sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

TAMBIÁ

Tambiá Folia lança camiseta e estandarte neste domingo
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Os organizadores do Bloco Tambiá Folia vão lançar neste domingo, 08/02, a camiseta e o estandarte para o desfile deste ano, dentro da programação da maior prévia carnavalesca do Brasil , a Folia de Rua de João Pessoa. O lançamento acontece a partir do meio dia no Condomínio Parque Arruda Câmara e conta com a participação da cantora e compositora paraibana Renata Arruda, que este ano é a puxadora oficial do bloco. A orquestra de frevo Tambiá e o grupo de pagode Bom a Bessa animarão todo público presente.

Comemorando 10 anos de fundação, o Tambiá Folia, sairá no dia 14 de fevereiro com o tema: "Tambiá é 10" - uma homenagem ao bairro mais antigo da cidade de João Pessoa e primeiro em qualidade de vida. O tema “Cultura Popular” foi definido esse ano pela Organização do Folia de Rua. O Bloco fará uma homenagem especial a uma das maiores duplas de embaladores de coco do Brasil, os paraibanos Geraldo Jorge (Mousinho) e Tomaz Cavalcante da Silva (Cachimbim).

O lema esse ano do Bloco é o seguinte: "Exploração Sexual Infanto Juvenil é Crime: Não brinque, Denuncie". "A cada ano nós discutimos e definimos um lema. Este ano achamos importante fazer um alerta à sociedade sobre o combate a exploração infantil", declarou o presidente do Bloco, Sérgio Roberto. Segundo ele, a previsão é de que cerca de 10 mil foliões, incluindo os associados que chegam a três mil, acompanhe o Bloco que será puxado pela cantora de nível nacional, Renata Arruda e o Trio Pancadão, além da banda Bereguedê e o Trio Treme Terra.

"Nosso bloco está fazendo esse ano mais um aniversário graças ao apoio que recebe da população do bairro, que sempre nos acompanha, e dos empresários que acreditaram nesse projeto que se consolidou e engrandeceu o Folia de Rua de João pessoa. A cantora Renata Arruda, artista de nível nacional, aceitou nosso convite, e vem para abrilhantar ainda mais o nosso desfile", comentou o idealizador do Tambiá Folia, vereador Marcos Vinícius.

Finalizando, Sérgio Roberto, acrescentou, que o Bloco, comemora este ano 10 anos de existência, terá uma vasta programação festiva, com realização de passeio ciclístico, encontro de manifestações populares, torneio de futebol, exposição de fotografias sobre a história do bloco, campanha sobre consciência ecológica e o 1º Forro Fest Tambiá. No dia do lançamento da camisa e do estandarte, será escolhido inda a rainha e o rei momo. Já no dia 12 deste mês acontecerá a serenata Tambiá Folia, na Praça João Vinagre, no bairro Tambiá, com o grupo Luau do Sertão.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

CARNAVAL

Um carnaval mais triste

Por: RICARDO OLIVEIRA


ALEGRIA. - Vilô, em entrevista à TV Cabo Branco (ao lado), e Adeildo, que produziu um documentário sobre ele: “Queria ter lançado o vídeo com ele vivo”

Um artista que deixa o legado de quatro décadas de frevo, alegria e dignidade. O maestro Severino Vilô faleceu na última terça-feira, às 19h no Hospital da Unimed, por complicações cardiorespiratórias. O problema foi uma consequência da luta contra a diabetes que durou mais de nove anos e levou o maestro a se aposentar da orquestra. Seus amigos, entretanto, mesmo no momento de perda, afirmam que lembram do maestro Vilô como uma referência de alegria.
Em mais de 20 anos de carnaval no Clube Cabo Branco, o maestro sempre foi uma figura ímpar nas festas carnavalescas da cidade. Sua segurança no palco e a firmeza que transmitia à banda nos ensaios está estampada nas lembranças de músicos como Geraldo Marcelo, ex-baterista da Orquestra Tupi de Frevos. “Poderia haver qualquer outra orquestra para apresentações na mesma noite, ele queria arrebentar, fazer o melhor”, afirmou Geraldo à nossa reportagem. O músico lembra que, acima de tudo, Vilô era um “grande amigo que não tinha ambições. Ele era humilde e simples no que fazia”.
Edna Rodrigues, a primeira cantora da orquestra, afirma que para ela Vilô tornou-se um sinônimo de carnaval. “É comum os amigos lembrarem daquela época afirmando que carnavais de verdade eram as festas com Vilô”, lembra a cantora e jornalista. O maestro acreditava que uma música como “Vassourinhas”, quando começava a tocar nos salões dos clubes de baile, era capaz de mudar o humor de todos. Edna lembra o quanto o maestro também gostava de tocar “Bandeira Branca” (de Max Nunes e Laércio Alves) e como as mais animadas “estilo tourada” faziam Vilô vibrar e levantar os bailes.
Nos últimos meses, o cantor e compositor Adeildo Vieira produziu um documentário sobre a vida e obra de Vilô, em parceria com os videastas Adilson Luis, Alfredo Amaral e Niu Batista. O vídeo está em fase final de edição e Adeildo lamenta porque desejava lançar o trabalho com o maestro em vida. “Nós lutamos por isso, para que ele se sentisse homenageado, mas a dinâmica da produção audiovisual na cidade não nos permitiu”, afirmou o cantor. Segundo Adeildo, a ideia é lançar o filme junto ao CD que homenageia a carreira de 40 anos de frevo de Vilô. Na oportunidade, a equipe responsável pelo documentário pretende realizar um seminário sobre a música de carnaval na Paraíba e no Nordeste. “Queremos trazer à discussão a musicalidade carnavalesca da nossa terra, relembrando inclusive a importância do Maestro Vilô”.
O CD ao qual Adeildo se refere é o último trabalho realizado por Severino Vilô e será chamado “40 Anos de Frevo”. A obra foi produzida no final de 2008 e traz um repertório que passa desde as marchinhas clássicas de carnaval até o frevo mais animado. O álbum teve a produção de amigos e familiares, como Márcia e Marcelo Vilô, filhos do maestro. Marcelo, atualmente, é o maestro da orquestra e por telefone nos concedeu uma entrevista que transmitia emoção ao lembrar do CD. “Meu desafio era fazer algo a altura do trabalho que tinha sido feito por ele”, afirmou Marcelo Vilô. Seu pai, devido ao quadro de saúde debilitado, participou apenas homenageando com sua voz o músico Travanquinha, ex-tocador de caixa da orquestra.
O álbum, que terá 14 faixas, está em fase de finalização na gravadora e em breve será lançado – prometendo ainda animar (e emocionar) muitos carnavais.

ONORTE

Adriana Crisanto - O NORTE 05/02/2009

Músicos, parentes, jornalistas e muitos amigos compareceram ao Cemitério Parque das Acácias, em João Pessoa, para dar o último adeus ao instrumentista Severino Vilô Filho, o Maestro Vilô, de 75 anos, um dos mais respeitados maestros paraibano.

Vilô, como era mais conhecido, faleceu na terça-feira (3), às 19h, no Hospital da Unimed, onde estava internado desde sábado (30), com complicações cardiorrespiratórias, geradas pela diabetes, doença silenciosa contra a qual vinha lutando há mais de nove anos.

O maestro deixou viúva Maria Lúcia Costa de Oliveira e cinco filhos, Marcelo e Márcia Vilô, da Orquestra Metalúrgica Filipéia e Sanhauá de Frevos; César; Carlos; e Marcos Vilô.

O músico Adeildo Vieira, profundo admirador da obra do maestro Vilô, disse que ele foi o responsável por trazer dignidade para a música carnavalesca manifestada não apenas nos palcos com a qualidade das composições, mas também nos bastidores enquanto formador de novos músicos. “Formando consciência em cima da boa música. Isso é unâmine entre os músicos que participaram da vida de Vilô”, completou Adeildo, que está em processo de elaboração de um vídeo documentário sobre a vida e a obra do maestro.

O documentário, que ainda não tem nome, está sendo gravado por Adeildo Vieira e o videasta Adilson Luis, com imagens de Niltides Batista, Patrício e Alfredo Amaral. “Estávamos torcendo muito para que pudéssemos fazer o lançamento do vídeo com ele ainda em vida, mas, infelizmente as condições de trabalho de cada um de nós que estamos envolvidos não nos permitiram”, acrescentou Adeildo.
Com o agravamento da doença, foi antecipado o CD “40 Anos de Frevo”, produzido no final do ano passado, gravado no estúdio de Sérgio Gallo, com 14 canções. O CD, que ainda está sendo prensado em São Paulo, traz frevos e marchinhas de carnaval que levam assinatura de Vilô e outros parceiros, a exemplo de Livardo Alves (já falecido), Arthur Silva, Marcos Melodia, Assis Alcântara, Zito, além de músicas de autoria de novos cantores da terra, como Fuba, Ricardo Fabião, Bombinha, Jonas Batista e Mathias, entre outros.

O presidente da Ordem dos Músicos do Brasil, seção Paraíba (OMB/PB), Benedito Onório, amigo pessoal de Vilô, lamentou o falecimento prematuro do maestro. “Ele era um dos ícones da música paraibana na especialidade frevo. Um grande maestro. Ele foi conselheiro por vários anos na Ordem dos Músicos”, acrescentou Onório.

O Maestro Severino Vilô Filho era natural de Serra Branca (PB), mas adotou a cidade de João Pessoa aos 24 anos de idade, quando veio trabalhar na área comercial. Era filho do também Maestro Vilô, que o despertou para a música, sendo estimulado por colegas de trabalho.

Foi quando trocou o balcão pela música, no ano de 1958, período em que ingressou na banda de música da Polícia Militar como trompetista e logo depois na Orquestra Tabajara de Frevo do Estado.
Um dos músicos que o acompanhou em quase todas as orquestras foi o baterista Geraldo Marcelo. “Eu comecei a tocar com ele em 1972. Ele era um pai para todos os músicos. Um homem excepcional. Senti muito ontem, não dormi e hoje vim dar meus agradecimentos por tudo que ele fez por mim”, disse Geraldo, emocionado, que hoje reside no município de Pilar (PB).

Chateado com o caminho que seguia a música de carnaval, Severino Vilô Filho decidiu então criar sua própria orquestra de frevo. Inicialmente, a Orquestra Tupi de Frevos, que animou 41 carnavais de clube da Capital, iniciando pelo Clube Astréa e depois o Esporte Clube Cabo Branco (onde fez 21 carnavais) e cujo conjunto recebeu a denominação de Vilô e Sua Orquestra.

Ele foi parceiro de grandes maestros de orquestras de frevo, a exemplo de Severino Araújo, Maestro Cipó, Guedes Peixoto, Nelson Ferreira e Claudionor Germano. O maestro deixa uma família alegre e calorosa. Casou três vezes e teve cinco filhos, dos quais três, Marcos, Márcia e Marcelo Vilô enveredaram pela arte musical. O último, inclusive, com o afastamento do pai por motivos de saúde, é hoje regente da Orquestra de Vilô, um dos símbolos da resistência do frevo paraibano, característica que elevou o Maestro Vilô à condição de "homenageado especial" da Prévia Carnavalesca Folia de Rua, em 2000.

Membro de uma árvore genealógica musical paraibana, o Maestro Vilô é irmão do também maestro Ninô (falecido) e do saxofonista Geraldo Araújo e é tio do regente Roberto Araújo e da jornalista dos Diários Associados Paraíba, Fátima Sousa (Mana).

Vilô sempre foi referência para os mais antigos, mas também para os mais novos músicos, como é o caso do trompetista Ranilson Farias, que tocou nos últimos anos com o maestro na orquestra. “Foi um aprendizado e uma experiência muito grande ter tocado na orquestra de Vilô. Vou carregar isso comigo na minha bagagem", disse Ranilson que também integra o CD “40 Anos de Frevo”.
SAIBA MAIS

Um dos poucos reconhecimentos que o maestro Severino Vilô recebeu foi o título de Cidadão Pessoense, em 2004. A homenagem foi proposta pelo então vereador Fernando do Grotão, como reconhecimento ao trabalho prestado pelo maestro, filho do Cariri Paraibano, à cultura musical do Estado.

MAESTRO

MAESTRO VILÔ SERÁ HOMENAGEADO PELO BLOCO ANJO AZUL 15 ANOS - 2009

A música e as orquestras de frevos paraibano, perdem o ícone de nossos carnavais remanescentes e das prévias da Folia de Rua.
O MAESTRO VILÔ, deu ¨alma e vida¨ com alegria e harmonia junto aos seus músicos , na historiografia do primeiro bloco do centro histórico paraibano o ANJO AZUL,que completa 15 anos nesse fevereiro de 2009 HOMENAGEANDO seu eterno MAESTRO.

Ednamay - bloco Anjo Azul

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

PESAR

MORRE VILÔ ETERNO MAESTRO QUE DEU VIDA AO BLOCO ANJO AZUL

Lamentamos com pesar, o falecimento do músico paraibano Severino Vilô Filho, o grande maestro paraibano, às 19 horas desta terça-feira, no Hospital da Unimed, onde internou-se no último sábado com complicações cárdiorespiratórias, geradas pela diabetes, doença com a qual lutava há mais de nove anos. Ele deixou viúva Maria Lucia Costa de Oliveira e cinco filhos de outros casamentos, entre eles, os também músicos Marcelo e Márcia (Glauco) Vilô, da Orquestra Metalúrgica Filipéia e Sanhauá de Frevos; César, Carlos e Marcos Vilô. O corpo está sendo velado no Parque das Acácias e o sepultamento ocorrerá às 16 horas desta quarta-feira.

A morte do maestro Vilô (75) com certeza enlutará a cultura da Paraíba, terra onde nasceu e que durante anos, abrilhantou os saudosos carnavais de clubes e (recentes) de rua, em especial de João Pessoa, com sua famosa Orquestra de Vilô. A morte prematura do maestro antecipou-se ao lançamento do tão esperado CD, " 40 Anos de Frevo" produzido no final de 2008, com frevos e marchas carnavalescas, por familiares e músicos amigos. O CD foi entregue recentemente pela gravadora para lançamento ainda neste carnaval.

"40 anos de frevo" é uma soma completa do que se quer ouvir desde o

frevo saltitante às marchinhas manhosas, numa cumplicidade gostosa,

que veio reafirmar a força e perseverança deste maestro paraibano, que

numa trajetória de quarenta anos, soube como ninguém, desafiar e

resistir aos atropelos do tempo maculado por ritmos tão banais e

agressivos à sensibilidade da nossa cultura.

Originário de uma família musical, o maestro Vilô era natural de Serra Branca, filho do também maestro Severino Vilô. Era tio do músico Roberto Araújo e da jornalista Fátima Sousa (Mana). A rica trajetória musical deste grande maestro paraibano, lhe rendeu várias homenagens, a exemplo do título de " Cidadão Pessoense", concedido pela Câmara Municipal de João Pessoa. Vilô foi o "homenageado especial"no primeiro CD da Prévia Carnavalesca Folia de Rua.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

PRIMEIROBAILEDEMASCARAS

Blog MARIO NEGÓCIO

J.Carlos

PRA DEIXAR DE PADECER

O primeiro Baile de Máscaras aconteceu em 22 de janeiro de 1840, promovido pelo dono do Hotel Itália, onde mais tarde funcionaria o Cine São João. O acontecimento lança moda. No mesmo ano, a atriz Clara Delmiro promove carnaval dançante no Teatro São Januário; e o Teatro São Pedro, mais três. Daí em diante, bandos de mascarados invadem as ruas e se divertem de graça. Nascem assim os cordões carnavalescos.
O antropólogo Roberto DaMatta define a folia como rito de inversão, subversão das hierarquias. Transformam-se pobres em faraós, recato em luxúria, homens em mulheres. E o povo brasileiro inventou a batucada "pra deixar de padecer", como diz o samba de Assis Valente.

sábado, 31 de janeiro de 2009

CONCURSO

PRÉVIA DO ANJO AZUL

O Bloco Anjo Azul, fundado em 14 de fevereiro de 1994, pela carnavalesca Ednamay Cirilo, está completando 15 anos em 2009 , com lirismo, folia, frevo e muita alegria.

No próximo sábado, 07 de fevereiro, a partir das 18h, no Caiçara Shopping (Rua Francisco Leocádio Ribeiro Coutinho – Bessa), será divulgado os vencedores, que participaram do concurso Estandarte ANJO AZUL 15 ANOS -2009.

Todos estão convidados para participar do evento vestindo fantasia de Pierrot e Colombina. Haverá uma comissão julgadora de jornalistas e artistas locais, para escolher os três mais belos casais. O primeiro lugar passará um fim-de-semana numa pousada do litoral paraibano, o segundo ganhará um jantar no Restaurante Aída e o terceiro, um mês grátis na Up Academia.

Para participar não é preciso fazer inscrição: basta vestir a fantasia. A prévia será animada por orquestra de frevo, numa iniciativa da direção do Caiçara Shopping .

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

EDITAL

Aos 15 anos, Anjo Azul realiza concurso de estandartes;


REGULAMENTO

O bloco Anjo Azul, um dos mais tradicionais que integram o projeto Folia de Rua, está comemorando seus 15 anos de fundação com um concurso de estandartes, voltado aos artistas plásticos atuantes na cidade de João Pessoa e no Estado

Serão selecionados 15 estandartes para concorrer. Os três primeiros colocados serão premiados com brindes, mas todos participarão do desfile do bloco, que acontece na abertura do Folia de Rua, dia 13 de fevereiro.

O concurso, segundo a presidente do bloco, Ednamay Cirilo, é comemorar os 15 anos da história do bloco, agregar os membros e admiradores e divulgar a arte e os artistas locais.

Veja, a seguir, o regimento do concurso:

I – O Bloco carnavalesco Anjo Azul, primeiro do centro histórico ,abre o projeto FOLIA DE RUA desde 1994, na Rua Gabriel Malagrida (Beco da Faculdade de Direito) – João Pessoa, realizará um concurso para escolha do Estandarte que representará os 15 anos do Bloco. O concurso é direcionado aos artistas plásticos atuantes na cidade de João Pessoa e demais interessados.

II – Serão selecionados até 15 estandartes, sendo premiados os três primeiros colocados, os demais estandartes poderão participar a critério da diretoria, dos desfiles do Bloco Anjo Azul. Todos os estandartes participarão de uma exposição no Shoping Caiçara e seus autores receberão certificados de participação.

III – O propósito do Concurso de Estandartes "Anjo Azul - 15 Anos" é comemorar os 15 anos de história desta importante agremiação carnavalesca,que resgata a arquitetura barroca e a fantasia de colombina e pierrô, agregando seus membros e admiradores, além de divulgar a arte os artistas locais, portanto, a premiação decorrente deste concurso será simbólica (brindes), não sendo efetuados pagamentos das despesas com materiais e dos estandartes.

IV - Os estandartes devem ser criativos, coloridos, refletindo a alegria e história do Bloco, podendo fazer referência ao Beco da Faculdade, ao Barroco do Centro histórico da Cidade, anjos,igrejas, casarios ,a fantasia das colombinas e pierrôs.Confeccionados em materiais resistentes a intempéries, medindo em média 100 x 80 cm.

V – O concurso "Anjo Azul - 15 anos" é uma iniciativa de sua fundadora a jornalista Ednamay Cirilo, tendo como comissão de seleção os artistas plásticos Lúcia França e Tito Lobo, a Arquiteta Rossana Honorato, a Jornalista Célia Leal, o cantor e compositor Fuba autor do hino do bloco e a Cantora Eleonora Falcone, primeira rainha 2005 do bloco.

VI – As inscrições serão realizadas no período de 13. 01 a 30 01. 09, no turno da tarde, nos seguintes locais: Casarão 34 – Lúcia França, Casarão Philipeia – Soter Carreiro, Ateliê Nai Gomes – Elionai Gomes, Thomas Mindelo ( sala de administração)com a artista plástica Dulce Abstrato, GALERIA GAMELA PRAIA com Rosely Garcia, ave. Navegantes em frente ao Posto médico das praias, Ateliê DY SOUZA, em Manaíra, ateliê LACET, av Antonio Lira, 356 baixo Tambaú, Diogénes Chaves, galeria Archidy Picado no Espaço Cultural - Tambauzinho, DADÁ VENCESLAU, TETÉ...

VI I– Informações podem ser obtidas pelos fones: 8849 7850 - Ednamay Cirilo/ 9985 2725 – Lúcia França ou
e-mails:maycirilo@hotmail.com/anjoazuldobeco@gmail.com

VIII – A divulgação dos classificados será feita por e-mail ou por telefone no dia 30. 01. 09, após a seleção dos estandartes.

RAINHADOLIXOEDOLUXO

A intelectualidade e os artistas brasileiros, inclusive os paraibanos, em sua grande maioria, sobrevivem do dinheiro público. Mas a ativista cultural Ednamay Cirilo Leite, uma das personalidades mais conhecidas no meio cultural da sociedade, é uma guerreira que insiste em criar alternativas à falta de interesse e de recursos. Criatividade, disposição, e irreverência e resistência, essas são algumas das suas armas.

Com a proximidade do Carnaval, Ednamay, fundadora de um dos blocos do Folia de Rua, o "Anjo Azul", que já começou a anunciar suas prévias carnavalescas, com um baile programado para o dia o próximo dia 10 de fevereiro (sexta-feira), na Casa de Cultura Lúcio Lins, um Baile à Fantasia, que terá como tema os tradicionais personagens do carnaval, Colombina e Pierrot, e que serão representados por dois grandes bonecos caracterizados feitos com material reciclado, dos bonecos gigantes do bloco, pela EMLUR .

Na oportunidade também haverá a transferência da faixa de Rei - Gustavo Magno e da Rainha Eleonora Falcone, primeiro reisado 2005, para os músicos Marcos Fonseca e Sílvia Patriota, o lançamento do Estandarte Virtual homenageando a Tropicália pelo artista plástico Kaká Santa Cruz. Na véspera da abertura do Folia de Rua, o Bloco estará promovendo a Serenata dos Anjos, na praça João Pessoa, com a participação do Coral da Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).Sob a maestria de Carlos Anísio.

A FOLIA DE RUA, e o Bloco ANJO AZUL, este que faz a abertura oficial desde 14 /02/1994. Concentra no beco 17 de fevereiro DE 2006, na programação inclui a tradicional LAVAGEM DA ESCADARIA, no beco da Faculdade de Direito, culminando com uma série de apresentações artísticas, entre elas, o grupo de percussão Bate com Lata - Emlur, o Maracatu Nação Maracahyba, a Orquestra do maestro Vilô,e o tradicional "banho de cheiro" nos foliões.

No desfile após a concentração, acontece um arrastão pelos becos e pelas ruas antigas da cidade, levando estandartes do Folia de Rua e Blocos Filiados. Passando pela Praça João Pessoa, Pavilhão do Chá, Palácio da Redenção, até o Ponto Cem Réis, na rua Duque de Caxias até a entrada do antigo cinema REX , também conhecido como beco da sede do Cabo Branco, entrando à esquerda, rumo a General Osório altura da Biblioteca,passeando pelos casarios históricos e templos barrocos, Ordem Terceira do Carmo, Catedral de Nossa Senhora das Neves, e Largo do Colégio das Neves, com a paradinha oficial na WSCOM sede do bloco CONFETE & SERPEMTINA de Walter Santos, para aquele uisquinho, e depois descer a ladeira da BORBOREMA de CAIXA D'ÁGUA.

Depois vai ao encontro das orquestras de frevo, entrando na Rua da Areia e Praça Antenor Navarro, onde acontece um show coletivo e a confraternização dos foliões dos diversos blocos, "arrastados" pelo Anjo Azul, o primeiro a levar a folia ao Centro Histórico de João Pessoa. Este ano com uma música composta pelo mestre Fuba, um presente para o Bloco para o histórico do beco , "uma reverência à 'May', Ednamay, como a grande Colombina, que convida a cidade à vestir a fantasia e conhecer os velhos casarões" (O Cd "De Bem com a vida", que contém a música, será lançado dia 09 de fevereiro).

Mas não se engane, porque as bandeiras defendidas por Ednamay, não costumam ter data certa, ela divulga e capitaliza as atenções para o bloco o ano inteiro, é uma referência viva de seus projetos e ideais. "Começamos em 1994, junto com o pessoal que fazia a Folia de Rua,a partir das MURIÇOCAS DO MIRAMAR, tínhamos a pretensão de realizar o resgate histórico do carnaval antigo da capital, trazendo as alegorias do passado.O lado político da coisa, tinha a pretensão de denunciar o descaso com o nosso patrimônio arquitetônico, enquanto terceira cidade mais antiga do Brasil, que tem os seus prédio todos caindo ao ¨léu, pinta o casario, mas não dá vida ao patrimônio.¨

Ela acrescenta que a idéia é trabalhar a auto-estima desses servidores, que costumam trabalhar muito nessa época do ano, antes e depois da festa", explica a presidente Ednamay, que destaca uma novidade para as prévias carnavalescas da cidade, que é a necessidade da estruturação formal, graças à atual dimensão da festa, que está obrigando os blocos a saírem da informalidade para sobreviver.

"Muita gente trabalha em cima da cidadania, mas não tem um CNPJ, pra fazer um projeto cultural e botar o dinheirinho sabe-se Deus aonde. O Anjo Azul não tem CNPJ, mas certamente terá, porque se não tiver também certamente não se encaixa dentro da modernidade", acrescenta a ativista.

Porque Anjo Azul?

Ednamay responde a esta pergunta, dizendo que o "Anjo Azul é a história da minha vida, foi inspirado no livro e inspirada em parte da minha vida, nos anos 70, quando eu vivi na Bahia, em Salvador, enquanto estudante de Jornalismo. Lá tínhamos uma boate chamada Anjo Azul, que tinha um anjo barroco, e era freqüentada pela alta sociedade, no meio dos cabarés e caetés". A história se confunde com a minha e também com a do livro e filme ANJO AZUL, passei treze anos viajando os cincos continentes quando trabalhava na multinacional francesa Club Mediterrané, onde durante o dia a vida girava em torno da informação turística,os passeios em ruinas históricas das sete maravilhas do mundo antigo, as modernidades do esporte, e gastronomia, as noites erm dedicadas a cultura dos espetáculos dos musicais, e do circo, daí, se confundir com a historia do Anjo Azul, eu mesma me sinto a Marlene Dietrich , a musa do ciname alemão que encarnou na telona o ANJO AZUL¨.

Ela está se referindo ao filme "O Anjo Azul", de Josef von Sternberg, que teve sua pré-estréia em 1º de abril de 1930, e tinha como atriz principal Marlene Dietrich, até então uma atriz berlinense quase desconhecida. Baseado na obra "Professor Unrat", de Heinrich Mann, seu tema é a tragédia e a degradação, com um enredo que conta a história de um professor que descobre que seus alunos, atores de um grupo mambembe, freqüentavam um cabaré, quando ele vai até lá na intenção de puni-los, mas se vê envolvido na sensualidade de uma cantora que o leva à ruína.

A questão da cidadania ressaltada por Ednamay Cirilo, na história do bloco, também surgiu nessa época. "Foi em Salvador que eu tive o meu primeiro impulso de trabalhar com o social, visitando as comunidades da Irmã Dulce, da reconstrução do Pelourinho, ainda como estudante, acompanhado a retiradas entre aspas, das prostitutas daquele local, era uma coisa muito peculiar, que se confundia muito com o BECO da faculdade e comigo", diz a presidente do bloco, que vê tudo que ela "fazia há 30, 35 anos atrás como uma moda hoje aqui, tão grande que eu nem tomo mais parte dessa história. Eu me tornei um símbolo de resistência e de confronto, porque eu detono, detono legal, digo mesmo o que é que tem de se dizer", acrescenta.

A partir daí o Anjo Azul se tornou um "beco", porque é lá que está localizada sua sede, na casa de nº 52, no beco da Faculdade de Direito, entre a praça dos três poderes, onde acontecem uma série de atividades culturais, no "Espaço Anjo Azul", totalmente voltado para as escolas, "porque essa é a geração que vai contar a história, da filosofia do carnaval", conclui.

Mais histórias sobre o Bloco e o Carnaval (por Ednamay Cirilo)

"Os estudantes, que participam da folia desde 1994, à medida que eles vão saindo da Faculdade, e vão tomando rumo dentro da advocacia, vão ficando cada vez mais ligados, e é uma parceria interessante, porque tem desembargador, juiz, advogado, a gente tem toda a assessoria jurídica do bloco".

"O Anjo Azul não tem sexo, não tem cor, termina o carnaval e a gente já começa com a Confraria do Beco , que acontece no Sábado de Aleluia, quando malhamos o nosso ¨judas ¨, sem rosto, tantas são as opções. A gente tem entrado ha história da religião, porque o Beco tem uma influência muito forte com o padre Gabriel Malagrida, que foi morto na inquisição e que ajudou a construir o colégio dos jesuitas onde atualmente funciona a faculdade de direito.

"O Anjo Azull não é radical, trabalha com o rock, com o forró, dá abertura para todas as linguagens, e esse ano nosso estandarte é virtual e digital, totalmente na moda, e nós também estamos na moda da Internet. Ele é tropicalista, em homenagem à Ednamay, claro".

"O Muriçocas do Miramar deu o suporte para que se criasse o Folia de Rua, todos os blocos são filhos das Muriçocas, não adianta dizer o contrário, depois todo mundo saiu pra fazer o seu bloco onde mora. E a história de sucesso das prévias do carnaval na cidade, também se confundem com a história das Muriçocas, na década de 80, quando o povo todo viajava para passar o carnaval em outros lugares, como o Recife".

"Surgiu a idéia de se fazer uma prévia, cada um mostrava o seu potencial, fazia o que sabia fazer e jogava na praça, pra comemorar o aniversário de um dos filhos de Vitória, Tiago (Vitória Lima, escritora paraibana e uma das fundadoras das Muriçocas). A gente tava sempre criando alguma coisa, e isso era na quarta-feira de fogo, e como ela mora lá perto da pracinha das Muriçocas, convidou um grupo de músicos e amigos, que normalmente já se encontravam, pra fazer um carnaval. Depois,cada um fez o seu bloco"

Lilla Ferreira

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

MULHERESFALADAS

NAS ASAS DA ARTE : ¨ ANJO AZUL ENFRENTA A AIDS¨ No aniversário da cidade , artistas proõem uma tomada de consciência em prol do Pavilhão HENFIL A Aids, este radical desafio à ciência, também apelo à sensibilidade e a solidariedade das pessoas , além de ser trágica motivação para que a sociedade repense determinados padrões de valores , sofre vigoroso combate na Paraíba por parte de um grupo especial de artistas e da produtora cultural Ednamay Cirilo, empenhada em conquistar recursos financeiros e humanos para combate à doença que se alastra apesar dos esforços para combatê-la. A nova investida desses artistas acontece nesta sexta-feira , 5 de agosto 1994, data de aniversário de fundação da capital da Paraíba, a partir do meio dia .O local: Änjo Azul¨ o bar que vem redimensionando os espaços culturais e de lazer da cidade , situado à rua Gabriel Malagrida, ao lado do prédio da Faculdade de Direito , ( praça João Pessoa)...JORNAL O NORTE 1994... nossa luta é antes desses programas assistenciais dos Governos Federal, Estadual e Municipal, antes mesmos das ONGs chegarem a João Pessoa,somos até hoje, parte da chamada SOCIEDADE ALTERNATIVA, fazemos o que nossa consciência permite fazer, com muita determinação e pouco apoio institucional...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

MULHERESFALADAS/ANJOAZUL

A entidade metafísica que abre as prévias do carnaval paraibano, dia 25 de janeiro (sexta-feira), é o bloco “Anjo Azul”. O Anjo Azul foi fundado e todo ano é organizado com garra por uma agitadora cultural guerreira, muito querida na cidade, Ednamay Cirilo. May inventou de criar um bloco que tem sede em um ambiente histórico repleto de simbolismos, a antiga zona do chamado “baixo meretrício”, nos tempos em isso que havia: o Beco da Faculdade de Direito, na ladeira do Padre Gabriel Malagrida, um herói sacrificado numa das visitações da Inquisição do Santo Ofício ao Brasil. O espírito do padre Malagrida, que assiste impávido os dramas e comédias da cidade por séculos sem fim naquele ambiente, fez um ar de sorriso quando foi fundado o Anjo Azul, e certamente, ato contínuo, abençoou o bloco, pois o padre italiano do século XVIII, morto feito mártir, é ele mesmo um anjo verdadeiro, um querubim barroco.

O Anjo Azul é o bloco multicolor da diversidade cultural e da democracia, de todas as opções sexuais e todos os credos políticos. O nome de bloco presta uma inusitada homenagem ao filme expressionista alemão da década de 1930 – Der Blaue Engel –, adaptação do romance de Heinrich Mann (irmão de Thomas Mann) – os dois filhos ilustres da brasileira Julia Mann, nascida deitada sob o sol da arquitetura colonial de Parati (RJ) –, sobre a história de um professor que se apaixona por uma dançarina de cabaré. Mais além de um clima soturno – prenúncio da tragédia de ascensão da ditadua nazista que se daria logo em seguida, em 1933 –, o filme ficou gravado na memória principalmente por uma seqüência de fotogramas sensuais, logo transformados em um dos ícones da cultura pop contemporânea: as pernas dobradas de Marlene Dietrich, sentada num banquinho. Ah, as pernas de Marlene Dietrich: conspícua, carnuda, provocante, lúbrica, fazendo a perfeita simbiose com um rosto libidinoso, manchado a um batom da cor do pecado. Hitler não agüentou tanto charme. Assim como Malagrida foi perseguido pela inquisição, Marlene Dietrich nunca se dobrou ao nazismo e fugiu da Alemanha, se refugiando nos Estados Unidos. Dessa maneira, vão se tecendo os fios entre fatos aparentemente distantes, desvendando articulações de onde menos se espera, o conceito é transformado em imagens aparentemente aleatórias, mas dotadas de uma mensagem profunda: Malagrida, Marlene, May. Tudo a ver. (Jaldes Reis de Meneses ).

ANJO AZUL EM 2008

O Bloco Anjo Azul, primeiro do centro histórico do Projeto Folia de Rua, é também ASSOACIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA ANJO AZUL, com sede no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello, desde 2006, aprovado pelo FIC-Augusto dos Anjos, lança seu bloco própio AS ANJINHAS, voltado para o universo feminino e suas inquieações em busca da cidadania.

Estará sendo apresentado ao público carnavalesco, sexta-feira dia 25 de janeiro de 2008, às 16:00hs, no BECO da FACULDADE de Direito.

Durante a LAVAGEM da ESCADARIA animada pela bateria da Escola Império do Samba, e os componentes da ONG - ASTRAPAS, farão a alegria dos foliões com várias performances. Na ocasião , a troca de faixas do rei Kennedy Costa para o Rei Hugo Leão, da Rainha Glaucia Lima para Neuza Flores , ( viuva de jackson do Pandeiro ).
O palco do CIRCUITO DAS PRAÇAS ,estará montado na Praça João Pessoa , várias atrações se apresentarão a partir das 16:00hs, entre elas Mira Maya, Maria Juliana e Nathalie de Lima.

Ao som da Orquestra de Frevos do maestro João Lobo , o frevo ANJO AZUL, Hino do bloco de autoria de Mestre Fuba, é mais que uma declaração de amor é mesmo uma linda história pela cidade e seu Patrimônio Artístico e Cultural.

CD - De Bem Com a Vida, faixa cinco.


Ednamay Cirilo Leite, remanescente jornalista ativista dos movimentos culturais desde a época do Colégio Lins de Vasconcelos - Parahyba, se entrega total ao carnaval do ANJO AZUL em busca de cidadania e arte.

O bloco tem a proposta turística de mostar a beleza do Patrimônio Histórico e Arquitetônico, enquanto relíquia do Brasil, desta que já nasceu cidade , em NOVEMBRO de 1585 como Filipéia de Nossa Senhora das Neves, passou por várias mudanças de nomes ,e batalhas guerreiras , até ser conhecida como João Pessoa, em 1930.

Atualmente em campanha para PLEBISCITO da retomada do antigo PARAHYBA , nome ESSE, que reinou por 276 anos.

O bloco do resgate tem a fantasia de Colombina como traje oficial para suas foliãse de PIERROT para os foliões, apesar de ser ANJO, exatamente para dar ASAS a imaginação de cada um.

Sua ação social é voltada para as profissionais do sexo habitantes do Beco da Faculdade de Direito , Pavilhão do Chá, Rua Duque de Caxias - ou Rua Direita, Ponto de Cém Réis , Rua General Osório - ou Rua Nova, Rua da Areia e Praça Antenhor Navarro , buscando arte e cidadania, para estas cidadãs.

Nosso estatuto em fase de mudanças, exatamente ,por vermos muitas das nossas inquietações supridas pelas secretarias do Município.

O ANJO AZUL foi o primeiro bloco a levar alegria ao nosso centro histórico após ausência do corso e carnaval outrora existente nesta área , a falência do carnaval naquela área por total falta de políticas para a cultura carnavalesca, chegou a um abandono geral de atividades culturais no centro histórico, enquanto a cidade se transferia para a orla marítima levando o comércio famoso de bares, restaurantes, bingos, boites, shoppings, cinemas, esvaziando completamente o SÍTIO HISTÓRICO.

Nosso bloco resgata valores turísticos-culturais , em forma de irreverência e denúncia, prova disto a LAVAGEM da ESCADARIA, realizada sob as benções dos Orixás , e de todos os DEUSES, numa elevação aos nossos espíritos escravos e boêmios das pessoas que outrora habitavam aquela área .

A bateria da Escola MALANDROS DO MORRO - de Livardo Alves, e Balula , foram os pioneiros na parceria com o bloco ANJO AZUL , deram o ponta pé inicial em 1994 , juntamente com as Orquestras de CHIQUITO e MAESTRO VILÓ, juntaram-se outras como a do CEFET - PB , sob a batuta do Maestro JOÃO LOBO, tivemos parcerias de cidades do interior do Estado como BANANEIRAS e sua fanfarra LIRA DOS ARTISTAS , do MARACATU NAÇÃO MARACAHYBA, Grupo de Percussão Quebra Quilos, e , entre outros, lançamos o percussivo BATICUMLATA na prévia carnavalesca da cidade.

HINO do ANJO AZUL

letra e música de Flávio Eduardo Maroja - Mestre FUBA
gravada no CD - DE BEM COM A VIDA,
quinta faixa - a venda no Gabinete Cultural - Praça Antenor Navarro
Varadouro

VEM VEM VER A LUA BRILHANDO
NA NOITE DE AQUARELA
TÃO BELA, TÃO BELA
COMO A LUZ DO AMOR

VEM, VEM NAVEGAR NA MEMÓRIA
DOS CASARÕES DA CIDADE
QUEM SABE, QUEM SABE
ESSA É UMA HISTÓRIA DE AMOR

UM ANJO AZUL PASSOU BEIJOU A NOITE
LAVANDO A ESCADARIA
UM BÊBADO TROPEÇAVA
NO BECO DA CONFRARIA

E ESSA ALEGRIA RAIOU POR TODA A NOITE
FEZ A CIDADE CANTAR
UM QUERUBIM QUE CHEGOU
PRO CARNAVAL COMEÇAR

VAI MEU AMOR
O ANJO AZUL É UMA FLOR NA MADRUGADA
DESCEU DO BECO E A CIDADE ACORDOU
FOI MAY DE COLOMBINA QUEM ME CONVIDOU

VAI MEU AMOR, O ANJO AZUL É UMA FLOR NA MADRUGADA
DESCEU DO BECO E A CIDADE ACORDOU
FOI DE COLOMBINA QUEM ME CONVIDOUUUUUUUUUU

MULHERES FALADAS: Confie Sempre Filha de Maria!

sábado, 9 de agosto de 2008

OLIMPÍADAS EM PEQUIM E LIXO MIDIÁTICO

Olimpíadas da China e lixo midiático Num artigo corajoso e lúcido, o respeitado intelectual César Benjamin, que recentemente estreou uma coluna semanal na Folha de S.Paulo, desafinou o coro quase unânime da mídia burguesa na cobertura das Olimpíadas da China. "É deveras impressionante o lixo ideológico que a imprensa tem produzido ao cobrir as Olimpíadas. Em geral, os repórteres buscam sempre os ângulos mais negativos, mesmo à custa de adentrar o ridículo", dispara logo no primeiro parágrafo, o que pode até custar o seu reduzido espaço na Folha, um jornal que se diz pluralista, mas que tem marcado a cobertura com a mais rancorosa manipulação anticomunista, típica dos tempos da "guerra fria".
O artigo relata "coisas incríveis" transmitidas pela TV que incomodam até os críticos à esquerda da complexa experiência chinesa. "O locutor ressalta o caráter repressivo do regime, enquanto as imagens mostram, como prova disso, um grupo de guardas de trânsito e câmeras de televisão que monitoram avenidas. O locutor fala do controle do Partido Comunista sobre as pessoas, enquanto na tela aparecem torcedores que preparam uma coreografia. Manifestações com menos de cinco indivíduos são tratadas como acontecimentos épicos. Se houver um pouco maiores, é a prova de que o povo está contra o governo. Se não houver, é a prova de que a repressão é terrível".
Já na mídia impressa, como a Folha, "repórteres monotemáticos escrevem todos os dias sobre a falta de liberdade de expressão, carregando nas tintas, para cumprir a pauta que receberam dos chefes. Se não cumprirem, serão demitidos. Defendem, pois, uma liberdade que eles mesmos não têm". Ao final do artigo, César Benjamin apela ao bom jornalismo, mais informativo e menos deturpado. "Agora que os jogos começaram, torço para que o lixo ideológico se retraia, para que finalmente possamos prestar atenção nos atletas. A festa lhes pertence. Tomara que seja linda".
A campanha prévia de sabotagem
O texto indignado e corajoso da César Benjamin expressa bem o sentimento das pessoas com um mínimo de senso crítico. É deplorável assistir nas telinhas o destaque dado ao discurso petulante do carniceiro George Bush, na abertura dos jogos, em defesa dos direitos humanos. Logo ele que é culpado por um milhão de mortos no Iraque invadido e dizimado; que incentiva abertamente as torturas nos campos de concentração de Guantánamo e Abu Ghraib; que banca a Patriot-Act, que restringe as liberdades democráticas nos EUA. É repugnante ouvir o italiano Silvio Berlusconi, o francês Nicolas Sarkozy e outros fascistas europeus condenando a falta de democracia na China, isto após aprovarem a abominável lei da "Diretiva do Retorno" contra os imigrantes.
Como já havia antecipado Michel Chossudovsky, professor da Universidade de Ottawa, a mídia mundial promoveu intensa campanha prévia visando sabotar a Olimpíada de Pequim. Sua última e desesperada cartada foi o vídeo do Partido Islâmico do Turkistão contendo ameaças de ataques terroristas na China. No mês de julho, dois atentados no interior foram assumidos por esta seita, "apoiada pelo Serviço de Inteligência do Paquistão, que atua em estreita colaboração com a CIA, a agência de espionagem dos EUA". A campanha midiática contou também com as ameaças do Dalai Lama, o "pacifista" que apoiou a invasão do Iraque, e com outras manipulações grotescas. Apesar da ofensiva, a Olimpíada começou e, como diz César Benjamin, "tomara que seja linda". Altamiro Borges (jornalista - http://altamiroborges.blogspot.com/)

DERCY GONÇALVES E A CENSURA

¨Não sou contra a Censura,inclusive acho que ela não deve acabar. Só acho que deve ter moral . E não proseguir como fez com cantores, escritores, atores, e novels como Roque Santeiro. (...) Ainda mais agora que analfabeto tem direito a voto, coitado desse país. Um país que tem político como Aguinaldo Timóteo, Imperial e até Ruth Escobar, aquela passadeira de (*) em São Paulo. O que pode acontecer? Tudo! ¨

segunda-feira, 28 de abril de 2008

GRUPOS DE TRABALHO

I- Justiça , Segurança Pública, Direitos Humanos e Judiciário
2- Saúde
3- Educação
4- Comunicação, Cultura e mídia
5- Trabalho, Emprego e Previdência SOCIAL
6- Cidade e Turismo

I CONFERÊNCIA MUNICIPAL GLBT - JOÃO PESSOA

DIREITOS HUMANOS E POLÍTICAS PÚBLICAS
O caminho para garntir a cidadania de gays, lésbicas, travesti e transexuais
dias 26 e 27 de abril de 2008 - no CCHLA - UFPB.
PARTICIPARAM:
GRUPO MARIA QUITÉRIA - ADNEUSE TARGINO
ASTRAPAS - FERNANDA BEVENUTTY
MEL - LUCIANO BEZERRA

domingo, 23 de dezembro de 2007

ANJO AZUL EM 2008

O Bloco Anjo Azul, primeiro do centro histórico do Projeto Folia de Rua, é também ASSOACIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA ANJO AZUL, com sede no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello, desde 2006, aprovado pelo FIC-Augusto dos Anjos, lança seu bloco própio AS ANJINHAS, voltado para o universo feminino e suas inquietações em busca da cidadania.
Estará sendo apresentado ao público carnavalesco, sexta-feira dia 25 de janeiro de 2008, às 16:00hs, no BECO da FACULDADE de Direito, pela cidadã e jornalista ativista cultural, Ednamay Cirilo Leite, fundadora .
Durante a LAVAGEM da ESCADARIA animada pela bateria da Escola Império do Samba, e os componentes da ONG - ASTRAPAS, farão a alegria dos foliões com várias performances. Na ocasião a troca de faixas do rei Kennedy Costa para o Rei Hugo Leão, da Rainha Glaucia Lima para uma das antigas cantoras do Radio NEUZA FLORES a JACKSONIANA .
Orquestra de LOBO fará a animação juntamente com o bloco DA CUECA de BOLA Batista.
Um palco estará montado na Praça João Pessoa ( Curcuito das Praças ) onde várias atrações se apresentarão a partir das 16:00hs, entre elas Mira Maya, Maria Juliana e Nathalie de Lima. Ao som da Orquestra de Frevos do maestro João Lobo cantarão o frevo ANJO AZUL, o Hino do bloco cuja autoria de Mestre Fuba, é uma linda história de amor a cidade e seu Patrimônio Artístico e Cultural,e a Ednamay que teve a magnifica idéia de fundar o bloco e preservá-lo até hoje . o que é muito difícil.

está gravada no CD - De Bem Com a Vida, faixa cinco.

ANJO AZULXFOLIA DE RUA

ANJO AZULXFOLIA DE RUA


O bloco carnavalesco ANJO AZUL, fundado em 14 de fevereiro de 1994, pela emérita cidadã pessoense Ednamay Cirilo Leite, remanescente jornalista ativista dos movimentos culturais desde a época do Colégio Lins de Vasconcelos - Parahyba.
O bloco tem a proposta turística de mostar a beleza do Patrimônio Histórico e Arquitetônico, enquanto relíquia do Brasil, desta que já nasceu cidade por ordem do Imperador Dom Pedro II, em 05 de agosto de 1585 como Filipéia de Nossa Senhora das Neves, passou por várias mudanças de nomes ,e batalhas guerreiras , até ser conhecida como João Pessoa, desde 1930. Atualmente em processo de plebiscito para retomada daquele que reinou por 276 anos, PARAHYBA nome de nossa capital .
O bloco do resgate tem a fantasia de Colombina como traje oficial para suas foliãs sua ação social é voltada para as profissionais do sexo habitantes do Beco da Faculdade de Direito , Pavilhão do Chá, Rua Duque de Caxias - ou Rua Direita, Ponto de Cém Réis , Rua General Osório - ou Rua Nova, Rua da Areia e Praça Antenhor Navarro , buscando arte e cidadania, para estas cidadãs. O ANJO AZUL foi o primeiro bloco a levar alegria ao nosso centro histórico após ausência do corso e carnaval outrora existente nesta área , a falência do carnaval naquela área por total falta de políticas para a cultura carnavalesca, chegou a um abandono geral de atividades culturais no centro histórico, enquanto a cidade se transferia para a orla marítima levando o comércio famoso de bares, restaurantes, bingos, boites, shoppings, cinemas, esvaziando completamente o SÍTIO HISTÓRICO.
Nosso bloco resgata valores turísticos-culturais , em forma de irreverência e denúncia, prova disto a LAVAGEM da ESCADARIA, realizada sob as benções dos Orixás , e de todos os DEUSES, numa elevação aos nossos espíritos escravos e boêmios outrora habitantes desta área discriminada . A bateria da Escola MALANDROS DO MORRO - de Livardo Alves, e Balula deu o ponta pé inicial em 1994 , seguido da Orquestra do Maestro Viló, Chiquito, João Lobo, Lira dos Artistas de Bananeiras , entre outros, o Grupo de Percussão Quebra Quilos, Maracatu Nação Maracahyba, Índios Tabajaras e Caboclinhos.
Músicos são homenageados pelo ANJO AZUL no reizado do bloco desde 2005, Gustavo Magno e Eleonora Falcone, Sílvia Patriota e Marcos Fonseca , Glúacia Lima e Kennedy Costa, Hugo Leão e Sonia Diniz.
Saudamos as cantoras do Rádio nas vozes de Maria Juliana, Mira Maya, Nathalie de Lima, Patricia Moreyra, Gracinha Telles, Fidélia Cassandra, Catia de França, entre outras .
A Serenata dos ANJOS na quinta - feira que antecede a abertura oficial do projeto Folia de Rua, já percorreu vários sítios como Casa da Pólvora, Largo de São Frei Pedro Gonçalves, Praça João Pessoa. Com Jurandy do Sax, Lis Albuquerque , Mestre Fuba e Maestro Carlos Anísio e o Coral da EMLUR.
Em 2008 teremos apoio da FUNJOPE, HOTEL SÃO DOMINGOS, ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA ANJO AZUL, SECRETARIAS DE TODAS AS MULHERES.