quarta-feira, 28 de abril de 2010

MINc


PARAÍBA

BAIXINHO DO PANDEIRO E O ESQUENTAIS VOSSO PANDEIROS JACKSONIANOS NA PROGRAMAÇÃO DO XIII FENART PARAIBANO, OFICINAS DE PANDEIRO DIAS 27,28,29 DE MAIO das 09:00hs às 11:00hs.

MAESTRO SIVUCA será mais uma vez homenageado no FENART PARAIBANO.

Mais uma vez a Paraíba se organiza para realizar o seu Festival Nacional de Arte, o XIII FENART . O encontro acontece no período entre 23 a 29 de maio. Este ano, o Fenart homenageia um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira, o Maestro Sivuca. A idéia é a de promover o encontro das artes popular e erudita num espaço de aproximadamente 53 mil m². São sete dias consecutivos de espetáculos de Teatro e Dança, Mostra de Artes Plásticas, Cinema e Vídeo, Palestras, Debates, Shows Musicais, lançamento de Livros, Oficinas de Arte e Educação. Saiba todos os detalhes sobre o Festival, acesse: http://funesc.com.br/cultura/index.php?option=com_content&view=article&id=237/. A Fenart é um evento promovido pelo Governo do Estado da Paraíba, por meio da Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego.


ASSACINE ABRIL
O Tintin Cine Cineclube realiza mais uma sessão do Assacine, nessa quarta-feira, às 20h30, na Usina Cultura Energisa, em João Pessoa. Serão exibidos curtas-metragens inéditos como a Casa do Lirismo, de Thomas Freitas, que é um vídeo gravado na casa do poeta popular Nelson Barbosa que revela e reproduz o universo poético de rimas e estórias do autor. Além do Doc. de Luiz Santos, Cinema de Dois Totões e Cenas de um Filme Inglês, de Danylo Aguiar. Após a mostra haverá um debate com os realizadores e discotecagem. A realização é da ABD-PB, Pontão de Cultura RNA, Ponto de Cultura Urbe Audiovisual em parceria com a Agência Ensaio, Coletivo Vertiginosa e conta com o apoio do Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O local da exibição fica na Usina Cultural Energisa, Rua Juarez Távora, 243, Torre (início da Epitácio Pessoa). A entrada custa R$ 2,00 e R$ 1 para estudantes e abdistas. Informações: 83 – 3221-8450.

terça-feira, 27 de abril de 2010

ESTREIA



Tintin Cineclube | quarta-feira | 20h30 | 28.04

Usina Cultural Energisa – Rua Juarez Távora, 243 – Torre (início da Epitácio Pessoa)

ASSACINE ABRIL

28.04 | quarta-feira | 20h30

Ingressos R$ 2 | R$ 1 [estudantes e abdistas pessoas com mais de 60 anos]

Local da exibição | Usina Cultural Energisa – Sala Multimídia

Dando continuidade às sessões mensais de lançamentos de curtas-metragens inéditos na cidade de João Pessoa, o Tintin Cineclube promove mais uma sessão do Assacine. Cinema, fotografia, música e literatura serão o foco principal da sessão, na qual serão exibidos três curtas-metragens, seguidos por debate com os realizadores.
1. Cinema de Dois Tões, de Luiz Santos [Documentário, 25 min, 2008, PE]
Uma viagem que refaz, de forma inversa e simbólica, o caminho que o retratista, Tonho Ceará (o último fotógrafo lambe-lambe ainda em atividade de Pernambuco) trilhou em 1977, quando deixou sua cidade natal, Juazeiro do Norte – CE, e foi morar no Recife. Uma jornada etnográfica, onde diversos personagens populares surgem, espontaneamente, doando suas imagens e seus depoimentos.
2. Cenas de um Filme Inglês, de Danylo Aguiar [Videoclipe, 10 min, 2010, PB]
Videoclipe da música Cenas de um Filme Inglês, composta por Paulo Ró em parceria com Totonho.
3. Casa de Lirismo, de Thomas Freitas [Documentário, 19 min, 2010, PB]
Vídeo gravado na casa do poeta popular Nelson Barbosa que revela e reproduz o universo poético de rimas e estórias do autor. Além de ter a participação e depoimentos de Nelson, o documentário constrói uma narrativa ficcional baseada em personagens do poeta, num intento de dar vida a uma de suas tantas estórias.
Debate com os realizadores e discotecagem pós-exibição.
Mais informações: (83) 3221.8450
Realização: ABD-PB, Pontão de Cultura RNA, Ponto de Cultura Urbe Audiovisual
Parceria: Agência Ensaio, Coletivo Vertigino
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
A ABD-PB funciona diariamente nas dependências do Cine Teatro Lima Penante e oferece a todos que se interessem um modesto acervo de filmes e vídeo paraibanos, além de livros e catálogos de cinema brasileiro. Seu endereço atual é: av. João Machado, 67, Centro {no mesmo prédio onde funcionam o NTU [Núcleo de Teatro Universitário] e o NAC [Núcleo de Arte Contemporânea]} 83 3221 8450 | abd_pb@yahoo.com.br |
PATROCÍNIO
Ministério da Cultura / Governo Federal
abd_pb@yahoo.com.br


CONVITE ABERTO A POPULAÇÃO QUE GOSTA DO AUDIOVISUAL MADE - IN PB.

Lançamento do documentário "Casa de Lirismo". Será nesta quarta dia 28/04, às 20h30, na Usina Cultural da Energisa. A entrada custa dois reais. Estudantes, sócios da ABD-PB e maiores de 60 anos pagam meia.

Casa de Lirismo é um filme inspirado, no poeta Popular Nelson Barbosa. O vídeo foi gravado em sua casa e revela seu universo poético de rimas e estórias. Por onde passa Nelsão, como é conhecido por seus amigos, encanta com seu lirismo, espontaneidade, improviso e oralidade. O documentário também irá narrar uma estória baseada em personagens do poeta, numa tentativa de dar vida a uma de suas tantas narrativas.

Lançamento também no Assacine desta noite o clipe “Cenas de um filme inglês” do músico paraibano Paulo Ró, com direção de Danylo Aguiar, produção da Vertiginosa, e o documentário de Pernambuco “Cinema de dois tões”, de Luiz Santos.

Pós sessão haverá discotecagem, performace de Abraão Bahia, Coletivo Cogumelo de Ilusões Humanas.

Agradcimentos especiais à co-produção do PONTO DE CULTURA Para’iwa Multivisual.net e aos produtores associados da Labroarte, Geladeira Sonora e da Tomada Única – Filmes e Afins.

Apoio cultural:

FUNJOPE
ESTUDIO MUSICAL CULTURA ATIVA
PRAC, COEX, UFPB

Serviço:

LANÇAMENTO DO DOC "CASA DE LIRISMO"
DIA: 28/04 QUARTA-FEIRA
HORA:20H30
ONDE: USINA CULTURAL DA ENERGISA
ENTRADA: DOIS REAIS INTEIRA
ESTUDANTES, ABDISTAS E MAIORES DE 60 PAGAM MEIA.
BONUS: clipe "CENAS DE UM FILME INGLÊS", DIREÇÃO DANYLO AGUIAR
doc "CINEMA DE DOIS TÕES"

PÓS-SESSÃO: DISCOTECAGEM ABRAÃO BAHIA E O COLETIVO COGUMELO DE ILUSÕES HUMANAS!


FAÇAMOS GUERRILHA CULTURAL

Thomas Freitas
Para'iwa - Coletivo de Assessoria e Documentação
Ponto de Cultura Multivisual.Net
Vertiginosa - Coletivo de Produção Cultural
E Tudo se insere, é cultura!

Ednamay Cirilo Leite
ASSOCIAÇÃO CULTURAL ANJO AZUL
anjoazuldobeco.ning.com
meukotidianomulticultural.blogspot.com

sexta-feira, 23 de abril de 2010

NOBELDAPAZ



UM BAIANO NO PRÊMIO NOBEL DA PAZ
Inteligência

Poderá vir para o Brasil o Prêmio Nobel da Paz de 2010.

É que figura entre os mais cotados candidatos à honraria, o nome do Doutor Abdias Nascimento, que recebeu, no ano passado, o título de cidadão baiano, conferido pela Assembléia Legislativa do Estado.

Abdias do Nascimento é um dos maiores ícones brasileiros na luta pela igualdade racial e direitos humanos.

Aos 96 anos de idade, tem uma trajetória de grandes méritos. É escritor, idealizador do Teatro Experimental do Negro (TEN), artista plástico, professor, ex-deputado federal, ex-senador e dono de uma longa militância pelas causas negras. Foi Professor Benemérito da Universidade do estado de Nova York é Doutor Honoris Causa pelas Universidades da Bahia, Brasília e Rio de Janeiro.

237 pessoas, de todo o mundo, estão concorrendo ao prêmio. O nome do vencedor deverá sair na primeira semana do mês de outubro.
Tópicos Relacionados

anjoazuldobeco.ning.com
divulgação autorizada

quinta-feira, 22 de abril de 2010

CINESESC

“Chamado de Deus” de José Filho será exibido no Cine Sesc


O Cine Sesc desta semana exibe filmes que representam diferentes períodos do cinema paraibano. Do dia 27 ao dia 28 de abril o Sesc exibirá desde Aruanda, uma produção do documentarista Linduarte Noronha de 1960 ao também documentário Seu Pita Social Clube, de 2006, dirigido por Thyego Lopes.

Na terça-feira (27) o documentário O Chamado de Deus (90’) de José Joffily, paraibano erradicado no Rio de Janeiro, conta à história de seis jovens vocacionados com visões diferenciadas acerca do papel da igreja. Três jovens seminaristas da igreja católica defendem a igreja tradicional e outros três jovens religiosos seguem uma linha da igreja ligada à teoria da libertação, uma vertente que discutiria política e defenderia uma igreja com participação direta na sociedade. No filme o diretor permite que os grupos assistam uns os depoimentos dos outros gerando uma certa polêmica. Instâncias e nomes importantes da Igreja Católica como a Ordem Franciscana, o movimento da Renovação Carismática Católica (RCC) e Padre Marcelo Rossi também aparecem no filme. O paraibano ganhou com o filme o prêmio de melhor documentário no Festival de Brasília além de um prêmio dado pelos Bispos da Igreja Católica.

Na quarta-feira (28) os documentaristas Vlademir Carvalho e Manfredo Caldas discutem em seus filmes a luta e a exploração do povo sertanejo. O longa Uma Questão de Terra (80’) destaca a história da líder Sindical Maria Margarida Alves, que foi assassinada no interior da Paraíba. A partir dessa personagem Vlademir mostra os diversos tipos de violência e perseguições que os trabalhadores rurais sofreram no Brasil, em especial na Paraíba, na luta pela reforma Agrária. O segundo filme do dia A pedra da Riqueza(16’), mostra a partir de depoimentos dos garimpeiros da região do Vale do Sabuji no interior da Paraíba, a rudimentar forma com que os garimpos são explorados. Manfredo Caldas com o filme contrapõe as condições precárias de exploração ao produto final de grande valor, o tungstênio.

Na quinta-feira (29) uma lista de curtas encerra a semana. O marcante documentário Aruanda (22’), de Linduarte Noronha, mostra uma comunidade quilombola formada por escravos libertos do sertão paraibano, Eles trabalham no plantio do algodão e produzem utensílios domésticos com cerâmica primitiva. O filme de 1960 é considerado um dos precursores do cinema novo. Já Passadouro (6’) o é uma ficção dirigida por Torquato Joel onde a chegada de uma antena parabólica ao sertão muda os hábitos dos moradores da região. Também ficção O Meio do Mundo, de Marcus Villar (11’) conta à história de um pai que em um lugar distante de tudo resolve que seu filho deve conhecer a vida. Em Seu Pita Social Clube(14’) o jovem documentarista Thyego Lopes trata com irreverência as relações sociais que se dão em um bar. Seu Pita, um personagem lendário do lugar apresenta a historia daqueles que passam o dia esperando o momento de jogar dominó e beber fiado.

Na sexta feira(30) não haverá exibição do Cine SESC que nos demais dias acontecerá no mini auditório da Unidade Centro, na Rua Desembargador Souto Maior, 281, região central de João Pessoa. Fone: 3208-3158
--
Carol Morena

(83) 8804.0455
www.coletivomundo.com.br
www.festivalmundo.com.br
www.myspace.com/bandanublado

Ednamay Cirilo
(83) 8862 6826 - 8849 7850
anjoazuldobeco.ning.com
meukotidianomulticultural.blogspot.com

terça-feira, 20 de abril de 2010

19deabril



salvem os nosso irmãos indigenas

quinta-feira, 15 de abril de 2010

AUDIOVISUAL

1º Encontro RNA | Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual

A ABD-PB [Associação Brasileira de Documentaristas – Secção Paraíba] convida todos os interessados na área de audiovisual para participar do 1º Encontro da Rede Nordestina Audiovisual, a se realizar de 16 a 18 de abril de 2010, no Hotel Netuanah, localizado na Av. Cabo Branco, n.º 2698.

Este encontro será a culminância do projeto do Pontão RNA, que há um ano se propôs a promover a articulação entre os diversos agentes do audiovisual da região Nordeste. Estarão presentes no evento representantes de coletivos de produção independentes, pontos de culturas, núcleos de produção digital, cineclubes e ABDs de todos os estados do nordeste, assim como autoridades públicas voltadas ao desenvolvimento do audiovisual nas esferas políticas e mercadológicas. Nosso intuito é alcançar maiores benefícios para o desenvolvimento da área de maneira bem distribuída, compartilhando nossas experiências, caminhos e conquistas.



Durante o 1º Encontro da Rede Nordestina Audiovisual serão discutidos assuntos como ações governamentais para o audiovisual na região Nordeste, o planejamento e a gestão do fazer audiovisual, possibilidades e perspectivas para a produção e a difusão do curta-metragem.



A entrada é gratuita e as inscrições para o evento serão feitas no período da manhã do dia 16, na recepção do Hotel Netuanah.



As noites do evento, a partir das 20h, serão dedicadas a exibições de filmes na Usina Cultural Energisa.

No dia 16 será realizado o lançamento do Panorama do Curta-Metragem Paraibano, uma caixa contendo 7 DVDs com um recorte histórico desde os anos 60 até os anos 2000, com as principais produções do estado da Paraíba, a ser distribuída gratuitamente aos diversos agentes do audiovisual independente da região, para exibição não-comercial, estudo, pesquisa e difusão. O lançamento será acompanhado pela mostra Breve Panorama, com 5 curtas-metragens [um por década] extraídos do recorte geral da caixa.

No dia 17 acontecerá o lançamento de mais uma edição do Curtas ABD-PB, projeto que consiste na produção, divulgação e comercialização de DVDs com conteúdo audiovisual paraibano. A 3ª edição do projeto, A Máquina Virou, consiste na compilação de 5 importantes curtas-metragens produzidos na Paraíba de temática homossexual, sendo eles: Depois da curva, de Helton Paulino; Amanda e Monick, de André da Costa Pinto; Paola, de Eduardo Chaves; Homens, de Lúcia Caus e Bertrand Lira; Era vermelho seu batom, de Henrique Magalhães. Depois da sessão haverá um debate com os realizadores.

Para o último dia do evento, dia 18, reservamos a sessão Jam Session Audiovisual, onde os realizadores poderão levar seus curtas-metragens de até 15 minutos para serem exibidos. Traga a vasilha [e o seu DVD]!



Programação 1º Encontro RNA

Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual

ABD-PB


Dia 16 de abril de 2010


Manhã

8h | Cadastramento dos Participantes


9h | Abertura - Ações Governamentais para o Audiovisual na Região Nordeste

Boas vindas de Carlos Dowling, presidente da ABD-PB

Chico César, Diretor da FUNJOPE / PMJP

Silvio DaRin, Secretário do Audiovisual SAV / MinC

TT Catalão, Secretário de Cidadania e Cultura – SCC / MinC


10h | Coffee break


10h30 | Articulação Regional do Audiovisual – Propostas dos Pólos

Tarciana Portela, chefe da representação regional NE do MinC

David Fernandes, Sub-secretário da Cultura da Paraíba

Carlos Dowling, Presidente da ABD-PB

Carla Francine, Coordenadora de Audiovisual da FUNDARPE / PE

Sofia Federico, Representante da DIMAS - BA


Tarde

14h | Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual – ABD-PB: Ações


15h15 | Coffee break


15h30 | Curta-Metragem e Difusão – Mediação Liuba de Medeiros

Rafael Pereira Oliveira, Coordenador-Geral de Difusão de Direitos Autorais e de Acesso à Cultura– DDI / SPC / MinC

Solange Lima, Presidente da ABD Nacional

Claudino de Jesus, Presidente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes

Indira Amaral, Presidente da Fundação Aperipê / TV Aperipê


Noite

20h | Lançamento da Caixa do Panorama do Curta-metragem Paraibano [Box com 07 DVDs]

Mostra Audiovisual

- Os Romeiros da Guia – João Ramiro e Vladimir Carvalho [doc, 16’, p&b, 35mm, 1962]

- A Pedra da Riqueza – Vladimir Carvalho [doc, 16’, p&p, 35mm, 1975]

- Imagens do Declínio ou Beba Coca - Babe Cola Brasil! – Torquato Joel e Bertrand Lira [doc, 6’, cor, super-8, 1982]

- O Verme na Alma – Torquato Joel [exp, 4’, p&b, 35mm, 1998]

- O Plano do Cachorro – Arthur Lins e Ely Marques [fic, 10’, cor, 16mm, 2009]


Dia 17 de abril de 2010


Manhã

9h | GTs

Tarde

14h | Gestão e Planejamento Estratégico para o Audiovisual – Mediação Mariah Benaglia

Cláudia Costa, Presidente do Arranjo Produtivo Local do Audiovisual - GO

Arnaldo Junior, consultor do SEBRAE-PB

Tibico Brasil, gerente Ambiente de Gestão da Cultura - BNB



15h15 | Coffee break


15h30 | “Ctrl-V: VideoControl”, de Hollywood à Convergência Digital – Mediação Arthur Lins

Leonardo Brant, editor do site Cultura e Mercado

Tatiana Tavares, Representante do LAVID-UFPB / XPTA.LAB PB e RN



Noite

20h | Lançamento da 3ª edição Curtas ABD-PB: A Máquina Virou [Curtas-Metragens Paraibanos com Temática Homosexual]

Mostra Audiovisual

- Era Vermelho seu Batom – Henrique Magalhães [fic, 10’, cor, super-8, 1983]

- Paola – Eduardo Chaves [doc, 18’, cor, hi-8, 2004]

- Amanda e Monick – André da Costa Pinto [doc, 18’, cor, mini-dv, 2008]

- Homens – Bertrand Lira [doc, 21’, cor, mini-dv/35mm, 2008]

- Depois da Curva – Helton Paulino [fic, 18’, cor, HD, 2009]



Dia 18 de abril de 2010

Manhã

9h | GTs

Tarde

14h | Formação e Produção – Mediação Carlos Dowling

Cynthia Falcão, representante do CANNE – Centro Audiovisual Norte-Nordeste

Hermano Figueiredo, coordenador nacional do Programa Olhar Brasil


15h | Rede Nordestina Audiovisual – Desafios e Perspectivas

[Fechamento dos documentos gerados pelos Gts e documento geral do encontro]

Noite

20h | Mostra Audiovisual

Traga a Vasilha!

[Jam session Audiovisual com Filmes do Público]



22h | Festa de Encerramento

Discotecagem com Las Coquetes Plutônicas
Realização: ABD-PB, Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual

Patrocínio: Ministério da Cultura, Programa Cultura Viva, Prefeitura Municipal de João Pessoa, Fundação Cultural de João Pessoa [Funjope]

Apoio: Universidade Federal da Paraíba [UFPB], Usina Cultural Energisa, SEBRAE-PB, Tintin Cineclube, Cine Mais Cultura e Conselho Nacional de Cineclubes [CNC]
filipeta_encontrorna.jpg filipeta_encontrorna.jpg
179K Visualizar Baixar

economiadacultura

Economia da Cultura e Desenvolvimento: Seminário itinerante chega a João Pessoa.

Economia da Cultura e Desenvolvimento: Seminário itinerante chega a João Pessoa. O projeto é uma iniciativa da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e conta com o apoio dos SEBRAEs estaduais e da Garimpo de Soluções. A proposta do seminário itinerante surgiu a partir da identificação de demandas regionais por meio de informações instrumentais acerca do potencial econômico da cultura voltado para o desenvolvimento dos estados das nove cidades visitadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O seminário visa, além de promover a reflexão sobre a temática proposta, incentivar a implementação de ações integradas entre destacadas instituições públicas e privadas das localidades, objetivando contribuir para a profissionalização do setor e a consequente qualificação e ampliação dos resultados junto às populações regionais. Complementando as palestras, haverá o lançamento do livro "Economia da Cultura - ideias e vivências", organizado por Ana Carla Fonseca Reis e Kátia de Marco, que reúne pesquisas, conceitos e relatos institucionais que aprofundam o assunto de maneira esclarecedora e descomplicada. Em cada região serão contempladas três capitais, articulando potenciais agentes públicos e privados envolvidos nesse processo, mediante trocas de experiências, com intuito de contribuir para se lançar as bases de programas estaduais e municipais voltados à dinamização dos setores socioculturais.

Cada seminário será estruturado em três mesas redondas, compostas por um especialista nacional e um representante local, de modo a garantir o maior leque possível de informações e relatos, por parte dos palestrantes e a necessária segmentação para o contexto regional, por parte do convidado local. Cada mesa durará cerca de uma hora e meia.

A importância do evento se dá em função de a Economia da Cultura vir crescentemente desempenhando um papel fundamental no alicerçamento de uma estratégia alternativa de desenvolvimento socioeconômico, na promoção dos valores, criatividade, qualidade de vida e imagem de nosso país - tanto internamente, quanto no exterior - e na geração de emprego, renda e inclusão sociocultural. Desta forma o evento cumpre a tarefa de responder às necessidades de conscientização, promoção de reflexões e debates acerca do tema, que visem, ainda, o incentivo à implementação de ações culturais mediante investimento organizacional público e privado, a partir da aplicação de métodos, índices e ferramentas da economia, em interação com processos e metodologias profissionalizadas na área de gestão cultural.

Objetivos do Seminário:

- Oferecer aos agentes públicos, privados e da sociedade civil que atuam ou têm interesse em atuar nas esferas culturais e sociais na região Norte, uma visão panorâmica da economia da cultura como fator de desenvolvimento econômico, conciliando os mundos econômico e cultural; - Aprimorar a capacidade de análise das tensões e interações que se estabelecem entre interesses nacionais e internacionais, setores econômicos e agentes públicos e privados, com relação à cultura e seu potencial econômico; - Contribuir para a ativação e a operacionalização de programas, projetos e ações socioculturais, enfatizando seu potencial propulsor do desenvolvimento socioeconômico regional e nacional.

Público-alvo:

- Gestores, produtores e atores da cultura; economistas; administradores; sociólogos; profissionais da área de comunicação; turismólogos; arquitetos e urbanistas; jornalistas; profissionais de relações internacionais; estudantes e interessados em geral.

Datas e cidades

07/04 – Cuiabá (MT)
08/04 – Campo Grande (MS)
09/04 – Goiânia (GO)
15/04 – Aracaju (SE)
16/04 – Maceió (AL)
17/04 – João Pessoa (PB)
31/05 – Palmas (TO)
01/06- Belém (PA)
02/06 – Macapá (AP)

Programa do evento:

08h30 - Recepção e credenciamento.

09h00 - Abertura

09h15 - Mesa I - A Cultura no cenário brasileiro - contexto e futuro – Kátia de Marco (ABGC e UCAM) Visão ampliada da cultura na atualidade / a intensificação do diálogo entre cultura, desenvolvimento e sustentabilidade / o potencial econômico da cultura / a profissionalização dos setores culturais e a importância organizacional nas ações e instituições culturais/ o impacto das novas tecnologias na produção, na distribuição e consumo culturais.

10h – Palestra com representante da subsecretaria de cultura do estado da Paraíba e Chico Cesar - Fundação Cultural de Joao Pessoa – FUNJOPE.
Debate com o público.

11h00 - Mesa II – Economia da cultura – uma abordagem prática – Leandro Valiati (UFRGS) Traduzindo e descomplicando a economia / princípios e conceitos básicos de economia reconhecidos no dia-a-dia e aplicados ao campo cultural/ o papel das esferas pública e privada e à sociedade civil/ experiências de conscientização, formação e capacitação em economia da cultura, já desenvolvidas no Brasil /a inserção estratégica da economia da cultura nas políticas culturais.

11h45 – Palestra com Buda Lira - Centro Cultural Piollin e Durval Leal – Paraiwa.
Debate com o público

12h 30 – Almoço Livre

14h - Mesa III - Economia da cultura e desenvolvimento – estratégias nacionais e panorama regional – Ana Carla Fonseca Reis (ONU e Garimpo de Soluções) Economia, cultura e desenvolvimento - conceitos complexos e entrelaçados/ a interação desses conceitos como estratégia para o desenvolvimento sustentável dos estados / como os instrumentos e marcos regulatórios contribuem para maximizar os resultados das ações culturais / visão da economia da cultura de forma sistêmica, considerando especificidades locais e fluxos internacionais de bens e serviços culturais / a tensão gerada pelos direitos de propriedade intelectual, em especial em regiões nas quais há uma profusão de saberes e fazeres culturais tradicionais /o papel do turismo cultural e da economia criativa nessa discussão.

14h45 – Palestra com Ricardo Pinto do Centro Cultural do Banco do Nordeste - CCBN e Representante da Usina Cultural Energisa. Debate com o público

15h 30 - Lançamento do livro: Economia da cultura – ideias e vivências.
Organizadoras: Ana Carla Fonseca Reis e Kátia de Marco
Autores: Adair Rocha; Ana Carla Fonseca Reis; Carlos Frederico Barros, Cristina Lins, Eliane Costa, Fabio Ferreira; Heliana Marinho; Ivan Lee; José Arnaldo Deutscher; Kátia de Marco; Leandro Valiati; Lia Calabre; Luiz Carlos Prestes; Marcos Mantoan; Paulo Miguez; Rita Pinheiro Machado; Sydney Sanches; Tânia Pires. Editora: e-livre , RJ

16h30 - Encerramento.

CV dos Palestrantes

- Ana Carla Fonseca Reis: Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo (USP). Mestre com distinção e louvor em Administração de Empresas (USP), Administradora Pública (FGV/SP), Economista (USP). Fundadora da empresa “Garimpo de Soluções – economia, cultura e desenvolvimento”. Consultora internacional e conferencista em cinco línguas em economia da cultura, economia criativa, cidades criativas e desenvolvimento local, é assessora para a ONU, curadora de seminários em vários países e escritora, dentre outros, de Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável (Manole 2006), agraciado com o Prêmio Jabuti 2007, na categoria de economia, administração e negócios. Professora da FGV/SP e da UCAM/RJ. Contato: anacarla@garimpodesolucoes.com.br

- Kátia de Marco: Mestre em Ciência da Arte e Graduada em Ciências Sociais e pela Universidade Federal Fluminense. Coordena e leciona no Programa de Pós-graduação em Estudos Culturais e Sociais da Universidade Candido Mendes e é coordenadora acadêmica dos MBA em Gestão Cultural, da Pós-graduação em Produção Cultural e do MBA em Gestão Social da Universidade Candido Mendes. Fundou e é presidente da Associação Brasileira de Gestão Cultural. Também atua como subsecretária de planejamento cultural em Niterói/RJ. Contato: kmarco@gestaocultural.org.br

- Leandro Valiati: Economista (UFRGS), Mestre em Planejamento Urbano com ênfase em aplicações da Economia da Cultura no contexto urbano (PROPUR-UFRGS), Doutorando em Economia do Desenvolvimento (PPGE-UFRGS), professor da Especialização em Economia da Cultura (PPGE-UFRGS), especialista em construção de indicadores de avaliação sócio-econômica de projetos e programas culturais e sociais, organizador e autor do livro Economia da Cultura: Bem-Estar Econômico e Evolução Cultural, editora da UFRGS. Contato: l.valiati@terra.com.br

Inscrições:

Preencher a ficha em anexo e enviar a:
MAISA@pb.sebrae.com.br
gerson.abrantes@gmail.com
VAGAS LIMITADAS! INSCRIÇÕES ATÉ 15/04

Serviço:

Seminário Itinerante: Economia da Cultura e Desenvolvimento
Sábado, 17/04
08:30h
SEBRAE, João Pessoa - PB

Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC):

www.gestaocultural.org.br |

abgc@gestaocultural.org.br

Telefone: (21) 3543 – 6489/ (21) 9972 - 7693 |

Contato: Luísa Sena (Gerente de Projetos)


SEBRAE/PB:

quarta-feira, 14 de abril de 2010

LEI 12.227 - MULHER

Sancionada lei que cria Relatório Anual Socioeconômico da Mulher

Foi sancionada ontem (12 de abril) e publicada hoje pelo Presidente da República em exercício (o vice-presidente José Alencar) a lei de autoria da deputada Luiza Erundina que cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher. A iniciativa se transformou na Lei Nº 12.227, e foi publicada na edição de hoje (13) do Diário Oficial da União

O objetivo do relatório é reunir, em um só documento, dados socioeconômicos e informações relativas a políticas públicas voltadas às mulheres no Brasil. “Hoje os dados estão dispersos e cada ministério tem isoladamente - ou não tem - esses dados, sem nenhuma condensação. Essa é uma medida que vai obrigar o Poder Executivo a reunir esses dados”, explica a deputada Luiza Erundina.

Além de obrigar o Poder Executivo a reunir esses dados, a medida possibilitará que a sociedade acompanhe e fiscalize as ações do governo voltadas para as mulheres, bem como servirá de base ao planejamento de novas políticas públicas de gênero.

Abaixo, o texto da lei na íntegra:

LEI Nº 12.227, DE 12 DE ABRIL DE 2010

Cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher.

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º É instituído o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher - RASEAM, que compreenderá os seguintes dados relativos à população feminina no Brasil:

I - taxa de emprego formal, por setor de atividade;
II - taxa de participação na população economicamente ativa e no pessoal ocupado e desocupado;
III - taxa de desemprego aberto, por setor de atividade;
IV - taxa de participação no pessoal ocupado, por setor de atividade e posição na ocupação;
V - rendimento médio real das mulheres ocupadas, por setor de atividade e posição na ocupação;
VI - total dos rendimentos das mulheres ocupadas;
VII - número de vítimas de violência física, sexual ou psicológica;
VIII - índice de participação trabalhista em ambientes insalubres;
IX - expectativa média de vida;
X - taxa de mortalidade e suas principais causas;
XI - taxa de participação na composição etária e étnica da população em geral;
XII - grau médio de escolaridade;
XIII - taxa de incidência de gravidez na adolescência;
XIV - taxa de incidência de doenças próprias da mulher e daquelas sexualmente transmissíveis;
XV - proporção das mulheres chefes de domicílio, considerando escolaridade, renda média, acesso à eletricidade, água tratada, esgotamento sanitário e coleta de lixo;
XVI - cobertura previdenciária oficial para trabalhadoras ativas e inativas;
XVII - disposições dos tratados e das conferências internacionais pertinentes de que o Brasil seja signatário ou participante;
XVIII - quaisquer outras informações julgadas relevantes pelo órgão responsável pela elaboração e publicação do Raseam.

Art. 2º Para aplicação do disposto no art. 1o desta Lei serão considerados:

I - pesquisa nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Brasília, Cuiabá, Belém, Manaus, Fortaleza e Curitiba;
II - setor de atividade: indústria de transformação, construção civil, comércio, serviços e outras atividades;
III - posição na ocupação: com Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS, sem Carteira, conta própria e empregadora.

Parágrafo único. No ano subsequente à realização do Censo Demográfico, a amostragem inscrita no inciso I do caput deste artigo abrangerá todos os municípios brasileiros.

Art. 3º Para os efeitos desta Lei, os dados inscritos no Raseam serão publicados anualmente.

Art. 4º Os dados do Raseam terão por base as informações e os levantamentos:

I - da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, por meio da realização do Censo Demográfico, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD e da Pesquisa Mensal de Emprego - PME;
II - do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA;
III - da Presidência da República;
IV - do Ministério do Trabalho e Emprego;
V - do Ministério das Relações Exteriores;
VI - do Ministério da Justiça;
VII - do Ministério da Saúde;
VIII - do Ministério da Educação;
IX - do Ministério da Previdência Social;
X - de outras instituições, nacionais e internacionais, públicas e privadas, que produzam dados pertinentes à formulação e à implementação de políticas públicas de interesse para as mulheres.

Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 12 de abril de 2010; 189º da Independência e 122º da República.

JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
Nilcéa Freire

Este é um e-mail automático enviado por sistema. Favor não respondê-lo, pois esta conta não é monitorada

Contato:
Brasília/DF
Câmara dos deputados - Anexo IV - Gab. 620 - CEP: 70160-900
Fone: 61 3215-5620 • Fax: 61 3215-2620 • dep.luizaerundina@camara.gov.br
São Paulo/SP
Rua Piirtuba, 349 - Mirandópolis - CEP: 04052-120
Fone/Fax: 11 5078-6642/6643• escritoriosaopaulo@luizaerundina.com.br
www.luizaerundina.com.br

quinta-feira, 8 de abril de 2010

TOURNE

TURNÊ CABRUÊRA - FORA DO EIXO (SP/MG)

07.04 – Campinas (SP)

08.04 – São Paulo (SP)

09 e 10.04 - day off

11.04 – Araraquara (SP)

12.04 – São Carlos (SP)

13.04 – São Carlos (SP)

14.04 – Bauru (SP)

15.04 – Guaxupé (SP)

16.04 – Franca (SP)

17.04 – Uberlândia (MG)

18.04 – Belo Horizonte (MG)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

FENART

Mostra Competitiva Audiovisual do XIII Fenart recebe inscrições até o dia 30 de abril

A Mostra Competitiva Audiovisual que acontecerá dentro da programação do XIII Fenart, entre os dias 24 e 28 de maio, recebe inscrições de curtas-metragens de todo o país até o dia 30 de abril. O principal intuito da mostra é incentivar, divulgar e premiar a produção audiovisual de curta-metragem brasileira, além de suscitar a formação e a manutenção de público para o cinema nacional.


Serão aceitas inscrições de curtas-metragens brasileiros, sem distinção de gênero e de formato de finalização ou captação, concluídos a partir de 2008, com duração máxima de 20 minutos.

A Mostra de caráter competitivo oferecerá premiação de R$ 1.000,00 para os primeiros colocados nas categorias: curta-metragem de ficção, curta-metragem documental e inovação da linguagem audiovisual. Além desses, também será oferecida premiação de R$ 1.000,00 para o melhor curta-metragem escolhido através de voto popular.

O regulamento e a ficha de inscrição da Mostra Competitiva Audiovisual podem ser encontrados na Internet no site da Funesc - www.funesc.com.br.

A Mostra Competitiva Audiovisual do XIII Fenart é uma realização da Fundação Espaço Cultural (Funesc), com apoio da Associação Brasileira de Documentaristas - Secção Paraíba (ABD-PB).

INTERCAMBIO

HOLANDA É A NOVA ROTA PARA ESTUDANTES FAZER INTERCAMBIO CULTURAL

Sem a mesma popularidade da França ou Espanha, a Holanda também está entre os destinos dos brasileiros que querem estudar na Europa. Apesar de o holandês ser a língua oficial, a maior parte da população fala inglês com fluência, o que, em termos práticos, pode representar uma vantagem a estudantes que queiram embarcar para o país sem conhecer seu idioma. Além do mais, grande parte dos cursos no país é oferecida em inglês.

A qualidade do sistema educacional e os incentivos do governo holandês também são grandes atrativos para os estudantes internacionais. Atualmente, o país mantém mais de 650 programas educacionais desenvolvidos especialmente para estrangeiros. Há desde cursos rápidos, que duram algumas semanas, até programas de mestrado e doutorado com duração de até quatro anos.

Os estrangeiros podem optar por estudar nas áreas de agricultura, florestas e pesca; artes e humanidades; administração e gestão comercial; educação e formação de professores; engenharia; ciências ambientais; belas artes e artes aplicadas; direito; comunicação de massas e ciências da informação; matemática e ciência de computadores; ciências médicas; biologia; serviços, turismo e lazer; ciências sociais e comportamentais; transporte e comunicações; e planejamento e arquitetura urbana e regional.

Para a maior parte dos programas, é exigida a comprovação de conhecimento da língua inglesa (com nota mínima de 550 para o Tofel ou 5,5 para o Ielts) e, de acordo com a opção do estudante, uma comprovação do curso de bacharelado e, em alguns casos, comprovação de experiência profissional.

Não é tão caro estudar na Holanda, se comparado com a Inglaterra e os Estados Unidos. A maior parte das instituições de ensino superior neerlandesas são subsidiadas. As taxas anuais variam entre US$ 2.000 e US$ 15.000. Além disso, com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal no país é de 1.100 euros.

Brasileiros que pretendem permanecer na Holanda por até 90 dias não precisam de visto. Para ingressar no país, basta ter um passaporte válido, passagem aérea com a data de retorno confirmada e comprovação de meios financeiros. Os estrangeiros com visto de estudo não podem exercer nenhuma atividade remunerada na Holanda. Aqueles que desrespeitarem as regras de migração, trabalhando clandestinamente, estarão sujeitos a todas as punições previstas pela lei holandesa, incluindo a deportação para seu país de origem.

quinta-feira, 25 de março de 2010

JACKSONIANDO




Fonte: http://www.fatospb.com.br/?p=noticia_int&id=1263


25/03/2010 Paraibano Jackson do Pandeiro é homenageado em São Paulo


“Sucesso que eu digo não é uma música tocar muito no rádio, não. É quando ela toca no país todo, no sertão e em Copacabana. No Rio Grande do Sul e no Amazonas. Em qualquer biboca que você chegar, em beira de estrada, o danado tá tocando. Você vai cantar no interior e nem precisa ensaiar, pois os músicos locais já conhecem seu repertório. Isso é sucesso e eu posso dizer que fiz um bruto de um sucesso. Um sucesso retumbante”. [Jackson do Pandeiro]


Com uma programação vasta que aborda o repertório e a influência do paraibano Jackson do Pandeiro [1919 - 1982] na música brasileira, a Área de Convivência do SESC Santo André é ambientada cenograficamente para mostrar desde o primeiro contato do músico com as rodas de coco frequentadas em companhia de sua mãe, passando pela participação em elencos de diferentes emissoras de rádio, até a consolidação de sua posição de destaque nesta área da criação artística.

Certamente a música regional nordestina teria dimensões menores sem o ‘rei do ritmo’. A importância de sua obra e sua biografia é revelada em cinco núcleos expositivos: Painel Trajetória, Jukebox, Cabine de Rádio, Sala de Reboco e Vitrine Museológica. A unidade ainda promove atividades integradas, e diversificadas, à exposição multimídia, como shows com grupos de forró e rodas de coco e bate-papos. O universo gastronômico também é contemplado, sendo exploradas as preferências culinárias do músico por meio de vivências e cardápio temático.

Como a ideia é também propiciar a familiaridade de gerações mais novas com a riqueza musical de Jackson do Pandeiro, foi pensado um blog que está no ar com programetes de webrádio produzidos pelo Núcleo de Rádio-Jornalismo da Universidade Metodista, depoimentos do público visitante da exposição, locuções sobre a trajetória do músico e também fotos inéditas da exposição que teve início na noite desta quarta-feira, 24, e ficará à disposição do público até o dia 23 de maio.


Fonte:Serviço Social do Comércio no Estado de São Paulo
Foto: acervo Fernando Moura


Saiba todos os detalhes acessando:http://jacksondopandeiro.wordpress.com/

quarta-feira, 24 de março de 2010

FOLIA

folia de rua 2010

Uma verdadeira multidão prestigiou na noite de sexta-feira(05/02), no Ponto dos Cem Réis, a abertura oficial do projeto Folia de Rua 2010, comandado pelo artista plástico Clóvis Júnior. Vários artistas locais, como Renata Arruda, Diana Miranda, Edson Brito, Geraldo Madrugada e Gracinha Telles, se apresentaram e deram as boas-vindas à atração da noite, o cantor e compositor Alceu Valença.A área do Centro da cidade era só de folia, pois além dos shows no Ponto do Cem Réis, acontecia também a saída dos blocos Picolé de Manga, Bloco do Pinguim, Anjo Azul e Confete e Serpentina, que marcaram oficialmente início do Folia de Rua. Parabéns Clóvis Júnior e toda sua equipe de organização da dessa grande festa de abertura.

Diana Miranda, Ricardo Castro, Renata Arruda e Clóvis Júnior na grande noite de abertura do Folia de Rua 2010 / O Rei e a Rainha com o Palhaço Pipi, fantasiado de Bobo da Corte

Festa na Folia de Rua 2009
14.02.2009

A abertura oficial do Folia de Rua 2009 aconteceu ontem à noite no Centro Histórico da cidade e reuniu muita gente, que além de conferir os shows programados, aguardavam ansiosos a chegada dos blocos Anjo Azul e Picolé com Manga - foi literalmente uma grande festa! Mas o destaque mesmo foi a entrega oficial das placas para o rei e a rainha do Folia de Rua, respectivamente os jornalistas Gerardo Rabelo e Ceres Leão. Outro destaque foi a presença da empresária angolana Maria João França, escolhida por Clóvis Jr - Presente do Folia de Rua - como madrinha do evento carnavalesco.O RCVIPS esteve presente e registrou tudo e a gente mostra em breve na seção EVENTOS VIPS.

Gerardo Rabello e Ceres Leão são os novos reis do Folia de Rua 2009
Lançamento de Estandarte 15 anos e concurso de fantasias do ANJO AZUL 2009

Carnaval no Caiçara Shopping hoje!


O carnaval começa oficialmente hoje no Caiçara Shopping, a partir das 19h, com a exposição de estandartes dos 15 anos do 'Bloco Anjo Azul' e a realização do concurso do 'Mais Belo Casal de Pierrot e Colombina'. Quem está à frente é a sempre autêntica Ednamay Cirilo, que incluiu também apresentação da banda Rota Musical, com marchinhas e frevos. A entrada é gratuita.

A produtora cultural Ednamay Cirilo comanda agito carnavalesco hoje no Caiçara Shopping


Posse prestigiada


O artista plástico Clóvis Júnior assumiu ontem à noite a presidencia do Folia de Rua. A posse aconteceu no auditório de Sebrae, com a presença de artistas, carnavalescos, convidados e representantes dos blocos da maior prévia carnavalesca do país. Foi num clima de descontração que a nova diretoria do Projeto Folia de Rua assumiu os novos cargos para o biênio 2008-2010. O artista plástico Clóvis Júnior, fundador do Bloco Boi do Bessa, é o novo presidente da entidade que congrega cerca de 40 blocos das prévias carnavalescas de João Pessoa. O vice-presidente é o animador cultural Raimundo. Nonato Filho, do Acorde Miramar. A diretoria é formada ainda por Cassandra Figueiredo que assume o Folia Cidadã. No Conselho Fiscal nomes como Marconi Serpa, do Bloco das Piabas, e Ednamay Cirilo, do Anjo Azul. A abertura da solenidade foi feita pelo Coral da Enlur regido pelo maestro Carlos Anísio. Clóvis Júnior foi saudado pelo presidente do Sebrae na PB, Júlio Rafael, pelo representante da API, jornalista Fernando Braz, pela executiva. Aracilba Rocha, pelo jornalista Wills Leal. No discurso Clóvis Júnior disse que seu objetivo será o fortalecimento das tradições populares através de parcerias que levem a uma maior profissionalização do Folia de Rua. "Nossas palavras são unidade, compromisso e trabalho", finalizou o novo presidente. O Projeto Folia de Rua foi instituído oficialmente em João Pessoa a partir de 1996 com a criação da Associação. São oito dias de festa com o desfile dos blocos filiados e convidados, pelas ruas e bairros de João Pessoa, levando alegria e irreverência para milhares de foliões.

Representantes dos blocos filiados foram

sexta-feira, 19 de março de 2010

PNC

Prioridade da II CNC, Plano Nacional de Cultura é aprovado na Câmara dos Deputados

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou na tarde desta terça-feira, 16 de março, o Projeto de Lei nº 6.835/2006, que aprova o Plano Nacional de Cultura (PNC). O texto prevê diretrizes, objetivos e ações na área da Cultura para a União, os estados e os municípios, tornando a política cultural uma política de Estado. Essa é a primeira vez que o país consolida um planejamento de médio e longo prazo para esse setor. São dez anos, no total, com revisão a cada quatro. A aprovação é definitiva na Casa legislativa e a proposta vai, agora, para o Senado Federal.

Conheça as cinco diretrizes do Plano Nacional de Cultura:

1. Fortalecer a ação do estado no planejamento e na execução das políticas culturais, intensificar o planejamento de programas e ações voltadas ao campo cultural e consolidar a execução de políticas públicas para cultura;

2. Reconhecer e valorizar a diversidade e proteger e promover as artes e expressões culturais;

3. Universalizar o acesso dos brasileiros à arte e à cultura, qualificar ambientes e equipamentos culturais e permitir aos criadores o acesso às condições e meios de produção cultural;

4. Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico sustentável, promover as condições necessárias para a consolidação da economia da cultura e induzir estratégias de sustentabilidade nos processos culturais; e

5. Estimular a organização de instâncias consultivas, construir mecanismos de participação da sociedade civil e ampliar o diálogo com os agentes culturais e criadores.

A aprovação do Plano Nacional de Cultura foi um das 32 prioridades da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), finalizada no domingo, 14 de março, em Brasília. Desde suas etapas preparatórias, o evento reuniu mais de 220 mil representantes de todo o país para elaborarem estratégias para a política cultural brasileira.

O texto do relator, deputado Emiliano José (PT-BA), passou em votação unânime da CCJC. Agora, depois do prazo regimental de cinco dias para recurso, segue para tramitação no Senado Federal, sem passar pelo plenário da Câmara dos Deputados. Se aprovado nas Comissões de Educação e Cultura e de Constituição, Justiça e Cidadania, segue direto para a sanção presidencial.

Logo após o final da sessão, o deputado Emiliano José declarou que esse é um ganho para os produtores, para os criadores, mas principalmente para o povo brasileiro. “Aqui, fazemos a política cultural ganhar corpo e financiamento efetivos”, disse.

Desdobramentos

Depois que o PNC entrar em vigor, estados e municípios poderão aderir ao Plano, comprometendo-se, assim, a elaborar seus planos locais. Para isso, contarão com apoio técnico e financeiro do Ministério da Cultura.

Maurício Dantas e deputado Emiliano José

Maurício Dantas e deputado Emiliano José

“Com isso, iniciaremos uma nova etapa na política cultural brasileira, que é a responsabilização de todos os entes federativos e a participação concreta da sociedade. Outras políticas, como saúde e mais recentemente a assistência social, têm nos mostrado que, só quando ações e metas são compartilhadas, temos bons resultados”, afirma o coordenador-geral de Acompanhamento da Política Cultural do MinC, Maurício Dantas.

Um próximo passo será a criação do Sistema Nacional de Cultura (SNC), que estabelecerá mecanismos de gestão compartilhada entre os entes federados e a sociedade civil. A Proposta de Emenda Constitucional que institui o Sistema, a PEC 416/2005, também está em tramitação na Câmara dos Deputados.

No que diz respeito a financiamento, o Fundo Nacional da Cultura (FNC) será a principal fonte de recursos. O repasse para estados deverá ser feito, preferencialmente, para os fundos estaduais.

O texto aprovado nesta terça-feira na Câmara dos Deputados é resultado de um esforço da Comissão de Educação e Cultura e do Ministério da Cultura em ouvir a população. Ao longo de 2008, foram realizados 27 seminários nos estados e no Distrito Federal, com caráter de audiência pública, para aprimoramento do texto original do deputado Gilmar Machado (PT-MG). Participaram dos encontros mais de cinco mil pessoas.

Saiba mais sobre o Plano Nacional de Cultura: blogs.cultura.gov.br/pnc.

Leia, também, a seguinte notícia: Câmara aprova Plano Nacional de Cultura (Agência Câmara).

(Texto: Ismália Afonso, Ascom SPC/MinC)
(Fotos: Rafael de Oliveira, Comunicação Social/MinC)

quarta-feira, 17 de março de 2010

IICNC

AVALANDO A II CNC /Aline Carvalho

Acabou no último domingo, Dia Nacional da Poesia, a II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), em Brasília. O encontro, que teve início na quinta-feira 11 de março, contou com estudantes, mestres da tradição popular, artistas, gestores e agentes culturais em geral para discutir as políticas públicas para a área.

A partir de pré-conferências regionais, setoriais e livres, foram levadas à etapa nacional 347 propostas de diversas cidades e segmentos artísticos, dentro dos eixos Produção Simbólica e Diversidade Cultura; Cultura, Cidade e Cidadania; Cultura e Desenvolvimento Sustentável; Economia Criativa e Gestão e Institucionalidade da Cultura. Foram em torno de 3 mil municípios realizando conferências e discutindo marcos regulatórios e ações para a área. Ao fim do encontro, eram 161 propostas aprovadas, das quais 32 foram eleitas como prioridade das ações para o MinC nos próximos anos.

Entre as principais propostas, está a criação da Lei Cultura Viva, garantindo que o programa dos Pontos de Cultura, criada no atual Ministério, se torne uma política de Estado, dando bases para sua continuidade e ampliação. Este foi um importante avanço, fruto da articulação a nível nacional dos Pontos de Cultura que, organizados em fóruns, intercâmbios artísticos e redes colaborativas, vêm construindo uma importante base social para a continuidade do programa.

Outro avanço simbólico foi o apoio à criação da Lei Griô, estabelecendo uma política nacional para a transmissão dos saberes da tradição oral e reconhecimento político de mestres e mestras. À época da criação do Ministério, há apenas 25 anos, as comunidades tradicionais (como quilombolas, indígenas, ribeirinhos, etc) não eram reconhecidas como parte do patrimônio cultural e muitas eram criminalizadas ou não contempladas pelas políticas públicas. Por isso a criação de um marco regulatório para a valorização do saber popular é uma importante conquista dos movimentos culturais – e o resultado bastante comemorado na Plenária Final.

A revisão da Lei de Direito Autoral, igualmente definida como uma das prioridades, também marca um novo paradigma da política cultural, ao reconhecer a necessidade de atualização da legislação para a difusão de produtos culturais. Em consonância com os novos modelos de produção e distribuição possibilitados pelas novas tecnologias, setores da sociedade civil, do governo, produtores de conteúdo e academia vêm debatendo a produção colaborativa e o uso de licenças flexíveis, buscando um equilíbrio entre o direito social de acesso à cultura e os direitos do autor e investidor.

Diversas propostas aprovadas abordavam também o mapeamento, a preservação, o fomento e o intercâmbio entre as diferentes manifestações da cultura brasileira, demonstrando as demandas do setor cultural organizado, em busca do fortalecimento e da pluralidade cultural.

Outro viés bastante defendido na Conferência foi o diálogo entre a cultura e a educação, apontando a necessidade de maior articulação com o MEC, através, por exemplo, da criação de um Programa Nacional de Cultura e Educação, e da ampliação de cursos em gestão cultural.

Neste sentido, também foram colocadas as necessidades da regulamentação das profissões da área da Cultura, garantindo sistema previdenciário, legislação e tributação específica para o profissional autônomo – proposta também aprovada pela Conferência Nacional de Comunicação.

E, se tratando de democratização da comunicação, o debate estabelecido na CNC várias vezes se debruçava sobre os meios de comunicação. Enxergando nesta uma demanda também inerente à cultura, foram aprovadas propostas como a implementação do Plano Nacional de Banda Larga em regime público e a regulamentação da legislação da área - como o Artigo 221 (sobre a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal) e 223 (garantindo espaço para produção regional e independente na tv aberta) da Constituição Federal e o PL29 (que regulamenta a programação das tvs por assinaturas).

Tendo aprovadas como prioritárias a implementação do Plano Nacional de Cultura (estabelecimento de um plano de ações ao longo de 10 anos para as políticas públicas da área), o Sistema Nacional de Cultura (que integra as esferas federal, estadual e municipal da gestão pública da cultura) e a PEC 150 (que vincula o orçamento para cultura em 2% para o nível federal, 1,5% para o estadual e 1% para o municipal), a política cultural no Brasil tem referendada por uma ampla base social os caminhos a seguir nos próximos anos.

Mas, assim como em qualquer Conferência, por mais que haja notória abertura por parte do Ministério da Cultura em promover este debate e realizar estas ações, os agentes culturais envolvidos neste processo têm agora um importante trabalho pela frente: garantir que as propostas saiam do papel e sejam implementadas. E, se tratando de um ano eleitoral, a cobrança em cima dos dirigentes e parlamentares deve ser grande, em busca da criação efetiva de marcos regulatórios ainda este semestre. Segundo um dos participantes da Conferência, ao questionar qual seria a estratégia do MinC para dar andamento aos projetos que já tramitam no Congresso: “2010 é ano eleitoral, ano que vem é a posse. E 2012....é o calendário Maia...”.

Para quem está acostumado com grandes embates políticos no âmbito de Conferências e plenárias, a II CNC estava mais para uma grande comemoração, com direito a carimbó durante a plenária, roda de capoeira no hall no centro de convenções e duas rádios comunitárias montadas durante o evento. Na ocasião, também foram lançados mais de dez editais, que vão de cultura indígena e hip hop a economia criativa e cultura digital (confira estes e outros editais em http://www.cultura.gov.br).

O principal papel desta Conferência foi consolidar o trabalho que vem sido feito pelo Ministério da Cultura junto à diversos segmentos da sociedade desde 2005, quando foi realizada a primeira. Depois de tantos anos de uma política cultural elitista e centralizadora, este processo de dar voz aos segmentos populares e reconhecer enquanto referência as mais diversas tradições culturais é muito recente. Assim, os principais embates entre as propostas se davam entre os segmentos, na definição de áreas prioritárias para o investimento, e entre municípios do interior e capitais, com diferentes demandas para a política cultural. Por outro lado, a conexão em rede estabelecida através dos Pontos de Cultura e outros editais, por exemplo, e o trabalho de diversos agentes culturais com perfil mobilizador, vêm colaborando para a articulação entre pessoas e projetos, fortalecendo significativamente o movimento cultural no país.

Assim, a II Conferência Nacional de Cultura acabou ao som do tropicalista Jorge Mautner, acompanhado do maracatu do Ponto de Cultura pernambucano Estrela de Ouro, cumprindo bem o papel ao qual se propôs (nas palavras de um ribeirinho): “conferir se está tudo nos conformes”.

Confira em http://blogs.cultura.gov/cnc a íntegra de todas as propostas aprovadas, no site http://www.conferenciadecultura.com.br fotos e vídeos do evento, e na hashtag #iicnc do twitter, a interatividade em tempo real entre os participantes.

terça-feira, 16 de março de 2010

ARTESPLASTICAS






foto de Charles Damasceno para Conferência Nacional de Cultura.


EDNAMAY CIRILO - DIVULGA ARTE BRASILEIRA disse:

Nossa representante Nordeste, das Artes Visuais pela Paraíba,e região Nordeste é a carioca Sandra Vasconcelos, radicada há dois anos na capital João Pessoa, sem visibilidade dentro do movimento cultural, Sandra conseguiu uma assessoria inédita dentro do pouco tempo em que se realizou a escolha para eleição de delegados na Pré Conferência de Setoriais, representando a categoria das Artes Visuais na II CNC - Conferência Nacional de Cultura, ocorrida em Brasília entre 11 e 14 de março 2010.

Sandra é jornalista, propietária de uma loja de artesanato onde vende obras de artistas locais, apesar de não ser artista foi muito bem assessorada e apadrinhada pelo nosso artista plástico de renome internacional Diogenes Chaves, membro do anterior Colegiado das Artes Visuais do MINc cujas obras são encontradas em várias galerias nacionais, internacionais e na lojinha de sua pupila.

Havia representantes legais das Artes Plásticas e Visuais Paraibana,a exemplos de Sidney Azevedo da FUNESC - Fundação Espaço Cultural, Carlos o professor de artes pela UFPB - Universidade Federal da Paraíba e Lúcia França representando o Município de João Pessoa, como Curadora da Estação Cultura e Artes Cabo Branco.


Viva a Paraíba e seu celeiro de artistas plásticos ignorados nesse processo de eleição ocorrido em Brasília, durante a semana de Pré Conferência de Setoriais, entre 07 e 09 março 2010....

terça-feira, 2 de março de 2010

CARIRI

VIVA BALDUINO E QUINTANS! VIVA O CARIRI!

Eilzo Matos

Contrafeito, acelerei a camionete e ganhei a estrada. Custa-me au-sentar-me do ramerrão rural a que me habituei nos últimos anos. E a idade ajuda. O que fazer na cidade – reflito -, se já não namoro, não jogo, não fumo e não bebo (embora dormitem no fundo da lembrança tais propósitos) – ocupações estimulantes na vida de um homem, cuja trajetória ao longo da existência cumpriu tais desideratos que a sociedade imprime a tempera-mentos como o meu! Da morada na rua, seguiria para a capital. Ali o cenário de uma vida passada, de amizades antigas, de compromissos e vivência que construíram um mundo à parte do de hoje. Mas que sobrevive insolitamente.

Eleição na APL para preencher Cadeira, é o motivo de minha viagem. Um acontecimento! Raciocino, e como era de bom tom exclamar, ignorando se o fazem ainda, faço-o agora. Hurra! Impossível deixar de relatar encontros breves e longas conversas com interlocutores além dos acadêmicos, que privilegiaram tais momentos. Começo com o erudito Evandro Nóbrega, poliglota, criador de alguns dos mais estimulantes textos que conheci: “A Glândula Pineal do Urubu”, cuja riqueza picaresca de situações narradas e descritas, confirmam a sua fama. Nada de abafado e monódico cantochão medievalista, mas de arrebatados e impolutos cavaleiros, protegidos pela magia de encantadores amigos e secretos – assim o Conde Alexandre e o seu séquito, dominando o século XX, definindo nobiliarquia. E Evandro seu criador, nada deve aos pícaros ibé-ricos e outros notáveis brasileiros nordestinos, filiados ao ramo. Tenho em mãos uma antologia patoense, com a sua poesia num lirismo sertanejo esquisitamente erudito e metropolitano. Material para estudo e reflexão.

* * *

A nossa Paraíba – orgulha-me dizê-lo – destaca-se no ambiente cultural e político nacional. Desde tempos pretéritos com Brandônio e Alviano praticando elevados diálogos sobre riquezas e grandezas das terras paraibanas. E com José Peregrino arcabuzado em 1817. Depois com Au-gusto dos Anjos e José Lins do Rego. Pois bem. O tempo na marcha apocalíptica ou marxista de sua evolução, como alguns pretendem, caminha para o coroamento na destruição ou no pleno alcance da razão. Acredito na última hipótese. Não trato, evidentemente, de um determinismo social que nada mais é do que uma fraude, mas da evolução dialética da natureza e da sociedade.

Duas noticias alvissareiras, que me chegaram através de blogs locais, despertaram o meu entusiasmo e corroboram no acerto de minhas afir-mações e da minha alegria :

- O museólogo Balduino Lélis cria salão e exibe riquezas minerais e culturais da Paraíba;

- O deputado paraibano Assis Quintans apresenta projeto voltado para a ética e cidadania.

É preciso reconhecer e exclamar como sincero entusiasmo: Viva o Cariri! Cariri do clima ameno, refinado nos costumes e na garra de sua gente: fazendeiros, vaqueiros, poetas, compositores, políticos, romancistas, sociólogos, juristas, empresários e tudo mais que possa caracterizar uma postura humana voltada para o trabalho e a construção de uma sociedade exemplar.

* * *

Balduino Lélis todos o conhecemos pela sua dedicação à pesquisa, à realização de eventos e criação de instituições voltadas para o conhe-cimento da realidade paraibana. Através de publicações, na concentração de esforços para a realização de encontros e seminários, ele torna a Paraíba mais conhecida nas suas potencialidades. Assim criou a Universidade Leiga, Popular e o país conheceu graças ao patriotismo e coragem deste filho de Taperoá, que o Nordeste não é a terra da fome, mas da fartura.

Integrando numerosa comitiva de representações do Governo do Estado, do IHGP, da APL, Associação Comercial, presenciei a tradição desfilando em colunas de altivos cavaleiros vestindo capas brasonadas, episódios teatrais e satíricos de mamulengos, aplaudidos pela massa presente. O que pessoalmente me assombrou naquele ocasião, foi a variedade do cardápio servido no café, no almoço e no jantar com mais de duzentos pratos preparados com produtos da terra, catalogados, começando com a batata, o umbu, a farinha, o beiju, o fubá, a galinha, o arroz, o milho, o feijão, o peba, o peixe, o caju, a pinha, a goiaba, o guiné, o bode, o boi, e vai por aí. Uma lição para os técnicos do governo que gastam muito dinheiro para falar em fome, em miséria.

Quando muitos continuam a lamentar a pobreza e a situação modesta da Paraíba, como produtora de polos de atividades, eles não as definem, to-davia. Enquanto isso, todos sabem do Polo Mineral no Rio Grande do Norte, Açucareiro em Alagoas, Portuário em Pernambuco, Turístico no Ceará, Petrolífero na Baía, etc, etc. Balduino reage, não se deixa convencer e realiza mostra das grandezas minerais, industriais e Culturais da Paraíba. Outra lição oportuna aos burocratas e tecnocratas nos seus projetos que fogem da realidade, por isso mesmo, jamais implementados.

* * *

Pois em boa hora falo no deputado Francisco de Assis Quintans: homem público, engenheiro de mérito, conhecedor em profundidade e especialização, da problemática agrícola e urbana da nossa Paraíba. Fir-mado na vivência e estudo de particularidades da vida local ele revela a grande falha no trato da população, que tem inviabilizado planos gover-namentais. Nada mais importante que a educação.

Presenciei um adolescente entre dez e doze anos, mal vestido, entrar na igreja matriz de Sousa, onde se realizava uma solene missa de finados. Acercava-se o garoto de um e de outro pedia esmola, pouco lhe importava onde estava. Olhava para um lado e para outro, sentando-se por fim entre as filas de bancos, deitando-se em seguida e ficando a admirar as pinturas do forro. Indiferente aos olhares de censura, ele na realidade, como a maioria dos filhos do povo nada sabia de qualquer religião. Menos ainda sobre a solenidade de alguns ambientes, exigindo respeito e impondo compor- tamento, o que pouco é levado em conta.

A cena insólita mostrava a necessidade de introdução no currículo das escolas primárias, ensinamento de noções sobre família, sociedade, pátria, direitos e deveres dos cidadãos. Isto logo nos primeiros anos porque depois dos quinze a idade nada mais aceita, dominada que está a mente criada sem noção desses valores, entregue á verdadeira libertinagem da vida na rua, nas festividades ditas populares.

Parabéns ao deputado Quintans, pela sua visão de homem público, pela significação e pelo alcance de seu projeto, como está abaixo justificado:

“A sociedade atual necessita de uma educação do aluno como um todo, um ser humano completo que deve ser trabalhado em diversas áreas e não apenas a cognitiva. A escola deve formar pessoas preparadas para o mundo e não apenas para provas, ou seja, a escola deve também ter em seu planejamento um ensino voltado para educação em valores éticos”.

Viva Quintans e Balduino!

……. De volta com a pouca chuva. Março de 2010 ……

domingo, 28 de fevereiro de 2010

SHWO

ROBERTA SÁ - SHOW “PRA SE TER ALEGRIA” CANTORA SE APRESENTA PELA PRIMEIRA VEZ EM JOÃO PESSOA NO PRÓXIMO DIA 28 DE FEVEREIRO

Uma das cantoras mais festejadas da nova MPB, a potiguar - radicada no Rio - Roberta Sá se apresenta pela primeira vez em João Pessoa hoje 28 de fevereiro, a partir das 20h, no palco do Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural José Lins do Rego.

Na bagagem, ela traz o show ‘Pra se ter alegria', lançado ano passado em CD/DVD ao vivo. Nele, ela mistura o repertório de seus discos Músicas de "Braseiro" (2005) e "Que belo estranho dia pra se ter alegria" (2007).
No repertório estão sucessos como "Alô Fevereiro", "Interessa?", "Janeiros", "Mais Alguém" e "Eu sambo mesmo", além de "Agora Sim", parceria da cantora com Carlos Rennó e Pedro Luis. O cenário é de Gringo Cardia e o figurino é de Isabela Capeto.

Serviço:

ROBERTA SÁ - PRA SE TER ALEGRIA
Quando: 28 de fevereiro, às 20 horas
Onde: Teatro Paulo Pontes (Mezanino 01 do Espaço Cultural José Lins do Rego)
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (estudante)

MÚSICA

Um belo dia para se ter Roberta Sá

Roberta Sá é uma diva. Tem tudo que uma diva da MPB tem que ter. Uma voz bonita, uma simpatia esbanjada num sorriso muito lindo e contagiante. É o que se pode ver em uma das apresentações do seu DVD, Pra Se Ter Alegria, em que ela canta “Mambembe”, com um dos supremos poetas da MPB, Chico Buarque de Hollanda - que o maridão Pedro Luis (o da Parede) não nos ouça, mas se tem a impressão de que os dois estão “paquerando” enquanto cantam, tal é o entrosamento.
Roberta Sá estará aqui, em João Pessoa. Vem com o repertório do DVD, que por sua vez é uma fusão dos seus dois discos, Braseiro (2005) e Que Belo Estranho Dia Para Se Ter Alegria (2007), este último lhe conferiu dois prêmios APCA, de Melhor Álbum e de Melhor Cantora. Além do timbre e da graça que, irremediavelmente, nos trazem a lembrança de outra diva da MPB, Marisa Monte, há que se reconhecer que Roberta Sá, pelo cuidado na escolha do repertório, se filia também numa outra tradição - a do samba.
Perguntada sobre o repertório do show na Paraíba, por e-mail, Roberta Sá respondeu que o show é basicamente o mesmo do DVD. “Na estrada, a gente sempre tira uma, coloca outra”. Todavia, a cantora anuncia novidades: “Tem um pot-pourri de samba-enredo que preparamos para o Réveillon que não conseguimos mais parar de tocar”.
Sobre o fato de estar tocando na Paraíba, Roberta Sá não esconde o entusiasmo. “O tempero especial é o público que eu adoro. Vai ser uma delícia! A intenção desse DVD era que ele fosse o retrato fiel desse momento lindo na minha história, que é início da minha carreira e, por isso, o repertório é uma mistura das músicas dos meus dois discos”.
Nascida em Natal, no vizinho Rio Grande do Norte, Roberta Sá mudou-se para o Rio de Janeiro aos nove anos. Em 2002, a cantora participou do Fama, da Rede Globo - mesmo sendo destacada como uma das revelações, não chegou nem às semifinais do programa, que foi vencido pelo mineiro Marcus Vinícius (alguém se lembra dele?).
A sorte começou a sorrir para Roberta Sá pouco tempo depois da participação no Fama. Em 2003, a cantora preparou uma demo, só com cinco canções. Caiu nas mãos de quem? De ninguém menos que Gilberto Braga, que estava escrevendo a novela Celebridade.
O noveleiro percebeu que a moça tinha um jeito de cantar samba com graça e sugeriu que ela cantasse “A Vizinha do lado”, de Dorival Caymmi. Roberta Sá gravou. Emplacou na trilha.
Mas, ciente de que seu trabalho merecia de um cuidado todo especial, Roberta Sá não quis pegar carona no sucesso da novela. Tanto é que o seu primeiro disco, Braseiro, veio só dois anos depois - embora ela tenha gravado, um ano antes, Sambas e Bossas, CD distribuído como brinde de uma empresa.
Ano passado, Roberta Sá resolveu prestar uma homenagem a Carmem Miranda. Quem participou do espetáculo, intitulado Alô... alô? 100 anos de Carmen Miranda foi o biógrafo da pequena notável, Ruy Castro.
Ele comentava, no intervalo de cada número: “Roberta Sá transita sem o menor temor entre o material já consagrado pelos grandes nomes e o que cabe só a ela consagrar. E por que consegue isto? Porque, em tempo recorde, cristalizou um estilo a que qualquer canção”, opinou.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

REGINALDO



A TURMA AMANTE DO ANJO AZUL - REISADO ...


Reginaldo Marinho - Fonte: http://wscom.com.br/colunistas/coluna.jsp?id=8363&colunista=32

A política na Paraíba continua do mesmo modo que o Pastoril. São sempre dois cordões, o azul e o encarnado. Em princípio, essa polarização não deveria ser necessariamente negativa. A política da nação mais poderosa do mundo gravita em torno de dois partidos. A existência de apenas dois partidos predominantes não impede o desenvolvimento econômico e social dos Estados Unidos.

Na Paraíba, essa polarização política é muito nociva ao nosso estado. Os projetos que deveriam ter a sociedade como beneficiária são conduzidos com a finalidade mesquinha de atender a interesses pessoais.

Quando o prefeito inaugurou a reforma do Ponto de Cem Réis, a obra virou uma grande polêmica. Convenhamos, o resultado ficou muitas vezes superior ao que estava lá por quatro décadas. O novo Ponto de Cem Réis foi uma conquista da cidadania que passou a ter um espaço para uma grande variedade de manifestações. Mas não será por isso que prejudiquem outras atividades que funcionam bem fora dali.

Uma coisa é reconhecer a importância daquele espaço para prática de atividades artísticas, outra coisa é querer impor o uso do espaço para outras manifestações que já viraram tradição em outros ambientes, como é o caso do carnaval.

Folia de Rua é uma organização que congrega os diversos blocos da capital que transferem beleza e alegria ao carnaval antecipado que ocorre em João Pessoa.

Comentando com uma assessora do prefeito sobre a possível influência na decisão de transferir a abertura da Folia de Rua para o Ponto de Cem Réis, ela respondeu que o prefeito não esteve na votação que definiu o novo local para inaugurar os festejos carnavalescos. Eu disse que Lula também não precisa ir ao Congresso Nacional para aprovar as medidas provisórias do interesse dele.

O resultado foi o que todo mundo viu. Um carnaval fragmentado. Uma lapinha. Cordão azul e cordão encarnado no carnaval de João Pessoa. Os foliões do Anjo Azul, do Confete e Serpentina, do Picolé de Manga e as demais agremiações, não podendo acompanhar os seus blocos até o Varadouro, ficaram diluídos por uma vontade imperial. O carnaval de João Pessoa ficou estático, perdeu aquela deliciosa dinâmica do percurso tradicional pelo Centro Histórico.

Um show de Alceu Valença pode ser realizado em qualquer época do ano, não precisaria apropriar-se do carisma dele para engessar o carnaval da capital, na tentativa de consolidar o Ponto de Cem Réis.

A gloriosa Ednamay Cirilo e o maestro Walter Santos ainda conseguiram entrelaçar os dois blocos Anjo Azul e Confete e Serpentina na Rua General Osório, a partir de onde seguiram o percurso amesquinhado do novo carnaval de João Pessoa.

Na noite do Cafuçu, o problema se repetiu com mais intensidade. O bloco foi fragmentado em duas partes, uma no Ponto de Cem Réis e outra no largo da Igreja do Carmo, pela mesma vontade de privilegiar o novo-antigo logradouro. O que era para ser concentração inverteu-se e a Rua Visconde de Pelotas ficou intransitável de gente que ia de um lado para outro para ver se a outra parte era melhor, desconcentrou todo mundo e o bloco não saiu, pelo menos até a meia-noite. Uma pena. Foi mais um carnaval que passou meu amor

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

TRIOELÉTRICO

Oi Leandro, frevos, maracatus, afoxés e trios elétricos à parte, reza a lenda pelos lados de cá que o caminhão sonoro nasceu mesmo aqui na Paraíba, esse Estado nordestino o primo pobre da Bahia e de Pernambuco, sempre sem ajuda de governantes para mídia nacional .

Governos que só se preocupam com os seus UMBIGOS, as questões políticas entre esses dois partidos lideram o Estado , são conhecidas nacionalmente desde antes da revolução de 30 - ¨Liberais e Perrepistas¨ , os dois mudam as siglas mas continuam no passado , com as mesmas práticas , só se preocupam com as disputas pelo Palácio da Redenção continuam acima do bem e do mal ignorando completamente nossa cultura e memória paraibana.

O grande público nacional jamais saberá a verdadeira origem do TRIO ELÉTRICO.
Enquanto isso o afoxé dominou a quarta - feira de cinzas de Olinda, ontem a noite puxado por um desses carros sonoro de menor proporção é vero porém, proibitivo para as culturais ladeiras dessa primeira cidade Patrimônio Nacional da Cultura do Brasil.
Saudações carnavalescas,
beijo


Ednamay Cirilo - fundadora do primeiro bloco carnavalesco do centro histórico de João Pessoa o ANJO AZUL ,o que faz a abertura oficial da MAIOR PRÉVIA CARNAVALESCA DO BRASIL , o projeto FOLIA DE RUA .

Em 17 de fevereiro de 2010 16:10, Leandro Almeida de Araújo escreveu:
- Mostrar texto das mensagens anteriores -

Os 60 anos do trio elétrico me fez refletir sobre um fato que está implícito em todo Santo Carnaval: a disputa entre quem faz a melhor folia de momo. Qual o melhor carnaval? O pernambucano, recheado de festas onde o rico se mistura com o pobre, embalado pelas animadas ladeiras de Olinda, isso sem falar no interior? Ou o baiano, bastante profissional e rentável, de dimensões gigantescas e com notável maior visibilidade em âmbito nacional?

Penso até que ponto esse embate é saudável?
Será que vale a pena para ambas as partes?
Para quem não sabe o trio elétrico tem muito mais de Pernambuco do que você possa imaginar. Esse símbolo tão arraigado da cultura baiana é quase como um misto de criatividade entre PE e BA. A criação do caminhão com músicas nas alturas foi estimulado pelo conhecido clube carnavesco pernambucano, o Vassourinhas. E mais, tocando frevo! O tempo passou e o carnaval baiano, apoiado basicamente pelo uso do trio elétrico criou personalidade própria e as festas desses estados foi se distanciando significativamente, apesar da utilização de trios também em folias pernambucanas.
Mesmo hoje bastante diferentes, cada qual com seu encanto próprio, os carnavais pernambucano e baiano têm muito mais em comum do que o senso comum prega. Afinal, é festa do povo em ambos os lados. Talvez seja realmente mais sensato tomar um pouco da festa baiana em Pernambuco e emprestar folia pernambucana à Bahia. No final, somos todos nordestinos e essa união é sempre importante. Não por acaso, tolerância é a chave.

Fique protegido enquanto navega na Internet. Instale o Internet Explorer 8.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

NATORRE

Bloco Elefante da Torre deve arrastar cerca de 3 mil foliões nesta sexta-feira em JP

Bloco Elefante da Torre deve arrastar cerca de 3 mil foliões nesta sexta-feira em JP

A Agremiação Carnavalesca Elefante da Torre desfila na noite desta sexta-feira (12) e deve levar às ruas do bairro cerca de 3 mil foliões. A concentração do bloco, que completa 14 anos de fundação, será no Bar e Restaurante da Tia, localizado na praça São Gonçalo, a partir das 18h. O bloco deve tomar as ruas da Torre a partir das 21h30, guiado pelo som do maestro Maçarico, que comandará três orquestras, entre elas a Tambaú de Frevo.

Moradores e convidados devem esbanjar alegria no trajeto pela Avenida Beira Rio. Além das orquestras, um trio elétrico deve comandar a animação do bloco, com músicas de compositores paraibanos como o maestro Viloco e Livardo Alves, que se consagrou com a marchinha de Carnaval “Eu mato, eu mato... quem pegou minha cueca pra fazer pano de prato”, que ficará imortalizada na cultura popular do Brasil.

Como é tradição no Elefante da Torre, o bloco vai homenagear duas personalidades, que se destacam por produzir e difundir a cultura do bairro. Este ano, os homenageados são o escritor, cineasta e compositor Gilvan de Brito e o cantor e compositor Júnior Targino. Os dois moradores do bairro receberão uma comenda especial pela homenagem, que será entregue pela diretoria amanhã à tarde, durante um show coletivo que deverá reunir vários artistas locais.

O show coletivo também será realizado no Bar e Restaurante da Tia e deverá se estender das 12h até às 18h, nesta sexta-feira. Na ocasião, cada convidado toca cinco músicas e passa a bola para o próximo convidado. Entre os artistas confirmados para participar do evento estão Dida Fialho, Clementino Lins, Rubinho da Paraíba, Júnior Targino, Bombinha e Roberto Gabino.

O presidente da agremiação, Flauber Santos, informou que as camisetas para o bloco Elefante da Torre serão vendidas durante o show coletivo no Bar da Tia ao preço de R$ 15. A arte estampada na camiseta é assinada elo jornalista e artista plástico Ricardo Peixoto.

História

O bloco Elefante da Torre foi fundado em 1996 e o nome da agremiação é uma homenagem ao morador Lindemberg Honorato da Silva, conhecido nas ruas do bairro pelo apelido de “elefante”. “Na Torre, os moradores costumam se tratar por apelidos e o nome do nosso bloco homenageia de um grande morador e folião, que foi batuqueiro da charanga Aristocratas do Samba por mais de 20 anos”, explicou Flauber Santos, presidente do Elefante da Torre.

À frente do bloco, um elefante gigante chama a atenção da criançada e puxa os foliões através da Beira Rio. Um boneco gigante também desfila na agremiação, numa homenagem ao senhor Vinícius Costa, ex-presidente do Clube Bandeirante da Torre, que faleceu há cerca de uma década.

E o estandarte do bloco, que cumprindo a tradição do carnaval, é trocado de 10 em 10 anos, será levado este ano pelo porta-bandeira João Santos, que também é morador do bairro.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CINQUENTÃO





Homenagem a Fernando Moura

Jorge Rezende

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) realiza nesta quarta-feira (10) uma sessão solene para a entrega do ‘Título de Cidadão Pessoense’ ao jornalista e escritor Fernando Moura. A cerimônia acontece às 17h, uma hora antes do início da concentração dos foliões do Bloco Pré-Carnavalesco Muriçocas do Miramar, na Praça do Rotary Club, próximo à Praça das Muriçocas, no Bairro do Miramar, na Capital paraibana.

A homenagem ao jornalista Fernando Moura é uma iniciativa do ex-vereador Fuba (PSB), que será representado na cerimônia do Poder Legislativo pela vereadora Sandra Marrocos (PSB). A sessão será comandada pelo presidente da Casa, vereador Durval Ferreira (PP). Fernando Moura é o atual titular da Coordenadoria de Proteção dos Bens Históricos e Culturais de João Pessoa (Probech-JP), órgão da administração municipal vinculado à Secretaria do Planejamento (Seplan).

Logo após a cerimônia de entrega da honraria, o homenageado fará o lançamento do livro ‘Cinqüenta Carnavais’, 168 páginas, da Textoarte Editora, que reúne 50 narrações sobre o Carnaval de João Pessoa, assinadas por diversos autores do segmento da comunicação e da cultura paraibana.

O projeto de lei de autoria do vereador Flávio Eduardo Fuba (PSB) que homenageia Fernando Moura foi aprovado pela Câmara pesseonse no final do período legislativo de 2007.

“Fernando Moura é um dos mais importantes atores que protagonizam a vida cultural de João Pessoa, dedicando grande parte de seu tempo e talento à construção de nossa história”, justifica Fuba.

Homenageado – Além de jornalista, Fernando Moura é escritor e compositor. Já editou os principais jornais e revistas paraibanos, desde 1979, quando iniciou a carreira, como repórter de ‘O Norte’. Coordenou, entre 1983 e 90, o Departamento de Marketing do Banco do Estado da Paraíba (Paraiban). Atuou nas diretorias do Sindicato dos Jornalistas, Associação Paraibana de Imprensa (API) e Associação Atlética Banco do Estado. Fundou e presidiu, por dois mandatos, a Associação Centro Histórico Vivo (Acehrvo), ong que luta pelo processo de revitalização do patrimônio histórico de João Pessoa.

Autor do texto da primeira e única biografia do cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro, em parceria com o também jornalista Antônio Vicente, pela Editora 34, de São Paulo, Fernando Moura montou o projeto que cria o Museu da Cidade, ora em desenvolvimento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep). Ele também é criador e editor executivo da Textoarte Editora, empresa responsável pelo lançamento de mais de 100 títulos de autores paraibanos nos últimos dez anos, entre ficcionistas, poetas e ensaístas.

Moura, que também está preparando livro sobre personagens contemporâneos do universo cultural nordestino, tem 50 anos e é casado com a também jornalista Silvana Sorrentino, com três filhos. Paulistano de nascimento, filho de Humberto Batista de Lima, natural de Guarabira, e Maria de Lourdes Moura de Lima, nascida em Alagoinha, cidades do brejo paraibano, adotou João Pessoa como lar há mais de 35 anos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

carnaval

*Rogério Tomaz Jr.

O carnaval do Recife é reconhecido pela diversidade de ritmos e gêneros, o que se amplifica se considerarmos a folia de Olinda, cidade vizinha com a qual forma uma conurbação que integra catorze municípios.

Embora ainda fique atrás, em termos de público, na disputa com os carnavais de Salvador e do Rio de Janeiro, a capital pernambucana é a única das três que sintetiza e expressa de forma muito consistente a política cultural da gestão pública local, no caso, adotada e aperfeiçoada há quase uma década.

A matéria-prima cultural é rica e abundante em Pernambuco. Não faltam criatividade, tradição, originalidade e fusão (ou diálogo) das inúmeras manifestações de raiz popular com a indústria pop.

A diversidade do estado é acolhida – e, também, protegida e promovida – na forma de inúmeros projetos de fomento, através de editais que compõem o Sistema de Incentivo à Cultura (SIC).

Aberto tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, o SIC abrange oito grandes áreas: Música; Artes Cênicas; Fotografia, Cinema e Vídeo; Literatura (que inclui o cordel); Artes Gráficas e Artes Plásticas; Artesanato e Folclore; Patrimônio Histórico e Patrimônio Artístico.

Ao contrário do que se pode imaginar, o chamado “Carnaval Multicultural do Recife” integra ações relacionadas a praticamente todas estas áreas, não se restringindo às atrações musicais, embora o predomínio destas seja patente e facilmente compreensível.

Afinal, não é em qualquer lugar ou momento que é possível reunir, com harmonia e integração, tantos estilos musicais diferentes: frevo, mangue, maracatu, afoxé, MPB, samba, pagode, rock, reggae, coco, música eletrônica, rap, brega (Reginaldo Rossi sempre faz shows concorridos) e mais uma ampla gama de artistas cujos trabalhos resultam de fusões ou “diálogos” entre vários estilos.

Para acomodar tanta diversidade, a organização da festa se encaixa perfeitamente no espírito da cultura popular: horizontal, participativa e aberta à criatividade e ao improviso. Assim como nos estados do Nordeste em geral, a essas características soma-se a forte irreverência, que costuma servir de forma de expressão libertária, que se faz presente no cotidiano, mas ganha intensidade no período momesco.

Maracatus de baque virado e rurais, caboclinhos, bandas de pau e corda, blocos líricos, orquestras, “troças”, músicos locais e nacionais consagrados e em busca de reconhecimento, convidados internacionais, artistas plásticos, DJs de música eletrônica, estilistas, repentistas, rabequeiros, entre muitos outros tipos fazem a alegria durante as cinco noites do carnaval do Recife.

Nem sempre foi assim. Há pouco mais de dez anos, o manguebeat já era conhecido no exterior e tinha um público local fiel, mas os ritmos tradicionais que inspiraram os caranguejos com cérebro – notadamente o maracatu e outras manifestações que se desenvolviam fora do ambiente cosmopolitano do Recife – lutavam muito para conquistar seu quinhão de visibilidade e respeito.

A incorporação – com pompa e destaque – dos grupos da Zona da Mata, do Agreste e do Sertão, ocorrida na última década, contribuiu para transformar o carnaval recifense no fervilhante caldeirão que poderia ser concorrer ao título de maior festival de cultura popular do mundo.

Em números: 700 mil pessoas esperadas pela Secretaria Municipal de Turismo que deverão movimentar algo em torno de R$ 400 milhões, numa festa de duas semanas – incluindo a semana pré-carnavalesca – que mobilizará 340 atrações, 495 agremiações e milhares de músicos e artistas divididos entre os 59 pólos espalhados pela capital pernambucana. Vale frisar: sem considerar Olinda e as demais cidades da região metropolitana, onde a diversão também será grande.

Da abertura, na sexta-feira (12), comandada pelo percussionista nativo mundialmente aclamado, Naná Vasconcelos, regendo 700 batuqueiros de maracatu, até a apoteose de encerramento, na madrugada da “quarta-feira ingrata” (17), Recife funcionará ao ritmo das alfaias, tambores, violas, guitarras, rabecas, instrumentos de sopro e muitas outras máquinas, ao lado de vozes e passos do frevo e de todos os ritmos que reivindicam a Pernambuco a alcunha de “coração do folclore nordestino”.

Tudo isso sem cordão de isolamento ou abadás, diga-se de passagem.

*Rogério Tomaz Jr.
Jornalista cearense, criado no Maranhão, filho de baiano, residente em Brasília e apaixonado por Pernambuco.

Em tempo: publico este artigo aqui no blog poucas horas antes de partir da carro para a “Veneza Brasileira”. Fiz essa mesma viagem em 2008 e o roteiro (além do prazer de cruzar as estradas desse imenso e lindo Brasil, adquirido com as tantas viagens com meu pai) compensa o esforço: Chapada Diamantina, Feira de Santana (onde tenho parentes), Aracaju, Maceió, muitas praias e lugares lindos (como Penedo, foz do Velho Chico). E na volta ainda passo em Salvador, pra rever amigos/as e familiares queridos/as.

Em tempo2: Fico devendo um outro artigo, sobre o que me faz ir, de verdade, para Recife todos os anos (este será o quarto seguido e o sétimo no total): a possibilidade de rever e encontrar (ao acaso) tantas pessoas queridas que a vida me presenteou e ainda conhecer outras tantas. Afinal, a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida, como já disse um certo Vinícius. O artigo fica pra depois.

Publicado em Cultura | Tags: 2010, carnaval, frevo, maracatu, olinda, pernambuco, recife
« Rap contra Boris “Lixo” Casoy

Deixe uma resposta

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

FERNANDOMOURA

LANÇAMENTO DO LIVRO “CINQUENTA CARNAVAIS”



A escassa bibliografia carnavalesca da cidade de João Pessoa ganha, a partir desta quarta-feira, dia 10, um substancioso reforço com o lançamento do livro “Cinquenta Carnavais”, editado pela Textoarte e organizado pelo jornalista Fernando Moura, reunindo mais de 50 depoimentos de personalidades e foliões da cidade, num caleidoscópio de impressões e fatos envolvendo a folia local, em diversas épocas.

A obra é também uma homenagem pela passagem dos 50 anos de vida de Fernando Moura, que serão comemorados no dia do desfile do bloco Muriçocas de Miramar. O lançamento do livro coincide com a entrega ao aniversariante nascido em São Paulo, do título de Cidadão Pessoense, propositura aprovada ainda na legislatura do ex-vereador e carnavalesco de Fuba. Ambas as solenidades, inusitadamente, ocorrerão em meio ao bloco, a partir das 17h, na Pracinha do Rotary, entre a Praça das Muriçocas e a Igreja Nossa Senhora de Fátima.

Preparado em menos de 30 dias, o livro, com 168 páginas, reúne nomes como os de Adeildo Vieira, Adylla Rabello, Alarico Correia Neto, Antonio Gualberto, Bob Zaccara, Breno Matos, Buda Lira, Cabral Batista, Cardivando de Oliveira, Carlos Anísio, Cristovam Tadeu, Didier Guigue, Ednamay Cirilo, Flávio Tavares, Fuba, Gonzaga Rodrigues, Henrique Magalhães, Jadir Camargo, José Altino, José Nilton, Kennedy Costa, Lucélio Cartaxo, Luzardo Alves, Marcela Sitônio, Maria Ignez Ayala, Nara Limeira, Pedro Osmar, Petronio Souto, Ruth Avelino, Rossana Honorato, Terezinha Fialho, Vitória Lima, Walter Santos, Wills Leal, William Costa e mais alguma dezenas de atentos observadores do Reinado de Momo pessoense.

De acordo com Fernando Moura esse livro é uma espécie de presente de aniversário de alguns amigos, que decidiram se juntar e viabilizar financeiramente a obra, que conta com o apoio das agências de publicidade Antares, 9Ideia, Faz e Real, além da gráfica Moura Ramos. “Foram eles que permitiram a reunião desse amplo universo de foliões, colaborando para o entendimento e memória dos nossos carnavais.” Afirma o jornalista.

Durante a festa de lançamento, o livro será vendido com desconto de 50%, e quem adquirir a obra terá direito a um chopp da Norden (Cervejaria Artesanal), uma dose de cachaça Volúpia e um saquinho de confetes. Posteriormente, o livro será vendido no Sebo Cultural e nas bancas Vina del Mar, com desconto de 50% para estudantes (com carteirinha) e autores da obra.



TEXTO DE APRESENTAÇÃO:



“Este livro não estava escrito para existir. Foi em coisa de um mês. Fruto de uma tênue intenção do folião que completaria 50 anos no dia do desfile das Muriçocas de Miramar, em 10 de fevereiro de 2010, o sonho incendiou alguns corações apaixonados por desafios. E por Carnaval. Botaram o bloco na rua, vestiram a fantasia da operacionalidade e desfilaram nos vapores das memórias adormecidas. Deram um baile.

O que o leitor irá encontrar pelas páginas seguintes não será um roteiro histórico e cronológico do Carnaval de João Pessoa, mas um caleidoscópio de lembranças e impressões vivenciadas por mais de cinquenta cidadãos-foliões desta Cidade das Acácias, numa anárquica e saborosa viagem por tempos dispersos. Uma folia de “sujos”, limpando a poeira das horas, na busca por palavras impressas que desnudassem faces encobertas por saudades, inibições ou pudores.

Uma farra de emoções. Pelo tempo exíguo, pelo tema exposto e perspectiva da realização de algo mais duradouro que uma efêmera festa de aniversário, ainda que de meio século. O que vai por aqui, foi muito além do delírio do escritor bissexto. Foi um presente de camaradas de cordões e condões. Inesquecível e duradouro. Afago em forma de confete.

Grato a todos e todas. O bloco está saindo. Bom desfile. Tim-tim!”



LISTA DE PARTICIPANTES



Um Frevo para Isabel Cristina (Acilino Madeira Neto), 31

Em Estado de Carnaval (Adeildo Vieira), 33

Carnaval, Carnavalização (Adylla Rabello), 35

Um drama em pleno Carnaval (Alarico Correia Neto), 39

Um anjo pós-moderno (Antonio Gualberto Filho), 40

Lá vem o papangu! (Artur Silva), 42

Soltas na folia (Bia Souto), 44

As sandálias do folião (Bob Zaccara), 46

O roubo do Dragão (Breno Matos), 48

Não tem preço! (Buda Lira), 50

Outrora (Cabral Batista), 53

Carnaval Tradição (Cardivando de Oliveira), 55

Sobre vassouras e estandartes (Carlos Anísio), 56

Manifesto dos Desmascarados (Carlos Aranha e Fernando Moura), 58

Pra foliar na rua (Cristovam Tadeu), 59

Atrás do burro (Didier Guigue), 61

O calote (Duda Garçom), 63

Distribuindo fantasias (Ednamay Cirilo), 64

Brincantes (Emilson Ribeiro), 65

Rabiscos de memória (Flávio Tavares), 67

A manta carnavalesca (Fuba), 69

O pássaro vermelho (Gilson Renato), 71

Carnaval na prisão (Gonzaga Rodrigues), 74

Uma ritmista aprendiz (Harue Tanaka-Sorrentino), 76

Sonho e fantasia (Henrique Magalhães), 78

Ossos do ofício (Jadir Camargo), 79

Gonçalo: espelho da alegria (João Batista de Lima), 80

Pedacinhos de saudade (Jocemar Chaves), 84

O melhor Carnaval (José Altino), 86

Pareço-me comigo (José Américo de Almeida), 87

Garimpando o passado (José Nilton da Silva), 91

Ponto de Cem Réis (Kaká Santa Cruz), 93

A boneca de Adalice (Kennedy Costa), 94

Coça, coça, coça... (Lucas Salles), 96

Matemática e Carnaval (Lucélio Cartaxo), 98

Última Hora (Luzardo Alves), 100

Imprensando a alegria (Marcela Sitônio), 101

A identidade do Carnaval (Maria Ignez Ayala), 103

Risos e lágrimas (Martinho Moreira Franco), 105

Os sonhos e as canções (Nara Limeira), 107

Os 10 Cabaçados (Osvaldo Meira Trigueiro), 110

Eu também sou (Osvaldo Travassos Sarinho), 112

Lembranças carnavalescas (Paula Franssinete), 114

O segundo mais antigo (Paulo de Tácio Pinto), 116

Piratas, malandros e bufões (Pedro Osmar), 118

Um Carnaval antes de mim (Petra Ramalho), 120

Nosso Carnaval de rua (Petronio Souto), 122

Um passeio por Jaguaribe (Ricardo Araújo), 125

Época de ouro (Roberto Araújo), 128

Zim, zim, zim... (Rodrigo Vieira), 130

Feitos da memória (Rossana Honorato), 132

Eu e as Muriçocas (Ruth Avelino), 134

Ao balanço das orquestras (Silvana Sorrentino), 136

Em tempos de Carnaval (Terezinha Fialho), 138

As duas mortes de Colorau (Tiago Moura), 140

Um sonho que virou Carnaval (Vitória Lima), 142

Folia: um pouco da história (Walter Santos), 144

Longe da folia (William Costa), 146

A Banda de Tambaú (Wills Leal), 148

Concentração, 151

O Espírito de Carnaval (Antares), 152

Muriçocas e as novas ideias (9Ideia Comunicação), 155

Imprimindo histórias (Gráfica Moura Ramos), 157

Viva a diferença! (Faz Comunicação), 160