenta. As ferramentas vão e voltam e os conceitos ficam”.