REPRESENTAÇÃO NORDESTE - MINISTÉRIO DA CULTURA
BOLETIM RRNE MINC
Sexta-feira, 19 de junho de 2009
GERAL
MINC PRESERVA ACERVOS
Os ministros da Cultura, Juca Ferreira, e da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, assinaram acordo de cooperação técnica que irá viabilizar o uso da tecnologia digital na preservação e difusão dos acervos de ambos os ministérios, ampliando a extensão dos programas governamentais de acesso à Cultura e à Ciência. O termo de cooperação foi assinado nesta última quarta-feira (17), durante a 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura (CNPC/MinC), em Brasília.Entre os programas que serão viabilizados através desta parceria está o da criação de um Banco de Conteúdos Audiovisuais, que contará com a recuperação, digitalização e difusão de filmes realizados pelo Instituto Nacional de Cinema (INCE) entre os anos 30 e 50, além da renovação dos equipamentos da Cinemateca Brasileira, em São Paulo, e do Centro Técnico Audiovisual (CTAv), no Rio de Janeiro.
CURTAS METRAGENS
Estão abertas, até 31 de julho, as inscrições para as mostras competitivas da sétima edição do Festival Santista de Curtas Metragens (Curta Santos) que acontece de 15 a 19 de setembro, em Santos, litoral paulista. Ao todo, serão treze mostras, das quais, quatro competitivas (Olhar Caiçara Universitário, Olhar Caiçara Independente, Videoclipe Caiçara e Videoclipe Brasilis). As inscrições podem ser feitas pelo site: www.curtasantos.com.br/ . A ação terá, ainda, as apresentações de longas metragens convidados; Curta Matine, elaborada para atender o público infantil; Curta Cris, voltada ao público GLBTS; além de oficinas e mesas-redondas. O Festival existe há sete anos e conta com o apoio da Lei Rouanet. Mais informações: producao@curtasantos.com.br ou (13) 9134 -5330.
MAIS 39 TÍTULOS
A Programadora Brasil (PB), programa da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), lançou ontem, mais 39 títulos em DVD que farão parte de seu catálogo. São 25 longas e 14 curtas-metragens que incluem títulos recentes e clássicos do cinema brasileiro. Organizadas em 25 programas, e disponíveis para aquisição aos associados do projeto, a PB disponibiliza filmes e vídeos brasileiros para cineclubes, pontos de cultura, escolas, universidades e centros culturais. Com o lançamento, o catálogo da Programadora, ação que existe desde 2007, chega aos 369 títulos, que atendem ao critério da regionalização e têm foco em diversas faixas etárias. Mais informações: www.programadorabrasil.org.br/ .
BAHIA
CERÂMICA
No dia 1º de julho, o Instituto Mauá inaugura a exposição Cerâmica da Bahia, na Galeria Cañizares - Escola de Belas Artes da UFBA. O vernissage contará com uma demonstração in loco do fazer cerâmico através da queima de Rakú, pela ceramista Irene Omuro, a partir das 17h. A abertura oficial será às 19h, com um coquetel de confraternização para os ceramistas e convidados, além da apresentação de vídeos e o lançamento do Ensaio Cerâmica Popular da Bahia: Introdução Crítica para uma Leitura Poética, do professor Dante Augusto Galeffi. A diversidade de artefatos inclui potes, panelas, moringas, figuras populares, orixás, santos e azulejos decorados. Visitação: de segunda a sexta, das 8h às 18h, até 16 de julho. A Escola de Belas Artes fica na Rua Araújo Pinho, Bairro do Canela, Salvador. Mais informações: www.belasartes.ufba.br/ ou pelo telefone: (71) 3283-7915.
MÚSICA E ARTES PLÁSTICAS
Neste sábado (20), os amantes do Jazz também podem apreciar o pôr-do-sol da Baía de Todos os Santos e assistir a JAM no Museu de Arte Moderna - MAM. O projeto acontece a mais de um ano, no estacionamento inferior do MAM, todos os sábados, a partir das 18h. No palco, uma banda liderada pelo músico Ivan Houl recebe os artistas para uma jam session. No repertório, o jazz internacional, standards do jazz e blues, bossa-nova e outras composições brasileiras. Os ingressos custam R$4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Neste domingo (21), às 16h, acontece mais uma edição do Pinte no MAM. Comandado pelo artista plástico Maninho de Abreu, o projeto incentiva a pintura livre e é destinado ao público de todas as idades. A entrada é franca. O museu fica na Av. Contorno, s/nº, Solar do Unhão – Salvador.
http://www.mam.ba.gov.br ou (71) 3117 6137.
CEARÁ
DANÇA
A Vila das Artes prorrogou as inscrições para o Programa de Ocupação de sua sala de dança, em Fortaleza. As propostas podem ser encaminhadas até o dia 26 de junho à secretaria da Vila (Rua 24 de Maio, 1221, Centro). O Edital de seleção prorrogado e a ficha de inscrição podem ser encontrados no site da Prefeitura. Podem utilizar o espaço para ensaios: companhias de dança, residências coreográficas, performers e profissionais do setor. A ação pretende democratizar a ocupação dos equipamentos públicos municipais e estimular a produção artística em dança cênica na cidade. Para saber mais acesse: www.fortaleza.ce.gov.br/ .
CINE SOBREMESA
Filmes e curtas sobre Religiosidade Nordestina estão em cartaz, sempre às quartas-feiras do mês de junho, até o dia 24, no Sobrado Dr. José Lourenço que fica na Rua Major Facundo, 154, Centro de Fortaleza. As sessões acontecem na hora do almoço, das 12h às 14h. Ao final de cada exibição, o público é convidado para um bate-papo. Os filmes apresentados no Sobrado fazem parte do Cine Sobremesa, coletivo formado através do Pontos de Corte, curso de formação de Agentes Culturais e Exibidores Independentes da Vila das Artes. A entrada é gratuita. Mais informações: (85) 3101-8826 ou cinesobremesa@gmail.com/.
PARAÍBA
NOVO SECRETÁRIO
Recém-empossado como presidente da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), o cantor e compositor Chico César esteve na tarde da última terça-feira (16), na Câmara dos Deputados, em Brasília, onde encontrou-se com o secretário executivo do Ministério da Cultura (MinC), Alfredo Manevy, e parlamentares da bancada da Paraíba no Congresso Nacional. Na oportunidade, além de apresentar-se na nova função, o novo Secretário pediu apoio para ações que pretende promover à frente da instituição da capital paraibana. Alfredo Manevy destacou que é compromisso do Governo Federal consolidar a Cultura como política pública e ampliar o acesso da população brasileira aos bens e serviços culturais. Manevy enfatizou que o MinC está à disposição do município para colaborar no sentido de que ações e projetos possam ser desenvolvidos. Mais informações: www.cultura.gov.br/ .
PERNAMBUCO
JANELA DE CINEMA
Estão abertas, a partir de amanhã (20), as inscrições para as mostras competitivas brasileira e internacional da 2ª edição do Festival Janela Internacional de Cinema do Recife. O evento acontece de 22 à 29 de outubro de 2009. Podem concorrer filmes produzidos em qualquer formato de captação de imagem (35mm, digital, celular,..), de qualquer gênero, realizados a partir de janeiro de 2008, com duração máxima de 35 minutos. Cada realizador poderá concorrer com quantos filmes desejar. O prazo para inscrições segue até 1º de agosto para filmes estrangeiros e até 10 de agosto para filmes brasileiros.O Festival Janela Internacional de Cinema do Recife é uma realização da CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas e tem o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
Inscrições e outras informações: www.janeladecinema.com.br/.
II CONCURSO MÁRIO PEDROSA
A Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim Nabuco, por meio da Coordenação-Geral de Capacitação e Difusão Científico-Cultural- CGCADIF, realiza o II Concurso Mário Pedrosa de Ensaios sobre Arte e Cultura Contemporâneas. Constitui objeto do concurso a seleção em âmbito nacional de três ensaios, resultado de pesquisa inédita e original, elaborados desde disciplinas e pontos de vistas variados que versem sobre Arte e Mundo após a crise das utopias, tema escolhido nesta 2ª edição. As inscrições para o concurso são gratuitas e deverão ser realizadas no período de 10 de junho a 18 de setembro de 2009, das 9h às 12h e das 14h às 17h, no endereço: Fundação Joaquim Nabuco – Diretoria de Cultura. Rua Henrique Dias, 609, Derby – Recife-PE. CEP: 52.010-100. Outras informações: (81) 3073-6659/6660 ou acesse: www.fundaj.gov.br/.
domingo, 5 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
DEFINITIVO
Sem lenço e sem diploma...
Elaine Tavares - jornalista
Paulo Freire, o grande educador brasileiro que é praticamente desconhecido no Brasil, sempre foi enfático com relação à alfabetização. “Não basta saber ler, é preciso saber ler o mundo”. Queria dizer com isso que aprender era coisa que ia muito além da compreensão sobre como se juntavam as letras. Era necessário estar capacitado também para uma leitura crítica do mundo. E como é que se consegue isso? Não basta unicamente estudar, ler, ter acesso a múltiplas fontes de informação, múltiplos pontos de vista. É preciso fundamentalmente saber de onde se é. E o que isso quer dizer? Que a pessoa precisa ter bem claro o lugar que ocupa no mundo, o que, no mundo capitalista, nos leva a uma compreensão da nossa posição de classe.
A votação sobre a não exigência do diploma para a profissão de jornalista, que aconteceu no STF brasileiro, diz bem desta questão. Ali estavam os senhores togados, representantes da classe dominante. São homens nomeados pelos presidentes de plantão para defender os interesses dos que mandam. Nada mais que isso. Vez ou outra acontece uma decisão com base na lei, mas sempre é coisa pequena, que não mexe nas estruturas, porque como bem diz o professor Nildo Ouriques, da UFSC, a democracia liberal é um regime sem lei. Neste modo de governo, as leis são mudadas ao bel prazer da minoria que tem o comando.
Vejamos os argumentos do ministro Gilmar Mendes para que a profissão prescinda de uma formação universitária: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até a saúde e à vida dos consumidores. Logo, um jornalista não precisa de formação para fazer bom jornalismo.” Alguém entendeu?
Pois claro. Vamos supor que o que tivesse em questão fosse a necessidade de uma faculdade de Direito para que o juiz pudesse julgar a vida de outras pessoas. Poderíamos, qualquer um, argumentar o seguinte: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores. Logo um juiz não precisa de formação para ser um bom juiz. Basta que ele tenha um bom senso de justiça e estude muito. ” Simples não?
Num país onde a maioria da população, desprovida do acesso à cultura e a educação, que se informa pela Globo, este simplório argumento representa uma vergonha. E nos causa profundo pesar ouvir isso de alguém que está acima de praticamente todos os habitantes da nação, o presidente do STF. É um argumento anti-intelectual, anti-cultural, anti-vida.
Minha mãe era uma grande cozinheira, mas sua comida divina nos era servida em casa, para a família. Não estava ela inserida no sistema de super-exploração capitalista, atuando numa empresa transnacional, na qual imperam os conceitos de competição, baixos salários e disputas intestinas. Não estava ela submetida a patrões, organogramas e metas de produtividade. Não estava também integrada num regime de divisão do trabalho aos moldes de garantir maiores lucros aos patrões. Logo, a decisão tomada nesta quarta-feira pelo STF foi uma decisão de classe. A defesa intransigente dos donos de jornais e empresários da comunicação que querem apenas gente minimamente capacitada para ler, não para ler o mundo. Porque o ser crítico, desejado por Paulo Freire, é um indivíduo perigoso demais. Ele reclama, ele reivindica, ele luta e ele ensina. A elite brasileira não quer isso para o seu povo. Há que mantê-lo sempre atado ao cabresto da ignorância, ao entretenimento, a mais-valia ideológica promovida pelos meios de comunicação de massa. Dá-lhe Big Brother, a Fazenda e outros quetais.
Voltando aos tempos do início do capitalismo
Quando a Idade Média terminou, foi-se chegando um jeito de organizar a vida que mais tarde viria a ser chamado de capitalismo. É o supra-sumo da liberdade, dizem os seus defensores. Nele, o trabalhador tem escolhas. Como era naqueles dias em que as fábricas passaram a dominar a vida. O povo empobrecido dos burgos tinha como escolher: ou se submetia a trabalhar vinte horas em condições insalubres e de quase escravidão, ou estava morto. Grande escolha.
Agora, no mundo capitalista da mídia selvagem e cortesã estamos no mesmo patamar. Os profissionais não precisam de formação específica, só vocação. Depois, uma vez dentro da empresa terão escolhas. Ou se submetem a salários mais baixos, condições precárias, opressão, assédio moral e tudo o que vem de lambuja no processo de super-exploração, ou não entram nesta profissão tão simples quanto fritar um bife.
Bueno, e não é por acaso que o futuro esteja praticamente na mão da empresas de mídia, visto que hoje em dia a produção de informação é o xodó do planeta. Logo, aquilo que é a coisa mais importante para um povo, o conhecimento das coisas da vida, ficará entregue a sanha do capital. Aos trabalhadores restará a opção democrática: aceitar ou cair fora. Não precisa ser vidente para prever o futuro: profissionais capacitados serão substituídos por quem aceitar submeter-se a salários menores. Será o “lindo” mundo habermasiano do consenso. A livre negociação entre empresários e trabalhadores. O tubarão dialogando com a sardinha.
Alternativas
Quem acompanha a vida cotidiana dos jornalistas nos locais de trabalho sabe que as coisas vão piorar muito. Até agora ainda havia um mínimo de regulação, uma pequena fatia de direitos com a qual o sindicato podia mover-se. Era possível fazer a luta através da Justiça ou da delegacia do trabalho. Havia um amparo mínimo. Agora não há mais. Os trabalhadores estão entregues a sua sorte, porque até que se crie uma nova lei com algum tipo de regulamentação a vida seguirá seu curso inexorável.
Mas, como dizem os cubanos – acostumados a bloqueios e vicissitudes – às vezes o horror pode servir para o passo adiante. Nos últimos tempos estávamos entregues a um trabalho sindical burocratizado, limitado às ações na Justiça. Havia uma apatia dos trabalhadores frente às lutas, uma espécie de “deixa que o sindicato resolva”. E os sindicatos, esvaziados de vida, iam arrastando-se, ganhando uma coisinha aqui e outra ali, amansando o monstro.
Agora estamos no chão. Os empresários ganharam esta batalha. Desregulamentados totalmente, estamos entregues aos desejos dos patrões. Sem medidas compensatórias via Justiça só cabe uma ação: a luta mesma, renhida e dura. Voltarmos aos tempos em que os trabalhadores se reuniam nos sindicatos para conspirar e organizar batalhas contra o capital. Então, é chegada a hora. De volta às ruas, de volta à organização, de volta a vida! Foi só uma batalha...Outras virão.
Por isso, agora, estamos num momento de viragem. Ou inventamos ou morremos, como dizia Simón Rodrigues. Para novas liras, novas canções. Nada de soluções atrasadas como a do Conselho Federal de Jornalismo que só engessa e institucionaliza a luta. Nada temos a perder, apenas nossos corpos nus, como dizia Marcos Faermann. Só os trabalhadores unidos e organizados podem mudar o seu destino. Por isso, vamos à luta. Refazer os mapas, reorientar rumos, mas organizados no sindicato.
Os patrões talvez não tenham se dado conta, mas ao nos tirarem tudo podem estar criando “cuervos”. Nada mais perigoso que um homem sem esperança!
Elaine Tavares - jornalista
Paulo Freire, o grande educador brasileiro que é praticamente desconhecido no Brasil, sempre foi enfático com relação à alfabetização. “Não basta saber ler, é preciso saber ler o mundo”. Queria dizer com isso que aprender era coisa que ia muito além da compreensão sobre como se juntavam as letras. Era necessário estar capacitado também para uma leitura crítica do mundo. E como é que se consegue isso? Não basta unicamente estudar, ler, ter acesso a múltiplas fontes de informação, múltiplos pontos de vista. É preciso fundamentalmente saber de onde se é. E o que isso quer dizer? Que a pessoa precisa ter bem claro o lugar que ocupa no mundo, o que, no mundo capitalista, nos leva a uma compreensão da nossa posição de classe.
A votação sobre a não exigência do diploma para a profissão de jornalista, que aconteceu no STF brasileiro, diz bem desta questão. Ali estavam os senhores togados, representantes da classe dominante. São homens nomeados pelos presidentes de plantão para defender os interesses dos que mandam. Nada mais que isso. Vez ou outra acontece uma decisão com base na lei, mas sempre é coisa pequena, que não mexe nas estruturas, porque como bem diz o professor Nildo Ouriques, da UFSC, a democracia liberal é um regime sem lei. Neste modo de governo, as leis são mudadas ao bel prazer da minoria que tem o comando.
Vejamos os argumentos do ministro Gilmar Mendes para que a profissão prescinda de uma formação universitária: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até a saúde e à vida dos consumidores. Logo, um jornalista não precisa de formação para fazer bom jornalismo.” Alguém entendeu?
Pois claro. Vamos supor que o que tivesse em questão fosse a necessidade de uma faculdade de Direito para que o juiz pudesse julgar a vida de outras pessoas. Poderíamos, qualquer um, argumentar o seguinte: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores. Logo um juiz não precisa de formação para ser um bom juiz. Basta que ele tenha um bom senso de justiça e estude muito. ” Simples não?
Num país onde a maioria da população, desprovida do acesso à cultura e a educação, que se informa pela Globo, este simplório argumento representa uma vergonha. E nos causa profundo pesar ouvir isso de alguém que está acima de praticamente todos os habitantes da nação, o presidente do STF. É um argumento anti-intelectual, anti-cultural, anti-vida.
Minha mãe era uma grande cozinheira, mas sua comida divina nos era servida em casa, para a família. Não estava ela inserida no sistema de super-exploração capitalista, atuando numa empresa transnacional, na qual imperam os conceitos de competição, baixos salários e disputas intestinas. Não estava ela submetida a patrões, organogramas e metas de produtividade. Não estava também integrada num regime de divisão do trabalho aos moldes de garantir maiores lucros aos patrões. Logo, a decisão tomada nesta quarta-feira pelo STF foi uma decisão de classe. A defesa intransigente dos donos de jornais e empresários da comunicação que querem apenas gente minimamente capacitada para ler, não para ler o mundo. Porque o ser crítico, desejado por Paulo Freire, é um indivíduo perigoso demais. Ele reclama, ele reivindica, ele luta e ele ensina. A elite brasileira não quer isso para o seu povo. Há que mantê-lo sempre atado ao cabresto da ignorância, ao entretenimento, a mais-valia ideológica promovida pelos meios de comunicação de massa. Dá-lhe Big Brother, a Fazenda e outros quetais.
Voltando aos tempos do início do capitalismo
Quando a Idade Média terminou, foi-se chegando um jeito de organizar a vida que mais tarde viria a ser chamado de capitalismo. É o supra-sumo da liberdade, dizem os seus defensores. Nele, o trabalhador tem escolhas. Como era naqueles dias em que as fábricas passaram a dominar a vida. O povo empobrecido dos burgos tinha como escolher: ou se submetia a trabalhar vinte horas em condições insalubres e de quase escravidão, ou estava morto. Grande escolha.
Agora, no mundo capitalista da mídia selvagem e cortesã estamos no mesmo patamar. Os profissionais não precisam de formação específica, só vocação. Depois, uma vez dentro da empresa terão escolhas. Ou se submetem a salários mais baixos, condições precárias, opressão, assédio moral e tudo o que vem de lambuja no processo de super-exploração, ou não entram nesta profissão tão simples quanto fritar um bife.
Bueno, e não é por acaso que o futuro esteja praticamente na mão da empresas de mídia, visto que hoje em dia a produção de informação é o xodó do planeta. Logo, aquilo que é a coisa mais importante para um povo, o conhecimento das coisas da vida, ficará entregue a sanha do capital. Aos trabalhadores restará a opção democrática: aceitar ou cair fora. Não precisa ser vidente para prever o futuro: profissionais capacitados serão substituídos por quem aceitar submeter-se a salários menores. Será o “lindo” mundo habermasiano do consenso. A livre negociação entre empresários e trabalhadores. O tubarão dialogando com a sardinha.
Alternativas
Quem acompanha a vida cotidiana dos jornalistas nos locais de trabalho sabe que as coisas vão piorar muito. Até agora ainda havia um mínimo de regulação, uma pequena fatia de direitos com a qual o sindicato podia mover-se. Era possível fazer a luta através da Justiça ou da delegacia do trabalho. Havia um amparo mínimo. Agora não há mais. Os trabalhadores estão entregues a sua sorte, porque até que se crie uma nova lei com algum tipo de regulamentação a vida seguirá seu curso inexorável.
Mas, como dizem os cubanos – acostumados a bloqueios e vicissitudes – às vezes o horror pode servir para o passo adiante. Nos últimos tempos estávamos entregues a um trabalho sindical burocratizado, limitado às ações na Justiça. Havia uma apatia dos trabalhadores frente às lutas, uma espécie de “deixa que o sindicato resolva”. E os sindicatos, esvaziados de vida, iam arrastando-se, ganhando uma coisinha aqui e outra ali, amansando o monstro.
Agora estamos no chão. Os empresários ganharam esta batalha. Desregulamentados totalmente, estamos entregues aos desejos dos patrões. Sem medidas compensatórias via Justiça só cabe uma ação: a luta mesma, renhida e dura. Voltarmos aos tempos em que os trabalhadores se reuniam nos sindicatos para conspirar e organizar batalhas contra o capital. Então, é chegada a hora. De volta às ruas, de volta à organização, de volta a vida! Foi só uma batalha...Outras virão.
Por isso, agora, estamos num momento de viragem. Ou inventamos ou morremos, como dizia Simón Rodrigues. Para novas liras, novas canções. Nada de soluções atrasadas como a do Conselho Federal de Jornalismo que só engessa e institucionaliza a luta. Nada temos a perder, apenas nossos corpos nus, como dizia Marcos Faermann. Só os trabalhadores unidos e organizados podem mudar o seu destino. Por isso, vamos à luta. Refazer os mapas, reorientar rumos, mas organizados no sindicato.
Os patrões talvez não tenham se dado conta, mas ao nos tirarem tudo podem estar criando “cuervos”. Nada mais perigoso que um homem sem esperança!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
SÃOPEDRO
PASSARINHO DO MATO: Chico César na Funjope!
(Pedro Osmar). 10.05.2009. SP.
Qual o significado de um artista como Chico César à frente da instituição municipal de cultura mais importante da cidade, considerando sua história de luta, que é anterior à sua carreira profissional de artista popular mundialmente conhecido? Será, certamente, um delicioso retorno às suas origens! Com a diferença que ele terá em suas mãos a direção da Funjope e todo o seu complexo de atividades e compromissos educativos com a cidade de João Pessoa (não sendo portanto, apenas o menino de recados de um mero projeto divulgador de festas para fazer a cidade cantar, dançar e se divertir), cidade que Chico conhece tão bem (becos, vielas, favelas, comunidades mais distantes), pois nela morou e trabalhou em grande parte de sua vida estudantil, poética, musical e jornalística. Sim, Chico César é um jornalista formado pela UFPB, na mesma turma de Walter Santos, Silvio Osias e Carlos César, tendo como seu maior farol intelectual figuras como Raimundo Nonato Batista e Jomard Muniz de Brito, ícones de toda uma geração! Este será o significado da presença dele a partir de agora!
Hoje Chico volta como um professor que dá suas aulas a cada show/recital/entrevista e palestra que realiza pelo país e pelo mundo. Um profissional que aprendeu com a vida (e vida aqui, no sentido de pensar e repensar e agir e interagir produtivamente aos conceitos, novos conceitos que defende como massa crítica de sua sobrevivência intelectual e política) em que os “signos” estão sempre em rotação, que as relações de poder estão sempre em mutação, quando o poder é exercido democraticamente por quem quer que seja, por ele, por seus parceiros de trabalho, pelo prefeito e toda a complexidade política que faz João Pessoa ser a cidade que “é”, no projeto político do nordeste. Nos perguntamos: João Pessoa poderia ser mais do que é? Poderia dar melhores exemplos e condições de vida aos seus moradores e populações? A certeza é que um dia a cidade, a partir de administrações mais democráticas e equilibradas, terá as condições objetivas para conquistar esse avanço, pois como diria David Cooper: “Não existe esperança. Existe uma luta, e esta é a nossa esperança”.
A chegada de um cara como Chico César à Funjope se reveste de uma importância singular, dada a pluralidade com que acentua e confirma a competência do seu discurso em tudo que faz: sua música, seus poemas, e agora, certamente, uma possível e provável administração democrática e socialista que poderá imprimir à frente da Funjope. O ser plural que ele é (e singular, em seu competente projeto criativo no contexto da música paraibana, nordestina e brasileira), terá condições de dialogar com as “esferas” (leia-se diferenças e contradições) da complexidade da política paraibana, sempre às voltas com as naturais polêmicas do exercício do poder que nos governa, um projeto de poder estadual ainda bem atrasado e burro, mas que se, futuramente, manipulado de forma coerente, inteligente e progressista (um dia será revolucionária), poderá gerar cada vez mais condições para que a democracia popular se instale de vez na cidade de João Pessoa, bem como em todo o estado. Ou seja, cenas de um cotidiano poderoso (ainda não popular) que terá na ação administrativa da equipe da Funjope (com Chico César à frente!), uma outra postura e uma série de novos entendimentos. Este será o nosso desafio!
Que tenhamos vida e fôlego e paciência para ajudar em todo o processo, até porque, depois de Lau Siqueira, ninguém melhor do que Chico César para entender essas necessidades e facilitar um trâmite próprio dessa máquina municipal de poder em que agora ele está inserido. E estamos todos com ele, disso ele não tenha dúvida. Até porque muito do que ele viveu na sua militância de políticas alternativas de cultura a partir dos anos 80, tem a ver com essas “irmandades comunitárias”, tem a ver com as ações guerrilheiras de cultura criadas e mantidas pelos projetos que ele participou: Musiclube, Fala Bairros e Movimento dos Escritores Independentes, que praticamente atuou e mexeu decisivamente (durante pelo menos uns dez anos), com a cena da música, da poesia e da cultura na cidade de João Pessoa.
Chico estava de dentro, contribuindo, influindo e interferindo de forma crítica e criativa com suas idéias, que sempre fundiram “chão rachado, aboio, jovem guarda, bossa nova e tropicalismo com as mais novas e avançadas tecnologias da informação das vanguardas da Semana de 22” (vanguarda européia e modernismo brasileiro), que fomos aprendendo nas relações de poder da luta política de cultura da cidade de João Pessoa daquele período. Certamente que o grupo Jaguaribe Carne tem muito a ver com isso. Não soará estranho agora se a Funjope passar a defender causas de “intercambio”, formação e preparo cultural entre os artistas e as populações nos bairros, assim como nas cidades paraibanas e capitais nordestinas, como base de sua política de trabalho, pois esse é o nosso maior aprendizado nas ações de guerrilha cultural que realizamos coletivamente através do Musiclube, do Fala Bairros e do Movimento dos Escritores Independentes. Essa noção Chico tem, e ela será muito valiosa no momento em que a cultura da cidade procurar um “chão” por onde se sustentar, caminhar e se equilibrar.
Enfim, são expectativas. Bom será a conquista de tudo isso pela coletividade pessoense, tendo claro que muita coisa terá de ser revista e ampliada, seja do lado do poder, seja do lado do povo organizado, para que a cultura na cidade tenha melhores dias. Democracia é essa capacidade de estarmos abertos ao aprendizado que o rolo compressor da vida sempre nos coloca, por bem ou por mal. Esperamos que a vinda de Chico César possa nos ajudar a compreender melhor tudo isso.
Vamos à luta!
(Pedro Osmar). 10.05.2009. SP.
Qual o significado de um artista como Chico César à frente da instituição municipal de cultura mais importante da cidade, considerando sua história de luta, que é anterior à sua carreira profissional de artista popular mundialmente conhecido? Será, certamente, um delicioso retorno às suas origens! Com a diferença que ele terá em suas mãos a direção da Funjope e todo o seu complexo de atividades e compromissos educativos com a cidade de João Pessoa (não sendo portanto, apenas o menino de recados de um mero projeto divulgador de festas para fazer a cidade cantar, dançar e se divertir), cidade que Chico conhece tão bem (becos, vielas, favelas, comunidades mais distantes), pois nela morou e trabalhou em grande parte de sua vida estudantil, poética, musical e jornalística. Sim, Chico César é um jornalista formado pela UFPB, na mesma turma de Walter Santos, Silvio Osias e Carlos César, tendo como seu maior farol intelectual figuras como Raimundo Nonato Batista e Jomard Muniz de Brito, ícones de toda uma geração! Este será o significado da presença dele a partir de agora!
Hoje Chico volta como um professor que dá suas aulas a cada show/recital/entrevista e palestra que realiza pelo país e pelo mundo. Um profissional que aprendeu com a vida (e vida aqui, no sentido de pensar e repensar e agir e interagir produtivamente aos conceitos, novos conceitos que defende como massa crítica de sua sobrevivência intelectual e política) em que os “signos” estão sempre em rotação, que as relações de poder estão sempre em mutação, quando o poder é exercido democraticamente por quem quer que seja, por ele, por seus parceiros de trabalho, pelo prefeito e toda a complexidade política que faz João Pessoa ser a cidade que “é”, no projeto político do nordeste. Nos perguntamos: João Pessoa poderia ser mais do que é? Poderia dar melhores exemplos e condições de vida aos seus moradores e populações? A certeza é que um dia a cidade, a partir de administrações mais democráticas e equilibradas, terá as condições objetivas para conquistar esse avanço, pois como diria David Cooper: “Não existe esperança. Existe uma luta, e esta é a nossa esperança”.
A chegada de um cara como Chico César à Funjope se reveste de uma importância singular, dada a pluralidade com que acentua e confirma a competência do seu discurso em tudo que faz: sua música, seus poemas, e agora, certamente, uma possível e provável administração democrática e socialista que poderá imprimir à frente da Funjope. O ser plural que ele é (e singular, em seu competente projeto criativo no contexto da música paraibana, nordestina e brasileira), terá condições de dialogar com as “esferas” (leia-se diferenças e contradições) da complexidade da política paraibana, sempre às voltas com as naturais polêmicas do exercício do poder que nos governa, um projeto de poder estadual ainda bem atrasado e burro, mas que se, futuramente, manipulado de forma coerente, inteligente e progressista (um dia será revolucionária), poderá gerar cada vez mais condições para que a democracia popular se instale de vez na cidade de João Pessoa, bem como em todo o estado. Ou seja, cenas de um cotidiano poderoso (ainda não popular) que terá na ação administrativa da equipe da Funjope (com Chico César à frente!), uma outra postura e uma série de novos entendimentos. Este será o nosso desafio!
Que tenhamos vida e fôlego e paciência para ajudar em todo o processo, até porque, depois de Lau Siqueira, ninguém melhor do que Chico César para entender essas necessidades e facilitar um trâmite próprio dessa máquina municipal de poder em que agora ele está inserido. E estamos todos com ele, disso ele não tenha dúvida. Até porque muito do que ele viveu na sua militância de políticas alternativas de cultura a partir dos anos 80, tem a ver com essas “irmandades comunitárias”, tem a ver com as ações guerrilheiras de cultura criadas e mantidas pelos projetos que ele participou: Musiclube, Fala Bairros e Movimento dos Escritores Independentes, que praticamente atuou e mexeu decisivamente (durante pelo menos uns dez anos), com a cena da música, da poesia e da cultura na cidade de João Pessoa.
Chico estava de dentro, contribuindo, influindo e interferindo de forma crítica e criativa com suas idéias, que sempre fundiram “chão rachado, aboio, jovem guarda, bossa nova e tropicalismo com as mais novas e avançadas tecnologias da informação das vanguardas da Semana de 22” (vanguarda européia e modernismo brasileiro), que fomos aprendendo nas relações de poder da luta política de cultura da cidade de João Pessoa daquele período. Certamente que o grupo Jaguaribe Carne tem muito a ver com isso. Não soará estranho agora se a Funjope passar a defender causas de “intercambio”, formação e preparo cultural entre os artistas e as populações nos bairros, assim como nas cidades paraibanas e capitais nordestinas, como base de sua política de trabalho, pois esse é o nosso maior aprendizado nas ações de guerrilha cultural que realizamos coletivamente através do Musiclube, do Fala Bairros e do Movimento dos Escritores Independentes. Essa noção Chico tem, e ela será muito valiosa no momento em que a cultura da cidade procurar um “chão” por onde se sustentar, caminhar e se equilibrar.
Enfim, são expectativas. Bom será a conquista de tudo isso pela coletividade pessoense, tendo claro que muita coisa terá de ser revista e ampliada, seja do lado do poder, seja do lado do povo organizado, para que a cultura na cidade tenha melhores dias. Democracia é essa capacidade de estarmos abertos ao aprendizado que o rolo compressor da vida sempre nos coloca, por bem ou por mal. Esperamos que a vinda de Chico César possa nos ajudar a compreender melhor tudo isso.
Vamos à luta!
terça-feira, 9 de junho de 2009
TIMENSION
O TEMPO DE HANS DONNER por REGINALDO MARINHO
Deus disse logo no primeiro dia: Faça-se a luz e a luz foi feita. Desde os primórdios que a presença da luz inquieta o homem e através dela veio a compreensão do tempo.
A primeira leitura do tempo foi por meio da luz. Antes do relógio de sol, o homem dispunha apenas do relógio biológico para controlar as suas atividades no decorrer do dia. Ao criar necessidade de programar os seus afazeres e definir a sensação da passagem do tempo foi criado o relógio solar.
Durante o dia observou-se que o Sol se deslocava, com o tempo a luz percorria o espaço, esse percurso transformando a dimensão e a posição das sombras delineadas pela luz inspirou o homem a projetar os primeiros instrumentos de medição do tempo. No início do dia, com o Sol levantando-se do horizonte, a projeção ficava mais alongada. A sombra ia diminuindo de tamanho e voltava a crescer, até desaparecer e surgir a noite. O ponto de transição foi denominado meio-dia.
Atribui-se ao filósofo, astrônomo, geógrafo e matemático grego Anaximandro de Mileto, discípulo de Tales, que viveu entre 610 a.C. e 547 a.C. a invenção do relógio solar. Teria sido ele quem aperfeiçoou o conhecimento dos babilônios, que habitavam o atual Iraque, e construiu o primeiro relógio de sol, a primeira geração de relógios. Consiste basicamente em uma haste, inicialmente vertical, fixada em uma superfície, sobre a qual a luz solar projeta uma sombra que marca o tempo. Definem-se os intervalos de tempo sobre essa superfície, em torno da haste central. O deslocamento da sombra da haste projetada girando sobre a superfície horizontal indicava as horas. O tempo e a luz são elementos indissociáveis.
Os relógios solares eram imprecisos, em função do movimento oscilatório da Terra que gera as quatro estações e dependiam da ausência de nuvens. A variação da inclinação do Sol durante o ano se visualiza com mais nitidez nos países europeus localizados mais afastados do equador. A inquietação para compreender e dimensionar o tempo faz parte da natureza humana. Não podemos abstrair o tempo de nossas vidas, para sermos mais inteiros devemos nos integrar ao tempo, permitir uma completa harmonia em cada fragmento de tempo.
A segunda geração foi a dos relógios mecânicos. Eles surgiram no final do século XIII e o primeiro relógio de torre foi construído na cidade de Pádua, na Itália, pelo relojoeiro Jacopo di Dondi, em 1344. Os ponteiros girando em torno de um eixo substituíram a sombra da haste que girava em torno dela, nos relógios solares. Passaram a fabricar relógios menores que se usavam em bolsos ou bolsas, conhecidos por relógios de algibeira. Até Santos Dumont não houve muitas mudanças, foi ele que introduziu o relógio de pulso, mas continuou sendo o mesmo relógio.
A terceira geração foi a dos relógios digitais. Essa invenção não funcionou para o uso pessoal. Não conseguimos nos livrar dos arquétipos. Esse relógio racional e tão preciso funciona bem em todas as aplicações fora do pulso, mas não se conecta com as imagens que temos construídas em nosso inconsciente para nos relacionar com o tempo. A nossa compreensão do tempo está associada à visão da luz que se desloca no firmamento.
Hans Donner, um dos designers mais consagrados do mundo, cuja obra define os próprios conceitos do design moderno, cria a quarta geração de medidores do tempo. Hans batizou acertadamente a sua invenção por Timension. Timension é o novo paradigma na dimensão do tempo. Com ele você vê o tempo. Nele estão reunidos os arquétipos desde os tempos imemoriais associados ao que existe de mais belo e contemporâneo na medição do tempo. Uma representação gráfica do tempo e da luz entre o nascer e o pôr do Sol, encapsulada em refinada estética.
O tempo de Hans Donner é medido por uma linha que separa a luz da sombra que desliza suave e continuamente em seu invento, como acontece na natureza. O tempo e a luz estão definitivamente unidos em sua invenção. Uma união perfeita. A poesia que a luz sugere com a precisão do tempo.
O tempo deixa de ser medido pelos tradicionais ponteiros e retorna à luz. Hans Donner é outro renascentista pós-moderno. Ele concebeu um instrumento científico integrado à arte.
O Timension chegou a ser fabricado para ser usado no pulso, uma versão mecânica. Agora, ganhou a sua forma definitiva, em sintonia com o futuro. Essa invenção foi traduzida para a linguagem digital e está sendo baixado para computadores e usuários de Iphone e Iphod Touch do mundo inteiro pela internet, a cada minuto. A medição mais primitiva do tempo e, agora, a mais revolucionária são feitas pela luz. O futuro passa por esse tempo.
Quem tem sistema operacional Vista ou XP original da Microsoft pode fazer o download do Timension grátis.
Deus disse logo no primeiro dia: Faça-se a luz e a luz foi feita. Desde os primórdios que a presença da luz inquieta o homem e através dela veio a compreensão do tempo.
A primeira leitura do tempo foi por meio da luz. Antes do relógio de sol, o homem dispunha apenas do relógio biológico para controlar as suas atividades no decorrer do dia. Ao criar necessidade de programar os seus afazeres e definir a sensação da passagem do tempo foi criado o relógio solar.
Durante o dia observou-se que o Sol se deslocava, com o tempo a luz percorria o espaço, esse percurso transformando a dimensão e a posição das sombras delineadas pela luz inspirou o homem a projetar os primeiros instrumentos de medição do tempo. No início do dia, com o Sol levantando-se do horizonte, a projeção ficava mais alongada. A sombra ia diminuindo de tamanho e voltava a crescer, até desaparecer e surgir a noite. O ponto de transição foi denominado meio-dia.
Atribui-se ao filósofo, astrônomo, geógrafo e matemático grego Anaximandro de Mileto, discípulo de Tales, que viveu entre 610 a.C. e 547 a.C. a invenção do relógio solar. Teria sido ele quem aperfeiçoou o conhecimento dos babilônios, que habitavam o atual Iraque, e construiu o primeiro relógio de sol, a primeira geração de relógios. Consiste basicamente em uma haste, inicialmente vertical, fixada em uma superfície, sobre a qual a luz solar projeta uma sombra que marca o tempo. Definem-se os intervalos de tempo sobre essa superfície, em torno da haste central. O deslocamento da sombra da haste projetada girando sobre a superfície horizontal indicava as horas. O tempo e a luz são elementos indissociáveis.
Os relógios solares eram imprecisos, em função do movimento oscilatório da Terra que gera as quatro estações e dependiam da ausência de nuvens. A variação da inclinação do Sol durante o ano se visualiza com mais nitidez nos países europeus localizados mais afastados do equador. A inquietação para compreender e dimensionar o tempo faz parte da natureza humana. Não podemos abstrair o tempo de nossas vidas, para sermos mais inteiros devemos nos integrar ao tempo, permitir uma completa harmonia em cada fragmento de tempo.
A segunda geração foi a dos relógios mecânicos. Eles surgiram no final do século XIII e o primeiro relógio de torre foi construído na cidade de Pádua, na Itália, pelo relojoeiro Jacopo di Dondi, em 1344. Os ponteiros girando em torno de um eixo substituíram a sombra da haste que girava em torno dela, nos relógios solares. Passaram a fabricar relógios menores que se usavam em bolsos ou bolsas, conhecidos por relógios de algibeira. Até Santos Dumont não houve muitas mudanças, foi ele que introduziu o relógio de pulso, mas continuou sendo o mesmo relógio.
A terceira geração foi a dos relógios digitais. Essa invenção não funcionou para o uso pessoal. Não conseguimos nos livrar dos arquétipos. Esse relógio racional e tão preciso funciona bem em todas as aplicações fora do pulso, mas não se conecta com as imagens que temos construídas em nosso inconsciente para nos relacionar com o tempo. A nossa compreensão do tempo está associada à visão da luz que se desloca no firmamento.
Hans Donner, um dos designers mais consagrados do mundo, cuja obra define os próprios conceitos do design moderno, cria a quarta geração de medidores do tempo. Hans batizou acertadamente a sua invenção por Timension. Timension é o novo paradigma na dimensão do tempo. Com ele você vê o tempo. Nele estão reunidos os arquétipos desde os tempos imemoriais associados ao que existe de mais belo e contemporâneo na medição do tempo. Uma representação gráfica do tempo e da luz entre o nascer e o pôr do Sol, encapsulada em refinada estética.
O tempo de Hans Donner é medido por uma linha que separa a luz da sombra que desliza suave e continuamente em seu invento, como acontece na natureza. O tempo e a luz estão definitivamente unidos em sua invenção. Uma união perfeita. A poesia que a luz sugere com a precisão do tempo.
O tempo deixa de ser medido pelos tradicionais ponteiros e retorna à luz. Hans Donner é outro renascentista pós-moderno. Ele concebeu um instrumento científico integrado à arte.
O Timension chegou a ser fabricado para ser usado no pulso, uma versão mecânica. Agora, ganhou a sua forma definitiva, em sintonia com o futuro. Essa invenção foi traduzida para a linguagem digital e está sendo baixado para computadores e usuários de Iphone e Iphod Touch do mundo inteiro pela internet, a cada minuto. A medição mais primitiva do tempo e, agora, a mais revolucionária são feitas pela luz. O futuro passa por esse tempo.
Quem tem sistema operacional Vista ou XP original da Microsoft pode fazer o download do Timension grátis.
domingo, 7 de junho de 2009
COPA2014
Sem surpresas, Fifa anuncia sedes da Copa do Mundo.
O mistério chegou ao fim. Após 19 meses da escolha do Brasil como palco da Copa do Mundo de 2014, a Fifa divulgou, neste domingo, em Nassau, nas Bahamas, o nome das 12 sedes do Mundial. Sem muitas surpresas, foram confirmadas
Belo Horizonte (MG),
Brasília (DF),
Cuiabá (MT),
Curitiba (PR),
Fortaleza (CE),
Manaus (AM),
Natal (RN),
Porto Alegre (RS),
Recife (PE),
Rio de Janeiro (RJ),
Salvador (BA)
e São Paulo (SP).
Manaus será a representante da região Norte na Copa do Mundo de 2014
Beira-Rio será estádio usado em Porto Alegre no Mundial e passará por reformas
Dessa forma, das 17 candidatas que estavam na disputa, ficaram fora as cidades de Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC).
Passada a euforia e a festa pela confirmação do anúncio, as cidades escolhidas terão um cronograma curto para se adequarem às exigências de uma Copa do Mundo. Todos os estádios que foram indicados, por exemplo, precisarão ser reformados ou ainda totalmente construídos. A expectativa é que as novas arenas estejam prontas até o fim de 2012, possibilitando a utilização na Copa das Confederações, em 2013.
Após o anúncio, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, voltou a reafirmar a necessidade de serem cumpridos os prazos. "As cidades escolhidas terão apenas o começo do trabalho, que exige organização, cumprimento de prazos, respeito aos padrões da Fifa e credibilidade. Tenho convicção que as 12 cidades têm noção de sua responsabilidade¨.
O grande objetivo de todas as cidades é atrair o dinheiro da iniciativa privada para viabilizar suas novas arenas e também a ampliação da rede hoteleira. Mesmo com as promessas antes do anúncio, poucas sedes devem conseguir estes investimentos, restando aos governos estaduais a tarefa, em muitos casos, de bancar as praças esportivas.
Por outro lado, o governo federal arcará com as obras de infraestrutura. Para isso, deve ser anunciado nos próximos dias um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) exclusivamente para a Copa do Mundo de 2014.
Além de deixar todas as cidades em condições de receber o Mundial, o desafio é não repetir o que aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, quando os gastos finais foram muito maiores do que a projeção inicial, obrigando o governo federal a gastar mais dinheiro do que o esperado para salvar o evento.
Ao mesmo tempo, a Fifa garantiu que não deixará as cidades preteridas no processo de seleção sem eventos ligados à Copa do Mundo. "Essas cidades que não foram escolhidas como sede, terão eventos ligados ao evento. Não podemos jogar em todas as cidades, mas faremos o possível para que todas as regiões possam receber atividades da Fifa", destacou Joseph Blatter.
O mistério chegou ao fim. Após 19 meses da escolha do Brasil como palco da Copa do Mundo de 2014, a Fifa divulgou, neste domingo, em Nassau, nas Bahamas, o nome das 12 sedes do Mundial. Sem muitas surpresas, foram confirmadas
Belo Horizonte (MG),
Brasília (DF),
Cuiabá (MT),
Curitiba (PR),
Fortaleza (CE),
Manaus (AM),
Natal (RN),
Porto Alegre (RS),
Recife (PE),
Rio de Janeiro (RJ),
Salvador (BA)
e São Paulo (SP).
Manaus será a representante da região Norte na Copa do Mundo de 2014
Beira-Rio será estádio usado em Porto Alegre no Mundial e passará por reformas
Dessa forma, das 17 candidatas que estavam na disputa, ficaram fora as cidades de Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC).
Passada a euforia e a festa pela confirmação do anúncio, as cidades escolhidas terão um cronograma curto para se adequarem às exigências de uma Copa do Mundo. Todos os estádios que foram indicados, por exemplo, precisarão ser reformados ou ainda totalmente construídos. A expectativa é que as novas arenas estejam prontas até o fim de 2012, possibilitando a utilização na Copa das Confederações, em 2013.
Após o anúncio, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, voltou a reafirmar a necessidade de serem cumpridos os prazos. "As cidades escolhidas terão apenas o começo do trabalho, que exige organização, cumprimento de prazos, respeito aos padrões da Fifa e credibilidade. Tenho convicção que as 12 cidades têm noção de sua responsabilidade¨.
O grande objetivo de todas as cidades é atrair o dinheiro da iniciativa privada para viabilizar suas novas arenas e também a ampliação da rede hoteleira. Mesmo com as promessas antes do anúncio, poucas sedes devem conseguir estes investimentos, restando aos governos estaduais a tarefa, em muitos casos, de bancar as praças esportivas.
Por outro lado, o governo federal arcará com as obras de infraestrutura. Para isso, deve ser anunciado nos próximos dias um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) exclusivamente para a Copa do Mundo de 2014.
Além de deixar todas as cidades em condições de receber o Mundial, o desafio é não repetir o que aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, quando os gastos finais foram muito maiores do que a projeção inicial, obrigando o governo federal a gastar mais dinheiro do que o esperado para salvar o evento.
Ao mesmo tempo, a Fifa garantiu que não deixará as cidades preteridas no processo de seleção sem eventos ligados à Copa do Mundo. "Essas cidades que não foram escolhidas como sede, terão eventos ligados ao evento. Não podemos jogar em todas as cidades, mas faremos o possível para que todas as regiões possam receber atividades da Fifa", destacou Joseph Blatter.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
AUDIOVISUAL
FÓRUM PERMANENTE DO AUDIOVISUAL DA PARAÍBA .
Prêmio Linduarte Noronha de Curta-Metragem, lançado pelo Governo do Estado.
Importância do fórum: Estabelecer um canal de discussão democrático e participativo sobre as principais questões que envolvem o audiovisual, tanto em seu aspecto artístico-cultural quanto mercadológico. Tal proposta nasce do entendimento de que o fórum é um espaço privilegiado para discussão do audiovisual baseado na colaboração e na atuação de seus membros, motivados pelo interesse em desenvolver a área. Além disso, é concebido como uma importante ferramenta de organização do setor que permite o levantamento das suas demandas, das propostas de implementação de ações que às atendam e do estabelecimento de propostas de políticas públicas para a área no Estado da Paraíba.
Através do Fórum será possível realizar uma radiografia do Audiovisual em João Pessoa, mapeando a sua especificidade no que concerne a produção, formação e circulação. A produção compartilhada desse conhecimento, tanto quanto a reflexão sobre sua conjuntura atual são os pontos de partida para a criação e o estabelecimento de um planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo para o audiovisual no Estado.
Para realizadores, produtores culturais,patrocinaores, exibidores e demais interessados em audiovisual da Paraíba.
Mais informações: (83) 3221-8450 (ABD-PB) / (83) 3218-9708 Ana Bárbara da ABD - PARAÍBA.
Prêmio Linduarte Noronha de Curta-Metragem, lançado pelo Governo do Estado.
Importância do fórum: Estabelecer um canal de discussão democrático e participativo sobre as principais questões que envolvem o audiovisual, tanto em seu aspecto artístico-cultural quanto mercadológico. Tal proposta nasce do entendimento de que o fórum é um espaço privilegiado para discussão do audiovisual baseado na colaboração e na atuação de seus membros, motivados pelo interesse em desenvolver a área. Além disso, é concebido como uma importante ferramenta de organização do setor que permite o levantamento das suas demandas, das propostas de implementação de ações que às atendam e do estabelecimento de propostas de políticas públicas para a área no Estado da Paraíba.
Através do Fórum será possível realizar uma radiografia do Audiovisual em João Pessoa, mapeando a sua especificidade no que concerne a produção, formação e circulação. A produção compartilhada desse conhecimento, tanto quanto a reflexão sobre sua conjuntura atual são os pontos de partida para a criação e o estabelecimento de um planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo para o audiovisual no Estado.
Para realizadores, produtores culturais,patrocinaores, exibidores e demais interessados em audiovisual da Paraíba.
Mais informações: (83) 3221-8450 (ABD-PB) / (83) 3218-9708 Ana Bárbara da ABD - PARAÍBA.
terça-feira, 2 de junho de 2009
HUMOR
O humorista paraibano Cristovam Tadeu lança o seu primeiro DVD celebrando os 25 anos de carreira artística. ‘RisoPontoCom’, o DVD, será lançado nos dias 6 e 7 de Junho, às 20h na Sala de Cultura do Shopping Sul, na principal do Conjunto dos Bancários, onde o artista estreou em 2006.
Cristovam Tadeu é o humorista pioneiro na Paraíba no estilo one-man-show. Começou como ator de teatro em 1980 e já em 82, aos 20 anos, fazia seu primeiro show de humor chamado “Prá Morrer de Rir”. Em 86 iniciou o projeto de humor em bar se apresentando e lançando novos talentos no famoso Bar Travessia.
Atuou em dezenas de peças de teatro, escreveu e dirigiu dois espetáculos de grande sucesso – ‘Vovô Viu a Uva’ e ‘Vovó Viu a Ave’ - fez cinema - ‘24h’ de Marcus Villar e ‘Por 30 Dinheiros’ de Vânia Perazzo e Ivan Herbalo - e na TV, além de ter feito centenas de comerciais, escreveu, dirigiu e produziu o primeiro programa de humor da Paraíba chamado ”Sábado de Graça”.
Em 1989, em São Paulo, fez parte do elenco do programa ‘Só Riso’, na Rede Band ao lado de Costinha, Zé Vasconcelos, Lilico, Zé Bonitinho e há quatro anos participa do programa ‘Show do Tom’ na Rede Record como Gaetano Velhoso.
Tadeu está celebrando uma vida inteira dedicada ao humor: dos quadrinhos às charges, do teatro à TV.
Conteúdo do DVD.
Para elaborar o DVD, Cristovam Tadeu procurou rechear com materiais importantes na carreira do comediante, assim, o disco está repleto de coisas raras como o primeiro quadro de humor na TV em 1987 atuando com Nairon Barreto (Zé Lezim) e Ednaldo do Egypto, que vai estar na faixa Baú 1. No Baú 2, Tadeu nos presenteia com sua participação no programa ‘Só Riso’, na Rede Bandeirantes de Televisão em São Paulo, no ano de 1989 quando ele se mudou pra lá. Além desses dois baús, há material antigo como comerciais para TV (“você não tem videocassete? O h, pobreza!”), extras como o quadro ‘Pagando Mico’, imitação de Ariano Suassuna e Dom Marcelo e claro, trechos do show gravado ao vivo no teatro Santa Roza. Há também uma faixa bônus que só pra quem usa computador com um Power Point dos 25 anos de carreira do humorista.
O show de lançamento e a noite de autógrafos começam às 20h e os ingressos custam R$ 10,00 (Inteira), que dá o direito a ganhar grátis um DVD e R$ 5,00 (Meia para estudantes com carteira e idosos acima de 65 anos). Informações 8823-2345.
Cristovam Tadeu é o humorista pioneiro na Paraíba no estilo one-man-show. Começou como ator de teatro em 1980 e já em 82, aos 20 anos, fazia seu primeiro show de humor chamado “Prá Morrer de Rir”. Em 86 iniciou o projeto de humor em bar se apresentando e lançando novos talentos no famoso Bar Travessia.
Atuou em dezenas de peças de teatro, escreveu e dirigiu dois espetáculos de grande sucesso – ‘Vovô Viu a Uva’ e ‘Vovó Viu a Ave’ - fez cinema - ‘24h’ de Marcus Villar e ‘Por 30 Dinheiros’ de Vânia Perazzo e Ivan Herbalo - e na TV, além de ter feito centenas de comerciais, escreveu, dirigiu e produziu o primeiro programa de humor da Paraíba chamado ”Sábado de Graça”.
Em 1989, em São Paulo, fez parte do elenco do programa ‘Só Riso’, na Rede Band ao lado de Costinha, Zé Vasconcelos, Lilico, Zé Bonitinho e há quatro anos participa do programa ‘Show do Tom’ na Rede Record como Gaetano Velhoso.
Tadeu está celebrando uma vida inteira dedicada ao humor: dos quadrinhos às charges, do teatro à TV.
Conteúdo do DVD.
Para elaborar o DVD, Cristovam Tadeu procurou rechear com materiais importantes na carreira do comediante, assim, o disco está repleto de coisas raras como o primeiro quadro de humor na TV em 1987 atuando com Nairon Barreto (Zé Lezim) e Ednaldo do Egypto, que vai estar na faixa Baú 1. No Baú 2, Tadeu nos presenteia com sua participação no programa ‘Só Riso’, na Rede Bandeirantes de Televisão em São Paulo, no ano de 1989 quando ele se mudou pra lá. Além desses dois baús, há material antigo como comerciais para TV (“você não tem videocassete? O h, pobreza!”), extras como o quadro ‘Pagando Mico’, imitação de Ariano Suassuna e Dom Marcelo e claro, trechos do show gravado ao vivo no teatro Santa Roza. Há também uma faixa bônus que só pra quem usa computador com um Power Point dos 25 anos de carreira do humorista.
O show de lançamento e a noite de autógrafos começam às 20h e os ingressos custam R$ 10,00 (Inteira), que dá o direito a ganhar grátis um DVD e R$ 5,00 (Meia para estudantes com carteira e idosos acima de 65 anos). Informações 8823-2345.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
VILÔ
TRIBUTO AO MAESTRO VILÔ
O lançamento do documentário “Vilô”, produzido pelo jornalista e compositor Adeildo Vieira e do CD “ Vilô, 40 Anos de Frevo”, farão parte das homenagens do Tributo ao Maestro Vilô, que será realizado no período de 27 a 29 deste mês, no SESC/Centro. O maestro, que tanto alegrou os carnavais da Paraíba, em especial João Pessoa, com a sua apoteótica “Orquestra de Vilô”, será o grande eixo das discussões de um Seminário, que nos três dias, reunirá personalidades dos setores afins, para discutir caminhos melhores e mais produtivos para o carnaval da Capital. As noites do tributo serão envolvidas por muito frevo e alegorias. As homenagens serão abertas com uma Sessão Especial na Câmara Municipal, no próximo dia 26, a partir das 15 horas.
Contato: Grupo de Produção - 8887.2006 (Mana) 8813.1608 (Adeildo Vieira) 8823.0198 ( Marcelo Vilô) 8862.6826 (Ednamay Cirilo) 9305.9821 (Kennedy Costa) 8858.0189 (Nara Limeira) 8670.8666 (Glaucia Lima) 8823.2727 (Gilson Ranato).
SEMINÁRIO DE CARNAVAL
data: 27, 28, 29 de maio 2009
hora : 15:00hs às 18;00hs
local : SESC - Centro - João Pessoa - PB
LANÇAMENTO DO CD VILÕ 40 ANOS
HORA: 19:00HS até meia noite
local ; SESC - Centro - João Pessoa - PB
data: 27, 28, 29 de maio 2009
O lançamento do documentário “Vilô”, produzido pelo jornalista e compositor Adeildo Vieira e do CD “ Vilô, 40 Anos de Frevo”, farão parte das homenagens do Tributo ao Maestro Vilô, que será realizado no período de 27 a 29 deste mês, no SESC/Centro. O maestro, que tanto alegrou os carnavais da Paraíba, em especial João Pessoa, com a sua apoteótica “Orquestra de Vilô”, será o grande eixo das discussões de um Seminário, que nos três dias, reunirá personalidades dos setores afins, para discutir caminhos melhores e mais produtivos para o carnaval da Capital. As noites do tributo serão envolvidas por muito frevo e alegorias. As homenagens serão abertas com uma Sessão Especial na Câmara Municipal, no próximo dia 26, a partir das 15 horas.
Contato: Grupo de Produção - 8887.2006 (Mana) 8813.1608 (Adeildo Vieira) 8823.0198 ( Marcelo Vilô) 8862.6826 (Ednamay Cirilo) 9305.9821 (Kennedy Costa) 8858.0189 (Nara Limeira) 8670.8666 (Glaucia Lima) 8823.2727 (Gilson Ranato).
SEMINÁRIO DE CARNAVAL
data: 27, 28, 29 de maio 2009
hora : 15:00hs às 18;00hs
local : SESC - Centro - João Pessoa - PB
LANÇAMENTO DO CD VILÕ 40 ANOS
HORA: 19:00HS até meia noite
local ; SESC - Centro - João Pessoa - PB
data: 27, 28, 29 de maio 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Soul Black Brasileiro: Regina Brown lança novo CD neste sábado 17/05/2009 em João Pessoa - Parahyba.
João Pessoa sempre foi um berço de talentos, principalmente na área da música, onde periodicamente temos o surgimento de novos cantores e cantoras que dão seguimento a um caminho iniciado por grandes nomes como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Chico César, entre outros que conseguiram romper a barreira existente nos mecanismos de comunicação dos grandes centros e se firmaram como personagens do cenário cultural.
Outros artistas paraibanos como Soraya Bandeira, Mônica Melo, Gracinha Teles, Maria Juliana e Anne Raely, no entanto, ainda continuam na batalha pelo reconhecimento. É nesse contexto que se destaca a figura da intérprete Regina Brown, que desde cedo já demonstrava sua intimidade com os palcos. Isso se deva, talvez, ao sangue afro-indígena que corre em suas veias, responsável por todo o suingue e musicalidade das performances.
Ex-cantora da Banda Absurdos, que teve grande destaque no cenário musical paraibano na década de 90, Regina Brown migrou para a carreira solo, fixando moradia no Rio de Janeiro onde conseguiu grande espaço vindo a abrir shows de vários artistas de renome no cenário nacional como Marisa Monte, Rita Lee, Marisa Gata Mansa, Flavio Venturini, Skank entre outros.
Brown também dividiu shows com a cantora Elba Ramalho e Elimar Santos, além de realizar trabalho com o grande nome da música americana David Byrne, cantor da banda "Talking Heads“, na Alemanha, onde fixou residência no ano de 2001, retornando recentemente para fazer o lançamento de seu mais novo trabalho.
O CD é uma verdadeira síntese desse caminho trilhado, no qual a cantora revela toda a sua capacidade e genialidade como intérprete, mostrando todo um amadurecimento musical que lhe permite hoje estar em lugar de destaque, tanto pela sua singularidade como pelo seu talento.
Show – O show de lançamento do mais novo CD de Regina Brown será neste sábado (16), às 21h no Jangada Clube, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante).
da Redação
WSCOM Online
João Pessoa sempre foi um berço de talentos, principalmente na área da música, onde periodicamente temos o surgimento de novos cantores e cantoras que dão seguimento a um caminho iniciado por grandes nomes como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Chico César, entre outros que conseguiram romper a barreira existente nos mecanismos de comunicação dos grandes centros e se firmaram como personagens do cenário cultural.
Outros artistas paraibanos como Soraya Bandeira, Mônica Melo, Gracinha Teles, Maria Juliana e Anne Raely, no entanto, ainda continuam na batalha pelo reconhecimento. É nesse contexto que se destaca a figura da intérprete Regina Brown, que desde cedo já demonstrava sua intimidade com os palcos. Isso se deva, talvez, ao sangue afro-indígena que corre em suas veias, responsável por todo o suingue e musicalidade das performances.
Ex-cantora da Banda Absurdos, que teve grande destaque no cenário musical paraibano na década de 90, Regina Brown migrou para a carreira solo, fixando moradia no Rio de Janeiro onde conseguiu grande espaço vindo a abrir shows de vários artistas de renome no cenário nacional como Marisa Monte, Rita Lee, Marisa Gata Mansa, Flavio Venturini, Skank entre outros.
Brown também dividiu shows com a cantora Elba Ramalho e Elimar Santos, além de realizar trabalho com o grande nome da música americana David Byrne, cantor da banda "Talking Heads“, na Alemanha, onde fixou residência no ano de 2001, retornando recentemente para fazer o lançamento de seu mais novo trabalho.
O CD é uma verdadeira síntese desse caminho trilhado, no qual a cantora revela toda a sua capacidade e genialidade como intérprete, mostrando todo um amadurecimento musical que lhe permite hoje estar em lugar de destaque, tanto pela sua singularidade como pelo seu talento.
Show – O show de lançamento do mais novo CD de Regina Brown será neste sábado (16), às 21h no Jangada Clube, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante).
da Redação
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REGINABROWN
Soul Black Brasileiro: Regina Brown lança novo CD neste sábado em JP
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João Pessoa sempre foi um berço de talentos, principalmente na área da música, onde periodicamente temos o surgimento de novos cantores e cantoras que dão seguimento a um caminho iniciado por grandes nomes como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Chico César, entre outros que conseguiram romper a barreira existente nos mecanismos de comunicação dos grandes centros e se firmaram como personagens do cenário cultural.
Outros artistas paraibanos como Soraya Bandeira, Mônica Melo, Gracinha Teles, Maria Juliana e Anne Raely, no entanto, ainda continuam na batalha pelo reconhecimento. É nesse contexto que se destaca a figura da intérprete Regina Brown, que desde cedo já demonstrava sua intimidade com os palcos. Isso se deva, talvez, ao sangue afro-indígena que corre em suas veias, responsável por todo o suingue e musicalidade das performances.
Ex-cantora da Banda Absurdos, que teve grande destaque no cenário musical paraibano na década de 90, Regina Brown migrou para a carreira solo, fixando moradia no Rio de Janeiro onde conseguiu grande espaço vindo a abrir shows de vários artistas de renome no cenário nacional como Marisa Monte, Rita Lee, Marisa Gata Mansa, Flavio Venturini, Skank entre outros.
Brown também dividiu shows com a cantora Elba Ramalho e Elimar Santos, além de realizar trabalho com o grande nome da música americana David Byrne, cantor da banda "Talking Heads“, na Alemanha, onde fixou residência no ano de 2001, retornando recentemente para fazer o lançamento de seu mais novo trabalho.
O CD é uma verdadeira síntese desse caminho trilhado, no qual a cantora revela toda a sua capacidade e genialidade como intérprete, mostrando todo um amadurecimento musical que lhe permite hoje estar em lugar de destaque, tanto pela sua singularidade como pelo seu talento.
Show – O show de lançamento do mais novo CD de Regina Brown será neste sábado (16), às 21h no Jangada Clube, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante).
da Redação
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João Pessoa sempre foi um berço de talentos, principalmente na área da música, onde periodicamente temos o surgimento de novos cantores e cantoras que dão seguimento a um caminho iniciado por grandes nomes como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Chico César, entre outros que conseguiram romper a barreira existente nos mecanismos de comunicação dos grandes centros e se firmaram como personagens do cenário cultural.
Outros artistas paraibanos como Soraya Bandeira, Mônica Melo, Gracinha Teles, Maria Juliana e Anne Raely, no entanto, ainda continuam na batalha pelo reconhecimento. É nesse contexto que se destaca a figura da intérprete Regina Brown, que desde cedo já demonstrava sua intimidade com os palcos. Isso se deva, talvez, ao sangue afro-indígena que corre em suas veias, responsável por todo o suingue e musicalidade das performances.
Ex-cantora da Banda Absurdos, que teve grande destaque no cenário musical paraibano na década de 90, Regina Brown migrou para a carreira solo, fixando moradia no Rio de Janeiro onde conseguiu grande espaço vindo a abrir shows de vários artistas de renome no cenário nacional como Marisa Monte, Rita Lee, Marisa Gata Mansa, Flavio Venturini, Skank entre outros.
Brown também dividiu shows com a cantora Elba Ramalho e Elimar Santos, além de realizar trabalho com o grande nome da música americana David Byrne, cantor da banda "Talking Heads“, na Alemanha, onde fixou residência no ano de 2001, retornando recentemente para fazer o lançamento de seu mais novo trabalho.
O CD é uma verdadeira síntese desse caminho trilhado, no qual a cantora revela toda a sua capacidade e genialidade como intérprete, mostrando todo um amadurecimento musical que lhe permite hoje estar em lugar de destaque, tanto pela sua singularidade como pelo seu talento.
Show – O show de lançamento do mais novo CD de Regina Brown será neste sábado (16), às 21h no Jangada Clube, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante).
da Redação
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VPOESIASESC
Segunda eliminatória do V Poesia Encenada reúne mais 17 poetas
A segunda eliminatória do V festival Poesia Encenada reúne na noite de quarta-feira, dia 13, mais 17 poetas na Área de Lazer do Sesc Centro João Pessoa.Ao todo foram selecionados 34 poetas entre os 168 inscritos de diversas regiões da Paraíba, interessados em participar do evento que mistura literatura e artes cênicas, incluindo na programação geral artes plásticas contemporânea de Rosana Ricalde, vinda de Niterói-RJ, Feira de Livros já editados pelos Fundo Municipal de Cultura, através da Funjope, Sebo Cultural, e FIC-Fundo de Incentivo à Cultura, ligado à Subsecretaria de Cultura do Estado.
Com entrada franqueada ao público em geral, o festival abrange ainda em sua programação a Mostra Leituras em Cena, que na quarta-feira estará apresentando a partir das 19 horas, na entidade comerciária, "De Braços Abertos", de Maria Adelaide Amaral, com direção de Alan Monteiro, e logo em seguida "Boca Molhada de Paixão Calada", de Leilah Assunção, com direção de Clara Talha.
Ocuparão o palco a partir das 20 horas os seguintes poetas: Ricardo Peixoto (A Saga de Pepéia) Jerônimo Vieira (Gênese) Priscila Six ( Meu Sonho Azul) Advinha ( Ângela Mendes) o Discurso da Pele (Lau Siqueira) Terra do Nunca ( João Araújo) Palhaçada ( Heleno Júnior) Aprendi com a Chuva ( Chico Viola) Os Muros (Valmir Neves) Anúncio das Horas (Valberto Cardoso) Tatuagem Indelével do Ser ( Elisa Cavalcanti) Vapor de Sódio ( José Ronaldo de Carvalho) Esperar ( Ricardo Lucena) o Circo do Infinito ( Ronney de Carvalho) Fórmula ( Fórmula) e Azienda (Jessé Jel).
A final do V Poesia Encenada está confirmada para amanhã (quinta-feira) reunindo a Trupe Lua Crescente, dirigida por Diocélio Barbosa, que apresentará a performance "Intervenções Suburbanas", e logo em seguida haverá o lançamento do livro "Plumagem", contendo a nova produção de poesias da campinense Fidélia Cassandra, com apresentação do poeta e crítico do arte Astier Basílio.
O Sesc-Centro João Pessoa está sediado à Rua Desembargador Souto Maior, 281, Centro. Fone 32083158
A segunda eliminatória do V festival Poesia Encenada reúne na noite de quarta-feira, dia 13, mais 17 poetas na Área de Lazer do Sesc Centro João Pessoa.Ao todo foram selecionados 34 poetas entre os 168 inscritos de diversas regiões da Paraíba, interessados em participar do evento que mistura literatura e artes cênicas, incluindo na programação geral artes plásticas contemporânea de Rosana Ricalde, vinda de Niterói-RJ, Feira de Livros já editados pelos Fundo Municipal de Cultura, através da Funjope, Sebo Cultural, e FIC-Fundo de Incentivo à Cultura, ligado à Subsecretaria de Cultura do Estado.
Com entrada franqueada ao público em geral, o festival abrange ainda em sua programação a Mostra Leituras em Cena, que na quarta-feira estará apresentando a partir das 19 horas, na entidade comerciária, "De Braços Abertos", de Maria Adelaide Amaral, com direção de Alan Monteiro, e logo em seguida "Boca Molhada de Paixão Calada", de Leilah Assunção, com direção de Clara Talha.
Ocuparão o palco a partir das 20 horas os seguintes poetas: Ricardo Peixoto (A Saga de Pepéia) Jerônimo Vieira (Gênese) Priscila Six ( Meu Sonho Azul) Advinha ( Ângela Mendes) o Discurso da Pele (Lau Siqueira) Terra do Nunca ( João Araújo) Palhaçada ( Heleno Júnior) Aprendi com a Chuva ( Chico Viola) Os Muros (Valmir Neves) Anúncio das Horas (Valberto Cardoso) Tatuagem Indelével do Ser ( Elisa Cavalcanti) Vapor de Sódio ( José Ronaldo de Carvalho) Esperar ( Ricardo Lucena) o Circo do Infinito ( Ronney de Carvalho) Fórmula ( Fórmula) e Azienda (Jessé Jel).
A final do V Poesia Encenada está confirmada para amanhã (quinta-feira) reunindo a Trupe Lua Crescente, dirigida por Diocélio Barbosa, que apresentará a performance "Intervenções Suburbanas", e logo em seguida haverá o lançamento do livro "Plumagem", contendo a nova produção de poesias da campinense Fidélia Cassandra, com apresentação do poeta e crítico do arte Astier Basílio.
O Sesc-Centro João Pessoa está sediado à Rua Desembargador Souto Maior, 281, Centro. Fone 32083158
domingo, 10 de maio de 2009
AVECHICO
São vermelhas as palavras que me fazem pensar neste momento em que retomamos o fôlego das nossas coragens. Estamos aqui, braços imensos de afeto para receber Chico Cesar. Chico representa como poucos o aprendizado das nossas alegrias e das nossas tristezas, acredita na arte, acredita nos artistas, acredita na vida... E nós, de onde quer que estejamos, saberemos responder dando as mãos ao mano Chico, para termos todos uma cidade melhor, uma vida melhor, uma arte melhor na feitura de um amanhecer que depende integralmente da nossa capacidade de compreender o caminho e caminhar... seguir em frente! Adelante, Chico Cesar! Vamos continuar extraindo do nosso sonho o aço das nossas atitudes.
Chico é dos nossos! Ele vem da militância, da poesia e seus acasos, da luta por um mundo de homens e mulheres iguais. Por isso estaremos juntos, em pele, osso e fantasia, em tesão e poesia, em sonho e energia... estruturando a vida de um mundo que nos faz sonhar, pois que nasce dentro de nós a cada instante. Chico é um mestre dos sons e das palavras. Um mestre do pensamento contemporâneo. Um mestre da vida. Muito temos a apreender e aprender com essa soma. Muito temos que ensinar.
Das atitudes que nos fazem sonhar, arrancaremos o primeiro abraço, para seguirmos juntos, em busca de um "sendero luminoso". Ave Chico! Ave Cesar! Seja bem vindo entre os seus antigos e novos compenheiros.
Fazer política é um jeito de colocar as coisas no seu devido lugar. Por isso, vamos em frente .
Lau Siqueira, o poera que antecedeu Chico César.
comentário de Ednamay Cirilo Leite
é muito bom saber que a música parahybana tem um representante gestor a nível internacional, para deleite universal de nossos valores musicais e principalmente culturais como um todo nesse leque desenfreado dos segmentos da cultura em nosso Estado.
A ótica desse cidadão Chico César , nascido no alto sertão da parahyba , ( Catolé do Rocha ), nos reporta à guerrilhas e sonhos que não acabam jamais, me emociona tê-lo como parceiro nessa luta eterna ...
AVE CHICO CÉSAR também no CINEPORT-2009
o shwo desse sábado 09/05/2009, na tenda da música do festival de cinema de língua portuguesa - CINEPORT, foi memorável, a MAMA ÁFRICA muito bem representada pelos manos, ANGOLANOS, MOÇAMBIQUENHOS, PORTUGUESES, fez a discotecagem da madrugada ferver em ritimos de tambores e eletronicos...
Chico é dos nossos! Ele vem da militância, da poesia e seus acasos, da luta por um mundo de homens e mulheres iguais. Por isso estaremos juntos, em pele, osso e fantasia, em tesão e poesia, em sonho e energia... estruturando a vida de um mundo que nos faz sonhar, pois que nasce dentro de nós a cada instante. Chico é um mestre dos sons e das palavras. Um mestre do pensamento contemporâneo. Um mestre da vida. Muito temos a apreender e aprender com essa soma. Muito temos que ensinar.
Das atitudes que nos fazem sonhar, arrancaremos o primeiro abraço, para seguirmos juntos, em busca de um "sendero luminoso". Ave Chico! Ave Cesar! Seja bem vindo entre os seus antigos e novos compenheiros.
Fazer política é um jeito de colocar as coisas no seu devido lugar. Por isso, vamos em frente .
Lau Siqueira, o poera que antecedeu Chico César.
comentário de Ednamay Cirilo Leite
é muito bom saber que a música parahybana tem um representante gestor a nível internacional, para deleite universal de nossos valores musicais e principalmente culturais como um todo nesse leque desenfreado dos segmentos da cultura em nosso Estado.
A ótica desse cidadão Chico César , nascido no alto sertão da parahyba , ( Catolé do Rocha ), nos reporta à guerrilhas e sonhos que não acabam jamais, me emociona tê-lo como parceiro nessa luta eterna ...
AVE CHICO CÉSAR também no CINEPORT-2009
o shwo desse sábado 09/05/2009, na tenda da música do festival de cinema de língua portuguesa - CINEPORT, foi memorável, a MAMA ÁFRICA muito bem representada pelos manos, ANGOLANOS, MOÇAMBIQUENHOS, PORTUGUESES, fez a discotecagem da madrugada ferver em ritimos de tambores e eletronicos...
sexta-feira, 8 de maio de 2009
ESCOLA
ESCOLA SEM HOMOFOBIA
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT), através de exitosas ações de advocacy junto ao Congresso Nacional, teve aprovada no final de 2007 uma Emenda Parlamentar que que aportou recursos para financiar um projeto que focalizasse a promoção de ambientes políticos e sociais favoráveis à garantia dos direitos humanos e da respeitabilidade das orientações sexuais e identidade de gênero no âmbito do ensino público fundamental e médio escolar brasileiro. Assim, o projeto “Escola Sem Homofobia”, concebido e implementado de modo colaborativo entre a ABGLT, a Associação Pathfinder do Brasil, a Reprolatina - Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva e a ECOS - Comunicação em Sexualidade e com o apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) do Ministério da Eduicação, tem como finalidade apoiar a implementação das ações preconizadas para a área de educação no Programa “Brasil sem Homofobia”.
Dentre as atividades previstas pelo Projeto para o corrente ano de 2009 está a realização de seis Encontros Regionais a serem implementados em Curitiba, São Paulo, Brasília, Belém e Salvador durante o período Março – Maio de 2009. Esse encontros têm como objetivo facilitar a discussão aprofundada e qualificada acerca da homofobia, lesbofobia e transfobia nas escolas públicas do ensino fundamental e médio, visando a definição de recomendações para promoção do reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento da discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.
Cada unidade federativa participará dos Encontros Regionais através de sete representantes: três do movimento LGBT local, envolvidos diretamente com a temática da educação no seu trabalho ou ativismo, sendo uma lésbica, um gay e uma travesti e quatro representando insitutições públicas e de ensino superior, como a Secretaria Estadual de Educação, a Secretaria Municipal de Educação (da cidade onde acontecerá o encontro regional), o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE-GGE), a Secretaria Especial de Direitos Humanos, a UNDIME e instituições acadêmicas.
Assim, vimos solicitar a sua colaboração na identificação de nomes de membros do movimento LGBT do seu estado - lembrando que necessariamente deverão ser identificados lésbicas, gays e travestis - que poderiam colaborar ativamente nas discussões e encaminhamentos desses encontros. Para tal, anexamos um formulário de cadastramento para os potenciais participantes, que deverá ser encaminhado para o Coordenador Local do Projeto Paulo Costa, no endereço eletrônico paulogaac@hotmail. com, até o dia 05 de maio de 2009. Encontre também em anexo a agenda preliminar dos encontros. O Grupo de Trabalho do Projeto Escola sem Homofobia, após a avaliação dos vários formulários recebidos, selecionará os três candidatos que representarão o seu estado, através de critérios relacionados à experiência e trabalho na área de combate à homofobia nas escolas. O Projeto irá priorizar a participação paritária de lésbicas, gays, travestis e transexuais. Aproveitamos ainda para informar que os custos de transporte, alimentação e hospedagem serão cobertos pelo Projeto.
Agradecemos a sua colaboração na implementação deste importante Projeto.
www.naohomofobia.com.br
www.abglt.org.br
.
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT), através de exitosas ações de advocacy junto ao Congresso Nacional, teve aprovada no final de 2007 uma Emenda Parlamentar que que aportou recursos para financiar um projeto que focalizasse a promoção de ambientes políticos e sociais favoráveis à garantia dos direitos humanos e da respeitabilidade das orientações sexuais e identidade de gênero no âmbito do ensino público fundamental e médio escolar brasileiro. Assim, o projeto “Escola Sem Homofobia”, concebido e implementado de modo colaborativo entre a ABGLT, a Associação Pathfinder do Brasil, a Reprolatina - Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva e a ECOS - Comunicação em Sexualidade e com o apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) do Ministério da Eduicação, tem como finalidade apoiar a implementação das ações preconizadas para a área de educação no Programa “Brasil sem Homofobia”.
Dentre as atividades previstas pelo Projeto para o corrente ano de 2009 está a realização de seis Encontros Regionais a serem implementados em Curitiba, São Paulo, Brasília, Belém e Salvador durante o período Março – Maio de 2009. Esse encontros têm como objetivo facilitar a discussão aprofundada e qualificada acerca da homofobia, lesbofobia e transfobia nas escolas públicas do ensino fundamental e médio, visando a definição de recomendações para promoção do reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento da discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.
Cada unidade federativa participará dos Encontros Regionais através de sete representantes: três do movimento LGBT local, envolvidos diretamente com a temática da educação no seu trabalho ou ativismo, sendo uma lésbica, um gay e uma travesti e quatro representando insitutições públicas e de ensino superior, como a Secretaria Estadual de Educação, a Secretaria Municipal de Educação (da cidade onde acontecerá o encontro regional), o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE-GGE), a Secretaria Especial de Direitos Humanos, a UNDIME e instituições acadêmicas.
Assim, vimos solicitar a sua colaboração na identificação de nomes de membros do movimento LGBT do seu estado - lembrando que necessariamente deverão ser identificados lésbicas, gays e travestis - que poderiam colaborar ativamente nas discussões e encaminhamentos desses encontros. Para tal, anexamos um formulário de cadastramento para os potenciais participantes, que deverá ser encaminhado para o Coordenador Local do Projeto Paulo Costa, no endereço eletrônico paulogaac@hotmail. com, até o dia 05 de maio de 2009. Encontre também em anexo a agenda preliminar dos encontros. O Grupo de Trabalho do Projeto Escola sem Homofobia, após a avaliação dos vários formulários recebidos, selecionará os três candidatos que representarão o seu estado, através de critérios relacionados à experiência e trabalho na área de combate à homofobia nas escolas. O Projeto irá priorizar a participação paritária de lésbicas, gays, travestis e transexuais. Aproveitamos ainda para informar que os custos de transporte, alimentação e hospedagem serão cobertos pelo Projeto.
Agradecemos a sua colaboração na implementação deste importante Projeto.
www.naohomofobia.com.br
www.abglt.org.br
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
CINEPORT2009

foto GUSTAVO MOURA
Documentário reúne metáforas da vida e da morte nas águas do rio Sanhauá
Principal rio da cidade de João Pessoa, o Sanhauá é o personagem central do documentário homônimo que representa a Paraíba no Programa DocTV IV do Ministério da Cultura. Dirigido pelo jornalista e documentarista Elinaldo Rodrigues, o filme com 52 minutos de duração, reúne em co-produção com o autor, a produtora Canário Filmes, TV UFPB e ABEPEC - Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais. Na região, o DocTV tem o apoio do Banco do Nordeste do Brasil.
As gravações em formato digital de alta definição (HD Full) foram realizadas no período de novembro a dezembro de 2008, especialmente nos trechos do rio que banham a região metropolitana de João Pessoa. Destaque para o antigo bairro do Varadouro, onde nasceu a capital paraibana; bem como em comunidades de pescadores e ilhas fluviais ao longo do rio.
Enfim, Sanhauá transita entre a contemplação lírica do lugar, com sua beleza paisagística, que é uma permanente fonte de inspiração artística e turística, e o registro da precariedade sócio-ambiental que oprime as comunidades locais e a própria natureza.
Para o autor e diretor da obra, “trata-se de um universo onde se interpenetram figurações do presente, do passado e do futuro, representadas pelos diversos elementos nele constituídos: construções e embarcações primitivas e modernas, manifestações populares, histórias, lendas, águas, memórias, seres, mitologias e imagens atemporais”.
No contexto das manifestações populares, o filme transita entre o profano e o religioso registrando, por exemplo, a dança do Coco de Roda na comunidade de Forte Velho e a procissão de pescadores (ritual católico realizado anualmente no dia 8 de dezembro), entre o Varadouro e a “Ilha da Santa”.
A despeito do registro paisagístico, o filme não se detém a uma abordagem meramente descritiva ou didática do ambiente. “O desafio foi desenvolver uma abordagem que tratasse do tema como um símbolo universal, afinal, as águas do rio estão interligadas com outro rio (o Paraíba), que por sua vez deságua no mar; portanto, ele vai além das fronteiras geográficas”, reflete Elinaldo. “Além disso, as condições a que são submetidas o rio Sanhauá são idênticas ao que ocorre em qualquer rio urbano do mundo”, acrescenta.
Elinaldo ressalta ainda que desde o início, “o projeto foi se delineando no sentido de uma proposta estética e poética centrada nos recursos que são os fundamentos da linguagem audiovisual, buscando uma proximidade com a narrativa experimental”.
Entre fragmentos de poemas de Bertold Brecht, Lúcio Lins, Políbio Alves e Dante Alighieri, além da acuidade fotográfica, primou-se também pela captação e construção de sonoridades afins com o tema (sons da água, do vento e sonoridades urbanas etc) que realçam o sentido de contemplação ou o mergulho onírico no universo temático.
Por falar em som, a trilha sonora de “Sanhauá” conta com a obra do grupo Jaguaribe Carne, que tem à frente o multi-artista Pedro Osmar, cujo experimentalismo na criação musical conjuga-se perfeitamente com a proposta do filme. Além das obras pré-existentes do Jaguaribe Carne, o filme conta com o cantor e compositor Parrá, personagem popular do bairro do Varadouro, numa participação ao vivo; bem como o saxofonista Jurandy do Sax, tocando o “Bolero de Ravel” na praia (pluvial) do Jacaré (ritual que ele já repetiu mais de mil vezes durante o por-do-sol).
Dos personagens escolhidos entre moradores e artistas cujo trabalho está relacionado com o Rio Sanhauá, o foco principal são as ações e pontos de vista sobre o lugar captados na essência dos depoimentos. Entre eles, figuras renomadas como o fotógrafo Gustavo Moura (que também assina o still do filme) e o escritor Políbio Alves.
O DOCTV é um programa que articula investimentos públicos, produção independente e TVs Públicas. Essa edição teve 54 vencedores, dentre 665 inscrições de 25 estados brasileiros, mais o Distrito Federal.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
GOGÓAOMOCOTÓ
Uma série de manifestações culturais estão programadas para os 90 anos de nascimento do genial JACKSON DO PANDEIRO, aqui na paraíba os pandeiros começam a esquentar em todos os terreiros, becos, palcos, feiras, comunidades , bairros , periferia ,ou praia, a onda é jacksoniar.
Na Bahia, o músico e pesquisador Gereba expõem na radio e nos palcos as PRECIOSIDADES para Jackson , entrevistando contemporâneos do Rei do Ritmo.
No sul maravilha " A ARTE DE JACKSON DO PANDEIRO " foi a edição especial do programa MOSAICOS da TV CULTURA, onde outro paraibano universal, Jarbas Mariz fez a sena do domimgo, com repertório Competente Demais (Jackson do Pandeiro/Valdemar Lima), Forró em Campina (Jackson do Pandeiro), O canto da ema (Alventino Cavalcante/Ayres Viana/João, Chiclete com banana (Almira Castilho/Gordurinha) e Sebastiana (Rosil Cavalcanti).
O programa também exibiu participações do artista em programas da emissora como MPB Especial (1972), Panorama (1977 e 1988) e Forró Especial (1982). Outro destaque é a apresentação de um trecho do filme Cala boca, Etelvina, dirigido por Eurides Ramos, em 1958, no qual Jackson e Almira Castilho interpretam Baião nº 1 (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira).
Um desses momentos qualitativos trouxe feito imã imagens e sons ancorados por Jackson do Pandeiro.
Jarbas Mariz está na estrada desde 1968, dividiu palco com Jackson em 1980 é um dos poucos músicos brasileiros a prestar tributo com obra totalmente dedicada ao mestre do FORRÓ atravez do CD - DO GOGÓ AO MOCOTÓ - lançado em primeira mão aqui em João Pessoa, num mes de junho , no reduto da boemia culturl paraibana, o extinto Bar Parahyba Café, da Praça Antenor Navarro, centro histórico em noite memórável meses após lançamento da biografia o Rei do Ritimo, que leva o selo da Editora 34, dos jornalistas Antonio Vicente Filho e Fernando Moura.
Jarbas Mariz, um dos mais consistentes músicos brasileiros na reprodução de sua própria arte e especialmente da obra de Jackson, assim como o sanfoneiro Severo, e o pandeirista Parrá, que dedicaram anos de suas vidas dividindo palcos, cauzos, verdades e mentiras com nosso José Gomes Filho ou Jack.
Ednamay Cirilo
Na Bahia, o músico e pesquisador Gereba expõem na radio e nos palcos as PRECIOSIDADES para Jackson , entrevistando contemporâneos do Rei do Ritmo.
No sul maravilha " A ARTE DE JACKSON DO PANDEIRO " foi a edição especial do programa MOSAICOS da TV CULTURA, onde outro paraibano universal, Jarbas Mariz fez a sena do domimgo, com repertório Competente Demais (Jackson do Pandeiro/Valdemar Lima), Forró em Campina (Jackson do Pandeiro), O canto da ema (Alventino Cavalcante/Ayres Viana/João, Chiclete com banana (Almira Castilho/Gordurinha) e Sebastiana (Rosil Cavalcanti).
O programa também exibiu participações do artista em programas da emissora como MPB Especial (1972), Panorama (1977 e 1988) e Forró Especial (1982). Outro destaque é a apresentação de um trecho do filme Cala boca, Etelvina, dirigido por Eurides Ramos, em 1958, no qual Jackson e Almira Castilho interpretam Baião nº 1 (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira).
Um desses momentos qualitativos trouxe feito imã imagens e sons ancorados por Jackson do Pandeiro.
Jarbas Mariz está na estrada desde 1968, dividiu palco com Jackson em 1980 é um dos poucos músicos brasileiros a prestar tributo com obra totalmente dedicada ao mestre do FORRÓ atravez do CD - DO GOGÓ AO MOCOTÓ - lançado em primeira mão aqui em João Pessoa, num mes de junho , no reduto da boemia culturl paraibana, o extinto Bar Parahyba Café, da Praça Antenor Navarro, centro histórico em noite memórável meses após lançamento da biografia o Rei do Ritimo, que leva o selo da Editora 34, dos jornalistas Antonio Vicente Filho e Fernando Moura.
Jarbas Mariz, um dos mais consistentes músicos brasileiros na reprodução de sua própria arte e especialmente da obra de Jackson, assim como o sanfoneiro Severo, e o pandeirista Parrá, que dedicaram anos de suas vidas dividindo palcos, cauzos, verdades e mentiras com nosso José Gomes Filho ou Jack.
Ednamay Cirilo
quinta-feira, 23 de abril de 2009
BATEBOCA
íntegra, o bate-boca entre Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes
Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ministro Joaquim Barbosa bateram-boca hoje à tarde no plenário do tribunal. Eles discutiam sobre uma ação que já haviam sido julgada no Supremo em 2006, que não defenia quem seriam os beneficiados pelo sistema de previdência do Estado do Paraná.
A discussão começou assim:
Gilmar Mendes - O tribunal pode aceitar ou rejeitar, mas não com o argumento de classe. Isso faz parte de impopulismo juficial.
Joaquim Barbosa - Mas a sua tese deveria ter sido exposta em pratos limpos. Nós deveríamos estar discutindo….
GM - Ela foi exposta em pratos limpos. Eu não sonego informação. Vossa Excelência me respeite. Foi apontada em pratos limpos.
JB - Não se discutiu claramente.
GM - Se discutiu claramente e eu trouxe razão. Talvez Vossa Excelência esteja faltando às sessões. [...] Tanto é que Vossa Excelência não tinha votado. Vossa Excelência faltou a sessão.
JB - Eu estava de licença, ministro.
GM - Vossa Excelência falta a sessão e depois vem…
JB - Eu estava de licença. Vossa Excelência não leu aí. Eu estava de licença do tribunal.
Aí a discussão foi encerrada. Foi retomada mais tarde com Mendes, na hora que proclamou o pedido de vista de Carlos Ayres Britto sobre outro caso debatido em plenário. Aí, a sessão esquenta e só é encerrada depois que o ministro Marco Aurélio Mello interfere na discussão.
GM – Portanto, após o voto do relator que rejeitava os embargos, pediu vista o ministro Carlos Britto. Eu só gostaria de lembrar em relação a esses embargos de declaração que esse julgamento iniciou-se em 17/03/2008 e os pressupostos todos foram explicitados, inclusive a fundamentação teórica. Não houve, portanto, sonegação de informação.
JB – Eu não falei em sonegação de informação, ministro Gilmar. O que eu disse: nós discutimos naquele caso anterior sem nos inteirarmos totalmente das conseqüências da decisão, quem seriam os beneficiários. E é um absurdo, eu acho um absurdo.
GM – Quem votou sabia exatamente que se trata de pessoas…
JB – Só que a lei, ela tinha duas categorias.
GM – Se vossa excelência julga por classe, esse é um argumento…
JB – Eu sou atento às conseqüências da minha decisão, das minhas decisões. Só isso.
GM – Vossa excelência não tem condições de dar lição a ninguém.
JB – E nem vossa excelência. Vossa excelência me respeite, vossa excelência não tem condição alguma. Vossa excelência está destruindo a justiça desse país e vem agora dar lição de moral em mim? Saia a rua, ministro Gilmar. Saia a rua, faz o que eu faço.
GM – Eu estou na rua, ministro Joaquim.
JB – Vossa excelência não está na rua não, vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso.
Ayres Britto – Ministro Joaquim, vamos ponderar.
JB – Vossa excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite.
GM – Ministro Joaquim, vossa excelência me respeite.
Marco Aurélio – Presidente, vamos encerrar a sessão?
JB – Digo a mesma coisa.
Marco Aurélio – Eu creio que a discussão está descambando para um campo que não se coaduna com a liturgia do Supremo.
JB – Também acho. Falei. Fiz uma intervenção normal, regular. Reação brutal, como sempre, veio de vossa excelência.
GM – Não. Vossa excelência disse que eu faltei aos fatos e não é verdade.
JB – Não disse, não disse isso.
GM – Vossa excelência sabe bem que não se faz aqui nenhum relatório distorcido.
JB – Não disse. O áudio está aí. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências da decisão e vossa excelência veio com a sua tradicional gentileza e lhaneza.
GM – Aaaaah, é Vossa Excelência que dá lição de lhaneza ao Tribunal. Está encerrada a sessão.
Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ministro Joaquim Barbosa bateram-boca hoje à tarde no plenário do tribunal. Eles discutiam sobre uma ação que já haviam sido julgada no Supremo em 2006, que não defenia quem seriam os beneficiados pelo sistema de previdência do Estado do Paraná.
A discussão começou assim:
Gilmar Mendes - O tribunal pode aceitar ou rejeitar, mas não com o argumento de classe. Isso faz parte de impopulismo juficial.
Joaquim Barbosa - Mas a sua tese deveria ter sido exposta em pratos limpos. Nós deveríamos estar discutindo….
GM - Ela foi exposta em pratos limpos. Eu não sonego informação. Vossa Excelência me respeite. Foi apontada em pratos limpos.
JB - Não se discutiu claramente.
GM - Se discutiu claramente e eu trouxe razão. Talvez Vossa Excelência esteja faltando às sessões. [...] Tanto é que Vossa Excelência não tinha votado. Vossa Excelência faltou a sessão.
JB - Eu estava de licença, ministro.
GM - Vossa Excelência falta a sessão e depois vem…
JB - Eu estava de licença. Vossa Excelência não leu aí. Eu estava de licença do tribunal.
Aí a discussão foi encerrada. Foi retomada mais tarde com Mendes, na hora que proclamou o pedido de vista de Carlos Ayres Britto sobre outro caso debatido em plenário. Aí, a sessão esquenta e só é encerrada depois que o ministro Marco Aurélio Mello interfere na discussão.
GM – Portanto, após o voto do relator que rejeitava os embargos, pediu vista o ministro Carlos Britto. Eu só gostaria de lembrar em relação a esses embargos de declaração que esse julgamento iniciou-se em 17/03/2008 e os pressupostos todos foram explicitados, inclusive a fundamentação teórica. Não houve, portanto, sonegação de informação.
JB – Eu não falei em sonegação de informação, ministro Gilmar. O que eu disse: nós discutimos naquele caso anterior sem nos inteirarmos totalmente das conseqüências da decisão, quem seriam os beneficiários. E é um absurdo, eu acho um absurdo.
GM – Quem votou sabia exatamente que se trata de pessoas…
JB – Só que a lei, ela tinha duas categorias.
GM – Se vossa excelência julga por classe, esse é um argumento…
JB – Eu sou atento às conseqüências da minha decisão, das minhas decisões. Só isso.
GM – Vossa excelência não tem condições de dar lição a ninguém.
JB – E nem vossa excelência. Vossa excelência me respeite, vossa excelência não tem condição alguma. Vossa excelência está destruindo a justiça desse país e vem agora dar lição de moral em mim? Saia a rua, ministro Gilmar. Saia a rua, faz o que eu faço.
GM – Eu estou na rua, ministro Joaquim.
JB – Vossa excelência não está na rua não, vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso.
Ayres Britto – Ministro Joaquim, vamos ponderar.
JB – Vossa excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite.
GM – Ministro Joaquim, vossa excelência me respeite.
Marco Aurélio – Presidente, vamos encerrar a sessão?
JB – Digo a mesma coisa.
Marco Aurélio – Eu creio que a discussão está descambando para um campo que não se coaduna com a liturgia do Supremo.
JB – Também acho. Falei. Fiz uma intervenção normal, regular. Reação brutal, como sempre, veio de vossa excelência.
GM – Não. Vossa excelência disse que eu faltei aos fatos e não é verdade.
JB – Não disse, não disse isso.
GM – Vossa excelência sabe bem que não se faz aqui nenhum relatório distorcido.
JB – Não disse. O áudio está aí. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências da decisão e vossa excelência veio com a sua tradicional gentileza e lhaneza.
GM – Aaaaah, é Vossa Excelência que dá lição de lhaneza ao Tribunal. Está encerrada a sessão.
domingo, 19 de abril de 2009
18deabril2009
O presente de Carla Freire
http://coisaseloisas-carla.blogspot.com/
Queijo de Cabra da Peste
As cebolas
As verduras
A salada
Salada de Queijo de Coalho com Cebola Roxa Caramelada ao Vinagre BalsâmicoPassos:
Uno - Caramelize a cebola cortada em cruz numa chapa e flambe com cachaça; junte vinagre balsâmico, melado de cana e tempere com sal e pimenta.
Dois - Doure o queijo de coalho e reserve aquecido.
Três - Faça uma emulsão com azeite e suco de limão cravo.
Quatro - Para a montagem , coloque por baixo o agrião e o tomatinho cereja temperado com a emulsão e disponha o queijo com a cebola caramelada por cima.
Cinque - Finalize com flor de sal e cebolinha francesa.
A doçura da cebola caramelada casou muito bem com o salgadinho do queijo de coalho. Excelente ! Queijo de cabra da peste !
A cebola roxa é rica em antocianina, flavonóide antioxidante e anti-âge, excelente para o coração; o tomate é rico em licopeno que atua na prevenção e no tratamento do câncer de próstata; o agrião rico em fibras;o queijo, rico em proteína e especialmente no aminoácido arginina, que favorece a vasodilatação; o azeite, um alimento excelente para a saúde cardiovascular;o melado de cana, rico em carboidratos simples para produção de energia.
Prato de hipocalórico( baixa caloria) mas equilibrado nutricionalmente, podendo ser uma opção de refeição ( almoço ou jantar ) ou se em pouca quantidade uma entrada.
O prato reflete bem a gastronomia contemporânea, que tem buscado a utilização de produtos de terroir, a cachaça, o queijo de coalho, o melado de cana, a cebola roxa ( terroir paraibano ) e ainda a necessidade atual do gourmand em qualidade nutricional e funcional da alimentação, agregando valor ao prato. A gastronomia contemporânea tem valorizado a produção de alimentos, a cultura ,os usos e costumes e as tradições brasileiras e desta forma fortalece o turismo gastronômico.
http://coisaseloisas-carla.blogspot.com/
Queijo de Cabra da Peste
As cebolas
As verduras
A salada
Salada de Queijo de Coalho com Cebola Roxa Caramelada ao Vinagre BalsâmicoPassos:
Uno - Caramelize a cebola cortada em cruz numa chapa e flambe com cachaça; junte vinagre balsâmico, melado de cana e tempere com sal e pimenta.
Dois - Doure o queijo de coalho e reserve aquecido.
Três - Faça uma emulsão com azeite e suco de limão cravo.
Quatro - Para a montagem , coloque por baixo o agrião e o tomatinho cereja temperado com a emulsão e disponha o queijo com a cebola caramelada por cima.
Cinque - Finalize com flor de sal e cebolinha francesa.
A doçura da cebola caramelada casou muito bem com o salgadinho do queijo de coalho. Excelente ! Queijo de cabra da peste !
A cebola roxa é rica em antocianina, flavonóide antioxidante e anti-âge, excelente para o coração; o tomate é rico em licopeno que atua na prevenção e no tratamento do câncer de próstata; o agrião rico em fibras;o queijo, rico em proteína e especialmente no aminoácido arginina, que favorece a vasodilatação; o azeite, um alimento excelente para a saúde cardiovascular;o melado de cana, rico em carboidratos simples para produção de energia.
Prato de hipocalórico( baixa caloria) mas equilibrado nutricionalmente, podendo ser uma opção de refeição ( almoço ou jantar ) ou se em pouca quantidade uma entrada.
O prato reflete bem a gastronomia contemporânea, que tem buscado a utilização de produtos de terroir, a cachaça, o queijo de coalho, o melado de cana, a cebola roxa ( terroir paraibano ) e ainda a necessidade atual do gourmand em qualidade nutricional e funcional da alimentação, agregando valor ao prato. A gastronomia contemporânea tem valorizado a produção de alimentos, a cultura ,os usos e costumes e as tradições brasileiras e desta forma fortalece o turismo gastronômico.
ANJOMAY
LAU SIQUEIRA PARA MAY
Lau: anjo azul
quando a memória marca a ferro cálido
um cerco invisível no oco que oprime
a história do mundo
quando as bolhas tropicálias movem-se
em mantos de transgressões tatuadas no
escândalo das coisas ocultas
quando as certezas das vulvas cerzidas no
agasalho das noites de banzo ou loucura
ousam o lúdico no fálico
quando nossas culpas percorrem impunes
o silício das guerrilhas vencidas dentro
de uma guerra perdida
então o tempo se faz muito mais que
um rito espalmado na solidão coletiva
plástico e pulsante
numa maresia que
não corrói
pois que se faz do abismo e do pano
impermeável que cobre nossas asas
na travessia e na travessura dos dias
colhendo do cerco todas as saídas
como um anjo azul
na devassidão nua do universo
Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap. Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!
EM 18 ABRIL 2009.
Lau: anjo azul
quando a memória marca a ferro cálido
um cerco invisível no oco que oprime
a história do mundo
quando as bolhas tropicálias movem-se
em mantos de transgressões tatuadas no
escândalo das coisas ocultas
quando as certezas das vulvas cerzidas no
agasalho das noites de banzo ou loucura
ousam o lúdico no fálico
quando nossas culpas percorrem impunes
o silício das guerrilhas vencidas dentro
de uma guerra perdida
então o tempo se faz muito mais que
um rito espalmado na solidão coletiva
plástico e pulsante
numa maresia que
não corrói
pois que se faz do abismo e do pano
impermeável que cobre nossas asas
na travessia e na travessura dos dias
colhendo do cerco todas as saídas
como um anjo azul
na devassidão nua do universo
Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap. Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!
EM 18 ABRIL 2009.
terça-feira, 14 de abril de 2009
RAULZITONAVIRADACULTURAL
VIRADA CULTURAL 2009, FAZ TRIBUTO A RAUL SEIXAS
da folha online
A quinta edição da Virada Cultural acontece a partir das 18h do próximo dia 2 de maio e segue até as 18h do dia seguinte, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira pela Prefeitura de São Paulo.
Divulgação
Jon Lord, ex-Deep Purple, vai se apresentar com a Orquestra Sinfônica Municipal
Jon Lord, ex-Deep Purple, vai se apresentar com a Orquestra Sinfônica Municipal
Serão cerca de 800 apresentações em 150 locais do centro da capital. Entre elas, há atrações bastante conhecidas como o CPM22 e a Nação Zumbi, além de Maria Rita e Wando.
Leia mais sobre o evento no Catraca Livre
O grupo francês Mécanique Vivante será o primeiro da lista, realizando uma performance sobre os edifícios da região da praça do Patriarca.
A primeira apresentação musical acontece na avenida São João com Jon Lord, ex-tecladista do Deep Purple, e a Orquestra Sinfônica Municipal. Eles vão tocar o concerto para grupo e orquestra de 1969.
As outras atrações do local serão Geraldo Azevedo, Marcelo Camelo, Tim Maia Racional (apresentado por Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé), Tribo de Jah, Cordel do Fogo Encantado, Zeca Baleiro e Novos Baianos. Maria Rita encerra a festa.
Ana Ottoni/Folha Imagem
Grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado é outra das atrações da próxima Virada Cultural na cidade de São Paulo
Grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado é outra das atrações da próxima Virada Cultural na cidade de São Paulo
No Largo do Arouche, se concentram músicos românticos e/ou brega, entre eles, Benito di Paula, Wando, Reginaldo Rossi e Odair José.
No Teatro Municipal, artistas consagrados releem seus trabalhos mais marcantes. Arrigo Barnabé e banda Sabor de Veneno tocam "Clara Crocodilo", Tom Zé, "Grande Liquidação" e Beto Guedes, "Alma de Borracha".
Outra proposta "especial" para a Virada é a do palco Estação da Luz, na rua Cásper Líbero. O palco "Toca Raul!" presta homenagem aos 20 anos de morte de Raul Seixas.
Dezenove bandas vão tocar todos os álbuns dele, na íntegra e em ordem cronológica. O primeiro show será da banda original de Raul, Os Panteras. Marcelo Nova e Nasi também participam.
Paula Huven/Folha Imagem
Cantora Maria Rita encerra a Virada Cultural de São Paulo neste ano; evento tem como tema o ano da França no Brasil
Cantora Maria Rita encerra a Virada Cultural de São Paulo neste ano; evento tem como tema o ano da França no Brasil
A nova geração da música paulistana subirá ao palco do largo Santa Efigênia. Anelis Assumpção, Iara Rennó, Lívia Nestrovski, Danilo Moraes e Curumim são algumas das atrações.
Já a praça da República vai sediar o palco de rock. Camisa de Vênus, Velhas Virgens, Matanza, Vanguart, CPM 22 e Nação Zumbi são alguns dos nomes. O destaque, segundo a organização, é o encerramento com Ike Willis, cantor do grupo de Frank Zappa.
No palco da avenida Rio Branco, a proposta é "dançante" com Sandália de Prata, Farufyno, Trio Mocotó, Clube do Balanço, Os Opalas, Sambasonics, Havana Brasil, entre outros.
A música instrumental terá dois espaços: um na praça Dom José Gaspar, com o Piano na Praça, e outro na rua Conselheiro Crispiniano com vertentes variadas do instrumental.
No Anhangabaú, grupos de dança se revezam durante todo o evento. São Paulo Cia. da Dança, Quasar e Cisne Negro são alguns dos destaques.
VEJA AS PRINCIPAIS ATRAÇÕES MUSICAIS DE ALGUNS PALCOS
São João
Jon Lord e Orquestra Sinfônica Municipal
Geraldo Azevedo
Marcelo Camelo
Tim Maia Racional (apresentado por Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé)
Tribo de Jah
Cordel do Fogo Encantado
Zeca Baleiro e Novos Baianos
Maria Rita
Largo do Arouche
Benito di Paula
Wando
Reginaldo Rossi
Beto Barbosa
Jane e Herondi
Odair José
Teatro Municipal
Arrigo Barnabé e banda Sabor de Veneno
Egberto Gismonti
Tom Zé
Chico Cesar
Violeta de Outono
Fafá de Belém
Francis Hime e Orquestra Experimental de Repertório
Beto Guedes
Largo Santa Efigênia
Anelis Assumpção
Iara Rennó
Curumim
Comadre Fulozinha
Praça da República
Camisa de Vênus
Velhas Virgens
Vanguart
CPM 22
Nação Zumbi
Nasi
Ike Willis, vocalista do grupo de Frank Zappa
Rio Branco
Farufyno
Trio Mocotó
Clube do Balanço
Os Opalas
da folha online
A quinta edição da Virada Cultural acontece a partir das 18h do próximo dia 2 de maio e segue até as 18h do dia seguinte, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira pela Prefeitura de São Paulo.
Divulgação
Jon Lord, ex-Deep Purple, vai se apresentar com a Orquestra Sinfônica Municipal
Jon Lord, ex-Deep Purple, vai se apresentar com a Orquestra Sinfônica Municipal
Serão cerca de 800 apresentações em 150 locais do centro da capital. Entre elas, há atrações bastante conhecidas como o CPM22 e a Nação Zumbi, além de Maria Rita e Wando.
Leia mais sobre o evento no Catraca Livre
O grupo francês Mécanique Vivante será o primeiro da lista, realizando uma performance sobre os edifícios da região da praça do Patriarca.
A primeira apresentação musical acontece na avenida São João com Jon Lord, ex-tecladista do Deep Purple, e a Orquestra Sinfônica Municipal. Eles vão tocar o concerto para grupo e orquestra de 1969.
As outras atrações do local serão Geraldo Azevedo, Marcelo Camelo, Tim Maia Racional (apresentado por Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé), Tribo de Jah, Cordel do Fogo Encantado, Zeca Baleiro e Novos Baianos. Maria Rita encerra a festa.
Ana Ottoni/Folha Imagem
Grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado é outra das atrações da próxima Virada Cultural na cidade de São Paulo
Grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado é outra das atrações da próxima Virada Cultural na cidade de São Paulo
No Largo do Arouche, se concentram músicos românticos e/ou brega, entre eles, Benito di Paula, Wando, Reginaldo Rossi e Odair José.
No Teatro Municipal, artistas consagrados releem seus trabalhos mais marcantes. Arrigo Barnabé e banda Sabor de Veneno tocam "Clara Crocodilo", Tom Zé, "Grande Liquidação" e Beto Guedes, "Alma de Borracha".
Outra proposta "especial" para a Virada é a do palco Estação da Luz, na rua Cásper Líbero. O palco "Toca Raul!" presta homenagem aos 20 anos de morte de Raul Seixas.
Dezenove bandas vão tocar todos os álbuns dele, na íntegra e em ordem cronológica. O primeiro show será da banda original de Raul, Os Panteras. Marcelo Nova e Nasi também participam.
Paula Huven/Folha Imagem
Cantora Maria Rita encerra a Virada Cultural de São Paulo neste ano; evento tem como tema o ano da França no Brasil
Cantora Maria Rita encerra a Virada Cultural de São Paulo neste ano; evento tem como tema o ano da França no Brasil
A nova geração da música paulistana subirá ao palco do largo Santa Efigênia. Anelis Assumpção, Iara Rennó, Lívia Nestrovski, Danilo Moraes e Curumim são algumas das atrações.
Já a praça da República vai sediar o palco de rock. Camisa de Vênus, Velhas Virgens, Matanza, Vanguart, CPM 22 e Nação Zumbi são alguns dos nomes. O destaque, segundo a organização, é o encerramento com Ike Willis, cantor do grupo de Frank Zappa.
No palco da avenida Rio Branco, a proposta é "dançante" com Sandália de Prata, Farufyno, Trio Mocotó, Clube do Balanço, Os Opalas, Sambasonics, Havana Brasil, entre outros.
A música instrumental terá dois espaços: um na praça Dom José Gaspar, com o Piano na Praça, e outro na rua Conselheiro Crispiniano com vertentes variadas do instrumental.
No Anhangabaú, grupos de dança se revezam durante todo o evento. São Paulo Cia. da Dança, Quasar e Cisne Negro são alguns dos destaques.
VEJA AS PRINCIPAIS ATRAÇÕES MUSICAIS DE ALGUNS PALCOS
São João
Jon Lord e Orquestra Sinfônica Municipal
Geraldo Azevedo
Marcelo Camelo
Tim Maia Racional (apresentado por Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé)
Tribo de Jah
Cordel do Fogo Encantado
Zeca Baleiro e Novos Baianos
Maria Rita
Largo do Arouche
Benito di Paula
Wando
Reginaldo Rossi
Beto Barbosa
Jane e Herondi
Odair José
Teatro Municipal
Arrigo Barnabé e banda Sabor de Veneno
Egberto Gismonti
Tom Zé
Chico Cesar
Violeta de Outono
Fafá de Belém
Francis Hime e Orquestra Experimental de Repertório
Beto Guedes
Largo Santa Efigênia
Anelis Assumpção
Iara Rennó
Curumim
Comadre Fulozinha
Praça da República
Camisa de Vênus
Velhas Virgens
Vanguart
CPM 22
Nação Zumbi
Nasi
Ike Willis, vocalista do grupo de Frank Zappa
Rio Branco
Farufyno
Trio Mocotó
Clube do Balanço
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