sábado, 17 de março de 2012

MINc NORDESTE DE JOÃO PESSOA abriu EDITAL para OFICINAS culturais

PARAÍBA

João Pessoa inscreve oficinas culturais
A Fundação de Cultura da Prefeitura Municipal de João Pessoa abriu edital de seleção e remuneração de propostas para oficinas culturais em 2012. As inscrições acontecem do dia 19 de março a 03 de abril, das 14h às 18h, na sede da Funjope. Podem participar propostas nas áreas de artes visuais, dança, audiovisual, música, artes cênicas, cultura popular, literatura, comunicação, culinária, entre outras. Os 100 melhores autores de projetos serão escolhidos para ministrar oficinas culturais nos bairros da Capital, com o apoio de até R$ 1,2 mil para os custos de execução. Mais informações no site da Prefeitura: www.joaopessoa.pb.gov.br.

Oficina de Circo Teatro oferece bolsas para estudantes de rede pública
Estão sendo oferecidas 16 bolsas para a oficina “Evoluções Aéreas”, ministrada pela Trupe Arlequin de Circo Teatro. A iniciativa é da Fundação Espaço Cultural da Paraíba e destinada a estudantes da rede pública de ensino, que podem participar fazendo a sua inscrição no Teatro de Arena da Funesc. No ato da matrícula é necessária a apresentação da declaração da escola pública que o aluno estuda. Mais informações pelos telefones (83) 8730-8183 / 8763-9965 / 9977-5838. Acesse o site da companhia: www.trupearlequin.com.br.

Cursos de Tecnologia da Informação e Comunicação
Nos meses de Março e Abril, o Pontão de Cultura Multivisualnet Caatinga realizará dois cursos de Tecnologia da Informação e Comunicação, com 100 horas aula, durante 04 semanas, 100 horas em Campina Grande e 100 horas em Sousa, com apoio da UEPB e do CCBNB. As atividades são ministradas quinzenalmente, com vagas abertas para dois gestores ou monitores por Pontos de Cultura que tenham o audiovisual e a multimídia como instrumento de capacitação e desenvolvimento comunitário. Mais informações no blog da Regional Nordeste do MinC: culturadigital.br/mincnordeste.




Falar a linguagem do povo enfatizando a consciência social e cultural é uma das grandes características de uma rádio comunitária. Nobre função que pode ser ouvida até mesmo em alguns dos clássicos da nossa MPB. Em 1987, o cantor e compositor pernambucano Alceu Valença gravou a canção FM Rebeldia, interpretando um sonho musical e revolucionário.

Composta com o parceiro Marcelo Peixoto, a música fala sobre uma luta de classes, entre o morro e a cidade. Misturando samba e baião, Alceu identifica a comunicação no rádio como a principal arma da maioria, tendo ela o poder de mobilização e conscientização. Regravada também por Ney Mato Grosso e Margareth Menezes, FM Rebeldia passa em sua letra, uma mensagem direta e comprometida com a comunidade. Um relato de um sonho, que em forma de canção, traduz o poder da comunicação comunitária hoje e sempre.

FM Rebeldia

Alceu Valença / Marcelo Peixoto

Um dia eu tive um sonho
Que havia começado a grande guerra
Entre o morro e a cidade
E o meu amigo Melodia
Era o Comandante-em-Chefe
Da primeira bateria
Lá do morro de São Carlos

Ele falava, eu entendia
Você precisa escutar a rebeldia

Pantera Negra, FM Rebeldia
Transmitindo da Rocinha
Primeiro comunicado
O pão e circo e o poder da maioria
Um país em harmonia
Com seu povo alimentado
E era um sonho ao som
De um samba tão bonito
Que quase não acredito
Eu não queria acordar
Pantera Negra, FM Rebeldia
Transmitindo da Rocinha
Primeiro comunicado

Um dia desses
Alguém falava, eu entendia
Nós precisamos conviver em harmonia
Ele falava, eu entendia
Você precisa escutar a rebeldia
Pantera Negra, FM Rebeldia
Transmitindo da Rocinha
Primeiro comunicado
O pão e circo e o poder da maioria
O país bem poderia
Ter seu povo alimentado


Bruno Caetano

do blog ¨ ZUMBI DOS PALMARES¨ e da RADIO COMUNITÁRIA AM DA TABAJARA
Quero informar aos demais amantes do bloco ANJO AZUL que anualmente poetas, músicos autorais, amigos do bloco em geral fazem homenagem ao bloco com novas letras e músicas, porém apenas um hino está gravado oficialmente como a música do bloco é o ANJO AZUL de Mestre FUBA que está no CD DE BEM COM A VIDA faixa -5.
ALÔ COMUNIDADE no ar Nesta edição você vai ouvir a primeira parte da entrevista que o jornalista Dalmo Oliveira fez com o Coordenador-executivo da ABRAÇO Bahia, professor Jonicael Cedraz. Nos estúdios da Tabajara AM, a presença da jornalista, agitadora cultural e carnavalesca Ednamay Cirilo falando sobre a agremiação Anjo Azul, que completa 18 anos de atividades no carnaval de prévias de João Pessoa, Tem ainda a música de Gessé Gel e do mestre Fuba, com o hino oficial do bloco Anjo Azul.

Clique no link: http://www.youtube.com/watch?v=Yts_qIf2mzU&list=UUmQ2QunjyVJrwC6t-_WxfhQ&index=1&feature=plcp Postado por RÁDIO COMUNITÁRIA ZUMBI DOS PALMARES FM às 06:30 0 comentários
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 CARNAVAL NO RÁDIO Neste sábado, vai ter carnaval no “Alô comunidade” Quelyno Sousa é poeta e compositor O programa vai lançar o hino do bloco “Anjo Azul”, autoria do poeta Quelyno Sousa e da escritora Jô Mendonça. Alceu Valença ataca de FM Rebeldia, o hino das rádios comunitárias e livres. A rádio comunitária de Mari se defende de acusações de autoritarismo e partidarismo. O cantor itabaianense Wagner Lins mostra seu romantismo qualificado. Folia de Rua dá as caras e levanta os estandartes. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ALÔ COMUNIDADE é um programa produzido pela Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares e transmitido pela Rádio Tabajara (1.110 AM) e mais sete rádios comunitárias da Paraíba. Produção e apresentação de Fábio Mozart. Adriana Felizardo, Dalmo Oliveira, Marcos Veloso, Fabiana Santos e Marcelo Ricardo. HORÁRIO - 14h - Todo sábado.

ADEUS A MINEIRA ATIVISTA POLÍTICA DOMITILA CHUNGARA

INSTTUTO HUMANISTA UNISINO NOTÍCIAS » Notícias Quinta, 15 de março de 2012 Faleceu Domitila Chungara, a mineira que enfrentou as ditaduras A virulência de um câncer, finalmente, venceu Domitila Barrios de Chungara, a indomável mineira, cuja coragem foi pedra de tropeço para as ditaduras militares que governaram a Bolívia, entre 1964 e 1982. Chungara faleceu na madrugada do dia 13 de março, em Cochabamba, segundo informaram seus familiares. No próximo dia 7 de maio completaria 75 anos. Nota da IHU On-Line: Domitila Barrios de Chungara ficou conhecida no mundo todo quando a professora brasileira Moema Viezzer publicou o livro “Si me permiten hablar...Testimonio de Domitila – uma mujer de las minas de Bolivia”, com original em espanhol. Moema a conheceu na Tribuna do Ano Internacional da Mulher, no México, onde começou a recolher o seu testemunho. A reportagem é de Mabel Azcui, publicada no jornal El País. A tradução é do Cepat. O Governo do presidente Evo Morales decretou três dias de luto pela morte da líder mineira, a quem a ministra de Comunicação, Amanda Dávila, qualificou como “uma das mais importantes representantes da luta pela democracia na Bolívia”. Sua indignação contra os militares após o massacre de São João, em 24 de junho de 1967, custou a vida de seu filho que morreu ao nascer numa cela lúgubre, sem auxílio e vítima dos chutes e golpes dos militares, que a detiveram por afrontas. O Governo do general René Barrientos interveio militarmente nos distritos mineiros para frear uma greve, e na noite de São João acabou com a vida de dezenas de homens e mulheres nas minas de Catavi e Século XX. Defendeu a luta conjunta de mulheres e homens contra a exploração do trabalho Os distritos mineiros foram novamente ocupados militarmente após uma greve em protesto contra o regime de Hugo Bánzer (1971-1978). Domitila Chungara se refugiou numa mina junto aos dirigentes do setor, mas teve que sair forçada por parto, desta vez de gêmeos. Um deles estava já morto em seu ventre, aparentemente devido aos gases tóxicos do interior da mineradora. Em dezembro de 1977, quatro esposas de trabalhadores mineiros começaram uma greve de fome, no arcebispado de La Paz, para exigir do Governo de Bánzer uma anistia política e o retorno à democracia mediante eleições gerais. Pouco depois, Domitila Chungara aderiu ao jejum e em poucos dias foi seguida por milhares de bolivianos, em todo o país, até conseguir de Bánzer o decreto de anistia para milhares de exilados políticos e a promessa de eleições, em curto prazo. Primeiro, ela trabalhou como “palliri” (dedicada a recuperar minério entre os resíduos ou desmontes) para alimentar seus cinco irmãos e sua mãe doente e sem planejar começou sua carreira política como secretaria executiva do Comitê das Donas de Casa do Século XX, um instrumento vital de apoio aos sindicatos de trabalhadores mineiros. Essa convicção da luta conjunta de homens e mulheres, contra o sistema de exploração do trabalho, sacudiu desde seus pilares o palanque do Ano Internacional das Mulheres, que foi comemorado no México em 1975. Contra toda a corrente do feminismo, radicalmente presente nesse fórum, a líder mineira afirmou que a luta da mulher não podia ser contra o homem, mas contra o sistema de dominação econômica, política e cultural dos povos. Para ela, a mudança devia se dar mediante a igualdade de direitos de homens e mulheres, o acesso igualitário à educação e ao trabalho, para empreender uma luta, em conjunto, contra a opressão e a dominação do capitalismo. Mãe de 11 filhos, quatro deles falecidos, foi para o exílio na década dos anos de 1980, porém logo voltou à Bolívia e se instalou em Cochabamba, onde impulsionava um centro de formação política, especialmente destinado aos jovens dos bairros mais empobrecidos da cidade. Em sua terra natal, Pulacayo, e nos distritos mineiros de Oruro e Potosí, foram decretado luto. Para que a despedida de Domitila Chungara seja com honras, a administração de Cochabamba colocou à disposição suas instalações, como homenagem a uma mãe coragem e a uma líder indômita frente aos regimes militares na Bolívia. Denise De Paulo Pacheco

sexta-feira, 16 de março de 2012

mainha está com saudades dela que foi pro intercambio de uma ano na europa beijos daqui de cima do Pão de Açúcar para você filha amada

CÉSAR MENEGUETTI NO ESTAÇÃO CIÊNCIAS CULTURA E ARTE CABO BRAMCO

http://www.cesarmeneghetti.net www.thisplacements.com.br www.funarte.gov.br A característica fundamental da mídia arte é ser o instrumento que melhor consegue traduzir e interpretar a tensão invisível dentro do nosso contexto contemporâneo, marcado por conflitos econômicos, étnicos e sociais. Ao fazer uma fusão pouco visível entre áreas geográficas do ocidente e oriente - Recife, Hanói, Veneza e Niamey - se coloca em discussão conceitos pertinentes ao audiovisual como a veracidade e a realidade, produzindo uma operação de subversão à ordem do real, em direção à regeneração da visão, à imagens puras. Talvez mais próximo à verdade. César Meneghetti - artista visual e cineasta - realiza um trabalho crossmedia de técnicas e de conteúdo, que se debruça sobre a questão do outro antropológico e sobre o conceito de limites e confins. De volta ao Brasil, no último ano, além de ser contemplado com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2011, ele recebeu o Prêmio Brasil Arte Contemporânea da Fundação Bienal de São Paulo e participou do evento especial Biennale Session da 54° Biennale di Arte di Venezia, na Itália. Atenciosamente, Lúcia França Curadora Geral Estação Cabo Branco, Ciencia, Cultura e Artes (83) 3214 8303/ 3214 8270/ 8802 3255

MEMÓRIA PARAIBAAN pela UEPB

Preocupada em preservar a memória da história da Paraíba, e em profundo respeito à luta popular, a Universidade Estadual da Paraíba é uma das instituições que participarão, no próximo dia 2 de abril, do evento em homenagem ao líder camponês João Pedro Teixeira, a ser realizado na região de Sapé-Mari. No dia em que se completarão 50 anos de sua morte - vítima do latifúndio - diversas caravanas de professores, servidores e alunos de vários câmpus da Universidade se encontrarão com outras caravanas e convidados para um dia inteiro dedicado à memória da luta dos camponeses por Reforma Agrária, através do movimento das Ligas Camponesas na Paraíba.Localizada no Sítio Barra de Antas, a casa onde viveu João Pedro Teixeira será transformada em um Memorial onde será implantado um Centro de Formação para jovens e adultos, agricultores da região. Fundador da primeira Liga Camponesa na Paraíba, Teixeira é considerado um mártir da luta pela terra no Nordeste, sua vida dedicada à defesa dos agricultores despertou a fúria de grandes latifundiários que culminou no seu assassinato no município de Sapé, localizado na mesorregião da mata paraibana.O encontro da história de João Pedro Teixeira com a UEPB não é de agora. A viúva do camponês, Elizabeth Teixeira, que o substituiu liderando a Liga Camponesa de Sapé após a sua morte, recebeu a primeira Medalha do Mérito Universitário concedida pela Universidade Estadual da Paraíba, através dos conselhos superiores, honraria máxima da UEPB, devido a sua determinação à frente dos camponeses na luta pela Reforma Agrária.Segundo o Professor José Benjamim, é preciso reverenciar a luta camponesa por terra no contexto da luta popular por emancipação social. “Tudo isso é muito importante para a nossa história. Por isto, além do apoio à mobilização do dia 2 de abril, a Universidade está reeditando o livro ‘Eu Marcharei na tua Luta’, que conta a história de Elizabeth Teixeira, sua vida com João Pedro Teixeira e ,consequentemente, parte da história das Ligas Camponesas aqui na Paraíba”, explicou o professor se referindo a obra organizada pelas professoras Lourdes Bandeira, Neide Miele e Rosa Godoy, que será reeditada pela editora da UEPB. Um pouco sobre João Pedro TeixeiraO início dos anos 60 não foi nada pacífico para o movimento camponês na Paraíba. Por essa época, os latifundiários intensificaram suas ações armadas levados pelo sucesso alcançado pelas Ligas Camponesas, interpretadas como uma grave ameaça aos interesses dos proprietários de terras. Eram comuns os confrontos entre trabalhadores e capangas contratados. O clima de violência grassava como nunca nas propriedades rurais onde famílias inteiras eram mantidas em regime semifeudal. O aumento do foro (valor pelo arrendamento da terra), o fim do “cambão” (o equivalente da “corveia” medieval) e também das ameaças de morte e dos castigos corporais foram algumas das principais reivindicações dos camponeses por meio das Associações de Trabalhadores, que a imprensa da época transformaria nas lendárias Ligas Camponesas. Foi nesse vendaval de acontecimentos que, em Sapé, passaria a atuar um homem destemido, de senso prático e solidário. João Pedro Teixeira nascera em 4 de março de 1918, no distrito de Pilõezinhos, à época pertencente ao município de Guarabira (distante 90 km da capital do Estado). Sua condição social já o predestinava a ser o condutor de pobres lavradores explorados pelos “barões da roça”. Filho de pai do mesmo nome e de dona Maria Francisca da Conceição, o menino logo veria a mão do latifúndio cair sobre a família dele. João Pedro Teixeira (o pai) vinha resistindo às investidas de um proprietário de terras que tencionava se apropriar de tudo ao redor, inclusive da gleba de João Pedro. A situação se agravara quando, num forró, dois filhos desse mesmo latifundiário, acompanhados de capangas, partiram para agredir o pequeno produtor. Para se defender, João Pedro pai matou seus agressores. Fugiu e nunca mais apareceu. Dona Francisca deixou o local onde morava e foi residir em Guarabira, mas João Pedro filho ficou com os avós. Com a morte do avô, um tio por parte de pai o levou para ser criado em Massangana (Cruz do Espírito Santo). Ali começava a sua labuta diária com jornadas que lhe tomavam praticamente o dia todo. Quando alcançou a maioridade, foi trabalhar numa pedreira próxima a Café do Vento, localidade pela qual passam os viajantes na direção de Campina Grande ou de Sapé. Ali conheceu a jovem Elizabeth Teixeira, com quem se casou em 26 de julho de 1942. Entre o final dos anos 50 e início dos anos 60 encontra-se um ativo militante das causas camponesas na pessoa de um homem que jamais se curvava ao poder do latifundiário. Por essa época, João Pedro já sentia o hálito da morte penetrar em suas narinas. No dia 2 de abril de 1962, o líder camponês viajou à capital parasupostamente tratar de uma ação de despejo. Em João Pessoa, foi comunicado de que o encontro havia sido adiado e só iria ocorrer à tarde. Na verdade, tudo era uma trama urdida pelos latifundiários Antônio Vítor, Aguinaldo Veloso Borges e Pedro Ramos Coutinho. Os três haviam planejado, em minúcias, a morte de João Pedro. A acusação viria do cabo Chiquinho, que perpetrara o assassinato com a colaboração de mais dois criminosos. João Pedro partiu da capital no último ônibus. Descera em Café do Vento e deu início àquela que seria a sua última caminhada. Depois disso, três tirosdisparados de algum matagal próximo tiraram a vida de um homem que tinha um único sonho: tornar o campo um lugar de paz e harmonia. Confira a programação do evento: CINQUENTENÁRIO DO ASSASSINATO DE JOÃO PEDRO TEIXEIRA:DATA: 2 de abril de 2012 9h: Concentração no cemitério de Sapé (onde está enterrado o líder camponês) e caminhada até a praça João Pessoa9h30 – 11h30: Ato público na Praça João Pessoa13h30: Carreata para Barra de Antas14h: Inauguração do Memorial das Ligas Camponesas Prof. Dr. Carlos Enrique Ruiz FerreiraCoordenadoria de Assuntos Institucionais e Internacionais - UEPBPró Reitoria de Pós Graduação e PesquisaCorreio eletrônico: caii@uepb.edu.brR. BARAÚNAS, N 351 - UEPB - Prédio Adm. da Reitoria 2. Sala 219 CEP 58429-500 Professor PhD Carlos Enrique Ruiz FerreiraInstitutional and International Affairs OfficeState University of ParaíbaEmail: caii@uepd.edu.br Phone: +55 83 3315-3384Mobile Phone: +55 11 9751-3250 // +55 83 9916-7740

quinta-feira, 15 de março de 2012

ANJO AZUL - POEMA

anjo azul quando a memória marca a ferro cálido um cerco invisível no oco que oprime a história do mundo quando as bolhas tropicálias movem-se em mantos de transgressões tatuadas no escândalo das coisas ocultas quando as certezas das vulvas cerzidas no agasalho das noites de banzo ou loucura ousam o lúdico no fálico quando nossas culpas percorrem impunes o silício das guerrilhas vencidas dentro de uma guerra perdida então o tempo se faz muito mais que um rito espalmado na solidão coletiva plástico e pulsante numa maresia que não corrói pois que se faz do abismo e do pano impermeável que cobre nossas asas na travessia e na travessura dos dias colhendo do cerco todas as saídas como um anjo azul na devassidão nua do universo Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap.  Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!

NAS ONDAS DO BBB

Nas Ondas do Big Brother ______________________________ Carlos Baqueiro cbaqueiro@terra.com.br Parece que o Big Brother está mesmo na moda. Na Terça-Feira de Paredão o mestre de cerimônia, Pedro Bial, transformou o programa global popularíssimo em sucursal da Academia Brasileira de Letras. Citou Macunaíma, de Mario de Andrade, e o Malandro Carioca de Chico Buarque, relacionando-os a dois participantes mal vistos pelos assistidores do BBB12. Televisão, por mais que não aparente, e que não se queira acreditar, também é cultura. O BBB é o reality show brasileiro mais famoso. Daqueles que colocam gente dentro de um local fechado, dezenas de câmeras e microfones, e haja vigilância, junto com uma determinada mistura de exibicionismo e voyeurismo. Ironias e cinismos a parte dou minhas risadas assistindo as baixarias e artimanhas dos participantes. Apenas me entristeço porque nem todo mundo sabe de onde vem o termo Big Brother. Bem que Bial poderia qualquer dia desses aproveitar a bela audiência que tem o programa e falar de George Orwell. É dele a idéia de um Big Brother (Grande Irmão) que se encontra 24 horas por dia de olho em cada um dos habitantes da Inglaterra (no livro 1984, denominada Oceania, junto com os Estados Unidos). Encontrei na Internet as revistas Filosofia e Aventuras na História abordando justamente a obra de Orwell. No artigo (capa da primeira revista) “Como Eles nos Controlam ?”, o Mestre em Filosofia Renato Bittencourt faz uma análise das obras de Orwell (1984) e de Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo). A partir das teorias de Michel Foucault acerca da Sociedade Disciplinar ele percebe como em ambos os livros os autores conseguem sintetizar a idéia de que “a aspiração utópica pela estabilidade social corre o risco de se tornar uma distopia”. Bittencourt também percebe como, por exemplo, duas sociedades com propostas diferenciadas com relação ao sexo têm no final das contas os mesmos objetivos com relação ao controle sobre os indivíduos. O sexo em 1984 é censurado, inibido, castrado: O projeto do Partido era eliminar todo prazer no ato sexual. A pulsão sexual era perigosa para o Partido, que a utilizava em interesse próprio. Tal dispositivo é um grande mecanismo para a ampliação do grau de tensão psíquica da massa, que, impedida de gozar e satisfazer os seus desejos, reprime os seus instintos e se aliena das suas capacidades transformadoras, tornando-se infeliz e submissa diante da autoridade de uma ideologia política vazia, que usa palavras de ordem e da manipulação de informações para concretizar o seu poder totalitário.. Enquanto isso, na sociedade criada por Huxley as práticas sexuais são incentivadas pelo Estado. A liberalidade sexual neste caso ao invés de representar uma situação positiva para os indivíduos se torna mesmo uma armadilha. Junto com uma droga (também liberada pelo Estado) chamada Soma, a “liberdade” sexual torna-se uma ferramenta de alienação e controle da população. Já na revista Aventuras na História de Abril de 2010 (encontre o download rolando por sites na rede, ou compre a Revista no site da Editora Abril) encontramos também uma outra análise do livro de Orwell no artigo "O Grande Irmão está te Vigiando", escrito por Álvaro Opperman. Neste artigo o autor faz um pequeno resumo da história do livro 1984, além de uma biografia reduzida de Orwell. Ao final do artigo o autor faz uma ligação entre os BIG-BROTHERS de Orwell e o de John de Mol (criador da idéia do famoso reality show). A relação entre autoritarismo e voyeurismo é debatida. John de Mol tenta explicar que “na obra de Orwell é o governo que observa tudo através das câmeras – ele fala de autoritarismo e não de voyeurismo, como é o nosso caso”. Contradizendo esta opinião, Opperman cita o historiador Johann Huizinga para quem “uma das chaves para o sucesso dos regimes autoritários é estimular a bisbilhotice alheia”. Isso nos faz lembrar das nossas conhecidíssimas ditaduras: Cuba e China, apenas como exemplo, quando até hoje uns deduram os outros, e as prisões ainda ocorrem sem qualquer direito de defesa. Cuba até bem pouco tempo possuía um dos maiores e mais “brilhantes” esquemas de deduragem, os CDR (Centro de Defesa da Revolução) onde desde crianças os indivíduos eram treinados a identificar indícios de contestação ao regime, onde quer que fosse, nas suas escolas, e mesmo dentro de suas próprias casas. Vem a mente uma sequência de 1984, quando o próprio filho dedura o pai, ambos vizinhos do desesperado Winston Smith. Da mesma forma que Cuba levava seus “subversivos” aos paredões, nesses tempos de reality shows somos nós mesmos que temos o poder de levar aqueles que não nos agradam aos paredões midiáticos, conseguindo premiar tanto Macunaímas, quanto Alices.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

SAUDADES CARNAVALESCAS - BLOCO PONTO DE CEM REIS

ALÔ ALÔ JOÃO PESSOA... Se você quer ser feliz seja! leon tolstói saudações carnavalescas!!! muitas novidades no bloco do ponto... trazendo os bons ventos estamos em pleno movimento... CONCENTRAÇÃO Sábado de Carnaval, 18 / 02 / ás 11hs, no ponto de cem réis!! som ambiente/ explosão frevo orquestra / degustação da cachaça philhipéia mesa de frutas tropicais/ caldinho levanta o moral... PERCURSO: Duque de Caxias / Praça Rio branco / cachaçaria philhipéia se ligue na cena contemporânea: não fique fora do movimento... quem fica parado é poste! no mais tudo em paz... abraço iluminado & até lá... zanoni yberville http://www.recantodasletras.com.br/autores/zanonyopoeta

POST MORTEM - JORNAL O NORTE DIÁRIOS ASSOCIADOS DA PARAÍBA.

“Post mortem” O jornal O NORTE fechou as portas, causando tremendo desgosto na sociedade paraibana e desempregando dezenas de jornalistas. Acabou uma empresa histórica que ajudou a escrever o dia-a-dia da Paraíba por muitos anos. Foi lá onde tive minha primeira e única experiência como jornalista em um grande jornal, aos dezoito anos de idade, historinha que contei em crônica que agora republico como espécie de homenagem “post mortem” ao velho jornal que se foi. Minha iniciação como jornalista José Cecílio Batista ,notabilizou-se como um dos maiores jornalistas da história de Itabaiana, com grande projeção na imprensa da Paraíba. Cecílio marcou época como repórter e editor do jornal “O Norte”, de João Pessoa. Ele assinava coluna humorística diária com o nome de “Zé da Silva”, de grande apelo popular. Fascinado pela política, José Cecílio Batista foi um combatente em sua cidade natal, Itabaiana, onde chegou a assumir o cargo de prefeito e vereador. Foi grande amigo e correligionário do meu pai Arnaud Costa. Quando completei 18 anos, pai me mandou para João Pessoa com uma carta de recomendação destinada a Cecílio, dizendo mais ou menos assim: “Esse é meu filho, gosta de escrever, tem boa redação. Confiante na velha amizade, autorizo arbitrar sobre a carreira do jovem. Se não for boa estratégia incentivá-lo a se profissionalizar nas pretinhas, seja franco e o mande para outros desafios”. As “pretinhas” era como os jornalistas de então chamavam o teclado da máquina de datilografia, e por extensão o próprio equipamento. Tímido e inseguro, apresentei-me na redação do jornal “O Norte”. Cecílio me mandou para um tal de Juarez, chefe de redação, que por sua vez remeteu o “foca” para outro sujeito mal encarado, encarregado da página policial. Esse rapaz, acho que se chamava Souza, seria o cara que estragaria minha aventura jornalística n’O Norte”, em sua etapa decisiva. O serviço não era complexo: sair para as delegacias e hospitais, levantar notícias policiais para uma coluna chamada “Sol quadrado”. Só que o tal Souza foi na frente e me queimou nas delegacias onde era conhecido: “tem um foca aí querendo tomar meu lugar. Não passem nada pra ele”. Foca era como chamavam o jornalista novato, bisonho. Na Central de Polícia e delegacias, onde eu chegava, os caras me pediam as credenciais de jornalista. Sem nenhum documento provando que eu trabalhava no jornal, passava em branco nos covis da Polícia. Modéstia à parte, eu chegava no editor com a matéria pronta, sem necessitar nenhum reparo. O tal Juarez gostou do serviço, o que atiçou a inveja do outro repórter semi-analfabeto. Minha estratégia: sentava em um banco de praça e redigia notas com dados do livro de ocorrências do Pronto Socorro onde arrumei uma namorada que me passava as informações. O que me mandou de volta para casa não foi o repórter medíocre, mas sim o ortóptero. Explico: sem ter onde dormir, passava as noites na rua Maciel Pinheiro, na gráfica de Nabor, velho amigo do meu pai. Só que na gráfica eu era recebido por um enxame de baratas. Tenho horror a esses bichinhos! Passei noites de terror enrolado na rede, com as baratas voando pra cima e pra baixo. O desmoronamento de meu sonho de ser repórter de jornal veio ao som horripilante de mil asinhas de insetinhos domésticos de hábitos noturnos. Postado por www.tocadoleao.com Fábio Mozart

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

CONFRARIA DO BECO DA FACULDADE E O TÚNEL DO TEMPO

TUNEL DO TEMPO NA CONFRARIA DO BECO MALAGRIDA DruzzPress, por sua Editoria de Irmandades, Congregações, Associações, Sociedades, Enturmações & Outras Confrarias, esclarece SÓ POR DUAS CONFRARIAS BATE O CORAÇÃO DO DRUZZ Amo duas Confrarias, só pelas duas sou seco: a Confraria do Beco e do Vinho a Confraria. Minha Lista, o que eu faria nessa outra Irmandade (ou até Congregação) sem de Aglaé a bondade, sem da Clotilde a verdade e sem da Neile a afeição?!... Evandrovinho da Nobrebeco [DruzzKonffrad] *************************************************** NEILIANE MAIA escreveu: Evandro e a Confraria Neiliane Maia to cidadeecultura E meu pai, nos seus 87 anos, que me ligou na maior zorra, da granja onde mora: "Tou ligando pra dizer que, como seus amigos estão caindo nessa tal Operação Confraria, venha se esconder aqui pra não ser presa também. Eu garanto que lhe dou guarida até Bruno voltar". Bruno é meu filho advogado que está viajando. Estão vendo como essa coisa tá séria? Um abraço Neiliane ***************************************************************************************** AGLAÉ FERNANDES escreveu: aglaefernandes Caros listeiros, Talvez pela força e celebridade do nome, aliada ao nervosismo da repórter da TV Correio, tivemos o nosso companheiro Evandro da Nóbrega envolvido na Operação Confraria, em matéria do Correio Debate deste 21 de julho. Explicação possível: A referida repórter teria misturado os nomes EVANDRO Almeida e Saulo NÓBREGA e fabricado um Evandro Nóbrega, nome que certamente lhe era familiar. A ironia fica por conta da brincadeira habitual do nosso estimado Evandro que experimenta fusões do seu próprio nome com o assunto e/ou personagens que ele evoca em seus brilhantíssimos textos. Evandro, felizmente todo mundo sabe que a Confraria mais barra pesada que você freqüenta é no máximo a cultural Confraria do Beco. Um abraço, Aglaé ******************************************************************************** CLOTILDE TAVARES escreveu: Clotilde Tavares www.clotildetavares.com.br http://clotilde-tavares.fotoblog.uol.com.br --------- Mensagem Original -------- De: "Evandro da Nobrega" Para: "Clotilde Tavares" Assunto: É OUTRO EVANDRO, NÃO O DEGAS AQUI... Data: 21/07/05 07:20 Prezada Clotilde: Por isto tudo é que sempre cito a imortal frase do insigne filósofo patoense Ninim das Espinharas: "O mundo é doido e a mãe num sabe"... Talvez porque seja eu o Evandro mais conhecido da Paraíba, tem saído aí, insistemente, na TV Correio, por lapso ou equívoco, que o "ex-secretário da Prefeitura, Evandro Nóbrega", está na relação dos acusados da PF e da Controladoria Geral da União... Mas não sou eu, não, claro. Fui Secretário de Comunicação Social da Prefeitura, por duas vezes, mas faz muito tempo, há trocentos anos, quando ainda era prefeito (imagine!) o falecido Damásio Franca, que cumpriu dois mandatos... No caso de agora, trata-se aparentemente do ex-secretário Evandro Almeida Fernandes (ou Castro, não sei bem), como o Hélder Moura, do programa Correio Debate, da TV Correio, já esclareceu uma vez... Mas, apesar do esclarecimento, a notícia sobre o tal Evandro Nóbrega já saiu mais umas quatro ou cinco vezes... Não estou nem aí, porque não sou eu mesmo, não. Não carece preparar a malinha, não, com escova de dentes, cuecas limpas etc... Aliás, não sou Evandro Nóbrega, mas, com licença da má palavra, Evandro da Nóbrega. Outrossim (outrossim é bom demais!), o único Evandro Nóbrega que conheço, e é só de nome, atua como neurocirurgião no Paraná, bem longe desta confa aqui. Beijo seu coração de escritora, inobstante loura, Evandrus Anovrecensis, "...ad radices castro Anofrice, apud Galicia..."

domingo, 29 de janeiro de 2012

GOVERNADOR DA PARAÍBA autoriza 1,8 milhão em Cultura

O governador Ricardo Coutinho autorizou na noite desta quinta-feira (26), a abertura do edital de licitação para a reforma e ampliação do Teatro Irácles Pires (ICA), em Cajazeiras. A autorização da obra, que está orçada em R$ 1,8 milhão, ocorreu em solenidade de comemoração aos 27 anos de fundação do teatro que tem vasta programação cultural até o domingo (29). Na ocasião, Ricardo Coutinho e o escritor Irismar Alves di Lyra, de São José de Piranhas, também receberam títulos de cidadãos cajazeirenses concedidos pela Câmara de Vereadores. A homenagem ao governador foi proposta pelo vereador Nilson Lopes (Nilsinho) e aprovada por unanimidade. Com a ampliação e modernização, o teatro ampliará sua capacidade de 180 para 278 lugares com novas cadeiras, salas de ensaio, camarim, palco, banheiros e total acessibilidade. O projeto de modernização – que tornará o ICA o maior teatro do sertão nordestino – foi apresentado pelo governador Ricardo Coutinho e muito comemorado pelos presentes. “Cajazeiras terá um teatro à altura da sua tradição cultural e educacional. Essa cidade possui a essência da cultura de onde saíram grandes nomes do teatro”, completou o governador. Ele também agradeceu aos vereadores pela oportunidade de se tornar filho adotivo de Cajazeiras: “Fico muito feliz em receber esse título, justamente quando esse teatro completa 27 anos, e de anunciar a sua reforma e ampliação tão necessária e esperada”. Templo cultural – A presidente da Fundação Espaço Cultural, Lú Maia, destacou a importância dos investimentos para a revitalização do ICA, considerado templo da cultura no Sertão. Ela fez um relato histórico sobre o teatro desde a atuação do grupo de Teatro Amador de Cajazeiras (TAC). O ator e ativista cultural cajazeirense, Rivelino Martins comemorou o início da licitação para a modernização do teatro que considera algo essencial, cobrado há muito tempo pela classe artística e pela população de Cajazeiras. “Isso será um marco da cultura do município assim como foi a própria construção do teatro”, disse. A abertura da programação comemorativa ao aniversário do Teatro ICA contou com as presenças do secretário de Governo, Lindolfo Pires, do secretário executivo de Governo, Lúcio Flávio, do presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras, Marcos Barros, de vereadores, do ex-prefeito Carlos Antônio, do diretor do teatro, Orlando Maia, do suplente de senador, Deca do Atacadão, do superintendente do Sebrae, Júlio Rafael, do secretário de Cultura de Cajazeiras, Júnior Cultura, além de Péricles Pires, filho de Irácles Pires e do teatrólogo Ubiratan de Assis, que fez um discurso sobre a história do teatro ICA e seu papel na cultura e na tradição da arte teatral de Cajazeiras. Secretaria de Estado da Cultura Casarão dos Azulejos Rua Conselheiro Henriques, 159 - Centro - João Pessoa - Paraíba (83) 3218-4167 | secult.pb@gmail.com

29 JANEIRO DATA DA VISIBILIDADE TRANS

29 DE JANEIRO O Dia da Visibilidade Trans surgiu em janeiro de 2004 por ocasião da Campanha Nacional do Ministério da Saúde. Em 29 de janeiro, daquele ano, representantes da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais - ANTRA lançaram a campanha no Congresso Nacional, em Brasília. Desde então, essa data foi adotada para travestis e transexuais saírem às ruas e mostrarem suas caras, em todo o Brasil, reivindicando direitos. Acompanhando a tendência da promoção da visibilidade e do avanço da luta de lésbicas, gays e bissexuais na sociedade, travestis e transexuais se organizam para conquistar espaço, cidadania e respeito. ..................................... CONHEÇA MAIS NO PROGRAMA DE TV - A LIGA EXIBIDO PELA Televisão aberta brasileira. http://www.youtube.com/watch?v=ndeZKES7hec Um a cada 30 mil homens e uma a cada 100 mil mulheres não se sentem confortáveis com o corpo que vieram ao mundo e sofrem do transtorno da identidade de gênero. Rafinha, Thaide, Sophia e Debora saíram às ruas para conhecer um pouco mais sobre essa realidade. Léo Lins, do “Agora é Tarde”, também participa, vivenciando o dia a dia de um travesti VEJA EM EPISÓDIOS: http://aliga.band.com.br/conteudo.asp?id=100000462943&m=2c9f94b532fe0df7013319f16d20212b YouTube - Vídeos desse e-mail

HISTÓRIAS DE AS ANJINHAS O BLOCO DO UNIVERSO FEMININO

AS ANJINHAS vem se firmando no cenário dos Movimentos Sociais desde 2007, um coletivo de mulheres que se renova a cada ano, dando asas a imaginação lúdica representada nas artes plásticas, de Lucia França e Dulce Abstrata ambas confecionaram respectivamente os ESTANDARTES em 2008,2009,enquanto o artista plástico CARLINHOS de ALAGOA GRANDE e Dulce Abstrato Elias, retrataram Dona Creuza Pires ( in memória ) N nossa ANJINHA em 2010. Em 2011 a homenagem foi para BALULA,( in memória) por ser em vida um dos agitadores culturais mais presente nos Movimentos Sociais e culturais foi fundador do Movimento Negro Paraibano, da Federação de Teatro Amador da Paraíba, era Diretor de Bateria da Escola de samba Malandros do Morro os batuques que primeiro tocou tambores no BECO DA FACULDADE Direito em 1993 na inauguração do bar ANJO AZUL e em 14 de fevereiro de 1994 na LAVAGEM da ESCADARIA do BECO quando o bloco pai ANJO AZUL saiu pela primeira vez , abrindo as portas do centro histórico de João Pessoa, para a FOLIA DE RUA. REI - BETO QUIRINO , ator paraibano do teatro, Cinema e Televisão do Brasil. RAINHA - SONIA LIMA - jornalista, ativista dos movimentos MULHERES X COMUNICAÇÃO . Em 2012 AS ANJINHAS agendou a artista plástica KALLYA GALVÃO para apresentar o ESTANDARTE 2012, o grupo de percussão de mulheres CALUNGA sob a articulação de Wênia Xavier, para a concentração do bloco as 18 hs de 10 de fevereiro 2012, no BECO DA FACULDADE. Orquestras de frevo da FOLIA DE RUA X FUNJOPE.

domingo, 22 de janeiro de 2012

O BLOCO ICNOGRÁFICO DA DIVERSIDADE Temos, na Paraíba, a vocação e a volição das ruínas, da destruição criativa e da criação destrutiva, no que somos, desde sempre, do passado colonial até hoje, absolutamente modernos. Os monumentos históricos que melhor nos definem passam pela construção e destruição, sucedidos por uma nova construção, de A União à Assembléia Legislativa, na Praça João Pessoa, da Rádio Tabajara ao "novo" conforto do Fórum da Justiça, na Rodrigues de Aquino. Matamos simbolicamente os velhos jornalistas de A União e os cantores do rádio. O altar-mor da Igreja São Francisco - destruído sem dó no começo do século passado -, é apenas um retrato na parede e a Casa de Engenho de Zé Lins serve de morada ao capim dos vermes. Gostamos de extrair o lado bom das coisas ruins: Darcy Ribeiro afirmava, no belo livro O povo brasileiro, que somos um povo tabula rasa, ou seja, explicando melhor, os escaninhos da tradição brasileira são essencialmente abertos, de antena ligada às novidades do mundo, que assimilamos à nossa maneira, antropofágica. Passamos distante de qualquer ancestralidade cultural rígida, de qualquer narrativa mitológica impermeável. Por isso, o anauê de Plínio Salgado não deu certo, e o integralismo acabou virando uma piada de mau gosto (ou mau agouro?). Nascemos sem as pistas certas do que achar no caminho, por isso vamos procurando, acertando e muitas vezes errando. Amar só se aprende amando. Por outro lado, retóricos, adoramos as falsas polêmicas. Agora, em 2008, há um novo debate circulando no ar sobre o carnaval: se a contribuição rítmica do carnaval paraibano ao mundo vem a ser o frevo, o samba, o axé ou a marchinha. Trata-se de uma falsa questão – até o tecno pode compor o carnaval paraibano. No caso específico da antiga província da Paraíba do Norte, o carnaval, antes de musical, é uma manifestação cultural iconográfica e aberta à diversidade. Aristóteles, como sabemos, desentranhou o conceito estético de mimesis (ação de imitar) do teatro grego, contudo o que estava oculto no conceito de tragédia era a pulsão primitiva do ancestral humano que representava na pedra os elementos da natureza, principalmente os animais, visando à boa caça. Antes do verbo, no começo era a imagem e o som. Glória eterna a Jackson do Pandeiro, Sivuca, Maestro Severino Araújo, Maestro Moacir Santos, Chico César, Fuba e Escurinho, mas onde estão os cenógrafos, os pintores, os arquitetos, os decoradores e os estilistas de moda do carnaval paraibano? Onde os artistas plásticos para amalgamar o barroco ao brega – irmãos no exagero, porém distintos na ilusão de absoluto do primeiro e na saudável ignorância do segundo. Barroco e brega: o puro espírito santo do carnaval. Desenterremos as alegorias de nossas ruínas, façamos as mais estranhas misturas, mas sempre conservando algo da monumentalidade intrínseca ao espírito barroco, no salão, na avenida e na praça da capital dos tabajaras. Aprendamos com as escolas de samba do Rio de Janeiro. Nosso carnaval é sacro como a contemplação da maravilhosa nave, do adro, do cruzeiro, das portas e dos azulejos lusitanos da Igreja de São Francisco (a ocasião em que mesmo quem não acredita se sente perto de Deus na fruição da transcendência e do absoluto). Carnaval, conceito arquitetônico, escultural, pictórico e paisagístico. O carnaval de Veneza é pura arquitetura e iconografia. A vocação do carnaval paraibano, advindo da melhor tradição veneziana, em primeiro lugar, é precisamente esta: a arquitetura e a socialidade do barroco. As máscaras, as fendas, as frestas e as festas do barroco. Uma falange de máscaras. O “Cafucú”, portanto, está coberto de razão histórica, talvez às cegas. Estamos condenados por enquanto ao barroco, somos barrocos quando nos aventuramos à modernidade e mesmo ao pós-moderno Somos barrocos, de maneira especial, quando fazemos política – o eterno e renitente cotejo de sacralização da corte, acompanhado do inevitável séqüito de tramas, conciábulos e poetas proscritos. O príncipe Hamlet vive entre nós, renitente, num misto alegre e soturno, a descer as ladeiras do centro histórico, ao ritmo de Vassourinhas, nos bailes de máscaras os quais algumas pessoas já me contaram ter divisado, noite adentro, o corvo de Poe e albatroz de Baudelaire, devidamente traduzidos nos sonetos de Augusto dos Anjos, mas ao mesmo tempo nos motes do absurdo de Zé Limeira. Triste Paraíba, ó quão dessemelhante. Do antigo estado a máquina mercante, do rio de nome sonoro – Sanhauá – ao gemido dos escravos nas senzalas próximas aos conventos coloniais. Brindemos aos escravos das senzalas no carnaval, pois deles importamos o núcleo principal de nossa alegria. Alegria e trabalho, juntos. Já dizia o poeta maior, Vinicius de Moraes, um paraibano da gema, no magnífico Samba da benção: “o samba é a tristeza que balança”. Aduziria: também o maracatu e o caboclinho são tristezas que balançam. A entidade metafísica que abre as prévias do carnaval paraibano, dia 25 de janeiro (sexta-feira), é o bloco “Anjo Azul”. O Anjo Azul foi fundado e todo ano é organizado com garra por uma agitadora cultural guerreira, muito querida na cidade, Ednamay Cirilo. May inventou de criar um bloco que tem sede em um ambiente histórico repleto de simbolismos, a antiga zona do chamado “baixo meretrício”, nos tempos em isso que havia: o Beco da Faculdade de Direito, na ladeira do Padre Gabriel Malagrida, um herói sacrificado numa das visitações da Inquisição do Santo Ofício ao Brasil. O espírito do padre Malagrida, que assiste impávido os dramas e comédias da cidade por séculos sem fim naquele ambiente, fez um ar de sorriso quando foi fundado o Anjo Azul, e certamente, ato contínuo, abençoou o bloco, pois o padre italiano do século XVIII, morto feito mártir, é ele mesmo um anjo verdadeiro, um querubim barroco. O Anjo Azul é o bloco multicolor da diversidade cultural e da democracia, de todas as opções sexuais e todos os credos políticos. O nome de bloco presta uma inusitada homenagem ao filme expressionista alemão da década de 1930 – Der Blaue Engel –, adaptação do romance de Heinrich Mann (irmão de Thomas Mann) – os dois filhos ilustres da brasileira Julia Mann, nascida deitada sob o sol da arquitetura colonial de Parati (RJ) –, sobre a história de um professor que se apaixona por uma dançarina de cabaré. Mais além de um clima soturno – prenúncio da tragédia de ascensão da ditadua nazista que se daria logo em seguida, em 1933 –, o filme ficou gravado na memória principalmente por uma seqüência de fotogramas sensuais, logo transformados em um dos ícones da cultura pop contemporânea: as pernas dobradas de Marlene Dietrich, sentada num banquinho. Ah, as pernas de Marlene Dietrich: conspícua, carnuda, provocante, lúbrica, fazendo a perfeita simbiose com um rosto libidinoso, manchado a um batom da cor do pecado. Hitler não agüentou tanto charme. Assim como Malagrida foi perseguido pela inquisição, Marlene Dietrich nunca se dobrou ao nazismo e fugiu da Alemanha, se refugiando nos Estados Unidos. Dessa maneira, vão se tecendo os fios entre fatos aparentemente distantes, desvendando articulações de onde menos se espera, o conceito é transformado em imagens aparentemente aleatórias, mas dotadas de uma mensagem profunda: Malagrida, Marlene, May. Tudo a ver. (Jaldes Reis de Meneses ).

Blocos carnavalescos

ZE NETO o REI do Bloco AS ANJINHAS Micheli Agnoletti a RAINHA de AS ANJINHAS 2012 ADVOGADOS e MILITANTES DOS DIREITOS HUMANOS dia 11/02 a partir das 11:30hs no CAFÉ CULTURAL do SEBO CULTURAL concentração da MARCHA DAS VADIAS e apresentação do bloco AS RAPARIGAS DE CHICO BUARQUE, pós a ressaca de AS ANJINHAS na noite anterior

sábado, 21 de janeiro de 2012

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

direitos humanos, e feministas pedem direito de resposta ao Ministério Público da TV Globo e BBB

Movimento feminista pede direito de resposta e que Ministério Público Federal investigue responsabilidade da Globo no caso BBB Organizações de todo o país entendem que a emissora pode ser responsabilizada pela ocultação de fato que pode constituir crime; por prejudicar as investigações da polícia; ocultar da vítima todas as informações sobre o que tinha acontecido quando ela estava desacordada e por enviar ao país uma mensagem de permissividade diante da suspeita de estupro de uma pessoa vulnerável. A Rede Mulher e Mídia e dezenas de outras organizações signatárias protocolaram, na manhã desta quinta-feira (19), uma representação ao Ministério Público Federal pedindo a investigação da responsabilidade da Rede Globo no caso do suposto estupro que aconteceu no programa Big Brother Brasil na madrugada do dia 15 de janeiro. O documento, direcionado à Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, solicita que o MPF adende ao procedimento já instalado pelo órgão sobre a Globo a análise de outros aspectos ainda não considerados pela Procuradoria. As organizações entendem que, além do aspecto da estigmação das mulheres, que já está sendo apurado pelo MPF, é preciso investigar a responsabilidade da emissora pela ocultação de um fato que pode constituir crime; por prejudicar as investigações da polícia; por ocultar da vítima todas as informações sobre o que tinha acontecido quando ela estava desacordada e por enviar ao país uma mensagem de permissividade diante da suspeita de estupro de uma pessoa vulnerável. Na representação, as entidades signatárias relacionam uma série de ações da emissora e da direção do BBB que teriam resultado nesses questionamentos. Entre elas, a edição da cena feita no programa de domingo e as declarações do direito geral Boninho e do apresentador Pedro Bial, que transformou uma suspeita de violência sexual em "caso de amor". "Tal postura da emissora não apenas viola a dignidade da participante como banaliza o tratamento de uma questão séria como a violência sexual, agredindo e ofendendo todas as mulheres", diz um trecho da representação. O documento também destaca que, pelo áudio da conversa da participante Monique com alguém da produção do programa, vazado na internet no dia 16, fica claro que ela, até aquele momento, não tinha assistido às cenas da madrugada do dia 15. E lembra que, somente no dia 17 de janeiro - portanto, mais de 48 horas depois do ocorrido - os envolvidos foram ouvidos pela polícia e possíveis provas do crime foram recolhidas. A emissora, assim, teria violado o direito da participante saber o que tinha se passado com ela enquanto estava desacordada e prejudicado as investigações da polícia. Por fim, as organizações do movimento feminista solicitam um direito de resposta coletivo em nome de todas as mulheres que se sentiram ofendidas, agredidas e que tiveram seus direitos violados por este comportamento da Rede Globo. Além da Rede Mulher e Mídia, estão entre as signatárias da representação a Marcha Mundial das Mulheres, Articulação de Mulheres Brasileiras, Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras, Liga Brasileira de Lésbicas, Blogueiras Feministas e Campanha pela Ética na TV, entre diversas outras organizações de mulheres de atuação estadual e local e entidades do movimento pela democratização da comunicação.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

III FÓRUM DE MÍDIA LIVRE

Programação do III Fórum de Mídia Livre, que acontece como atividade paralela ao Fórum Social Temático, em Porto Alegre. Os nomes dos debatedores ainda estão sendo confirmados e serão divulgados em bre Dias 27 e 28 de janeiro de 2012 (sexta e sábado) Casa de Cultura Mário Quintana - Porto Alegre Dia 27/01 - sexta 9h - Abertura Apresentação de temas e questões em torno de 3 eixos temáticos: Mídia Livre e Direito à Comunicação; Mídia Livre, Apropriação Tecnológica e Redes; Mídia Livre e Políticas Públicas 10h30 - intervalo 11h - Painel Internacional I FML Primavera Árabe e Midia Alternativa na Palestina Tarde 14h - Eixo 1 – Mídias Livres e Direito à Comunicação 15h30 - intervalo 16h - Eixo 2 – Mídias Livres, Apropriação Tecnológica e Redes 17h30 - Painel - Protocolo para as Redes Sociais dos Movimentos Dia 28/01- sábado 9h - Eixo 3 - Mídias Livres e Políticas Públicas 10h30 - intervalo 11h A Mídia Livre na Rio+20 II Fórum Mundial de Midia Livre (II FMML) e A Comunicação na Cúpula dos Povos na Rio + 20 Tarde 14h - Assembléia do III FML Propostas para os 3 Eixos temáticos Propostas Protocolo para as Redes Sociais dos movimentos Propostas para o II FMML Propostas Comunicação para a Rio+20

CAFÉ CULTURAL no SEBO de HERIBERTO COELHO

JANEIRO 2012 Quarta-feira - 11 de janeiro - 18h Música do Parahydub. O projeto Parahydub consiste em fomentar a experimentação prática de conjunto de música. Os ´loops´ contínuos dão a base para a liberdade poética em forma de improvisos dos músicos convidados, tendo como fundamento os seguintes estilos: Coco, Ciranda, e ritmos regionais se misturam com Ragga, Dancehall, Afrobeat, Dub, Drum´n´bass, Dubwise, Dubstep, Acid Jazz, música eletrônica e outras variações, mixturando tudo e vendo o que sai na hora dos improvisos com Mc´s e solistas insturmentistas. Sinta-se a vontade de chegar junto e curtir o som. Quinta-feira - 12 de janeiro -18:18h Alexandre Guedes, Advogado, filósofo, educador e militante dos Direitos Humanos estará comemorando seus 50 anos aqui no Café Cultural. Na oportunidade haverá um revival pela linha do tempo com uma seleção dos melhores momentos dos últimos 50 anos, com muita música, poesia, literatura, happynings, vídeos e fotografias. O cantor convidado será Jan Kleber, com participação de Ludmila Patriota. Sexta-feira - 13 de janeiro - 18h Kennedy Costa lança o seu mais novo CD: Carnavais, Cafuçus e Outras Folias..... Trata-se de uma coletânea onde o compositor reúne todas as suas canções Carnavalescas. Ver abaixo mais informações sobre o lançamento: Nesse disco Kennedy resgata frevos como o do bloco Cafuçu com duas versões, uma o compositor canta só, e a outra tem a participação do cantor e compositor paraibano Totonho. Já o frevo do bloco Acorde Miramar, que foi composta em parceria com o ator e professor de teatro de bonecos Florismá Melo, também tem duas versões com Roberta Miranda e Diana Miranda. Segundo Kennedy esse novo trabalho vem com a vontade de apimentar a nossa prévia carnavalesca o “Folia de Rua”,como também resgatar esse estilo musical, pois são poucos os compositores que ainda ousam gravar frevos aqui na Paraíba. Algumas músicas já são conhecidas do público paraibano, mas tem também coisas inéditas,como uma homenagem a sua mãe Adalice Costa uma das fundadoras do “Cafuçu”, o hino do “Trouxa Arrumada”, um bloco novo que sai lá do Seixas, uma outra canção para o “Violando a Madrugada” bloco vinculado ao bar do Baiano lá nos bancários. O Cd possui 11 faixas e tem várias participações além das já citadas acima: Meire Lima,Clayton Barata,Lula Sibemol,Tom Canhoto entre outros... Mais informações sobre o Kennedy Costa: O cantor e compositor Kennedy Costa, paraibano de João Pessoa, vem junto com essa levada de artistas que apareceram durante a década de 80. Artistas como Escurinho, Milton Dornelas, Adeildo Vieira, Paulinho di Tarso, que compõem a cena contemporânea da música da Paraíba. Participando do efervecente movimento musical nos anos 80 em João Pessoa, Kennedy trás na sua bagagem musical os grandes ídolos daquela época (Zé Ramalho, Alceu Valença, Moraes Moreira), como também os grandes mestres da música nordestina Jackson do Pandeiro e Luís Gonzaga. Foi nesse caldeirão que Kennedy tirou os ingredientes para trazer a tona a sonoridade nordestina que é a tônica de sua música. Baiões, maracatus, cocos, frevos e baladas estão sempre presentes no seu repertório. Suas letras estão sempre a procura da ética de uma saída para nosso povo, canta o amor mas também coisas do nosso cotidiano. Apesar de sua sonoridade ser mais rural, suas canções nos enviam à contextos mais urbanos. Tem atuado em várias frentes como cantor e compositor e também como produtor cultural, onde produziu projetos e shows de vários artistas da cena paraibana e nordestina. Lançou em 2003 o seu primeiro CD solo intitulado "Vem ver a tribo dançar", um misto de fusões com os ritmos nordestinos com elementos da música eletrônica, dando à sua sonoridade um certo ar de universalidade. O disco tem arranjos e direção musical de Alex Madureira. Fazendo vários shows pelas cidades circunvizinhas como Campina Grande, Natal, Teresina, Juazeiro da Bahia, Kennedy vem tentando abrir espaços em outros estados para difundir sua música. Abriu shows para grandes músicos como Guilherme Arantes, Lenine, Leci Brandão, como também participou de mostras e festivais de grande porte dentro do nosso estado. Kennedy é o compositor do hino do bloco "Cafuçu" (um dos maiores blocos de arrasto do carnaval de João Pessoa), tem músicas gravadas com Flávio José e Roberta Miranda e é parceiro de muita gente boa como Totonho.” Fonte: http://www.noembalo.com.br/o_cantor_e_compositor_paraibano_kennedy_costa_lanca_seu_website__284.html Clique aqui para Responder ou Encaminhar Dublin Euro CongeladoAnúncios – Qual o motivo deste anúncio? 1 ano de Intercâmbio por R$ 7.240 Curs

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

ANJO AZUL - LAU SIQUEIRA

Lau: anjo azul quando a memória marca a ferro cálido um cerco invisível no oco que oprime a história do mundo quando as bolhas tropicálias movem-se em mantos de transgressões tatuadas no escândalo das coisas ocultas quando as certezas das vulvas cerzidas no agasalho das noites de banzo ou loucura ousam o lúdico no fálico quando nossas culpas percorrem impunes o silício das guerrilhas vencidas dentro de uma guerra perdida então o tempo se faz muito mais que um rito espalmado na solidão coletiva plástico e pulsante numa maresia que não corrói pois que se faz do abismo e do pano impermeável que cobre nossas asas na travessia e na travessura dos dias colhendo do cerco todas as saídas como um anjo azul na devassidão nua do universo Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap.  Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!

domingo, 20 de novembro de 2011

CASAMENTO GAY X ANIVERSÁRIO DE CRIANÇA

Duas festas como devem ser por Bruno Astuto. Fui a duas festas na semana passada que me deram grandes alegrias. Uma não tinha a ver com a outra, mas, de certa forma, tinha: um casamento gay e o aniversário de um aninho de uma criança. O casamento gay foi amplamente divulgado na mídia e entrou para a História por ter sido o primeiro que aconteceu com pompa e circunstância no Rio de Janeiro, o de Carlos Tufvesson, que deixou a carreira de estilista para ser coordenador especial de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, e André Piva, arquiteto badalado da cidade. Fiquei muito feliz por eles, pessoas que eu adoro, mas confesso que saí de lá me sentindo um pouco jeca; afinal, casamentos gays acontecem na Europa há séculos, já fui a uma porção deles (lá) e, na minha cidade, eleita recentemente o “melhor destino gay do mundo”, esse tipo de festa era praticamente uma première, tratada com grande curiosidade. Muita gente pensou que a decoração teria lamês, boás, plumas, paetês, travestis cantando o Hino Nacional ou que a pista seria animada por sucessos de Gloria Gaynor, com go-go boys dançando em cima de queijos. Algumas mulheres — poucas — erraram no figurino usando terno ou smoking, como se estivessem numa festa à fantasia. Devem ter se sentido bem fora do ninho; a grande maioria vestiu-se como se estivesse numa cerimônia dentro do Vaticano — o que teria sido lindo, aliás. Os padrinhos eram poucos; apenas familiares e melhores amigos, os melhores mesmo. Nada daqueles altares lotados, em que as madrinhas não podem nem espirrar sob pena de derrubar as outras centenas que se amontoam entre o padre e os cinegrafistas. Cada noivo entrou de mãos dadas com sua respectiva mãe, e as mães pareciam felicíssimas e emocionadas. Tufvesson e Piva não usaram branco nem carregaram buquê, o que foi lamentável, pois quem não adoraria pegar as flores de um casal que está junto há 16 anos quando um namoro hoje dura o tempo de uma curtida no Facebook? Foi tudo muito simples e chique. Não havia gente demais, uma coisa que é capaz de me tirar do sério nos casamentos. Às vezes, me sinto numa convenção de revendedoras de maquiagem, sem chance de celebrar um pouquinho com os noivos, que é o real motivo de se fazer uma festa. Numa desses matrimônios grandiosos e nababescos do soçaite brasileiro, juro que uma mulher me olhou pasma quando perguntei se ela já havia conseguido cumprimentar os noivos. “Mas é um casamento?”, perguntou ela, em choque. “De quem?” Me senti, como há muito não me sentia, numa cerimônia sincera, próxima e afetiva. Ela teve um quê de ato político, afinal, nem todo mundo no Brasil (ainda) tem o direito de se casar com quem queira. E, quando a mãe do noivo Tufvesson pegou o microfone e disse que ninguém no mundo, nem mesmo um tribunal, teria mais autoridade do que ela para abençoar aquela união, os aplausos foram calorosíssimos e as lágrimas começaram a correr nos rostos dos convidados. Mães têm sempre razão. Também neste ano, uma grande amiga, Paula, decidiu se casar assim: telefonou para os pais convidando-os a subir a tal hora numa suíte de um hotel. Quando eles chegaram, havia um juiz de paz, os pais do noivo dela, Theo, e assim eles oficializaram sua união, brindando com um copo de champagne. Meses depois, ela fez uma festa para 100 pessoas, e não deixou nem um convidado a mais estourar a lista. Paula e Theo passaram a noite conversando com os amigos, como se estivessem no sofá de casa, e a noite foi uma das mais divertidas que já tive. A segunda festa da semana foi a do primeiro aniversário de outro Theo, filho da estilista Fernanda de Goeye e do advogado Augusto de Arruda Botelho. Era domingo, eles não moram no Rio, e resolveram telefonar na véspera para 30 amigos comunicando que a festinha aconteceria à beira da Lagoa, num piquenique. O traje eram listas ou bolinhas; se pudéssemos misturar tudo, ótimo. Quando chegamos, as bexigas estavam penduradas nas árvores, a comida, disposta, sobre toalhas quadriculadas ou em cestos de palha, e o aniversariante corria de um lado para o outro, feliz da vida. Manobristas foram dispensados; muita gente chegou de bicicleta. Nada de decorações faraônicas, rodas-gigantes, trupe de palhaços, efeitos especiais ou mesas de 5 mil doces. Os salgadinhos, aliás, eram biscoitos Globo, aqueles de polvilho que a gente só acha nas praias do Rio. A lista de convidados só tinha amigos dos pais, o que significa que Fernanda e Augusto não tiveram que quebrar a cabeça para chamar pessoas com filhos da mesma idade só para encher o salão de festas com crianças. Falou-se de moda, peças de teatro, exposições, políticas, nunca de fraldas ou mamadeiras. E, quando chegou a hora de soprar a velinha e ela teimava em apagar, Theo tratou de apagá-la com as mãos (abriu o berreiro). Simples assim. Fico um pouco chocado quando minhas amigas arrancam os cabelos em encontros com cerimonialistas, decoradores, bufeteiros e doceiras colunáveis para os aniversários de seus filhos. No meu tempo — e não faz tanto tempo assim —, quem fazia meu bolo era minha tia e os docinhos eram enrolados durante quase todo o mês anterior pelas minhas primas, num ritual que era quase uma prévia da festa. Num ano, quando minha tia abriu a geladeira, um dos potes estava vazio; claro, todas as noites eu ia lá roubar um brigadeiro congelado. Levei uma bronca daquelas. Talvez eu nunca tivesse seguido um padrão normal. Nunca gostei de palhacinhos, desenhos animados ou temas infantis. Minha última festa teve como tema a bandeira da França e o bolo era simples: três listras, uma azul, uma branca e uma vermelha. Mas para que, não é mesmo, festas escalafobéticas, com 2 mil convidados, shows de pirotecnia, fortunas jogadas em decorações nababescas? Sim, é possível fazer uma cerimônia chique, marcante e comovente com apenas pessoas que falam realmente ao nosso coração, que não estejam lá para fazer resenhas gastronômicas, críticas de vestuário ou comentários no dia seguinte. E é imperdoável quem dá um festão desses e só chama amigos casados — a energia tem que circular. O que um casamento gay e o aniversário de uma criança têm em comum? O desejo de celebrar o amor, que qualquer pessoa, seja ela gay, hétero, filho, pai, mãe, carrega dentro de si. Não há criatura no mundo que tenha autoridade e legitimidade para dizer como e com quem vamos dividir essa felicidade. Tufvesson e Piva não puderam assinar os papéis como oficialmente casados, mas, depois disso tudo, quem pode dizer que eles são solteiros? É para esse amor, e unicamente ele, do jeito que ele for, que estamos todos nesse mundo.

sábado, 19 de novembro de 2011

SINDJOR-PB SINDICATO DOS JORNALISTAS DA PARAÍBA DENUNCIA DIÁRIOS ASSOCIADOS E REALIZA ATO PÚBLICO

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba (Sindjor-PB) vem à público informar à sociedade sobre a situação caótica em que se encontra a empresa Diários Associados na Paraíba. Desde as mudanças ocorridas na administração, que em 2009 passou a ser gerenciada pelos Diários Associados em Pernambuco, a empresa tem mostrado total descaso com os profissionais paraibanos. Além de pagar o pior salário do estado, a empresa se nega a fechar o acordo salarial que fixou reajuste em 8% nos demais veículos da Paraíba. Após muitas tentativas de diálogo, os Diários Associados apresentou uma contraproposta absurda de apenas 7% e pagando o retroativo (uma vez que a data base da categoria é o mês de abril) em 12 parcelas, o que é considerado um desrespeito pelo Sindjor-PB aos profissionais que trabalham em suas empresas. É importante frisar que a luta não se resume apenas ao pagamento justo de uma remuneração, mas ao tratamento que a empresa concede aos seus funcionários. Além de não encaminhar nenhuma informação sobre a questão salarial, os Diários Associados da Paraíba abusam da autoridade impondo aos profissionais a realização de atividades para as quais não foram contratados. Isso tudo é resultado de uma Redação cada vez mais esvaziada pelos constantes pedidos de demissão entregues por alguns profissionais que não aguentam a desorganização e o descaso da empresa. Com isso, os que ficam são obrigados a acumular funções e trabalhar cada vez mais exaustados. A falta de estrutura também é outro problema que afeta o dia a dia do trabalhador e coloca em risco a sua saúde. Durante anos, os funcionários foram obrigados a trabalhar em carros velhos sem manutenção, usam computadores ultrapassados instalados em um prédio que carece de reforma urgente. O prédio onde funciona O Norte, aliás, está indo a leilão na Justiça paraibana como uma forma de garantir que a empresa honre com suas dívidas trabalhistas. Como se não bastasse todos os problemas, os Diários Associados da Paraíba ainda tentaram impedir, no dia 14 de novembro, que o Sindicato dos Jornalistas falasse aos profissionais durante uma visita que realizou em todas as Redações das empresas em João Pessoa, ameaçando, inclusive, chamar a polícia, como se os sindicalistas estivessem realizando alguma contravenção. Contravenção é não realizar o pagamento devido de horas extras, não reconhecer um aumento justo em um salário tão defasado, não depositar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e não tratar seus funcionários de forma igual. O Sindjor-PB não vai se calar diante de tantas contravenções e continuará lutando pelos jornalistas que, de forma muito guerreira, sustentam sozinhos uma empresa falida. O Sindicato dos Jornalistas da Paraíba não se curva aos desmandos desta empresa e irá continuar cobrando que os direitos dos profissionais sejam respeitados. Nesta sexta-feira, 18 de novembro, às 14h, a entidade estará realizando um Ato Público em frente ao jornal O Norte, com a finalidade de cobrar o fechamento do Acordo Salarial já assinado por todos os grandes veículos de comunicação da Paraíba. Além disso, irá denunciar para toda a sociedade a precariedade nas relações de trabalho e a falta de respeito com os jornalistas. Profissionais de comunicação, estudantes e sindicatos estão convidados a participar deste ato e aumentar a pressão sobre esses péssimos empresários de comunicação. Sindjor-PB

terça-feira, 15 de novembro de 2011

MULHERES RUMO A ¨RIO + 20 ¨ a SUSTENTABILIDADE NO FEMININO 2012.

O encontro "Mulheres Rumo a Rio + 20: A Sustentabilidade no Feminino", realizado em Brasília, teve como principal objetivo consolidar e ampliar a Rede de Mulheres Brasileiras pela Sustentabilidade e criar três grupos de trabalho que indicarão o programa e as ações prioritárias para 2012. “A expectativa é muito grande, pois, na conferência que ocorreu há 20 anos, a discussão era como acabar com a miséria. Tínhamos um grande problema com os altos números de natalidade, o que ocasionava pobreza. Hoje, somos um país que vem crescendo muito e, na Rio+20, o principal foco serão as políticas públicas”, observou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Segundo a ministra, o que se espera em relação à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre no ano que vem, no Brasil, é que gere a mobilização dos “recursos políticos necessários para encontrar uma saída duradoura para a crise internacional, levando em conta a complexidade de seus aspectos econômicos, sociais e ambientais”. Para a ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), “as brasileiras têm capacidade de contribuir e muito no enfrentamento às crises que rondam o país nas áreas econômica, ambiental, energética e hídrica”. Do encontro em Brasília participaram cerca de 200 mulheres que atuam em empresas privadas e públicas, organizações não-governamentais e órgãos de governo. Entre os temas que estiveram em debate: o papel das mulheres nos conselhos de administração de empresas públicas ou privadas na questão da sustentabilidade e o incentivo ao empreendedorismo verde (negócios sustentáveis e a promoção de novos padrões de consumo e de valores pró-sustentabilidade que levem ao consumo responsável). Também estiveram presentes no evento a ex-ministra da SPM, Nilcéa Freire, hoje representante da Fundação Ford no Brasil, Junia Puglia, representando a ONU Mulheres no Brasil e Cone Sul, além das deputadas federais Jandira Feghali (PCdoB/RJ) e Elcione Barbalho (PMDB/PA), procuradora da Mulher na Câmara e a embaixatriz Lúcia Flecha de Lima, representando o Senado.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

INDICADOR DE PREÇOS DA CULTURA - MINc

MinC lança pesquisa nacional de valores para avaliação de propostas à Lei Rouanet Produtores culturais, empresas, o mercado e a sociedade passam a ter, pela primeira vez, indicadores nacionais de preços da cultura, levantados segundo parâmetros e técnicas de mercado. A pesquisa, que servirá para lastrear e avaliar propostas candidatas à renúncia fiscal pela Lei Rouanet, foi lançada esta semana pelo Ministério da Cultura (MinC). O levantamento é nacional e detecta os valores médios de 255 itens, entre serviços e mão de obra do universo da produção cultural. Os itens são os mais diversos, indo desde preços de hospedagem, locação de veículos e espaços, frete e alimentação, até preços de mão de obra de cinegrafistas, coreógrafos, diretores e técnicos em variados segmentos. Até agora, o mercado não dispunha de parâmetros para análises com identificação desses dados. Para o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), Henilton Menezes, a pesquisa representa avanço para todo o processo de análise. “Nosso país possui uma grande diversidade cultural e cada atividade possui suas peculiaridades. A pesquisa traz os preços de serviços e mão de obra de cada região do Brasil. Com isso, passamos a ter um norteador para as análises, promovendo o aperfeiçoamento do atual mecanismo de incentivo fiscal. É mais um passo dado pelo MinC para melhoria dos processos da Lei Rouanet”, explica Menezes. De acordo com o secretário Henilton, os valores apresentados constituem-se como referências para o mercado cultural, mas não são preços fixos para as categorias elencadas. “A proposta não é engessar e sim servir como parâmetro, em torno do qual deverão gravitar os valores aprovados. Caso o proponente apresente valor discrepante ao divulgado na pesquisa, deverá justificar o motivo junto ao MinC, visando à coerente aplicação dos recursos públicos”, explicou Menezes. O MinC contratou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Belém, Recife, Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, as capitais-base da pesquisa, são consideradas como representativas das regiões brasileiras. Entre as fontes consultadas, estão tabelas de sindicatos e associações, de fornecedores e taxas de serviços públicos. Esta primeira relação de valores teve como base o mês de agosto de 2011. A cada mês, a Fundação atualizará os preços dos itens de duas praças e repassará ao Ministério da Cultura. Clique nos links abaixo e acesse os indicadores de preços: Mão de obra

terça-feira, 8 de novembro de 2011

PEROLAS DA LÍNGUA PORTUGUESA

SEIS E MEIA DÚZIA Ufa ! a língua é como a mulher de César. Não bastava a primeira dama do Império Romano ser honesta . Ela tinha de parecer honesta . A língua também não basta ser correta . Precisa parecer correta . Se o número soa estranho , apele para outra possibilidade . Diga o cardinal mesmo . Em vez do compridíssimo centésimo décimo segundo lugar , fique com a classificação número 112
Governo do Estado da Paraíba, através da Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, e a Comissão Organizadora da II Conferência Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais da Paraíba convida tod@s para a apresentação dos Tambores de Safo, brindando a abertura da Conferência, no dia 10 de novembro, 22h, na Feirinha de Tambaú, Praia de Tambaú, João Pessoa. A Prefeitura Municipal de João Pessoa promove oficina de percussão para mulheres nesta quarta - feira, 09/11, através da Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para as Mulheres OFICINA DE PERCUSSÃO com o grupo TAMBORES SAFO - CE. A atividade, desenvolvida em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, acontece às 18h, na Casa de Musicultura, localizada no Varadouro. A proposta é trabalhar ritmo e percussão, além de discutir sobre sexualidade e diversidade sexual. Estão sendo disponibilizadas 25 vagas para participação e as inscrições, específicas para mulheres, podem ser feitas no local, antes do início da oficina. Esta atividade está sendo realizada em parceria com o Grupo de Mulheres Lésbicas Maria Quitéria Conferência.

TRES IRMÃOS NA HISTÓRIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

Do blog do NOBLAT ¨a paraíba é destaque nacional com a chegada de mais um irmão na corte. 08 de Novembro de 2011 às 06:420 O Tribunal de Justiça da Paraíba foi destaque do noticiário nacional nesta segunda-feira (7). Tudo porque a composição do Pleno conta com os irmãos Abraham Lincoln (presidente da Corte) e Márcio Murilo Veja você, poderá ganhar o reforço de Wolfran da Cunha Ramos, juiz e irmão de Abraham Lincoln e Márcio Murilo. Quer dizer, a composição do Pleno do TJ terá Abraham Lincoln, Márcio Murilo, possivelmente Wolfran da Cunha Ramos e mais 16 desembargadores. Leia-se, a propósito, nota veiculada no blog do jornalista Ricardo Noblat, um dos mais importantes do país: Este é mais um caso para a diligente, resoluta, implacável Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça. No Tribunal de Justiça da Paraíba poderá se registrar algo inédito na história dos tribunais: três irmãos terem assento na mesma corte. Que tal? Há 20 anos, Miguel Levino Cunha Ramos presidiu o tribunal que hoje é presidido por seu filho Abraham Lincoln Cunha Ramos desde fevereiro último. Abraham Lincoln foi admitido no tribunal em junho de 2000. Cinco anos depois assistiu à posse do irmão Márcio Murilo Cunha Ramos. E se tudo der certo, assistirá agora a de outro irmão, Wolfran da Cunha Ramos. O mais jovem rebento da família Cunha Ramos, aspirante a uma vaga no tribunal, faz parte da lista tríplice montada pelos 18 desembargadores e que nesta quarta-feira será encaminhada ao governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB), para decisão final.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

MINISTÉRIO PÚBLICO MULTA TV RECORD PARAÍBA E APRESENTADOR SAMUKA DUARTE

MPF-PB processa TV Correio e apresentador por exibição de cenas de estupro de menor Ação pede suspensão de programa, cassação da concessão da TV Correio (repetidora da TV Record na Paraíba) e pagamento de indenização de R$ 500 mil à menor, pelo uso indevido da imagem, violação da privacidade e danos morais, além de danos morais à coletividade, no valor de R$ 5 milhões. O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF) propôs ontem, 6, ação civil pública com pedido de liminar contra a TV Correio (repetidora da TV Record na Paraíba) e o apresentador do programa Correio Verdade, Samuel de Paiva Henrique (conhecido pela alcunha de Samuka Duarte), em virtude da exibição de cenas reais do estupro de uma menor ocorrido em Bayeux (PB). As cenas, filmadas com o uso de um celular por um comparsa do autor da violência, foram exibidas no programa da última sexta-feira, 30 de setembro. A ação também foi proposta contra a União. Segundo a ação, “não se encontraria, no país inteiro, exemplo mais cabal de exploração da miséria humana, da sexualidade pervertida, de desrespeito com os valores da sociedade e da família e de atropelo da dignidade de uma criança por meio de veículo de comunicação, do que este”. Tais cenas, disfarçadas com recurso de tênue desfoque, mostradas no horário do almoço, “transformam a casa de milhares de cidadãos paraibanos em palco para a sexualidade pervertida e criminosa, além de tripudiar com a dignidade e os direitos da personalidade da infeliz vítima”. A ação destaca que, como forma de atrair o público, especialmente o infantil, “estas cenas foram anunciadas e repetidas durante todo o horário de exibição - de 12h às 13h, do dia 30 de setembro, como a maior 'atração' do dia, com frequentes inserções de parte do vídeo que mostrava a adolescente sendo despida, com promessas que a filmagem completa seria mostrada no final do programa (o que de fato ocorreu, a partir das 12h50), quando o apresentador chegou ao paroxismo da histeria”. Estupro como atração - Em outro trecho da ação consta que, às 12h29, o apresentador exclamou: "'Atenção! Vocês vão ver uma história de estarrecer... uma estudante de treze anos... violentada... tudo foi filmado... Vocês aguardem porque as imagens vocês vão ver aqui como foi. São chocantes!' (...) Às 12h34 é exibida a cena da desnudez, enquanto o apresentador descreve: 'Olha o cara tirando a roupa dela aí, ó. Só um trechinho. Depois a gente vai mostrar tudo'. Às 12h41, exibição de novas cenas do crime e descrições (...) 'Ela tá deitada', 'Tá como se estivesse dopada'. Finalmente, chega o gran finale. Às 12h54, o apresentador afirma que irá 'mostrar agora' cenas que irão 'chocar a Paraíba'. Cinicamente, pede 'que as crianças saiam da sala', o que não o impede de continuar apelando: 'Atenção que nós vamos mostrar agora'”. Na ação, o Ministério Público Federal defende que a exibição dessas cenas, mesmo com o desfoque, é inteiramente proibida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Ofensa à dignidade - No caso do programa Correio Verdade, o MPF entende que "uma concessão pública foi utilizada como instrumento da violação de direitos fundamentais da pessoa humana, e exatamente do segmento mais fragilizado da sociedade – as crianças e adolescentes. Nenhuma justificativa de informação pública pode socorrer os autores de tamanha afronta, absolutamente desnecessária, que ofendeu a dignidade da pobre vítima, ampliando seus ultrajes e vergonha, e a dignidade dos telespectadores, transformados, em pleno horário do meio dia, em espectadores de um 'snuff movie' que seria proibido até mesmo no horário da madrugada ou no mais recôndito dos cinemas pornôs”. Ainda na ação, o MPF cita recente proibição, pela Justiça Federal, de exibição de filme, de procedência sérvia, que em uma das cenas simulava o estupro de um bebê (foi utilizado um boneco) e questiona: “O que se dizer, então, da TV aberta que exibe em pleno meio dia cenas de um estupro real, precedidas de inúmeros 'trailers' apelativos com parte das cenas e chamadas do apresentador? (...) O que falta para a TV Correio em seu vale tudo pela audiência? Exibir cenas reais do estupro de um bebê - posto que de criança já exibiu – a pretexto de 'informação'? Violação de imagem - A ação fundamenta-se na violação do direito à imagem (que no caso, por se tratar de crime, nem com autorização dos responsáveis poderia ser exibida publicamente), do direito à intimidade e à honra da criança vítima - que pode ser perfeitamente identificada no meio em que vive - para pedir condenação do apresentador e da emissora, em prol da menor, no valor de R$ 500 mil. “A infelicidade de um crime não torna o corpo da vítima objeto do domínio público para que os réus dele possam servir-se com fins lucrativos”, defende o procurador da República Duciran Farena, que subscreve a ação. Danos morais - São pedidos também na ação danos morais coletivos, sofridos pela sociedade com a exibição da cena, no valor de cinco milhões de reais, que serão revertidos ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente das cidades de João Pessoa e Bayeux. Liminarmente, pede-se também que a emissora seja compelida a abster-se de exibir no programa qualquer imagem de menor, seja vítima de crimes, seja menor em conflito com a lei. Cassação da concessão - Contra a União, pede-se o monitoramento dos programas transmitidos pela TV Correio, a suspensão - por 15 quinze dias - do programa Correio Verdade e a cassação da concessão. A União, como titular da concessão de radiodifusão, ainda responderá subsidiariamente pelas indenizações, no caso de falência ou desaparecimento dos réus. Outras providências - O procurador também anunciou que outras providências serão tomadas com relação ao programa Correio Verdade, como recomendações aos patrocinadores para que suspendam a publicidade no programa e à própria TV Record, para que impeça a retransmissão de sua programação pela afiliada TV Correio. Classificação indicativa - O Ministério Público Federal vem acompanhando o problema da inadequação do conteúdo dos programas policiais sensacionalistas para o horário em que são exibidos na Paraíba (entre 12h e 13h), por meio do Inquérito Civil Público nº 1.24.000.00706/2007-69. Em agosto foi solicitado às emissoras, inclusive à TV Correio, um compromisso de que ajustariam sua programação à classificação indicativa do Ministério da Justiça (Portarias MJ nº 1.100/2006 e nº 1.220/2007). A despeito da TV Correio ter subscrito - com as demais emissoras - documento reafirmando seu respeito às diretrizes delineadas pela Portaria Ministerial MJ nº 1.220/2007, “o conteúdo do programa Correio Verdade somente tem piorado, chegando ao cúmulo do intolerável com a exibição das cenas do estupro”, conforme declarou o procurador Duciran Farena. O procurador informou que aguarda apenas análise do conteúdo do programa Correio Verdade, pelo Ministério da Justiça, para ingressar com nova ação com vistas a responsabilizar a empresa pelo descumprimento da classificação indicativa. O valor da causa é de R$ 5.500.000,00. Ação Civil Pública nº 0007809-20.2011.4.05.8200 ajuizada em 06/10/2011. --

domingo, 6 de novembro de 2011

A corrupção intrínseca
IVALDO GOMES professor. agitador cultural ¨ A sociedade civil organizada retomou as ruas para protestar contra as coisas que acredita, defende e confia que possa ser diferente. Passeatas e protestos tomam conta do país e do mundo. Hoje em mais de 1000 cidades em 100 países, o exercício da cidadania está nas ruas. São movimentos que lutam por democracia, por eleições diretas, por moradia decente, por direitos iguais para negros, índios, mulheres e homossexuais. Em defesa da natureza, dos animais, dos rios, do patrimônio histórico e imaterial. A sociedade cansou de promessas de seus dirigentes. Mesmo sendo ela quem os escolhe, mas sem ter o direito de controlá-los. Talvez ai esteja à falha mestra que nos coloca sempre nas mãos dos políticos e que sempre - salvo honrosas e raras exceções - nos deixam na mão. Pois eles olham apenas seus interesses e dos grupos que os mantém no poder. Passam-se as eleições e os eleitos fazem o que querem com o nosso voto. Terminamos na prática sendo cumplices das sandices e dos autoritarismos que muitos desses dirigentes cometem. Afora isso, ainda nos deparamos com um sistema de corrupção intrínseco na maioria das instituições, incrustado no aparelho do Estado brasileiro e que de forma histórica, é mantido de forma ‘legal’, mas moralmente discutível e eticamente condenável. Quando vejo o povo nas ruas meu coração bate cheio de esperanças. Esperanças que são alimentadas pelo pulsar do pulso popular. Das iniciativas cidadãs, apartidárias, pacíficas, que se soma a um esforço coletivo de sair às ruas e dizer, alto, claro e bom som, que não aceitamos mais a violência contra a mulher, os crimes praticados contra os homossexuais, o racismo impingido aos negros, a violência impune do trânsito, os assassinatos dos trabalhadores rurais por falta de uma política de reforma agrária decente. Pelo não direito a moradia, água e saneamento básico. Por falta de um sistema de saúde, educação e segurança pública de qualidade. Pois todas essas lutas e reinvindicações são vítima contumaz da corrupção. Corrupção que retira dos cofres públicos os recursos que deveriam ser aplicados justamente no combate a tudo isso. Mas a corrupção não deixa. Ela não dá trégua. O corruptor e o corrompido se unem contra a sociedade. A corrupção deve ser eleita a nossa prioridade número um em combate público. Cobrando das instituições que deve combatê-la com veemência e tenacidade. Não dá mais para aceitar que o Ministério Público, órgão responsável pela fiscalização da aplicação das leis, fique omisso ou não faça valer a sua determinação constitucional. É inadmissível que tenhamos que fiscalizar o fiscal do Ministério Público. Como não dá mais pra aceitar calado que os Conselheiros dos Tribunais de Contas seja nomeados por quem tem contas a serem julgadas pelos Tribunais. Isso é uma vergonha! Um ato de corrupção explícita. Mudem a regra se querem ser respeitados. Façam direito se querem ser reconhecidos. Faço um apelo para aqueles que estão engajados na mobilização popular contra a corrupção na Paraíba/Brasil, que se faça presente nas passeatas e marchas que acontecem em João Pessoa nesse momento histórico. Pois todas elas, no fundo, no fundo, são fruto das injustiças, alimentadas por um sistema de corrupção que segrega, humilham, descrimina, mata, mantém impunidades, destrói o tecido social e só constrói iniquidades, pois alimenta um egoísmo doentio de uns poucos, em detrimento dos interesses da maioria da nossa população. Os corruptos devem ser identificados e punidos severamente. Para que sirva de exemplo e lição de cidadania. Vamos às ruas para que a justiça prevaleça.¨ ____________________________ Não esqueça: Dia 15 de Novembro, MARCHA CONTRA À CORRUPÇÃO NA PARAÍBA. Concentração às 16 horas no Busto de Tamandaré – Praia de Tambaú – João Pessoa – PB. O nosso movimento é apartidário e pacífico. Somos contra a violência, por isso combatemos à corrupção.

sábado, 5 de novembro de 2011

CULTURA COMO FORÇA ECONOMICA

A Lapa, os negócios culturais e nossa realidade

Walter Santos

A cultura como força econômica

RIO DE JANEIRO – O complexo de ações envolvendo Prefeitura do Rio, Governo do Estado, os projetos culturais paralelos e a iniciativa privada transformou a então área decadente da Lapa numa nova realidade de ocupação de negócios a movimentar as atividades num patamar visível de reaquecimento, que faz pessoenses como eu lembrar de nossa realidade no Centro Histórico.
A reocupação econômica tem a ver com a inserção da cultura, do samba e da dança mais especificamente, mesclada com a culinária – ótimos bares e restaurantes – e a política fiscal adotada pela Prefeitura no tempo de César Maia.

Todos os empreendimentos em torno da Lapa têm 100% de isenção do IPTU. Foi a opção gerada pelo ex-prefeito para fomentar o setor mas exigindo que, em cada negócio, no mínimo o investidor teria de contratar cinco funcionários com Carteira do Trabalho assinada.

Associada a esta ação fundamental para a iniciativa privada se motivar, de César Maia para cá o volume de providências do setor público se somou com investimentos do Governo nas áreas de habitação fomentando a reocupação das pessoas querendo morar no lugar e uma forte presença da segurança – mesmo que volta e meia existam registros policiais desagradáveis contra turistas.

Afora tudo isso, ainda existem os projetos culturais permanentes mantidos por grandes empresas públicas, a exemplo da Petrobras, Eletrobrás, BNDES, etc que são multiplicadores de dinheiro circulando na área, por isso o Rio se sente dona desses patrimônios brasileiros e não aceita dividir parte dos lucros com outras aldeias.

Mas, o fato é que a Lapa é um exemplo concreto do que, por exemplo, Recife também já anda produzindo há anos no seu ambiente histórico do Recife Antigo – algo que nos faz pensar sobre João Pessoa, nosso Centro Histórico.

Lá, existem ações pontuais ali ou acolá, como o Ponto de Cem Reis, a Praça Rio Branco e por ai vai escasseando as grandes políticas de incentivo à habitação e aos negócios mesmo porque a Prefeitura não isenta nada nem estimula a iniciativa privada a se multiplicar. Lembro de Bob Zácara e Marconi Serpa, dois empreendedores idealistas, que tentaram se estabelecer na Praça Antenor Navarro mas não conseguiram porque as dificuldades foram maiores do que as facilitações.

Conheço de perto esta realidade porque o Grupo WSCOM tem sede exatamente na área primeira da cidade, entretanto, registrando arrombamentos, assaltos e nenhum apoio concreto para multiplicarmos nossas atividades até porque as lutas encampadas se perdem por falta de efetividade das promessas feitas.

Por enquanto, com a companhia luxuosa de Totonho, Ernany Boy e companheira santista estamos atestando com nossos próprios olhos a forma exemplar que o Rio oferece através da Lapa.

Um dia, quem sabe, poderemos ter também esse arrojo em nossa aldeia.

O brilho ascendente de Totonho



A força da luta e do talento

Penso que está próxima a fase de reconhecimento amplo, geral e irrestrito ao trabalho rejuvenescido que o cantor e compositor Totonho anda produzindo nos bastidores da Música Brasileira, a partir do Rio.
Alguns ícones da MPB, como Zeca Balero, Herbert Viana, Zé Ramalho, etc, já perceberam a importância desta fase de Totonho, tanto que se dispuseram a participar do futuro CD e DVD do artista monteirense/torrelandense.

Mas, dá um orgulho danado, passear com ele pela Lapa e vê-lo sendo reconhecido por bambas e pela nossa gente excluída mas que encara Totonho como um aliado especial das agruras.

Poucos sabem mas, ainda hoje ele trabalha voluntariamente com comunidades carentes do Rio. Agora mesmo ensinando meus irmãos de cor e lutas como passar no Vestibular. Lá atrás, ele era o ícone da ONG que Geraldo Azevedo mantinha com ele para tentar tirar os meninos de rua do Centro do Rio. Isso é tão forte que Totonho tinha muitos amigos dos garotos mortos na Chacina da Candelária, anos atrás.

Bom, o bom mesmo é saber que nosso artista anda produzindo muitas ações importantes, inclusive na musica onde já encantou Marisa Monte.

REPETECO

"Levanta cabra da peste,
E se manda, vai salvar o mundo"
http://meukotidianomulticultural.blogspot.com anjoazuldobeco@gmail.com Dividindo informações culturais sobre EDITAIS MINc - Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, inscrições até 03 de novembro de 2011; - Prêmio de Dança Klauss Vianna, inscrições até 03 de novembro de 2011; - PNPI 2011 – Mapeamento e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, inscrições até 03 de novembro de 2011; - Festival Universitário de Cinema da Bahia, inscrições abertas até 07 de novembro de 2011; - Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva, inscrições até 11 de novembro de 2011; - Edital Modernização de Museus, inscrições até 13 de novembro de 2011; - Usinas Culturais, inscrições até 14 de novembro; - Edital Mais Museus, inscrições até 18 de novembro; - Edital para Criação e Fortalecimento de Sistemas de Museus, inscrições até 18 de novembro de 2011; - Prêmio Mario Pedrosa – Museus, Memória e Mídia, inscrições até 26 de novembro de 2011; - Prêmio Ibram de Enredos – Museus, Memória e Criatividade, inscrições até 26 de novembro de 2011; - Prêmio Ibram de Roteiros Audiovisuais 2011, inscrições até 26 de novembro de 2011; - Prêmio Pontos de Memória 2011, inscrições até 27 de novembro de 2011; - Prêmio de Modernização de Museus – Microprojetos, inscrições até 27 de novembro de 2011; - Prêmio Darcy Ribeiro 2011, inscrições até 30 de novembro de 2011; - Prêmio Ibram de Arte Contemporânea, inscrições até 30 de novembro de 2011; - FestFilmes - Festival do Audiovisual Luso Afro Brasileiro. inscrições até 31 de dezembro de 2011. - Sony World Photography, inscrições até 04 de janeiro de 2012. Expediente RRNE/MinC: Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura Chefe da Representação: Fábio Lima Rua do Bom Jesus, 237, Bairro do Recife Recife – Pernambuco – CEP 50030-170 Tel: (81) 3117.8430 nordeste@cultura.gov.br Atendimento para Lei Rouanet na sede da RRNE MinC, ou pelos emails: Andréa Pereira: andrea.lima@cultura.gov.br | (81) 3117.8434 Sonia Maria: sonia.maria@cultura.gov.br | (81) 3117.8437 Jorge Edson Garcia: jorge.garcia@cultura.gov.br | (81) 3117.8443 Assessoria de Comunicação: Jornalista Responsável: Maíra Brandão Estagiária: Maria Júlia Vieira Tel: (81) 3117.8439 | 3117-8460 divulgacao.ne@cultura.gov.br Conheça nossas páginas na web: www.cultura.gov.br Blog: culturadigital.br/mincnordeste Álbum de Fotos: www.flickr.com/photos/minc_nordeste Twitter: www.twitter.com/mincnordeste

CINEMA NA / DA PARAÍBA

PARAÍBA / minc nordeste

Encontro dos Povos do Cariri
O Encontro dos Povos do Cariri será realizado de 3 a 6 de novembro, na cidade de Taperoá, na Paraíba. A iniciativa regional é bianual e itinerante, e nesta edição terá debates, reflexões, exposições, capacitação e oportunidades de negócios. A ideia é promover o desenvolvimento sustentável do Cariri paraibano, valorizando os saberes e fazeres dos povos da região. A abertura foi realizada na última quinta-feira (3), às 16h, com a palestra “Caminhos para o Desenvolvimento Local e Regional”. A programação está disponível no portal www.encontrodospovosdocariri.com.br.

Cinecongo 2011
O projeto Cinecongo 2011 traz como tema “Revelando as Paraíbas”. O evento, que irá acontecer de 10 a 13 de novembro, fará homenagem ao artista Luiz Carlos Vasconcelos. A iniciativa visa entrar em contato com a extensa produção do audiovisual paraibano, caracterizando acessibilidade de diferentes grupos, com oficinas, palestras, seminários, fóruns e mostras em escolas. Saiba mais: http://cinecongo.blogspot.com.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ROCK IN RIO X MINc

O Ministério da Cultura emitiu nota de esclarecimento a respeito da matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense, que informava que o festival Rock in Rio teria recebido financiamento irregular da Lei Rouanet.

O coordenador de Comunicação Social do MinC, Nei Bomfim, afirma que a matéria foi erguida “sobre erros em números e em conceitos, o que leva o Ministério da Cultura a expor a seguir os dados passados ao jornal e que foram ignorados pelo veículo”.

Lei na íntegra a nota do MinC:

“R$ 1,36 milhão vira R$ 12,3 milhões
O valor efetivamente captado oficialmente até agora pelo Rock in Rio é de R$ 4,56 milhões, e não os R$ 7,4 milhões noticiados. Menos ainda os R$ 12,3 milhões usados nas contas feitas pelo jornal –os quais são o teto da autorização, evidentemente não alcançado até o momento (R$ 4,56 milhões representam apenas 37% deste teto). O jornal não publicou a informação repassada a ele pelo MinC segundo a qual a pessoa jurídica com fins lucrativos deduz apenas 30% do captado em projeto enquadrado no artigo 26 da Lei Rouanet –isso resulta, no caso, em R$ 1,36 milhão. A questão que se coloca: é jornalístico trocar R$ 1,36 milhão (concreto e verificável agora) pelos quase 10 vezes maiores R$ 12,3 milhões (que não passam de teto, realizado, até agora, em apenas 37%)?

Checagem-padrão vira “ferimento” em parecer
A análise das propostas candidatas à Rouanet inclui a realização das diligências – que são solicitações-padrão de informações originalmente ausentes ou adicionais, necessárias à completude das análises. Isso é normativo, portanto corriqueiro e usual (além disso, a recomendação do TCU de acompanhamento dos projetos gerou três visitas de funcionários do MinC, as quais resultaram em dois relatórios). Esta rotina das diligências –que aumenta o controle – foi entretanto distorcida e transformada em reportagem de 24/10 em “ferimento” causado “nos pareceres da própria pasta”. Tanto não há “ferimento” que o projeto em questão possui pareceres favoráveis do parecerista que o analisou e da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura –esta, composta por sociedade e MinC. O jornal não menciona esta aprovação dupla. Se para o jornal uma checagem normativa é um ”ferimento” na lei, então a lei somente se manterá íntegra se for negligenciada no que diz respeito ao rigor na análise?

Uso legal de ingressos não-vendáveis vira “caravana”
Os funcionários relatados na matéria que foram ao festival o fizeram com os ingressos da cota não-vendável –parte dos quais o Decreto nº 5.761/2006 estabelece seja encaminhada ao MinC, enquanto, de sua parte, o Código de Ética estipula sejam sorteados entre os funcionários. A publicação, em redes sociais, de fotos no evento pelos sorteados gerou o uso pelo jornal do termo “caravana”. Uma figura de linguagem como esta, como se sabe, transporta os significados do campo original para o campo concreto. Como “caravana” significa grupo em viagem, o que o jornal não diz explicitamente (para não ter de explicar o seu viés inexplicável), mas insinua (para não perder a figura de linguagem, mesmo que encaixada a força) é que teria ocorrido “festa” com viagem e tudo o mais a partir de Brasília. Os funcionários sorteados não receberam passagens aéreas e nem diárias.

Contrapartida vira ingresso de R$ 2.439
As contrapartidas foram discutidas e acompanhadas pelo MinC. Mas, na visão do CB, reduziram-se a ingressos gratuitos –que totalizaram 5.042 ingressos. Estes, por sua vez, foram utilizados numa conta que o jornal fez dividindo por eles o valor máximo autorizado (R$ 12,3 milhões –não importa que até o momento o valor da renúncia fiscal seja de R$ 1,36 milhão). O resultado foi um custo astronômico do ingresso gratuito: R$ 2.439. Todas as outras atividades, de formação de fabricantes e reparadores de instrumentos musicais à capacitação de professores da rede municipal do Rio [confira aqui as contrapartidas], foram descartadas pelo jornal. Clique aqui e confira as contrapartidas.”

*Com informações do site do MinC