Sai a relação dos filmes selecionados para a Mostra Competitiva Audiovisual que acontecerá dentro da programação do XIII Fenart, entre os dias 24 e 28 de maio.
No total foram recebidos ente ficções, documentários, animações e experimentais, 116 curtas-metragens de 15 estados brasileiros, sendo eles BA, CE, ES, GO, MA, MG, PB, PE, PR, RJ, RS, SC, SE, SP e DF. As produções paraibanas representaram 35% dos filmes inscritos.
A comissão de curadoria, composta por Fernando Trevas, Helton Paulino e Virgínia de Oliveira, assistiu aproximadamente 23 horas de material para a seleção dos filmes que serão exibidos na Mostra Competitiva. Os principais critérios de seleção foram originalidade estética e o trato com a linguagem cinematográfica.
Os filmes selecionados estarão concorrendo à premiação de R$ 1.000,00 (mil reais) para os primeiros colocados nas categorias: curta-metragem de ficção, curta-metragem documental, inovação da linguagem audiovisual e júri popular. Além da premiação em dinheiro oferecida pela FUNESC, a ABD-PB, através de comissão julgadora própria, premiará com o Troféu Cabeçote o melhor curta-metragem paraibano da Mostra Competitiva Audiovisual.
Segue abaixo a lista dos filmes selecionados:
A Eternidade, de Leon Sampaio [Fic, 17’, 2010, BA]
A Chave da Maré, de Riccardo Migliore [Exp, 15’, 2010, PB]
A Montanha Mágica, de Petrus Cariry [Doc, 13’, 2009, CE]
A Paroxítona de Ofélia, de Rogério Farandola [Ani, 12’, 2010, RS]
Avós, de Michael Wahrmann [Fic, 12’, 2009, SP]
Bode Movie, de Taciano Valério [Fic, 12’, 2010, PB]
Borra de Café, de Aluizio Guimarães [Fic, 18’, 2010, PB]
Bucaneiro, de Juliana Milheiro [Fic, 17’, 2009, RJ]
Caixa Preta, de Ana Cláudia Okuti [Fic, 17’, 2010, RJ]
Camelos do Ingá, de Carlos Mosca e Ronaldo Nerys [Doc, 15’, 2008, PB]
Casa de Lirismo, de Thomas Freitas [Doc, 19’, 2010, PB]
Cem Réis entre Livardo e Vidal, de Libania Livia, Luis Augusto e Niaranjan do O' [Doc, 7’, 2010, PB]
Damas, de Mariana Mattos e Luisa Moraes [Doc, 14’, 2009, MG]
Doido Lelé, de Ceci Alves [Fic, 17’, 2009, BA]
Eletrotorpe, de Yuri Amaral e Nalu Beco [Fic, 15’, 2008, SP]
Família Vidal, de Diego Benevides [Doc, 15’, 2010, PB]
Lapidar o Bruto, de Natália Queiroz [Doc, 15’, 2009, SP]
Made in Taiwan, de Daniel Araújo [Fic, 6’, 2009, PB]
Medo do Escuro, de Cauê Brandão [Fic, 17’, 2008, GO]
Muitos Anos de Vida, de Rafael Jardim [Doc, 10’, 2008, BA]
O Apostolo do Sertão, de Laércio Ferreira Filho [Doc, 20’, 2008, PB]
O Retorno de Saturno, de Lisandro Santos [Ani, 12’, 2009, RS]
Os Anjos do Meio da Praça, de Alê Camargo e Camila Carrosine [Ani, 12’, 2010, SP]
Os Batedores, de Filipe Ferreira [Fic, 20’, 2008, RS]
Pornographico, de Haroldo Borges e Paula Gomes [Fic, 17’, 2008, BA]
Sombras na Cabine, de Alexandre Araújo [Doc, 10’, 2009, SP]
Sonata, de Gian Orsini [Fic, 6’, 2009, PB]
Tchau e Benção, de Daniel Bandeira [Fic, 10’, 2009, PE]
Um Lance do Acaso, de Beatriz Taunay [Fic, 10’, 2010, RJ]
Vírus, de Matheus Andrade [Doc, 18’, 2009, PB]
Vozes, de Anna Costa e Silva, Fábio Canetti e Luiza Santoloni [Exp, 19’, 2009, RJ]
A Mostra Competitiva Audiovisual do XIII Fenart é uma realização da Fundação Espaço Cultural (Funesc), com apoio da Associação Brasileira de Documentaristas - Secção Paraíba (ABD-PB).
sábado, 15 de maio de 2010
INTERCAMBIO
O poeta Mário Quintana já dizia que a gente precisa viajar, nem que seja na própria rua. Viajar é ampliar horizontes internos e ver mais da própria essência. É descobrir em cada passo, a cada nova esquina, em cada encontro com outra pessoa, com outra cultura, um pouco mais sobre nós mesmos. Quem conhece a si próprio? Só descobrimos nossas reais possibilidades e potenciais quando enfrentamos as dificuldades da vida. Porém é muito mais interessante desenvolver nossas capacidades em viagens do que na rotina das empresas, por exemplo, onde os erros são menos tolerados. Conseguir se comunicar com pessoas que não falam a sua língua, resolver problemas práticos, adaptar-se a condições estranhas aos seus hábitos e viver situações inesperadas são um treinamento avançado para dar conta dos muitos imprevistos que o dia-a-dia nos oferece. Com a vantagem de contemplar poentes espetaculares, ver gente diferente e viver aventuras únicas. Viajar é expandir-se. Dependendo da intenção com que viajamos e da forma com que nos abrimos para aprender, uma bela viagem vale por uma formação universitária. A lista de coisas que podemos conhecer enquanto viajamos não tem fim: idiomas, história, geografia, cultura, culinária, artes, artesanato, costumes, moda, paradigmas, política, ecologia, arquitetura, só para começar. Aí chegamos a outra questão. Estudamos para aprender e recebemos um diploma por isso, mas nem sempre efetivamente aprendemos, e nem sempre o que aprendemos serve para a vida prática. Quando viajamos, aprendemos nos divertindo. Não recebemos o diploma, mas o conhecimento é prático e pode contribuir muito para o sucesso. E se pudéssemos juntar tudo? Felizmente, já existem universidades ao redor do mundo que oferecem cursos a distância, beneficiando estudantes que não podem frequentar um curso regular numa instituição. E muita gente está escolhendo temas relacionados às suas preferências em viagens: história, arte, esportes, política etc. E um novo mundo que se descortina. Para quem não pode se dar ao luxo de passar um ano viajando, a sugestão é programar pelo menos 15 dias por ano. Se não pode ir longe, pode ir para perto. O importante é mudar de ares, abrir os olhos, experimentar coisas novas. E sem críticas, sem medo do desconhecido, do novo. A Organização Internacional do Trabalho (OIT), em parceria com uma consultoria americana para o desenvolvimento do pleno emprego, levantou dados que mostram que pessoas com experiência em viagens recebem até 20% mais em remuneração e empreendem com 50% mais sucesso do que aquelas que não viajam. Entretanto, a chave para uma experiência enriquecedora não é a viagem em si, mas a forma como se viaja. O espírito que colocamos na viagem é o que faz com que ela siga numa ou noutra direção. Tem gente que viaja para comparar o que vê com tudo que pensa e faz e criticar tudo o que é diferente, julgando a diferença como erro. Outras pessoas viajam para tirar fotos, conhecer bons restaurantes, ir a museus, assistir a espetáculos, divertir-se. Porém as que melhor podem aproveitar a viagem são aquelas que utilizam a experiência para aprender sobre seus limites e potenciais. Descobrir que o modo pelo qual levamos a vida é só um jeito aprendido, e não uma verdade absoluta. Perceber que há muitas formas de olhar a realidade. Dar-se conta de quais são as reações diante de um imprevisto, de uma dificuldade, de um novo hábito. Ser capaz de admirar a beleza mesmo em padrões radicalmente diferentes da própria estética.Viajar de olhos, mente e coração abertos. Aprender com a vivência e com a convivência. Experimentar e compartilhar. Aventurar-se com critério. Respeitar os outros e a si mesmo. Aprender outras linguagens, não só os idiomas, mas outras formas de se expressar. Viajar é ampliar o quintal da vida, fazer amigos e se divertir. Para aproveitar mais da experiência dessa breve viagem que é a vida, é preciso ser capaz de eliminar as fronteiras que nos separam da humanidade. Somos todos parte da mesma família. Não existe o "outro".
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terça-feira, 4 de maio de 2010
BRASIL
REGINALDO MARINHO
As exposições universais foram criadas para apresentar ao mundo os novos paradigmas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Arquitetura construídos pelas nações em cada evento. Essas exposições são como uma fotografia instantânea do estágio de desenvolvimento que os países expositores experimentam.
Alguns desses paradigmas permanecem no imaginário universal. Foi assim com o Palácio de Cristal, construído na primeira Exposição Universal realizada em Londres em 1851, obra que inaugurou a arquitetura de ferro/vidro, poderoso emblema da revolução industrial britânica ou a Torre Eiffel construída para Exposição de Paris de 1889.
O comissariado brasileiro da Expo 1862 recusou a participação do protótipo da máquina de escrever do Padre Azevedo argumentando que o pavilhão já estava lotado de amostras de minérios e não cabia mais nada. O Brasil perdeu a primeira oportunidade de mostrar ao mundo um dos mais notáveis inventos nacionais.
Em 1876, o imperador D. Pedro II ao visitar a Exposição Universal de Filadélfia conheceu o invento de Alexander Graham Bell e por causa da visita do imperador à Expo de Filadélfia, o Brasil foi o segundo país do mundo a usar o telefone.
As exposições universais são regidas pelo Bureau International des Expositions que disciplina a participação das nações. Cada Estado nomeia um comissário geral para coordenar a participação nacional. No Brasil, esses cargos são escolhidos sem o foco da competência, motivado apenas por arranjos particulares e esse modo brasileiro causa muitos prejuízos para os avanços da Ciência e Tecnologia nacionais.
Dentre as exposições mais recentes a mais glamorosa foi a Expo 2000. O Brasil foi representado por um estande escandaloso que custou US$ 10 milhões e, segundo o relatório enviado ao Ministério Público Federal, se destacava pela exposição de 5.000 bonecas de pano, 500 almofadas de algodão cru com recheio de flores de macela e colunas que exalavam aroma de café. Um verdadeiro deboche. O MPF condenou os organizadores chefiados pelo filho do presidente da República da época a devolver os recursos aos cofres públicos.
Na Expo 2010 as coisas não são tão diferentes. A seleção para o projeto de arquitetura da Expo Xangai foi dirigida aos associados da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura, AsBEA, com um pouco mais de uma centena de membros, foi escolhido o projeto de Fernando Brandão Arquitetura + Design, que por coincidência é membro da diretoria da AsBEA e o júri foi composto pelo arquiteto Fernando Serapião, editor executivo da revista Projeto Design, Ronaldo Rezende – Presidente da AsBEA, Henrique Cambiaghi – Conselheiro Deliberativo AsBEA, Coordenador do Prêmio AsBEA, Fernando Pinheiro, vice-presidente da AsBEA e titular do escritório Lima Pinheiro Associados e Guilherme Takeda, Conselheiro Consultivo da AsBEA.”
O modelo de contratação para o projeto do pavilhão da Expo 2010 fere frontalmente a Constituição da República Federativa do Brasil no artigo 37, das Disposições Gerais, do Capítulo VII que trata da publicidade e moralidade das ações governamentais.
O arquiteto Marcel Tanaka um dos autores defendeu o projeto assim: “Por isso, desenvolvemos essa fachada, que será feita com pedaços sobrepostos de madeira reciclada e pintada de verde, que vão ser apoiadas em uma estrutura metálica. Tanto a cor, que representa a bandeira nacional, quanto às madeiras sobrepostas, que lembram os artesanatos em palha, são referências ao País.”
No lugar de paradigmas, o pavilhão brasileiro apresenta um cardápio de vídeos em telões de alta definição, como os que ornamentam as fachadas de edifícios de cidades como Tókio e Xangai mostrando as belezas brasileiras e interatividade com toques nas telas que já eram usadas em muitos terminais públicos de internet da Itália há mais de dez anos e são usadas em terminais bancários brasileiros de autoatendimento sem nenhum paradigma apresentado.
A falta de compreensão governamental diante de uma Exposição Universal não se limita a um partido nem a um governante, esse desatino está enraizado no cerne de uma cultura subdesenvolvida e colonizada. O único governante brasileiro que valorizava e tirou proveito de uma exposição dessas foi D. Pedro II. Quando iremos entender que participar de uma Expo não é a mesma coisa que assistir ao desfile de uma escola de samba?
A contratação do projeto do pavilhão brasileiro de Xangai precisa ser analisada pelo Ministério Público Federal.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
MINc
PARAÍBA
BAIXINHO DO PANDEIRO E O ESQUENTAIS VOSSO PANDEIROS JACKSONIANOS NA PROGRAMAÇÃO DO XIII FENART PARAIBANO, OFICINAS DE PANDEIRO DIAS 27,28,29 DE MAIO das 09:00hs às 11:00hs.
MAESTRO SIVUCA será mais uma vez homenageado no FENART PARAIBANO.
Mais uma vez a Paraíba se organiza para realizar o seu Festival Nacional de Arte, o XIII FENART . O encontro acontece no período entre 23 a 29 de maio. Este ano, o Fenart homenageia um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira, o Maestro Sivuca. A idéia é a de promover o encontro das artes popular e erudita num espaço de aproximadamente 53 mil m². São sete dias consecutivos de espetáculos de Teatro e Dança, Mostra de Artes Plásticas, Cinema e Vídeo, Palestras, Debates, Shows Musicais, lançamento de Livros, Oficinas de Arte e Educação. Saiba todos os detalhes sobre o Festival, acesse: http://funesc.com.br/cultura/index.php?option=com_content&view=article&id=237/. A Fenart é um evento promovido pelo Governo do Estado da Paraíba, por meio da Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego.
ASSACINE ABRIL
O Tintin Cine Cineclube realiza mais uma sessão do Assacine, nessa quarta-feira, às 20h30, na Usina Cultura Energisa, em João Pessoa. Serão exibidos curtas-metragens inéditos como a Casa do Lirismo, de Thomas Freitas, que é um vídeo gravado na casa do poeta popular Nelson Barbosa que revela e reproduz o universo poético de rimas e estórias do autor. Além do Doc. de Luiz Santos, Cinema de Dois Totões e Cenas de um Filme Inglês, de Danylo Aguiar. Após a mostra haverá um debate com os realizadores e discotecagem. A realização é da ABD-PB, Pontão de Cultura RNA, Ponto de Cultura Urbe Audiovisual em parceria com a Agência Ensaio, Coletivo Vertiginosa e conta com o apoio do Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O local da exibição fica na Usina Cultural Energisa, Rua Juarez Távora, 243, Torre (início da Epitácio Pessoa). A entrada custa R$ 2,00 e R$ 1 para estudantes e abdistas. Informações: 83 – 3221-8450.
terça-feira, 27 de abril de 2010
ESTREIA

Tintin Cineclube | quarta-feira | 20h30 | 28.04
Usina Cultural Energisa – Rua Juarez Távora, 243 – Torre (início da Epitácio Pessoa)
ASSACINE ABRIL
28.04 | quarta-feira | 20h30
Ingressos R$ 2 | R$ 1 [estudantes e abdistas pessoas com mais de 60 anos]
Local da exibição | Usina Cultural Energisa – Sala Multimídia
Dando continuidade às sessões mensais de lançamentos de curtas-metragens inéditos na cidade de João Pessoa, o Tintin Cineclube promove mais uma sessão do Assacine. Cinema, fotografia, música e literatura serão o foco principal da sessão, na qual serão exibidos três curtas-metragens, seguidos por debate com os realizadores.
1. Cinema de Dois Tões, de Luiz Santos [Documentário, 25 min, 2008, PE]
Uma viagem que refaz, de forma inversa e simbólica, o caminho que o retratista, Tonho Ceará (o último fotógrafo lambe-lambe ainda em atividade de Pernambuco) trilhou em 1977, quando deixou sua cidade natal, Juazeiro do Norte – CE, e foi morar no Recife. Uma jornada etnográfica, onde diversos personagens populares surgem, espontaneamente, doando suas imagens e seus depoimentos.
2. Cenas de um Filme Inglês, de Danylo Aguiar [Videoclipe, 10 min, 2010, PB]
Videoclipe da música Cenas de um Filme Inglês, composta por Paulo Ró em parceria com Totonho.
3. Casa de Lirismo, de Thomas Freitas [Documentário, 19 min, 2010, PB]
Vídeo gravado na casa do poeta popular Nelson Barbosa que revela e reproduz o universo poético de rimas e estórias do autor. Além de ter a participação e depoimentos de Nelson, o documentário constrói uma narrativa ficcional baseada em personagens do poeta, num intento de dar vida a uma de suas tantas estórias.
Debate com os realizadores e discotecagem pós-exibição.
Mais informações: (83) 3221.8450
Realização: ABD-PB, Pontão de Cultura RNA, Ponto de Cultura Urbe Audiovisual
Parceria: Agência Ensaio, Coletivo Vertigino
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
A ABD-PB funciona diariamente nas dependências do Cine Teatro Lima Penante e oferece a todos que se interessem um modesto acervo de filmes e vídeo paraibanos, além de livros e catálogos de cinema brasileiro. Seu endereço atual é: av. João Machado, 67, Centro {no mesmo prédio onde funcionam o NTU [Núcleo de Teatro Universitário] e o NAC [Núcleo de Arte Contemporânea]} 83 3221 8450 | abd_pb@yahoo.com.br |
PATROCÍNIO
Ministério da Cultura / Governo Federal
abd_pb@yahoo.com.br
CONVITE ABERTO A POPULAÇÃO QUE GOSTA DO AUDIOVISUAL MADE - IN PB.
Lançamento do documentário "Casa de Lirismo". Será nesta quarta dia 28/04, às 20h30, na Usina Cultural da Energisa. A entrada custa dois reais. Estudantes, sócios da ABD-PB e maiores de 60 anos pagam meia.
Casa de Lirismo é um filme inspirado, no poeta Popular Nelson Barbosa. O vídeo foi gravado em sua casa e revela seu universo poético de rimas e estórias. Por onde passa Nelsão, como é conhecido por seus amigos, encanta com seu lirismo, espontaneidade, improviso e oralidade. O documentário também irá narrar uma estória baseada em personagens do poeta, numa tentativa de dar vida a uma de suas tantas narrativas.
Lançamento também no Assacine desta noite o clipe “Cenas de um filme inglês” do músico paraibano Paulo Ró, com direção de Danylo Aguiar, produção da Vertiginosa, e o documentário de Pernambuco “Cinema de dois tões”, de Luiz Santos.
Pós sessão haverá discotecagem, performace de Abraão Bahia, Coletivo Cogumelo de Ilusões Humanas.
Agradcimentos especiais à co-produção do PONTO DE CULTURA Para’iwa Multivisual.net e aos produtores associados da Labroarte, Geladeira Sonora e da Tomada Única – Filmes e Afins.
Apoio cultural:
FUNJOPE
ESTUDIO MUSICAL CULTURA ATIVA
PRAC, COEX, UFPB
Serviço:
LANÇAMENTO DO DOC "CASA DE LIRISMO"
DIA: 28/04 QUARTA-FEIRA
HORA:20H30
ONDE: USINA CULTURAL DA ENERGISA
ENTRADA: DOIS REAIS INTEIRA
ESTUDANTES, ABDISTAS E MAIORES DE 60 PAGAM MEIA.
BONUS: clipe "CENAS DE UM FILME INGLÊS", DIREÇÃO DANYLO AGUIAR
doc "CINEMA DE DOIS TÕES"
PÓS-SESSÃO: DISCOTECAGEM ABRAÃO BAHIA E O COLETIVO COGUMELO DE ILUSÕES HUMANAS!
FAÇAMOS GUERRILHA CULTURAL
Thomas Freitas
Para'iwa - Coletivo de Assessoria e Documentação
Ponto de Cultura Multivisual.Net
Vertiginosa - Coletivo de Produção Cultural
E Tudo se insere, é cultura!
Ednamay Cirilo Leite
ASSOCIAÇÃO CULTURAL ANJO AZUL
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sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
NOBELDAPAZ

UM BAIANO NO PRÊMIO NOBEL DA PAZ
Inteligência
Poderá vir para o Brasil o Prêmio Nobel da Paz de 2010.
É que figura entre os mais cotados candidatos à honraria, o nome do Doutor Abdias Nascimento, que recebeu, no ano passado, o título de cidadão baiano, conferido pela Assembléia Legislativa do Estado.
Abdias do Nascimento é um dos maiores ícones brasileiros na luta pela igualdade racial e direitos humanos.
Aos 96 anos de idade, tem uma trajetória de grandes méritos. É escritor, idealizador do Teatro Experimental do Negro (TEN), artista plástico, professor, ex-deputado federal, ex-senador e dono de uma longa militância pelas causas negras. Foi Professor Benemérito da Universidade do estado de Nova York é Doutor Honoris Causa pelas Universidades da Bahia, Brasília e Rio de Janeiro.
237 pessoas, de todo o mundo, estão concorrendo ao prêmio. O nome do vencedor deverá sair na primeira semana do mês de outubro.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
CINESESC
“Chamado de Deus” de José Filho será exibido no Cine Sesc
O Cine Sesc desta semana exibe filmes que representam diferentes períodos do cinema paraibano. Do dia 27 ao dia 28 de abril o Sesc exibirá desde Aruanda, uma produção do documentarista Linduarte Noronha de 1960 ao também documentário Seu Pita Social Clube, de 2006, dirigido por Thyego Lopes.
Na terça-feira (27) o documentário O Chamado de Deus (90’) de José Joffily, paraibano erradicado no Rio de Janeiro, conta à história de seis jovens vocacionados com visões diferenciadas acerca do papel da igreja. Três jovens seminaristas da igreja católica defendem a igreja tradicional e outros três jovens religiosos seguem uma linha da igreja ligada à teoria da libertação, uma vertente que discutiria política e defenderia uma igreja com participação direta na sociedade. No filme o diretor permite que os grupos assistam uns os depoimentos dos outros gerando uma certa polêmica. Instâncias e nomes importantes da Igreja Católica como a Ordem Franciscana, o movimento da Renovação Carismática Católica (RCC) e Padre Marcelo Rossi também aparecem no filme. O paraibano ganhou com o filme o prêmio de melhor documentário no Festival de Brasília além de um prêmio dado pelos Bispos da Igreja Católica.
Na quarta-feira (28) os documentaristas Vlademir Carvalho e Manfredo Caldas discutem em seus filmes a luta e a exploração do povo sertanejo. O longa Uma Questão de Terra (80’) destaca a história da líder Sindical Maria Margarida Alves, que foi assassinada no interior da Paraíba. A partir dessa personagem Vlademir mostra os diversos tipos de violência e perseguições que os trabalhadores rurais sofreram no Brasil, em especial na Paraíba, na luta pela reforma Agrária. O segundo filme do dia A pedra da Riqueza(16’), mostra a partir de depoimentos dos garimpeiros da região do Vale do Sabuji no interior da Paraíba, a rudimentar forma com que os garimpos são explorados. Manfredo Caldas com o filme contrapõe as condições precárias de exploração ao produto final de grande valor, o tungstênio.
Na quinta-feira (29) uma lista de curtas encerra a semana. O marcante documentário Aruanda (22’), de Linduarte Noronha, mostra uma comunidade quilombola formada por escravos libertos do sertão paraibano, Eles trabalham no plantio do algodão e produzem utensílios domésticos com cerâmica primitiva. O filme de 1960 é considerado um dos precursores do cinema novo. Já Passadouro (6’) o é uma ficção dirigida por Torquato Joel onde a chegada de uma antena parabólica ao sertão muda os hábitos dos moradores da região. Também ficção O Meio do Mundo, de Marcus Villar (11’) conta à história de um pai que em um lugar distante de tudo resolve que seu filho deve conhecer a vida. Em Seu Pita Social Clube(14’) o jovem documentarista Thyego Lopes trata com irreverência as relações sociais que se dão em um bar. Seu Pita, um personagem lendário do lugar apresenta a historia daqueles que passam o dia esperando o momento de jogar dominó e beber fiado.
Na sexta feira(30) não haverá exibição do Cine SESC que nos demais dias acontecerá no mini auditório da Unidade Centro, na Rua Desembargador Souto Maior, 281, região central de João Pessoa. Fone: 3208-3158
--
Carol Morena
(83) 8804.0455
www.coletivomundo.com.br
www.festivalmundo.com.br
www.myspace.com/bandanublado
Ednamay Cirilo
(83) 8862 6826 - 8849 7850
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O Cine Sesc desta semana exibe filmes que representam diferentes períodos do cinema paraibano. Do dia 27 ao dia 28 de abril o Sesc exibirá desde Aruanda, uma produção do documentarista Linduarte Noronha de 1960 ao também documentário Seu Pita Social Clube, de 2006, dirigido por Thyego Lopes.
Na terça-feira (27) o documentário O Chamado de Deus (90’) de José Joffily, paraibano erradicado no Rio de Janeiro, conta à história de seis jovens vocacionados com visões diferenciadas acerca do papel da igreja. Três jovens seminaristas da igreja católica defendem a igreja tradicional e outros três jovens religiosos seguem uma linha da igreja ligada à teoria da libertação, uma vertente que discutiria política e defenderia uma igreja com participação direta na sociedade. No filme o diretor permite que os grupos assistam uns os depoimentos dos outros gerando uma certa polêmica. Instâncias e nomes importantes da Igreja Católica como a Ordem Franciscana, o movimento da Renovação Carismática Católica (RCC) e Padre Marcelo Rossi também aparecem no filme. O paraibano ganhou com o filme o prêmio de melhor documentário no Festival de Brasília além de um prêmio dado pelos Bispos da Igreja Católica.
Na quarta-feira (28) os documentaristas Vlademir Carvalho e Manfredo Caldas discutem em seus filmes a luta e a exploração do povo sertanejo. O longa Uma Questão de Terra (80’) destaca a história da líder Sindical Maria Margarida Alves, que foi assassinada no interior da Paraíba. A partir dessa personagem Vlademir mostra os diversos tipos de violência e perseguições que os trabalhadores rurais sofreram no Brasil, em especial na Paraíba, na luta pela reforma Agrária. O segundo filme do dia A pedra da Riqueza(16’), mostra a partir de depoimentos dos garimpeiros da região do Vale do Sabuji no interior da Paraíba, a rudimentar forma com que os garimpos são explorados. Manfredo Caldas com o filme contrapõe as condições precárias de exploração ao produto final de grande valor, o tungstênio.
Na quinta-feira (29) uma lista de curtas encerra a semana. O marcante documentário Aruanda (22’), de Linduarte Noronha, mostra uma comunidade quilombola formada por escravos libertos do sertão paraibano, Eles trabalham no plantio do algodão e produzem utensílios domésticos com cerâmica primitiva. O filme de 1960 é considerado um dos precursores do cinema novo. Já Passadouro (6’) o é uma ficção dirigida por Torquato Joel onde a chegada de uma antena parabólica ao sertão muda os hábitos dos moradores da região. Também ficção O Meio do Mundo, de Marcus Villar (11’) conta à história de um pai que em um lugar distante de tudo resolve que seu filho deve conhecer a vida. Em Seu Pita Social Clube(14’) o jovem documentarista Thyego Lopes trata com irreverência as relações sociais que se dão em um bar. Seu Pita, um personagem lendário do lugar apresenta a historia daqueles que passam o dia esperando o momento de jogar dominó e beber fiado.
Na sexta feira(30) não haverá exibição do Cine SESC que nos demais dias acontecerá no mini auditório da Unidade Centro, na Rua Desembargador Souto Maior, 281, região central de João Pessoa. Fone: 3208-3158
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terça-feira, 20 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
AUDIOVISUAL
1º Encontro RNA | Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual
A ABD-PB [Associação Brasileira de Documentaristas – Secção Paraíba] convida todos os interessados na área de audiovisual para participar do 1º Encontro da Rede Nordestina Audiovisual, a se realizar de 16 a 18 de abril de 2010, no Hotel Netuanah, localizado na Av. Cabo Branco, n.º 2698.
Este encontro será a culminância do projeto do Pontão RNA, que há um ano se propôs a promover a articulação entre os diversos agentes do audiovisual da região Nordeste. Estarão presentes no evento representantes de coletivos de produção independentes, pontos de culturas, núcleos de produção digital, cineclubes e ABDs de todos os estados do nordeste, assim como autoridades públicas voltadas ao desenvolvimento do audiovisual nas esferas políticas e mercadológicas. Nosso intuito é alcançar maiores benefícios para o desenvolvimento da área de maneira bem distribuída, compartilhando nossas experiências, caminhos e conquistas.
Durante o 1º Encontro da Rede Nordestina Audiovisual serão discutidos assuntos como ações governamentais para o audiovisual na região Nordeste, o planejamento e a gestão do fazer audiovisual, possibilidades e perspectivas para a produção e a difusão do curta-metragem.
A entrada é gratuita e as inscrições para o evento serão feitas no período da manhã do dia 16, na recepção do Hotel Netuanah.
As noites do evento, a partir das 20h, serão dedicadas a exibições de filmes na Usina Cultural Energisa.
No dia 16 será realizado o lançamento do Panorama do Curta-Metragem Paraibano, uma caixa contendo 7 DVDs com um recorte histórico desde os anos 60 até os anos 2000, com as principais produções do estado da Paraíba, a ser distribuída gratuitamente aos diversos agentes do audiovisual independente da região, para exibição não-comercial, estudo, pesquisa e difusão. O lançamento será acompanhado pela mostra Breve Panorama, com 5 curtas-metragens [um por década] extraídos do recorte geral da caixa.
No dia 17 acontecerá o lançamento de mais uma edição do Curtas ABD-PB, projeto que consiste na produção, divulgação e comercialização de DVDs com conteúdo audiovisual paraibano. A 3ª edição do projeto, A Máquina Virou, consiste na compilação de 5 importantes curtas-metragens produzidos na Paraíba de temática homossexual, sendo eles: Depois da curva, de Helton Paulino; Amanda e Monick, de André da Costa Pinto; Paola, de Eduardo Chaves; Homens, de Lúcia Caus e Bertrand Lira; Era vermelho seu batom, de Henrique Magalhães. Depois da sessão haverá um debate com os realizadores.
Para o último dia do evento, dia 18, reservamos a sessão Jam Session Audiovisual, onde os realizadores poderão levar seus curtas-metragens de até 15 minutos para serem exibidos. Traga a vasilha [e o seu DVD]!
Programação 1º Encontro RNA
Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual
ABD-PB
Dia 16 de abril de 2010
Manhã
8h | Cadastramento dos Participantes
9h | Abertura - Ações Governamentais para o Audiovisual na Região Nordeste
Boas vindas de Carlos Dowling, presidente da ABD-PB
Chico César, Diretor da FUNJOPE / PMJP
Silvio DaRin, Secretário do Audiovisual SAV / MinC
TT Catalão, Secretário de Cidadania e Cultura – SCC / MinC
10h | Coffee break
10h30 | Articulação Regional do Audiovisual – Propostas dos Pólos
Tarciana Portela, chefe da representação regional NE do MinC
David Fernandes, Sub-secretário da Cultura da Paraíba
Carlos Dowling, Presidente da ABD-PB
Carla Francine, Coordenadora de Audiovisual da FUNDARPE / PE
Sofia Federico, Representante da DIMAS - BA
Tarde
14h | Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual – ABD-PB: Ações
15h15 | Coffee break
15h30 | Curta-Metragem e Difusão – Mediação Liuba de Medeiros
Rafael Pereira Oliveira, Coordenador-Geral de Difusão de Direitos Autorais e de Acesso à Cultura– DDI / SPC / MinC
Solange Lima, Presidente da ABD Nacional
Claudino de Jesus, Presidente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes
Indira Amaral, Presidente da Fundação Aperipê / TV Aperipê
Noite
20h | Lançamento da Caixa do Panorama do Curta-metragem Paraibano [Box com 07 DVDs]
Mostra Audiovisual
- Os Romeiros da Guia – João Ramiro e Vladimir Carvalho [doc, 16’, p&b, 35mm, 1962]
- A Pedra da Riqueza – Vladimir Carvalho [doc, 16’, p&p, 35mm, 1975]
- Imagens do Declínio ou Beba Coca - Babe Cola Brasil! – Torquato Joel e Bertrand Lira [doc, 6’, cor, super-8, 1982]
- O Verme na Alma – Torquato Joel [exp, 4’, p&b, 35mm, 1998]
- O Plano do Cachorro – Arthur Lins e Ely Marques [fic, 10’, cor, 16mm, 2009]
Dia 17 de abril de 2010
Manhã
9h | GTs
Tarde
14h | Gestão e Planejamento Estratégico para o Audiovisual – Mediação Mariah Benaglia
Cláudia Costa, Presidente do Arranjo Produtivo Local do Audiovisual - GO
Arnaldo Junior, consultor do SEBRAE-PB
Tibico Brasil, gerente Ambiente de Gestão da Cultura - BNB
15h15 | Coffee break
15h30 | “Ctrl-V: VideoControl”, de Hollywood à Convergência Digital – Mediação Arthur Lins
Leonardo Brant, editor do site Cultura e Mercado
Tatiana Tavares, Representante do LAVID-UFPB / XPTA.LAB PB e RN
Noite
20h | Lançamento da 3ª edição Curtas ABD-PB: A Máquina Virou [Curtas-Metragens Paraibanos com Temática Homosexual]
Mostra Audiovisual
- Era Vermelho seu Batom – Henrique Magalhães [fic, 10’, cor, super-8, 1983]
- Paola – Eduardo Chaves [doc, 18’, cor, hi-8, 2004]
- Amanda e Monick – André da Costa Pinto [doc, 18’, cor, mini-dv, 2008]
- Homens – Bertrand Lira [doc, 21’, cor, mini-dv/35mm, 2008]
- Depois da Curva – Helton Paulino [fic, 18’, cor, HD, 2009]
Dia 18 de abril de 2010
Manhã
9h | GTs
Tarde
14h | Formação e Produção – Mediação Carlos Dowling
Cynthia Falcão, representante do CANNE – Centro Audiovisual Norte-Nordeste
Hermano Figueiredo, coordenador nacional do Programa Olhar Brasil
15h | Rede Nordestina Audiovisual – Desafios e Perspectivas
[Fechamento dos documentos gerados pelos Gts e documento geral do encontro]
Noite
20h | Mostra Audiovisual
Traga a Vasilha!
[Jam session Audiovisual com Filmes do Público]
22h | Festa de Encerramento
Discotecagem com Las Coquetes Plutônicas
Realização: ABD-PB, Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual
Patrocínio: Ministério da Cultura, Programa Cultura Viva, Prefeitura Municipal de João Pessoa, Fundação Cultural de João Pessoa [Funjope]
Apoio: Universidade Federal da Paraíba [UFPB], Usina Cultural Energisa, SEBRAE-PB, Tintin Cineclube, Cine Mais Cultura e Conselho Nacional de Cineclubes [CNC]
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A ABD-PB [Associação Brasileira de Documentaristas – Secção Paraíba] convida todos os interessados na área de audiovisual para participar do 1º Encontro da Rede Nordestina Audiovisual, a se realizar de 16 a 18 de abril de 2010, no Hotel Netuanah, localizado na Av. Cabo Branco, n.º 2698.
Este encontro será a culminância do projeto do Pontão RNA, que há um ano se propôs a promover a articulação entre os diversos agentes do audiovisual da região Nordeste. Estarão presentes no evento representantes de coletivos de produção independentes, pontos de culturas, núcleos de produção digital, cineclubes e ABDs de todos os estados do nordeste, assim como autoridades públicas voltadas ao desenvolvimento do audiovisual nas esferas políticas e mercadológicas. Nosso intuito é alcançar maiores benefícios para o desenvolvimento da área de maneira bem distribuída, compartilhando nossas experiências, caminhos e conquistas.
Durante o 1º Encontro da Rede Nordestina Audiovisual serão discutidos assuntos como ações governamentais para o audiovisual na região Nordeste, o planejamento e a gestão do fazer audiovisual, possibilidades e perspectivas para a produção e a difusão do curta-metragem.
A entrada é gratuita e as inscrições para o evento serão feitas no período da manhã do dia 16, na recepção do Hotel Netuanah.
As noites do evento, a partir das 20h, serão dedicadas a exibições de filmes na Usina Cultural Energisa.
No dia 16 será realizado o lançamento do Panorama do Curta-Metragem Paraibano, uma caixa contendo 7 DVDs com um recorte histórico desde os anos 60 até os anos 2000, com as principais produções do estado da Paraíba, a ser distribuída gratuitamente aos diversos agentes do audiovisual independente da região, para exibição não-comercial, estudo, pesquisa e difusão. O lançamento será acompanhado pela mostra Breve Panorama, com 5 curtas-metragens [um por década] extraídos do recorte geral da caixa.
No dia 17 acontecerá o lançamento de mais uma edição do Curtas ABD-PB, projeto que consiste na produção, divulgação e comercialização de DVDs com conteúdo audiovisual paraibano. A 3ª edição do projeto, A Máquina Virou, consiste na compilação de 5 importantes curtas-metragens produzidos na Paraíba de temática homossexual, sendo eles: Depois da curva, de Helton Paulino; Amanda e Monick, de André da Costa Pinto; Paola, de Eduardo Chaves; Homens, de Lúcia Caus e Bertrand Lira; Era vermelho seu batom, de Henrique Magalhães. Depois da sessão haverá um debate com os realizadores.
Para o último dia do evento, dia 18, reservamos a sessão Jam Session Audiovisual, onde os realizadores poderão levar seus curtas-metragens de até 15 minutos para serem exibidos. Traga a vasilha [e o seu DVD]!
Programação 1º Encontro RNA
Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual
ABD-PB
Dia 16 de abril de 2010
Manhã
8h | Cadastramento dos Participantes
9h | Abertura - Ações Governamentais para o Audiovisual na Região Nordeste
Boas vindas de Carlos Dowling, presidente da ABD-PB
Chico César, Diretor da FUNJOPE / PMJP
Silvio DaRin, Secretário do Audiovisual SAV / MinC
TT Catalão, Secretário de Cidadania e Cultura – SCC / MinC
10h | Coffee break
10h30 | Articulação Regional do Audiovisual – Propostas dos Pólos
Tarciana Portela, chefe da representação regional NE do MinC
David Fernandes, Sub-secretário da Cultura da Paraíba
Carlos Dowling, Presidente da ABD-PB
Carla Francine, Coordenadora de Audiovisual da FUNDARPE / PE
Sofia Federico, Representante da DIMAS - BA
Tarde
14h | Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual – ABD-PB: Ações
15h15 | Coffee break
15h30 | Curta-Metragem e Difusão – Mediação Liuba de Medeiros
Rafael Pereira Oliveira, Coordenador-Geral de Difusão de Direitos Autorais e de Acesso à Cultura– DDI / SPC / MinC
Solange Lima, Presidente da ABD Nacional
Claudino de Jesus, Presidente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes
Indira Amaral, Presidente da Fundação Aperipê / TV Aperipê
Noite
20h | Lançamento da Caixa do Panorama do Curta-metragem Paraibano [Box com 07 DVDs]
Mostra Audiovisual
- Os Romeiros da Guia – João Ramiro e Vladimir Carvalho [doc, 16’, p&b, 35mm, 1962]
- A Pedra da Riqueza – Vladimir Carvalho [doc, 16’, p&p, 35mm, 1975]
- Imagens do Declínio ou Beba Coca - Babe Cola Brasil! – Torquato Joel e Bertrand Lira [doc, 6’, cor, super-8, 1982]
- O Verme na Alma – Torquato Joel [exp, 4’, p&b, 35mm, 1998]
- O Plano do Cachorro – Arthur Lins e Ely Marques [fic, 10’, cor, 16mm, 2009]
Dia 17 de abril de 2010
Manhã
9h | GTs
Tarde
14h | Gestão e Planejamento Estratégico para o Audiovisual – Mediação Mariah Benaglia
Cláudia Costa, Presidente do Arranjo Produtivo Local do Audiovisual - GO
Arnaldo Junior, consultor do SEBRAE-PB
Tibico Brasil, gerente Ambiente de Gestão da Cultura - BNB
15h15 | Coffee break
15h30 | “Ctrl-V: VideoControl”, de Hollywood à Convergência Digital – Mediação Arthur Lins
Leonardo Brant, editor do site Cultura e Mercado
Tatiana Tavares, Representante do LAVID-UFPB / XPTA.LAB PB e RN
Noite
20h | Lançamento da 3ª edição Curtas ABD-PB: A Máquina Virou [Curtas-Metragens Paraibanos com Temática Homosexual]
Mostra Audiovisual
- Era Vermelho seu Batom – Henrique Magalhães [fic, 10’, cor, super-8, 1983]
- Paola – Eduardo Chaves [doc, 18’, cor, hi-8, 2004]
- Amanda e Monick – André da Costa Pinto [doc, 18’, cor, mini-dv, 2008]
- Homens – Bertrand Lira [doc, 21’, cor, mini-dv/35mm, 2008]
- Depois da Curva – Helton Paulino [fic, 18’, cor, HD, 2009]
Dia 18 de abril de 2010
Manhã
9h | GTs
Tarde
14h | Formação e Produção – Mediação Carlos Dowling
Cynthia Falcão, representante do CANNE – Centro Audiovisual Norte-Nordeste
Hermano Figueiredo, coordenador nacional do Programa Olhar Brasil
15h | Rede Nordestina Audiovisual – Desafios e Perspectivas
[Fechamento dos documentos gerados pelos Gts e documento geral do encontro]
Noite
20h | Mostra Audiovisual
Traga a Vasilha!
[Jam session Audiovisual com Filmes do Público]
22h | Festa de Encerramento
Discotecagem com Las Coquetes Plutônicas
Realização: ABD-PB, Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual
Patrocínio: Ministério da Cultura, Programa Cultura Viva, Prefeitura Municipal de João Pessoa, Fundação Cultural de João Pessoa [Funjope]
Apoio: Universidade Federal da Paraíba [UFPB], Usina Cultural Energisa, SEBRAE-PB, Tintin Cineclube, Cine Mais Cultura e Conselho Nacional de Cineclubes [CNC]
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economiadacultura
Economia da Cultura e Desenvolvimento: Seminário itinerante chega a João Pessoa.
Economia da Cultura e Desenvolvimento: Seminário itinerante chega a João Pessoa. O projeto é uma iniciativa da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e conta com o apoio dos SEBRAEs estaduais e da Garimpo de Soluções. A proposta do seminário itinerante surgiu a partir da identificação de demandas regionais por meio de informações instrumentais acerca do potencial econômico da cultura voltado para o desenvolvimento dos estados das nove cidades visitadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
O seminário visa, além de promover a reflexão sobre a temática proposta, incentivar a implementação de ações integradas entre destacadas instituições públicas e privadas das localidades, objetivando contribuir para a profissionalização do setor e a consequente qualificação e ampliação dos resultados junto às populações regionais. Complementando as palestras, haverá o lançamento do livro "Economia da Cultura - ideias e vivências", organizado por Ana Carla Fonseca Reis e Kátia de Marco, que reúne pesquisas, conceitos e relatos institucionais que aprofundam o assunto de maneira esclarecedora e descomplicada. Em cada região serão contempladas três capitais, articulando potenciais agentes públicos e privados envolvidos nesse processo, mediante trocas de experiências, com intuito de contribuir para se lançar as bases de programas estaduais e municipais voltados à dinamização dos setores socioculturais.
Cada seminário será estruturado em três mesas redondas, compostas por um especialista nacional e um representante local, de modo a garantir o maior leque possível de informações e relatos, por parte dos palestrantes e a necessária segmentação para o contexto regional, por parte do convidado local. Cada mesa durará cerca de uma hora e meia.
A importância do evento se dá em função de a Economia da Cultura vir crescentemente desempenhando um papel fundamental no alicerçamento de uma estratégia alternativa de desenvolvimento socioeconômico, na promoção dos valores, criatividade, qualidade de vida e imagem de nosso país - tanto internamente, quanto no exterior - e na geração de emprego, renda e inclusão sociocultural. Desta forma o evento cumpre a tarefa de responder às necessidades de conscientização, promoção de reflexões e debates acerca do tema, que visem, ainda, o incentivo à implementação de ações culturais mediante investimento organizacional público e privado, a partir da aplicação de métodos, índices e ferramentas da economia, em interação com processos e metodologias profissionalizadas na área de gestão cultural.
Objetivos do Seminário:
- Oferecer aos agentes públicos, privados e da sociedade civil que atuam ou têm interesse em atuar nas esferas culturais e sociais na região Norte, uma visão panorâmica da economia da cultura como fator de desenvolvimento econômico, conciliando os mundos econômico e cultural; - Aprimorar a capacidade de análise das tensões e interações que se estabelecem entre interesses nacionais e internacionais, setores econômicos e agentes públicos e privados, com relação à cultura e seu potencial econômico; - Contribuir para a ativação e a operacionalização de programas, projetos e ações socioculturais, enfatizando seu potencial propulsor do desenvolvimento socioeconômico regional e nacional.
Público-alvo:
- Gestores, produtores e atores da cultura; economistas; administradores; sociólogos; profissionais da área de comunicação; turismólogos; arquitetos e urbanistas; jornalistas; profissionais de relações internacionais; estudantes e interessados em geral.
Datas e cidades
07/04 – Cuiabá (MT)
08/04 – Campo Grande (MS)
09/04 – Goiânia (GO)
15/04 – Aracaju (SE)
16/04 – Maceió (AL)
17/04 – João Pessoa (PB)
31/05 – Palmas (TO)
01/06- Belém (PA)
02/06 – Macapá (AP)
Programa do evento:
08h30 - Recepção e credenciamento.
09h00 - Abertura
09h15 - Mesa I - A Cultura no cenário brasileiro - contexto e futuro – Kátia de Marco (ABGC e UCAM) Visão ampliada da cultura na atualidade / a intensificação do diálogo entre cultura, desenvolvimento e sustentabilidade / o potencial econômico da cultura / a profissionalização dos setores culturais e a importância organizacional nas ações e instituições culturais/ o impacto das novas tecnologias na produção, na distribuição e consumo culturais.
10h – Palestra com representante da subsecretaria de cultura do estado da Paraíba e Chico Cesar - Fundação Cultural de Joao Pessoa – FUNJOPE.
Debate com o público.
11h00 - Mesa II – Economia da cultura – uma abordagem prática – Leandro Valiati (UFRGS) Traduzindo e descomplicando a economia / princípios e conceitos básicos de economia reconhecidos no dia-a-dia e aplicados ao campo cultural/ o papel das esferas pública e privada e à sociedade civil/ experiências de conscientização, formação e capacitação em economia da cultura, já desenvolvidas no Brasil /a inserção estratégica da economia da cultura nas políticas culturais.
11h45 – Palestra com Buda Lira - Centro Cultural Piollin e Durval Leal – Paraiwa.
Debate com o público
12h 30 – Almoço Livre
14h - Mesa III - Economia da cultura e desenvolvimento – estratégias nacionais e panorama regional – Ana Carla Fonseca Reis (ONU e Garimpo de Soluções) Economia, cultura e desenvolvimento - conceitos complexos e entrelaçados/ a interação desses conceitos como estratégia para o desenvolvimento sustentável dos estados / como os instrumentos e marcos regulatórios contribuem para maximizar os resultados das ações culturais / visão da economia da cultura de forma sistêmica, considerando especificidades locais e fluxos internacionais de bens e serviços culturais / a tensão gerada pelos direitos de propriedade intelectual, em especial em regiões nas quais há uma profusão de saberes e fazeres culturais tradicionais /o papel do turismo cultural e da economia criativa nessa discussão.
14h45 – Palestra com Ricardo Pinto do Centro Cultural do Banco do Nordeste - CCBN e Representante da Usina Cultural Energisa. Debate com o público
15h 30 - Lançamento do livro: Economia da cultura – ideias e vivências.
Organizadoras: Ana Carla Fonseca Reis e Kátia de Marco
Autores: Adair Rocha; Ana Carla Fonseca Reis; Carlos Frederico Barros, Cristina Lins, Eliane Costa, Fabio Ferreira; Heliana Marinho; Ivan Lee; José Arnaldo Deutscher; Kátia de Marco; Leandro Valiati; Lia Calabre; Luiz Carlos Prestes; Marcos Mantoan; Paulo Miguez; Rita Pinheiro Machado; Sydney Sanches; Tânia Pires. Editora: e-livre , RJ
16h30 - Encerramento.
CV dos Palestrantes
- Ana Carla Fonseca Reis: Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo (USP). Mestre com distinção e louvor em Administração de Empresas (USP), Administradora Pública (FGV/SP), Economista (USP). Fundadora da empresa “Garimpo de Soluções – economia, cultura e desenvolvimento”. Consultora internacional e conferencista em cinco línguas em economia da cultura, economia criativa, cidades criativas e desenvolvimento local, é assessora para a ONU, curadora de seminários em vários países e escritora, dentre outros, de Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável (Manole 2006), agraciado com o Prêmio Jabuti 2007, na categoria de economia, administração e negócios. Professora da FGV/SP e da UCAM/RJ. Contato: anacarla@garimpodesolucoes.com.br
- Kátia de Marco: Mestre em Ciência da Arte e Graduada em Ciências Sociais e pela Universidade Federal Fluminense. Coordena e leciona no Programa de Pós-graduação em Estudos Culturais e Sociais da Universidade Candido Mendes e é coordenadora acadêmica dos MBA em Gestão Cultural, da Pós-graduação em Produção Cultural e do MBA em Gestão Social da Universidade Candido Mendes. Fundou e é presidente da Associação Brasileira de Gestão Cultural. Também atua como subsecretária de planejamento cultural em Niterói/RJ. Contato: kmarco@gestaocultural.org.br
- Leandro Valiati: Economista (UFRGS), Mestre em Planejamento Urbano com ênfase em aplicações da Economia da Cultura no contexto urbano (PROPUR-UFRGS), Doutorando em Economia do Desenvolvimento (PPGE-UFRGS), professor da Especialização em Economia da Cultura (PPGE-UFRGS), especialista em construção de indicadores de avaliação sócio-econômica de projetos e programas culturais e sociais, organizador e autor do livro Economia da Cultura: Bem-Estar Econômico e Evolução Cultural, editora da UFRGS. Contato: l.valiati@terra.com.br
Inscrições:
Preencher a ficha em anexo e enviar a:
MAISA@pb.sebrae.com.br
gerson.abrantes@gmail.com
VAGAS LIMITADAS! INSCRIÇÕES ATÉ 15/04
Serviço:
Seminário Itinerante: Economia da Cultura e Desenvolvimento
Sábado, 17/04
08:30h
SEBRAE, João Pessoa - PB
Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC):
www.gestaocultural.org.br |
abgc@gestaocultural.org.br
Telefone: (21) 3543 – 6489/ (21) 9972 - 7693 |
Contato: Luísa Sena (Gerente de Projetos)
SEBRAE/PB:
Economia da Cultura e Desenvolvimento: Seminário itinerante chega a João Pessoa. O projeto é uma iniciativa da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e conta com o apoio dos SEBRAEs estaduais e da Garimpo de Soluções. A proposta do seminário itinerante surgiu a partir da identificação de demandas regionais por meio de informações instrumentais acerca do potencial econômico da cultura voltado para o desenvolvimento dos estados das nove cidades visitadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
O seminário visa, além de promover a reflexão sobre a temática proposta, incentivar a implementação de ações integradas entre destacadas instituições públicas e privadas das localidades, objetivando contribuir para a profissionalização do setor e a consequente qualificação e ampliação dos resultados junto às populações regionais. Complementando as palestras, haverá o lançamento do livro "Economia da Cultura - ideias e vivências", organizado por Ana Carla Fonseca Reis e Kátia de Marco, que reúne pesquisas, conceitos e relatos institucionais que aprofundam o assunto de maneira esclarecedora e descomplicada. Em cada região serão contempladas três capitais, articulando potenciais agentes públicos e privados envolvidos nesse processo, mediante trocas de experiências, com intuito de contribuir para se lançar as bases de programas estaduais e municipais voltados à dinamização dos setores socioculturais.
Cada seminário será estruturado em três mesas redondas, compostas por um especialista nacional e um representante local, de modo a garantir o maior leque possível de informações e relatos, por parte dos palestrantes e a necessária segmentação para o contexto regional, por parte do convidado local. Cada mesa durará cerca de uma hora e meia.
A importância do evento se dá em função de a Economia da Cultura vir crescentemente desempenhando um papel fundamental no alicerçamento de uma estratégia alternativa de desenvolvimento socioeconômico, na promoção dos valores, criatividade, qualidade de vida e imagem de nosso país - tanto internamente, quanto no exterior - e na geração de emprego, renda e inclusão sociocultural. Desta forma o evento cumpre a tarefa de responder às necessidades de conscientização, promoção de reflexões e debates acerca do tema, que visem, ainda, o incentivo à implementação de ações culturais mediante investimento organizacional público e privado, a partir da aplicação de métodos, índices e ferramentas da economia, em interação com processos e metodologias profissionalizadas na área de gestão cultural.
Objetivos do Seminário:
- Oferecer aos agentes públicos, privados e da sociedade civil que atuam ou têm interesse em atuar nas esferas culturais e sociais na região Norte, uma visão panorâmica da economia da cultura como fator de desenvolvimento econômico, conciliando os mundos econômico e cultural; - Aprimorar a capacidade de análise das tensões e interações que se estabelecem entre interesses nacionais e internacionais, setores econômicos e agentes públicos e privados, com relação à cultura e seu potencial econômico; - Contribuir para a ativação e a operacionalização de programas, projetos e ações socioculturais, enfatizando seu potencial propulsor do desenvolvimento socioeconômico regional e nacional.
Público-alvo:
- Gestores, produtores e atores da cultura; economistas; administradores; sociólogos; profissionais da área de comunicação; turismólogos; arquitetos e urbanistas; jornalistas; profissionais de relações internacionais; estudantes e interessados em geral.
Datas e cidades
07/04 – Cuiabá (MT)
08/04 – Campo Grande (MS)
09/04 – Goiânia (GO)
15/04 – Aracaju (SE)
16/04 – Maceió (AL)
17/04 – João Pessoa (PB)
31/05 – Palmas (TO)
01/06- Belém (PA)
02/06 – Macapá (AP)
Programa do evento:
08h30 - Recepção e credenciamento.
09h00 - Abertura
09h15 - Mesa I - A Cultura no cenário brasileiro - contexto e futuro – Kátia de Marco (ABGC e UCAM) Visão ampliada da cultura na atualidade / a intensificação do diálogo entre cultura, desenvolvimento e sustentabilidade / o potencial econômico da cultura / a profissionalização dos setores culturais e a importância organizacional nas ações e instituições culturais/ o impacto das novas tecnologias na produção, na distribuição e consumo culturais.
10h – Palestra com representante da subsecretaria de cultura do estado da Paraíba e Chico Cesar - Fundação Cultural de Joao Pessoa – FUNJOPE.
Debate com o público.
11h00 - Mesa II – Economia da cultura – uma abordagem prática – Leandro Valiati (UFRGS) Traduzindo e descomplicando a economia / princípios e conceitos básicos de economia reconhecidos no dia-a-dia e aplicados ao campo cultural/ o papel das esferas pública e privada e à sociedade civil/ experiências de conscientização, formação e capacitação em economia da cultura, já desenvolvidas no Brasil /a inserção estratégica da economia da cultura nas políticas culturais.
11h45 – Palestra com Buda Lira - Centro Cultural Piollin e Durval Leal – Paraiwa.
Debate com o público
12h 30 – Almoço Livre
14h - Mesa III - Economia da cultura e desenvolvimento – estratégias nacionais e panorama regional – Ana Carla Fonseca Reis (ONU e Garimpo de Soluções) Economia, cultura e desenvolvimento - conceitos complexos e entrelaçados/ a interação desses conceitos como estratégia para o desenvolvimento sustentável dos estados / como os instrumentos e marcos regulatórios contribuem para maximizar os resultados das ações culturais / visão da economia da cultura de forma sistêmica, considerando especificidades locais e fluxos internacionais de bens e serviços culturais / a tensão gerada pelos direitos de propriedade intelectual, em especial em regiões nas quais há uma profusão de saberes e fazeres culturais tradicionais /o papel do turismo cultural e da economia criativa nessa discussão.
14h45 – Palestra com Ricardo Pinto do Centro Cultural do Banco do Nordeste - CCBN e Representante da Usina Cultural Energisa. Debate com o público
15h 30 - Lançamento do livro: Economia da cultura – ideias e vivências.
Organizadoras: Ana Carla Fonseca Reis e Kátia de Marco
Autores: Adair Rocha; Ana Carla Fonseca Reis; Carlos Frederico Barros, Cristina Lins, Eliane Costa, Fabio Ferreira; Heliana Marinho; Ivan Lee; José Arnaldo Deutscher; Kátia de Marco; Leandro Valiati; Lia Calabre; Luiz Carlos Prestes; Marcos Mantoan; Paulo Miguez; Rita Pinheiro Machado; Sydney Sanches; Tânia Pires. Editora: e-livre , RJ
16h30 - Encerramento.
CV dos Palestrantes
- Ana Carla Fonseca Reis: Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo (USP). Mestre com distinção e louvor em Administração de Empresas (USP), Administradora Pública (FGV/SP), Economista (USP). Fundadora da empresa “Garimpo de Soluções – economia, cultura e desenvolvimento”. Consultora internacional e conferencista em cinco línguas em economia da cultura, economia criativa, cidades criativas e desenvolvimento local, é assessora para a ONU, curadora de seminários em vários países e escritora, dentre outros, de Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável (Manole 2006), agraciado com o Prêmio Jabuti 2007, na categoria de economia, administração e negócios. Professora da FGV/SP e da UCAM/RJ. Contato: anacarla@garimpodesolucoes.com.br
- Kátia de Marco: Mestre em Ciência da Arte e Graduada em Ciências Sociais e pela Universidade Federal Fluminense. Coordena e leciona no Programa de Pós-graduação em Estudos Culturais e Sociais da Universidade Candido Mendes e é coordenadora acadêmica dos MBA em Gestão Cultural, da Pós-graduação em Produção Cultural e do MBA em Gestão Social da Universidade Candido Mendes. Fundou e é presidente da Associação Brasileira de Gestão Cultural. Também atua como subsecretária de planejamento cultural em Niterói/RJ. Contato: kmarco@gestaocultural.org.br
- Leandro Valiati: Economista (UFRGS), Mestre em Planejamento Urbano com ênfase em aplicações da Economia da Cultura no contexto urbano (PROPUR-UFRGS), Doutorando em Economia do Desenvolvimento (PPGE-UFRGS), professor da Especialização em Economia da Cultura (PPGE-UFRGS), especialista em construção de indicadores de avaliação sócio-econômica de projetos e programas culturais e sociais, organizador e autor do livro Economia da Cultura: Bem-Estar Econômico e Evolução Cultural, editora da UFRGS. Contato: l.valiati@terra.com.br
Inscrições:
Preencher a ficha em anexo e enviar a:
MAISA@pb.sebrae.com.br
gerson.abrantes@gmail.com
VAGAS LIMITADAS! INSCRIÇÕES ATÉ 15/04
Serviço:
Seminário Itinerante: Economia da Cultura e Desenvolvimento
Sábado, 17/04
08:30h
SEBRAE, João Pessoa - PB
Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC):
www.gestaocultural.org.br |
abgc@gestaocultural.org.br
Telefone: (21) 3543 – 6489/ (21) 9972 - 7693 |
Contato: Luísa Sena (Gerente de Projetos)
SEBRAE/PB:
quarta-feira, 14 de abril de 2010
LEI 12.227 - MULHER
Sancionada lei que cria Relatório Anual Socioeconômico da Mulher
Foi sancionada ontem (12 de abril) e publicada hoje pelo Presidente da República em exercício (o vice-presidente José Alencar) a lei de autoria da deputada Luiza Erundina que cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher. A iniciativa se transformou na Lei Nº 12.227, e foi publicada na edição de hoje (13) do Diário Oficial da União
O objetivo do relatório é reunir, em um só documento, dados socioeconômicos e informações relativas a políticas públicas voltadas às mulheres no Brasil. “Hoje os dados estão dispersos e cada ministério tem isoladamente - ou não tem - esses dados, sem nenhuma condensação. Essa é uma medida que vai obrigar o Poder Executivo a reunir esses dados”, explica a deputada Luiza Erundina.
Além de obrigar o Poder Executivo a reunir esses dados, a medida possibilitará que a sociedade acompanhe e fiscalize as ações do governo voltadas para as mulheres, bem como servirá de base ao planejamento de novas políticas públicas de gênero.
Abaixo, o texto da lei na íntegra:
LEI Nº 12.227, DE 12 DE ABRIL DE 2010
Cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher.
O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º É instituído o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher - RASEAM, que compreenderá os seguintes dados relativos à população feminina no Brasil:
I - taxa de emprego formal, por setor de atividade;
II - taxa de participação na população economicamente ativa e no pessoal ocupado e desocupado;
III - taxa de desemprego aberto, por setor de atividade;
IV - taxa de participação no pessoal ocupado, por setor de atividade e posição na ocupação;
V - rendimento médio real das mulheres ocupadas, por setor de atividade e posição na ocupação;
VI - total dos rendimentos das mulheres ocupadas;
VII - número de vítimas de violência física, sexual ou psicológica;
VIII - índice de participação trabalhista em ambientes insalubres;
IX - expectativa média de vida;
X - taxa de mortalidade e suas principais causas;
XI - taxa de participação na composição etária e étnica da população em geral;
XII - grau médio de escolaridade;
XIII - taxa de incidência de gravidez na adolescência;
XIV - taxa de incidência de doenças próprias da mulher e daquelas sexualmente transmissíveis;
XV - proporção das mulheres chefes de domicílio, considerando escolaridade, renda média, acesso à eletricidade, água tratada, esgotamento sanitário e coleta de lixo;
XVI - cobertura previdenciária oficial para trabalhadoras ativas e inativas;
XVII - disposições dos tratados e das conferências internacionais pertinentes de que o Brasil seja signatário ou participante;
XVIII - quaisquer outras informações julgadas relevantes pelo órgão responsável pela elaboração e publicação do Raseam.
Art. 2º Para aplicação do disposto no art. 1o desta Lei serão considerados:
I - pesquisa nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Brasília, Cuiabá, Belém, Manaus, Fortaleza e Curitiba;
II - setor de atividade: indústria de transformação, construção civil, comércio, serviços e outras atividades;
III - posição na ocupação: com Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS, sem Carteira, conta própria e empregadora.
Parágrafo único. No ano subsequente à realização do Censo Demográfico, a amostragem inscrita no inciso I do caput deste artigo abrangerá todos os municípios brasileiros.
Art. 3º Para os efeitos desta Lei, os dados inscritos no Raseam serão publicados anualmente.
Art. 4º Os dados do Raseam terão por base as informações e os levantamentos:
I - da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, por meio da realização do Censo Demográfico, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD e da Pesquisa Mensal de Emprego - PME;
II - do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA;
III - da Presidência da República;
IV - do Ministério do Trabalho e Emprego;
V - do Ministério das Relações Exteriores;
VI - do Ministério da Justiça;
VII - do Ministério da Saúde;
VIII - do Ministério da Educação;
IX - do Ministério da Previdência Social;
X - de outras instituições, nacionais e internacionais, públicas e privadas, que produzam dados pertinentes à formulação e à implementação de políticas públicas de interesse para as mulheres.
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 12 de abril de 2010; 189º da Independência e 122º da República.
JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
Nilcéa Freire
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Contato:
Brasília/DF
Câmara dos deputados - Anexo IV - Gab. 620 - CEP: 70160-900
Fone: 61 3215-5620 • Fax: 61 3215-2620 • dep.luizaerundina@camara.gov.br
São Paulo/SP
Rua Piirtuba, 349 - Mirandópolis - CEP: 04052-120
Fone/Fax: 11 5078-6642/6643• escritoriosaopaulo@luizaerundina.com.br
www.luizaerundina.com.br
Foi sancionada ontem (12 de abril) e publicada hoje pelo Presidente da República em exercício (o vice-presidente José Alencar) a lei de autoria da deputada Luiza Erundina que cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher. A iniciativa se transformou na Lei Nº 12.227, e foi publicada na edição de hoje (13) do Diário Oficial da União
O objetivo do relatório é reunir, em um só documento, dados socioeconômicos e informações relativas a políticas públicas voltadas às mulheres no Brasil. “Hoje os dados estão dispersos e cada ministério tem isoladamente - ou não tem - esses dados, sem nenhuma condensação. Essa é uma medida que vai obrigar o Poder Executivo a reunir esses dados”, explica a deputada Luiza Erundina.
Além de obrigar o Poder Executivo a reunir esses dados, a medida possibilitará que a sociedade acompanhe e fiscalize as ações do governo voltadas para as mulheres, bem como servirá de base ao planejamento de novas políticas públicas de gênero.
Abaixo, o texto da lei na íntegra:
LEI Nº 12.227, DE 12 DE ABRIL DE 2010
Cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher.
O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º É instituído o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher - RASEAM, que compreenderá os seguintes dados relativos à população feminina no Brasil:
I - taxa de emprego formal, por setor de atividade;
II - taxa de participação na população economicamente ativa e no pessoal ocupado e desocupado;
III - taxa de desemprego aberto, por setor de atividade;
IV - taxa de participação no pessoal ocupado, por setor de atividade e posição na ocupação;
V - rendimento médio real das mulheres ocupadas, por setor de atividade e posição na ocupação;
VI - total dos rendimentos das mulheres ocupadas;
VII - número de vítimas de violência física, sexual ou psicológica;
VIII - índice de participação trabalhista em ambientes insalubres;
IX - expectativa média de vida;
X - taxa de mortalidade e suas principais causas;
XI - taxa de participação na composição etária e étnica da população em geral;
XII - grau médio de escolaridade;
XIII - taxa de incidência de gravidez na adolescência;
XIV - taxa de incidência de doenças próprias da mulher e daquelas sexualmente transmissíveis;
XV - proporção das mulheres chefes de domicílio, considerando escolaridade, renda média, acesso à eletricidade, água tratada, esgotamento sanitário e coleta de lixo;
XVI - cobertura previdenciária oficial para trabalhadoras ativas e inativas;
XVII - disposições dos tratados e das conferências internacionais pertinentes de que o Brasil seja signatário ou participante;
XVIII - quaisquer outras informações julgadas relevantes pelo órgão responsável pela elaboração e publicação do Raseam.
Art. 2º Para aplicação do disposto no art. 1o desta Lei serão considerados:
I - pesquisa nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Brasília, Cuiabá, Belém, Manaus, Fortaleza e Curitiba;
II - setor de atividade: indústria de transformação, construção civil, comércio, serviços e outras atividades;
III - posição na ocupação: com Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS, sem Carteira, conta própria e empregadora.
Parágrafo único. No ano subsequente à realização do Censo Demográfico, a amostragem inscrita no inciso I do caput deste artigo abrangerá todos os municípios brasileiros.
Art. 3º Para os efeitos desta Lei, os dados inscritos no Raseam serão publicados anualmente.
Art. 4º Os dados do Raseam terão por base as informações e os levantamentos:
I - da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, por meio da realização do Censo Demográfico, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD e da Pesquisa Mensal de Emprego - PME;
II - do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA;
III - da Presidência da República;
IV - do Ministério do Trabalho e Emprego;
V - do Ministério das Relações Exteriores;
VI - do Ministério da Justiça;
VII - do Ministério da Saúde;
VIII - do Ministério da Educação;
IX - do Ministério da Previdência Social;
X - de outras instituições, nacionais e internacionais, públicas e privadas, que produzam dados pertinentes à formulação e à implementação de políticas públicas de interesse para as mulheres.
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 12 de abril de 2010; 189º da Independência e 122º da República.
JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
TOURNE
TURNÊ CABRUÊRA - FORA DO EIXO (SP/MG)
07.04 – Campinas (SP)
08.04 – São Paulo (SP)
09 e 10.04 - day off
11.04 – Araraquara (SP)
12.04 – São Carlos (SP)
13.04 – São Carlos (SP)
14.04 – Bauru (SP)
15.04 – Guaxupé (SP)
16.04 – Franca (SP)
17.04 – Uberlândia (MG)
18.04 – Belo Horizonte (MG)
07.04 – Campinas (SP)
08.04 – São Paulo (SP)
09 e 10.04 - day off
11.04 – Araraquara (SP)
12.04 – São Carlos (SP)
13.04 – São Carlos (SP)
14.04 – Bauru (SP)
15.04 – Guaxupé (SP)
16.04 – Franca (SP)
17.04 – Uberlândia (MG)
18.04 – Belo Horizonte (MG)
quarta-feira, 7 de abril de 2010
FENART
Mostra Competitiva Audiovisual do XIII Fenart recebe inscrições até o dia 30 de abril
A Mostra Competitiva Audiovisual que acontecerá dentro da programação do XIII Fenart, entre os dias 24 e 28 de maio, recebe inscrições de curtas-metragens de todo o país até o dia 30 de abril. O principal intuito da mostra é incentivar, divulgar e premiar a produção audiovisual de curta-metragem brasileira, além de suscitar a formação e a manutenção de público para o cinema nacional.
Serão aceitas inscrições de curtas-metragens brasileiros, sem distinção de gênero e de formato de finalização ou captação, concluídos a partir de 2008, com duração máxima de 20 minutos.
A Mostra de caráter competitivo oferecerá premiação de R$ 1.000,00 para os primeiros colocados nas categorias: curta-metragem de ficção, curta-metragem documental e inovação da linguagem audiovisual. Além desses, também será oferecida premiação de R$ 1.000,00 para o melhor curta-metragem escolhido através de voto popular.
O regulamento e a ficha de inscrição da Mostra Competitiva Audiovisual podem ser encontrados na Internet no site da Funesc - www.funesc.com.br.
A Mostra Competitiva Audiovisual do XIII Fenart é uma realização da Fundação Espaço Cultural (Funesc), com apoio da Associação Brasileira de Documentaristas - Secção Paraíba (ABD-PB).
A Mostra Competitiva Audiovisual que acontecerá dentro da programação do XIII Fenart, entre os dias 24 e 28 de maio, recebe inscrições de curtas-metragens de todo o país até o dia 30 de abril. O principal intuito da mostra é incentivar, divulgar e premiar a produção audiovisual de curta-metragem brasileira, além de suscitar a formação e a manutenção de público para o cinema nacional.
Serão aceitas inscrições de curtas-metragens brasileiros, sem distinção de gênero e de formato de finalização ou captação, concluídos a partir de 2008, com duração máxima de 20 minutos.
A Mostra de caráter competitivo oferecerá premiação de R$ 1.000,00 para os primeiros colocados nas categorias: curta-metragem de ficção, curta-metragem documental e inovação da linguagem audiovisual. Além desses, também será oferecida premiação de R$ 1.000,00 para o melhor curta-metragem escolhido através de voto popular.
O regulamento e a ficha de inscrição da Mostra Competitiva Audiovisual podem ser encontrados na Internet no site da Funesc - www.funesc.com.br.
A Mostra Competitiva Audiovisual do XIII Fenart é uma realização da Fundação Espaço Cultural (Funesc), com apoio da Associação Brasileira de Documentaristas - Secção Paraíba (ABD-PB).
INTERCAMBIO
HOLANDA É A NOVA ROTA PARA ESTUDANTES FAZER INTERCAMBIO CULTURAL
Sem a mesma popularidade da França ou Espanha, a Holanda também está entre os destinos dos brasileiros que querem estudar na Europa. Apesar de o holandês ser a língua oficial, a maior parte da população fala inglês com fluência, o que, em termos práticos, pode representar uma vantagem a estudantes que queiram embarcar para o país sem conhecer seu idioma. Além do mais, grande parte dos cursos no país é oferecida em inglês.
A qualidade do sistema educacional e os incentivos do governo holandês também são grandes atrativos para os estudantes internacionais. Atualmente, o país mantém mais de 650 programas educacionais desenvolvidos especialmente para estrangeiros. Há desde cursos rápidos, que duram algumas semanas, até programas de mestrado e doutorado com duração de até quatro anos.
Os estrangeiros podem optar por estudar nas áreas de agricultura, florestas e pesca; artes e humanidades; administração e gestão comercial; educação e formação de professores; engenharia; ciências ambientais; belas artes e artes aplicadas; direito; comunicação de massas e ciências da informação; matemática e ciência de computadores; ciências médicas; biologia; serviços, turismo e lazer; ciências sociais e comportamentais; transporte e comunicações; e planejamento e arquitetura urbana e regional.
Para a maior parte dos programas, é exigida a comprovação de conhecimento da língua inglesa (com nota mínima de 550 para o Tofel ou 5,5 para o Ielts) e, de acordo com a opção do estudante, uma comprovação do curso de bacharelado e, em alguns casos, comprovação de experiência profissional.
Não é tão caro estudar na Holanda, se comparado com a Inglaterra e os Estados Unidos. A maior parte das instituições de ensino superior neerlandesas são subsidiadas. As taxas anuais variam entre US$ 2.000 e US$ 15.000. Além disso, com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal no país é de 1.100 euros.
Brasileiros que pretendem permanecer na Holanda por até 90 dias não precisam de visto. Para ingressar no país, basta ter um passaporte válido, passagem aérea com a data de retorno confirmada e comprovação de meios financeiros. Os estrangeiros com visto de estudo não podem exercer nenhuma atividade remunerada na Holanda. Aqueles que desrespeitarem as regras de migração, trabalhando clandestinamente, estarão sujeitos a todas as punições previstas pela lei holandesa, incluindo a deportação para seu país de origem.
Sem a mesma popularidade da França ou Espanha, a Holanda também está entre os destinos dos brasileiros que querem estudar na Europa. Apesar de o holandês ser a língua oficial, a maior parte da população fala inglês com fluência, o que, em termos práticos, pode representar uma vantagem a estudantes que queiram embarcar para o país sem conhecer seu idioma. Além do mais, grande parte dos cursos no país é oferecida em inglês.
A qualidade do sistema educacional e os incentivos do governo holandês também são grandes atrativos para os estudantes internacionais. Atualmente, o país mantém mais de 650 programas educacionais desenvolvidos especialmente para estrangeiros. Há desde cursos rápidos, que duram algumas semanas, até programas de mestrado e doutorado com duração de até quatro anos.
Os estrangeiros podem optar por estudar nas áreas de agricultura, florestas e pesca; artes e humanidades; administração e gestão comercial; educação e formação de professores; engenharia; ciências ambientais; belas artes e artes aplicadas; direito; comunicação de massas e ciências da informação; matemática e ciência de computadores; ciências médicas; biologia; serviços, turismo e lazer; ciências sociais e comportamentais; transporte e comunicações; e planejamento e arquitetura urbana e regional.
Para a maior parte dos programas, é exigida a comprovação de conhecimento da língua inglesa (com nota mínima de 550 para o Tofel ou 5,5 para o Ielts) e, de acordo com a opção do estudante, uma comprovação do curso de bacharelado e, em alguns casos, comprovação de experiência profissional.
Não é tão caro estudar na Holanda, se comparado com a Inglaterra e os Estados Unidos. A maior parte das instituições de ensino superior neerlandesas são subsidiadas. As taxas anuais variam entre US$ 2.000 e US$ 15.000. Além disso, com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal no país é de 1.100 euros.
Brasileiros que pretendem permanecer na Holanda por até 90 dias não precisam de visto. Para ingressar no país, basta ter um passaporte válido, passagem aérea com a data de retorno confirmada e comprovação de meios financeiros. Os estrangeiros com visto de estudo não podem exercer nenhuma atividade remunerada na Holanda. Aqueles que desrespeitarem as regras de migração, trabalhando clandestinamente, estarão sujeitos a todas as punições previstas pela lei holandesa, incluindo a deportação para seu país de origem.
quinta-feira, 25 de março de 2010
JACKSONIANDO

Fonte: http://www.fatospb.com.br/?p=noticia_int&id=1263
25/03/2010 Paraibano Jackson do Pandeiro é homenageado em São Paulo
“Sucesso que eu digo não é uma música tocar muito no rádio, não. É quando ela toca no país todo, no sertão e em Copacabana. No Rio Grande do Sul e no Amazonas. Em qualquer biboca que você chegar, em beira de estrada, o danado tá tocando. Você vai cantar no interior e nem precisa ensaiar, pois os músicos locais já conhecem seu repertório. Isso é sucesso e eu posso dizer que fiz um bruto de um sucesso. Um sucesso retumbante”. [Jackson do Pandeiro]
Com uma programação vasta que aborda o repertório e a influência do paraibano Jackson do Pandeiro [1919 - 1982] na música brasileira, a Área de Convivência do SESC Santo André é ambientada cenograficamente para mostrar desde o primeiro contato do músico com as rodas de coco frequentadas em companhia de sua mãe, passando pela participação em elencos de diferentes emissoras de rádio, até a consolidação de sua posição de destaque nesta área da criação artística.
Certamente a música regional nordestina teria dimensões menores sem o ‘rei do ritmo’. A importância de sua obra e sua biografia é revelada em cinco núcleos expositivos: Painel Trajetória, Jukebox, Cabine de Rádio, Sala de Reboco e Vitrine Museológica. A unidade ainda promove atividades integradas, e diversificadas, à exposição multimídia, como shows com grupos de forró e rodas de coco e bate-papos. O universo gastronômico também é contemplado, sendo exploradas as preferências culinárias do músico por meio de vivências e cardápio temático.
Como a ideia é também propiciar a familiaridade de gerações mais novas com a riqueza musical de Jackson do Pandeiro, foi pensado um blog que está no ar com programetes de webrádio produzidos pelo Núcleo de Rádio-Jornalismo da Universidade Metodista, depoimentos do público visitante da exposição, locuções sobre a trajetória do músico e também fotos inéditas da exposição que teve início na noite desta quarta-feira, 24, e ficará à disposição do público até o dia 23 de maio.
Fonte:Serviço Social do Comércio no Estado de São Paulo
Foto: acervo Fernando Moura
Saiba todos os detalhes acessando:http://jacksondopandeiro.wordpress.com/
quarta-feira, 24 de março de 2010
FOLIA
folia de rua 2010
Uma verdadeira multidão prestigiou na noite de sexta-feira(05/02), no Ponto dos Cem Réis, a abertura oficial do projeto Folia de Rua 2010, comandado pelo artista plástico Clóvis Júnior. Vários artistas locais, como Renata Arruda, Diana Miranda, Edson Brito, Geraldo Madrugada e Gracinha Telles, se apresentaram e deram as boas-vindas à atração da noite, o cantor e compositor Alceu Valença.A área do Centro da cidade era só de folia, pois além dos shows no Ponto do Cem Réis, acontecia também a saída dos blocos Picolé de Manga, Bloco do Pinguim, Anjo Azul e Confete e Serpentina, que marcaram oficialmente início do Folia de Rua. Parabéns Clóvis Júnior e toda sua equipe de organização da dessa grande festa de abertura.
Diana Miranda, Ricardo Castro, Renata Arruda e Clóvis Júnior na grande noite de abertura do Folia de Rua 2010 / O Rei e a Rainha com o Palhaço Pipi, fantasiado de Bobo da Corte
Festa na Folia de Rua 2009
14.02.2009
A abertura oficial do Folia de Rua 2009 aconteceu ontem à noite no Centro Histórico da cidade e reuniu muita gente, que além de conferir os shows programados, aguardavam ansiosos a chegada dos blocos Anjo Azul e Picolé com Manga - foi literalmente uma grande festa! Mas o destaque mesmo foi a entrega oficial das placas para o rei e a rainha do Folia de Rua, respectivamente os jornalistas Gerardo Rabelo e Ceres Leão. Outro destaque foi a presença da empresária angolana Maria João França, escolhida por Clóvis Jr - Presente do Folia de Rua - como madrinha do evento carnavalesco.O RCVIPS esteve presente e registrou tudo e a gente mostra em breve na seção EVENTOS VIPS.
Gerardo Rabello e Ceres Leão são os novos reis do Folia de Rua 2009
Lançamento de Estandarte 15 anos e concurso de fantasias do ANJO AZUL 2009
Carnaval no Caiçara Shopping hoje!
O carnaval começa oficialmente hoje no Caiçara Shopping, a partir das 19h, com a exposição de estandartes dos 15 anos do 'Bloco Anjo Azul' e a realização do concurso do 'Mais Belo Casal de Pierrot e Colombina'. Quem está à frente é a sempre autêntica Ednamay Cirilo, que incluiu também apresentação da banda Rota Musical, com marchinhas e frevos. A entrada é gratuita.
A produtora cultural Ednamay Cirilo comanda agito carnavalesco hoje no Caiçara Shopping
Posse prestigiada
O artista plástico Clóvis Júnior assumiu ontem à noite a presidencia do Folia de Rua. A posse aconteceu no auditório de Sebrae, com a presença de artistas, carnavalescos, convidados e representantes dos blocos da maior prévia carnavalesca do país. Foi num clima de descontração que a nova diretoria do Projeto Folia de Rua assumiu os novos cargos para o biênio 2008-2010. O artista plástico Clóvis Júnior, fundador do Bloco Boi do Bessa, é o novo presidente da entidade que congrega cerca de 40 blocos das prévias carnavalescas de João Pessoa. O vice-presidente é o animador cultural Raimundo. Nonato Filho, do Acorde Miramar. A diretoria é formada ainda por Cassandra Figueiredo que assume o Folia Cidadã. No Conselho Fiscal nomes como Marconi Serpa, do Bloco das Piabas, e Ednamay Cirilo, do Anjo Azul. A abertura da solenidade foi feita pelo Coral da Enlur regido pelo maestro Carlos Anísio. Clóvis Júnior foi saudado pelo presidente do Sebrae na PB, Júlio Rafael, pelo representante da API, jornalista Fernando Braz, pela executiva. Aracilba Rocha, pelo jornalista Wills Leal. No discurso Clóvis Júnior disse que seu objetivo será o fortalecimento das tradições populares através de parcerias que levem a uma maior profissionalização do Folia de Rua. "Nossas palavras são unidade, compromisso e trabalho", finalizou o novo presidente. O Projeto Folia de Rua foi instituído oficialmente em João Pessoa a partir de 1996 com a criação da Associação. São oito dias de festa com o desfile dos blocos filiados e convidados, pelas ruas e bairros de João Pessoa, levando alegria e irreverência para milhares de foliões.
Representantes dos blocos filiados foram
Uma verdadeira multidão prestigiou na noite de sexta-feira(05/02), no Ponto dos Cem Réis, a abertura oficial do projeto Folia de Rua 2010, comandado pelo artista plástico Clóvis Júnior. Vários artistas locais, como Renata Arruda, Diana Miranda, Edson Brito, Geraldo Madrugada e Gracinha Telles, se apresentaram e deram as boas-vindas à atração da noite, o cantor e compositor Alceu Valença.A área do Centro da cidade era só de folia, pois além dos shows no Ponto do Cem Réis, acontecia também a saída dos blocos Picolé de Manga, Bloco do Pinguim, Anjo Azul e Confete e Serpentina, que marcaram oficialmente início do Folia de Rua. Parabéns Clóvis Júnior e toda sua equipe de organização da dessa grande festa de abertura.
Diana Miranda, Ricardo Castro, Renata Arruda e Clóvis Júnior na grande noite de abertura do Folia de Rua 2010 / O Rei e a Rainha com o Palhaço Pipi, fantasiado de Bobo da Corte
Festa na Folia de Rua 2009
14.02.2009
A abertura oficial do Folia de Rua 2009 aconteceu ontem à noite no Centro Histórico da cidade e reuniu muita gente, que além de conferir os shows programados, aguardavam ansiosos a chegada dos blocos Anjo Azul e Picolé com Manga - foi literalmente uma grande festa! Mas o destaque mesmo foi a entrega oficial das placas para o rei e a rainha do Folia de Rua, respectivamente os jornalistas Gerardo Rabelo e Ceres Leão. Outro destaque foi a presença da empresária angolana Maria João França, escolhida por Clóvis Jr - Presente do Folia de Rua - como madrinha do evento carnavalesco.O RCVIPS esteve presente e registrou tudo e a gente mostra em breve na seção EVENTOS VIPS.
Gerardo Rabello e Ceres Leão são os novos reis do Folia de Rua 2009
Lançamento de Estandarte 15 anos e concurso de fantasias do ANJO AZUL 2009
Carnaval no Caiçara Shopping hoje!
O carnaval começa oficialmente hoje no Caiçara Shopping, a partir das 19h, com a exposição de estandartes dos 15 anos do 'Bloco Anjo Azul' e a realização do concurso do 'Mais Belo Casal de Pierrot e Colombina'. Quem está à frente é a sempre autêntica Ednamay Cirilo, que incluiu também apresentação da banda Rota Musical, com marchinhas e frevos. A entrada é gratuita.
A produtora cultural Ednamay Cirilo comanda agito carnavalesco hoje no Caiçara Shopping
Posse prestigiada
O artista plástico Clóvis Júnior assumiu ontem à noite a presidencia do Folia de Rua. A posse aconteceu no auditório de Sebrae, com a presença de artistas, carnavalescos, convidados e representantes dos blocos da maior prévia carnavalesca do país. Foi num clima de descontração que a nova diretoria do Projeto Folia de Rua assumiu os novos cargos para o biênio 2008-2010. O artista plástico Clóvis Júnior, fundador do Bloco Boi do Bessa, é o novo presidente da entidade que congrega cerca de 40 blocos das prévias carnavalescas de João Pessoa. O vice-presidente é o animador cultural Raimundo. Nonato Filho, do Acorde Miramar. A diretoria é formada ainda por Cassandra Figueiredo que assume o Folia Cidadã. No Conselho Fiscal nomes como Marconi Serpa, do Bloco das Piabas, e Ednamay Cirilo, do Anjo Azul. A abertura da solenidade foi feita pelo Coral da Enlur regido pelo maestro Carlos Anísio. Clóvis Júnior foi saudado pelo presidente do Sebrae na PB, Júlio Rafael, pelo representante da API, jornalista Fernando Braz, pela executiva. Aracilba Rocha, pelo jornalista Wills Leal. No discurso Clóvis Júnior disse que seu objetivo será o fortalecimento das tradições populares através de parcerias que levem a uma maior profissionalização do Folia de Rua. "Nossas palavras são unidade, compromisso e trabalho", finalizou o novo presidente. O Projeto Folia de Rua foi instituído oficialmente em João Pessoa a partir de 1996 com a criação da Associação. São oito dias de festa com o desfile dos blocos filiados e convidados, pelas ruas e bairros de João Pessoa, levando alegria e irreverência para milhares de foliões.
Representantes dos blocos filiados foram
sexta-feira, 19 de março de 2010
PNC
Prioridade da II CNC, Plano Nacional de Cultura é aprovado na Câmara dos Deputados
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou na tarde desta terça-feira, 16 de março, o Projeto de Lei nº 6.835/2006, que aprova o Plano Nacional de Cultura (PNC). O texto prevê diretrizes, objetivos e ações na área da Cultura para a União, os estados e os municípios, tornando a política cultural uma política de Estado. Essa é a primeira vez que o país consolida um planejamento de médio e longo prazo para esse setor. São dez anos, no total, com revisão a cada quatro. A aprovação é definitiva na Casa legislativa e a proposta vai, agora, para o Senado Federal.
Conheça as cinco diretrizes do Plano Nacional de Cultura:
1. Fortalecer a ação do estado no planejamento e na execução das políticas culturais, intensificar o planejamento de programas e ações voltadas ao campo cultural e consolidar a execução de políticas públicas para cultura;
2. Reconhecer e valorizar a diversidade e proteger e promover as artes e expressões culturais;
3. Universalizar o acesso dos brasileiros à arte e à cultura, qualificar ambientes e equipamentos culturais e permitir aos criadores o acesso às condições e meios de produção cultural;
4. Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico sustentável, promover as condições necessárias para a consolidação da economia da cultura e induzir estratégias de sustentabilidade nos processos culturais; e
5. Estimular a organização de instâncias consultivas, construir mecanismos de participação da sociedade civil e ampliar o diálogo com os agentes culturais e criadores.
A aprovação do Plano Nacional de Cultura foi um das 32 prioridades da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), finalizada no domingo, 14 de março, em Brasília. Desde suas etapas preparatórias, o evento reuniu mais de 220 mil representantes de todo o país para elaborarem estratégias para a política cultural brasileira.
O texto do relator, deputado Emiliano José (PT-BA), passou em votação unânime da CCJC. Agora, depois do prazo regimental de cinco dias para recurso, segue para tramitação no Senado Federal, sem passar pelo plenário da Câmara dos Deputados. Se aprovado nas Comissões de Educação e Cultura e de Constituição, Justiça e Cidadania, segue direto para a sanção presidencial.
Logo após o final da sessão, o deputado Emiliano José declarou que esse é um ganho para os produtores, para os criadores, mas principalmente para o povo brasileiro. “Aqui, fazemos a política cultural ganhar corpo e financiamento efetivos”, disse.
Desdobramentos
Depois que o PNC entrar em vigor, estados e municípios poderão aderir ao Plano, comprometendo-se, assim, a elaborar seus planos locais. Para isso, contarão com apoio técnico e financeiro do Ministério da Cultura.
Maurício Dantas e deputado Emiliano José
Maurício Dantas e deputado Emiliano José
“Com isso, iniciaremos uma nova etapa na política cultural brasileira, que é a responsabilização de todos os entes federativos e a participação concreta da sociedade. Outras políticas, como saúde e mais recentemente a assistência social, têm nos mostrado que, só quando ações e metas são compartilhadas, temos bons resultados”, afirma o coordenador-geral de Acompanhamento da Política Cultural do MinC, Maurício Dantas.
Um próximo passo será a criação do Sistema Nacional de Cultura (SNC), que estabelecerá mecanismos de gestão compartilhada entre os entes federados e a sociedade civil. A Proposta de Emenda Constitucional que institui o Sistema, a PEC 416/2005, também está em tramitação na Câmara dos Deputados.
No que diz respeito a financiamento, o Fundo Nacional da Cultura (FNC) será a principal fonte de recursos. O repasse para estados deverá ser feito, preferencialmente, para os fundos estaduais.
O texto aprovado nesta terça-feira na Câmara dos Deputados é resultado de um esforço da Comissão de Educação e Cultura e do Ministério da Cultura em ouvir a população. Ao longo de 2008, foram realizados 27 seminários nos estados e no Distrito Federal, com caráter de audiência pública, para aprimoramento do texto original do deputado Gilmar Machado (PT-MG). Participaram dos encontros mais de cinco mil pessoas.
Saiba mais sobre o Plano Nacional de Cultura: blogs.cultura.gov.br/pnc.
Leia, também, a seguinte notícia: Câmara aprova Plano Nacional de Cultura (Agência Câmara).
(Texto: Ismália Afonso, Ascom SPC/MinC)
(Fotos: Rafael de Oliveira, Comunicação Social/MinC)
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou na tarde desta terça-feira, 16 de março, o Projeto de Lei nº 6.835/2006, que aprova o Plano Nacional de Cultura (PNC). O texto prevê diretrizes, objetivos e ações na área da Cultura para a União, os estados e os municípios, tornando a política cultural uma política de Estado. Essa é a primeira vez que o país consolida um planejamento de médio e longo prazo para esse setor. São dez anos, no total, com revisão a cada quatro. A aprovação é definitiva na Casa legislativa e a proposta vai, agora, para o Senado Federal.
Conheça as cinco diretrizes do Plano Nacional de Cultura:
1. Fortalecer a ação do estado no planejamento e na execução das políticas culturais, intensificar o planejamento de programas e ações voltadas ao campo cultural e consolidar a execução de políticas públicas para cultura;
2. Reconhecer e valorizar a diversidade e proteger e promover as artes e expressões culturais;
3. Universalizar o acesso dos brasileiros à arte e à cultura, qualificar ambientes e equipamentos culturais e permitir aos criadores o acesso às condições e meios de produção cultural;
4. Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico sustentável, promover as condições necessárias para a consolidação da economia da cultura e induzir estratégias de sustentabilidade nos processos culturais; e
5. Estimular a organização de instâncias consultivas, construir mecanismos de participação da sociedade civil e ampliar o diálogo com os agentes culturais e criadores.
A aprovação do Plano Nacional de Cultura foi um das 32 prioridades da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), finalizada no domingo, 14 de março, em Brasília. Desde suas etapas preparatórias, o evento reuniu mais de 220 mil representantes de todo o país para elaborarem estratégias para a política cultural brasileira.
O texto do relator, deputado Emiliano José (PT-BA), passou em votação unânime da CCJC. Agora, depois do prazo regimental de cinco dias para recurso, segue para tramitação no Senado Federal, sem passar pelo plenário da Câmara dos Deputados. Se aprovado nas Comissões de Educação e Cultura e de Constituição, Justiça e Cidadania, segue direto para a sanção presidencial.
Logo após o final da sessão, o deputado Emiliano José declarou que esse é um ganho para os produtores, para os criadores, mas principalmente para o povo brasileiro. “Aqui, fazemos a política cultural ganhar corpo e financiamento efetivos”, disse.
Desdobramentos
Depois que o PNC entrar em vigor, estados e municípios poderão aderir ao Plano, comprometendo-se, assim, a elaborar seus planos locais. Para isso, contarão com apoio técnico e financeiro do Ministério da Cultura.
Maurício Dantas e deputado Emiliano José
Maurício Dantas e deputado Emiliano José
“Com isso, iniciaremos uma nova etapa na política cultural brasileira, que é a responsabilização de todos os entes federativos e a participação concreta da sociedade. Outras políticas, como saúde e mais recentemente a assistência social, têm nos mostrado que, só quando ações e metas são compartilhadas, temos bons resultados”, afirma o coordenador-geral de Acompanhamento da Política Cultural do MinC, Maurício Dantas.
Um próximo passo será a criação do Sistema Nacional de Cultura (SNC), que estabelecerá mecanismos de gestão compartilhada entre os entes federados e a sociedade civil. A Proposta de Emenda Constitucional que institui o Sistema, a PEC 416/2005, também está em tramitação na Câmara dos Deputados.
No que diz respeito a financiamento, o Fundo Nacional da Cultura (FNC) será a principal fonte de recursos. O repasse para estados deverá ser feito, preferencialmente, para os fundos estaduais.
O texto aprovado nesta terça-feira na Câmara dos Deputados é resultado de um esforço da Comissão de Educação e Cultura e do Ministério da Cultura em ouvir a população. Ao longo de 2008, foram realizados 27 seminários nos estados e no Distrito Federal, com caráter de audiência pública, para aprimoramento do texto original do deputado Gilmar Machado (PT-MG). Participaram dos encontros mais de cinco mil pessoas.
Saiba mais sobre o Plano Nacional de Cultura: blogs.cultura.gov.br/pnc.
Leia, também, a seguinte notícia: Câmara aprova Plano Nacional de Cultura (Agência Câmara).
(Texto: Ismália Afonso, Ascom SPC/MinC)
(Fotos: Rafael de Oliveira, Comunicação Social/MinC)
quarta-feira, 17 de março de 2010
IICNC
AVALANDO A II CNC /Aline Carvalho
Acabou no último domingo, Dia Nacional da Poesia, a II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), em Brasília. O encontro, que teve início na quinta-feira 11 de março, contou com estudantes, mestres da tradição popular, artistas, gestores e agentes culturais em geral para discutir as políticas públicas para a área.
A partir de pré-conferências regionais, setoriais e livres, foram levadas à etapa nacional 347 propostas de diversas cidades e segmentos artísticos, dentro dos eixos Produção Simbólica e Diversidade Cultura; Cultura, Cidade e Cidadania; Cultura e Desenvolvimento Sustentável; Economia Criativa e Gestão e Institucionalidade da Cultura. Foram em torno de 3 mil municípios realizando conferências e discutindo marcos regulatórios e ações para a área. Ao fim do encontro, eram 161 propostas aprovadas, das quais 32 foram eleitas como prioridade das ações para o MinC nos próximos anos.
Entre as principais propostas, está a criação da Lei Cultura Viva, garantindo que o programa dos Pontos de Cultura, criada no atual Ministério, se torne uma política de Estado, dando bases para sua continuidade e ampliação. Este foi um importante avanço, fruto da articulação a nível nacional dos Pontos de Cultura que, organizados em fóruns, intercâmbios artísticos e redes colaborativas, vêm construindo uma importante base social para a continuidade do programa.
Outro avanço simbólico foi o apoio à criação da Lei Griô, estabelecendo uma política nacional para a transmissão dos saberes da tradição oral e reconhecimento político de mestres e mestras. À época da criação do Ministério, há apenas 25 anos, as comunidades tradicionais (como quilombolas, indígenas, ribeirinhos, etc) não eram reconhecidas como parte do patrimônio cultural e muitas eram criminalizadas ou não contempladas pelas políticas públicas. Por isso a criação de um marco regulatório para a valorização do saber popular é uma importante conquista dos movimentos culturais – e o resultado bastante comemorado na Plenária Final.
A revisão da Lei de Direito Autoral, igualmente definida como uma das prioridades, também marca um novo paradigma da política cultural, ao reconhecer a necessidade de atualização da legislação para a difusão de produtos culturais. Em consonância com os novos modelos de produção e distribuição possibilitados pelas novas tecnologias, setores da sociedade civil, do governo, produtores de conteúdo e academia vêm debatendo a produção colaborativa e o uso de licenças flexíveis, buscando um equilíbrio entre o direito social de acesso à cultura e os direitos do autor e investidor.
Diversas propostas aprovadas abordavam também o mapeamento, a preservação, o fomento e o intercâmbio entre as diferentes manifestações da cultura brasileira, demonstrando as demandas do setor cultural organizado, em busca do fortalecimento e da pluralidade cultural.
Outro viés bastante defendido na Conferência foi o diálogo entre a cultura e a educação, apontando a necessidade de maior articulação com o MEC, através, por exemplo, da criação de um Programa Nacional de Cultura e Educação, e da ampliação de cursos em gestão cultural.
Neste sentido, também foram colocadas as necessidades da regulamentação das profissões da área da Cultura, garantindo sistema previdenciário, legislação e tributação específica para o profissional autônomo – proposta também aprovada pela Conferência Nacional de Comunicação.
E, se tratando de democratização da comunicação, o debate estabelecido na CNC várias vezes se debruçava sobre os meios de comunicação. Enxergando nesta uma demanda também inerente à cultura, foram aprovadas propostas como a implementação do Plano Nacional de Banda Larga em regime público e a regulamentação da legislação da área - como o Artigo 221 (sobre a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal) e 223 (garantindo espaço para produção regional e independente na tv aberta) da Constituição Federal e o PL29 (que regulamenta a programação das tvs por assinaturas).
Tendo aprovadas como prioritárias a implementação do Plano Nacional de Cultura (estabelecimento de um plano de ações ao longo de 10 anos para as políticas públicas da área), o Sistema Nacional de Cultura (que integra as esferas federal, estadual e municipal da gestão pública da cultura) e a PEC 150 (que vincula o orçamento para cultura em 2% para o nível federal, 1,5% para o estadual e 1% para o municipal), a política cultural no Brasil tem referendada por uma ampla base social os caminhos a seguir nos próximos anos.
Mas, assim como em qualquer Conferência, por mais que haja notória abertura por parte do Ministério da Cultura em promover este debate e realizar estas ações, os agentes culturais envolvidos neste processo têm agora um importante trabalho pela frente: garantir que as propostas saiam do papel e sejam implementadas. E, se tratando de um ano eleitoral, a cobrança em cima dos dirigentes e parlamentares deve ser grande, em busca da criação efetiva de marcos regulatórios ainda este semestre. Segundo um dos participantes da Conferência, ao questionar qual seria a estratégia do MinC para dar andamento aos projetos que já tramitam no Congresso: “2010 é ano eleitoral, ano que vem é a posse. E 2012....é o calendário Maia...”.
Para quem está acostumado com grandes embates políticos no âmbito de Conferências e plenárias, a II CNC estava mais para uma grande comemoração, com direito a carimbó durante a plenária, roda de capoeira no hall no centro de convenções e duas rádios comunitárias montadas durante o evento. Na ocasião, também foram lançados mais de dez editais, que vão de cultura indígena e hip hop a economia criativa e cultura digital (confira estes e outros editais em http://www.cultura.gov.br).
O principal papel desta Conferência foi consolidar o trabalho que vem sido feito pelo Ministério da Cultura junto à diversos segmentos da sociedade desde 2005, quando foi realizada a primeira. Depois de tantos anos de uma política cultural elitista e centralizadora, este processo de dar voz aos segmentos populares e reconhecer enquanto referência as mais diversas tradições culturais é muito recente. Assim, os principais embates entre as propostas se davam entre os segmentos, na definição de áreas prioritárias para o investimento, e entre municípios do interior e capitais, com diferentes demandas para a política cultural. Por outro lado, a conexão em rede estabelecida através dos Pontos de Cultura e outros editais, por exemplo, e o trabalho de diversos agentes culturais com perfil mobilizador, vêm colaborando para a articulação entre pessoas e projetos, fortalecendo significativamente o movimento cultural no país.
Assim, a II Conferência Nacional de Cultura acabou ao som do tropicalista Jorge Mautner, acompanhado do maracatu do Ponto de Cultura pernambucano Estrela de Ouro, cumprindo bem o papel ao qual se propôs (nas palavras de um ribeirinho): “conferir se está tudo nos conformes”.
Confira em http://blogs.cultura.gov/cnc a íntegra de todas as propostas aprovadas, no site http://www.conferenciadecultura.com.br fotos e vídeos do evento, e na hashtag #iicnc do twitter, a interatividade em tempo real entre os participantes.
Acabou no último domingo, Dia Nacional da Poesia, a II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), em Brasília. O encontro, que teve início na quinta-feira 11 de março, contou com estudantes, mestres da tradição popular, artistas, gestores e agentes culturais em geral para discutir as políticas públicas para a área.
A partir de pré-conferências regionais, setoriais e livres, foram levadas à etapa nacional 347 propostas de diversas cidades e segmentos artísticos, dentro dos eixos Produção Simbólica e Diversidade Cultura; Cultura, Cidade e Cidadania; Cultura e Desenvolvimento Sustentável; Economia Criativa e Gestão e Institucionalidade da Cultura. Foram em torno de 3 mil municípios realizando conferências e discutindo marcos regulatórios e ações para a área. Ao fim do encontro, eram 161 propostas aprovadas, das quais 32 foram eleitas como prioridade das ações para o MinC nos próximos anos.
Entre as principais propostas, está a criação da Lei Cultura Viva, garantindo que o programa dos Pontos de Cultura, criada no atual Ministério, se torne uma política de Estado, dando bases para sua continuidade e ampliação. Este foi um importante avanço, fruto da articulação a nível nacional dos Pontos de Cultura que, organizados em fóruns, intercâmbios artísticos e redes colaborativas, vêm construindo uma importante base social para a continuidade do programa.
Outro avanço simbólico foi o apoio à criação da Lei Griô, estabelecendo uma política nacional para a transmissão dos saberes da tradição oral e reconhecimento político de mestres e mestras. À época da criação do Ministério, há apenas 25 anos, as comunidades tradicionais (como quilombolas, indígenas, ribeirinhos, etc) não eram reconhecidas como parte do patrimônio cultural e muitas eram criminalizadas ou não contempladas pelas políticas públicas. Por isso a criação de um marco regulatório para a valorização do saber popular é uma importante conquista dos movimentos culturais – e o resultado bastante comemorado na Plenária Final.
A revisão da Lei de Direito Autoral, igualmente definida como uma das prioridades, também marca um novo paradigma da política cultural, ao reconhecer a necessidade de atualização da legislação para a difusão de produtos culturais. Em consonância com os novos modelos de produção e distribuição possibilitados pelas novas tecnologias, setores da sociedade civil, do governo, produtores de conteúdo e academia vêm debatendo a produção colaborativa e o uso de licenças flexíveis, buscando um equilíbrio entre o direito social de acesso à cultura e os direitos do autor e investidor.
Diversas propostas aprovadas abordavam também o mapeamento, a preservação, o fomento e o intercâmbio entre as diferentes manifestações da cultura brasileira, demonstrando as demandas do setor cultural organizado, em busca do fortalecimento e da pluralidade cultural.
Outro viés bastante defendido na Conferência foi o diálogo entre a cultura e a educação, apontando a necessidade de maior articulação com o MEC, através, por exemplo, da criação de um Programa Nacional de Cultura e Educação, e da ampliação de cursos em gestão cultural.
Neste sentido, também foram colocadas as necessidades da regulamentação das profissões da área da Cultura, garantindo sistema previdenciário, legislação e tributação específica para o profissional autônomo – proposta também aprovada pela Conferência Nacional de Comunicação.
E, se tratando de democratização da comunicação, o debate estabelecido na CNC várias vezes se debruçava sobre os meios de comunicação. Enxergando nesta uma demanda também inerente à cultura, foram aprovadas propostas como a implementação do Plano Nacional de Banda Larga em regime público e a regulamentação da legislação da área - como o Artigo 221 (sobre a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal) e 223 (garantindo espaço para produção regional e independente na tv aberta) da Constituição Federal e o PL29 (que regulamenta a programação das tvs por assinaturas).
Tendo aprovadas como prioritárias a implementação do Plano Nacional de Cultura (estabelecimento de um plano de ações ao longo de 10 anos para as políticas públicas da área), o Sistema Nacional de Cultura (que integra as esferas federal, estadual e municipal da gestão pública da cultura) e a PEC 150 (que vincula o orçamento para cultura em 2% para o nível federal, 1,5% para o estadual e 1% para o municipal), a política cultural no Brasil tem referendada por uma ampla base social os caminhos a seguir nos próximos anos.
Mas, assim como em qualquer Conferência, por mais que haja notória abertura por parte do Ministério da Cultura em promover este debate e realizar estas ações, os agentes culturais envolvidos neste processo têm agora um importante trabalho pela frente: garantir que as propostas saiam do papel e sejam implementadas. E, se tratando de um ano eleitoral, a cobrança em cima dos dirigentes e parlamentares deve ser grande, em busca da criação efetiva de marcos regulatórios ainda este semestre. Segundo um dos participantes da Conferência, ao questionar qual seria a estratégia do MinC para dar andamento aos projetos que já tramitam no Congresso: “2010 é ano eleitoral, ano que vem é a posse. E 2012....é o calendário Maia...”.
Para quem está acostumado com grandes embates políticos no âmbito de Conferências e plenárias, a II CNC estava mais para uma grande comemoração, com direito a carimbó durante a plenária, roda de capoeira no hall no centro de convenções e duas rádios comunitárias montadas durante o evento. Na ocasião, também foram lançados mais de dez editais, que vão de cultura indígena e hip hop a economia criativa e cultura digital (confira estes e outros editais em http://www.cultura.gov.br).
O principal papel desta Conferência foi consolidar o trabalho que vem sido feito pelo Ministério da Cultura junto à diversos segmentos da sociedade desde 2005, quando foi realizada a primeira. Depois de tantos anos de uma política cultural elitista e centralizadora, este processo de dar voz aos segmentos populares e reconhecer enquanto referência as mais diversas tradições culturais é muito recente. Assim, os principais embates entre as propostas se davam entre os segmentos, na definição de áreas prioritárias para o investimento, e entre municípios do interior e capitais, com diferentes demandas para a política cultural. Por outro lado, a conexão em rede estabelecida através dos Pontos de Cultura e outros editais, por exemplo, e o trabalho de diversos agentes culturais com perfil mobilizador, vêm colaborando para a articulação entre pessoas e projetos, fortalecendo significativamente o movimento cultural no país.
Assim, a II Conferência Nacional de Cultura acabou ao som do tropicalista Jorge Mautner, acompanhado do maracatu do Ponto de Cultura pernambucano Estrela de Ouro, cumprindo bem o papel ao qual se propôs (nas palavras de um ribeirinho): “conferir se está tudo nos conformes”.
Confira em http://blogs.cultura.gov/cnc a íntegra de todas as propostas aprovadas, no site http://www.conferenciadecultura.com.br fotos e vídeos do evento, e na hashtag #iicnc do twitter, a interatividade em tempo real entre os participantes.
terça-feira, 16 de março de 2010
ARTESPLASTICAS

foto de Charles Damasceno para Conferência Nacional de Cultura.
EDNAMAY CIRILO - DIVULGA ARTE BRASILEIRA disse:
Nossa representante Nordeste, das Artes Visuais pela Paraíba,e região Nordeste é a carioca Sandra Vasconcelos, radicada há dois anos na capital João Pessoa, sem visibilidade dentro do movimento cultural, Sandra conseguiu uma assessoria inédita dentro do pouco tempo em que se realizou a escolha para eleição de delegados na Pré Conferência de Setoriais, representando a categoria das Artes Visuais na II CNC - Conferência Nacional de Cultura, ocorrida em Brasília entre 11 e 14 de março 2010.
Sandra é jornalista, propietária de uma loja de artesanato onde vende obras de artistas locais, apesar de não ser artista foi muito bem assessorada e apadrinhada pelo nosso artista plástico de renome internacional Diogenes Chaves, membro do anterior Colegiado das Artes Visuais do MINc cujas obras são encontradas em várias galerias nacionais, internacionais e na lojinha de sua pupila.
Havia representantes legais das Artes Plásticas e Visuais Paraibana,a exemplos de Sidney Azevedo da FUNESC - Fundação Espaço Cultural, Carlos o professor de artes pela UFPB - Universidade Federal da Paraíba e Lúcia França representando o Município de João Pessoa, como Curadora da Estação Cultura e Artes Cabo Branco.
Viva a Paraíba e seu celeiro de artistas plásticos ignorados nesse processo de eleição ocorrido em Brasília, durante a semana de Pré Conferência de Setoriais, entre 07 e 09 março 2010....
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