terça-feira, 30 de junho de 2009

DEFINITIVO

Sem lenço e sem diploma...
Elaine Tavares - jornalista

Paulo Freire, o grande educador brasileiro que é praticamente desconhecido no Brasil, sempre foi enfático com relação à alfabetização. “Não basta saber ler, é preciso saber ler o mundo”. Queria dizer com isso que aprender era coisa que ia muito além da compreensão sobre como se juntavam as letras. Era necessário estar capacitado também para uma leitura crítica do mundo. E como é que se consegue isso? Não basta unicamente estudar, ler, ter acesso a múltiplas fontes de informação, múltiplos pontos de vista. É preciso fundamentalmente saber de onde se é. E o que isso quer dizer? Que a pessoa precisa ter bem claro o lugar que ocupa no mundo, o que, no mundo capitalista, nos leva a uma compreensão da nossa posição de classe.

A votação sobre a não exigência do diploma para a profissão de jornalista, que aconteceu no STF brasileiro, diz bem desta questão. Ali estavam os senhores togados, representantes da classe dominante. São homens nomeados pelos presidentes de plantão para defender os interesses dos que mandam. Nada mais que isso. Vez ou outra acontece uma decisão com base na lei, mas sempre é coisa pequena, que não mexe nas estruturas, porque como bem diz o professor Nildo Ouriques, da UFSC, a democracia liberal é um regime sem lei. Neste modo de governo, as leis são mudadas ao bel prazer da minoria que tem o comando.

Vejamos os argumentos do ministro Gilmar Mendes para que a profissão prescinda de uma formação universitária: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até a saúde e à vida dos consumidores. Logo, um jornalista não precisa de formação para fazer bom jornalismo.” Alguém entendeu?

Pois claro. Vamos supor que o que tivesse em questão fosse a necessidade de uma faculdade de Direito para que o juiz pudesse julgar a vida de outras pessoas. Poderíamos, qualquer um, argumentar o seguinte: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores. Logo um juiz não precisa de formação para ser um bom juiz. Basta que ele tenha um bom senso de justiça e estude muito. ” Simples não?

Num país onde a maioria da população, desprovida do acesso à cultura e a educação, que se informa pela Globo, este simplório argumento representa uma vergonha. E nos causa profundo pesar ouvir isso de alguém que está acima de praticamente todos os habitantes da nação, o presidente do STF. É um argumento anti-intelectual, anti-cultural, anti-vida.

Minha mãe era uma grande cozinheira, mas sua comida divina nos era servida em casa, para a família. Não estava ela inserida no sistema de super-exploração capitalista, atuando numa empresa transnacional, na qual imperam os conceitos de competição, baixos salários e disputas intestinas. Não estava ela submetida a patrões, organogramas e metas de produtividade. Não estava também integrada num regime de divisão do trabalho aos moldes de garantir maiores lucros aos patrões. Logo, a decisão tomada nesta quarta-feira pelo STF foi uma decisão de classe. A defesa intransigente dos donos de jornais e empresários da comunicação que querem apenas gente minimamente capacitada para ler, não para ler o mundo. Porque o ser crítico, desejado por Paulo Freire, é um indivíduo perigoso demais. Ele reclama, ele reivindica, ele luta e ele ensina. A elite brasileira não quer isso para o seu povo. Há que mantê-lo sempre atado ao cabresto da ignorância, ao entretenimento, a mais-valia ideológica promovida pelos meios de comunicação de massa. Dá-lhe Big Brother, a Fazenda e outros quetais.

Voltando aos tempos do início do capitalismo

Quando a Idade Média terminou, foi-se chegando um jeito de organizar a vida que mais tarde viria a ser chamado de capitalismo. É o supra-sumo da liberdade, dizem os seus defensores. Nele, o trabalhador tem escolhas. Como era naqueles dias em que as fábricas passaram a dominar a vida. O povo empobrecido dos burgos tinha como escolher: ou se submetia a trabalhar vinte horas em condições insalubres e de quase escravidão, ou estava morto. Grande escolha.

Agora, no mundo capitalista da mídia selvagem e cortesã estamos no mesmo patamar. Os profissionais não precisam de formação específica, só vocação. Depois, uma vez dentro da empresa terão escolhas. Ou se submetem a salários mais baixos, condições precárias, opressão, assédio moral e tudo o que vem de lambuja no processo de super-exploração, ou não entram nesta profissão tão simples quanto fritar um bife.

Bueno, e não é por acaso que o futuro esteja praticamente na mão da empresas de mídia, visto que hoje em dia a produção de informação é o xodó do planeta. Logo, aquilo que é a coisa mais importante para um povo, o conhecimento das coisas da vida, ficará entregue a sanha do capital. Aos trabalhadores restará a opção democrática: aceitar ou cair fora. Não precisa ser vidente para prever o futuro: profissionais capacitados serão substituídos por quem aceitar submeter-se a salários menores. Será o “lindo” mundo habermasiano do consenso. A livre negociação entre empresários e trabalhadores. O tubarão dialogando com a sardinha.

Alternativas

Quem acompanha a vida cotidiana dos jornalistas nos locais de trabalho sabe que as coisas vão piorar muito. Até agora ainda havia um mínimo de regulação, uma pequena fatia de direitos com a qual o sindicato podia mover-se. Era possível fazer a luta através da Justiça ou da delegacia do trabalho. Havia um amparo mínimo. Agora não há mais. Os trabalhadores estão entregues a sua sorte, porque até que se crie uma nova lei com algum tipo de regulamentação a vida seguirá seu curso inexorável.

Mas, como dizem os cubanos – acostumados a bloqueios e vicissitudes – às vezes o horror pode servir para o passo adiante. Nos últimos tempos estávamos entregues a um trabalho sindical burocratizado, limitado às ações na Justiça. Havia uma apatia dos trabalhadores frente às lutas, uma espécie de “deixa que o sindicato resolva”. E os sindicatos, esvaziados de vida, iam arrastando-se, ganhando uma coisinha aqui e outra ali, amansando o monstro.

Agora estamos no chão. Os empresários ganharam esta batalha. Desregulamentados totalmente, estamos entregues aos desejos dos patrões. Sem medidas compensatórias via Justiça só cabe uma ação: a luta mesma, renhida e dura. Voltarmos aos tempos em que os trabalhadores se reuniam nos sindicatos para conspirar e organizar batalhas contra o capital. Então, é chegada a hora. De volta às ruas, de volta à organização, de volta a vida! Foi só uma batalha...Outras virão.

Por isso, agora, estamos num momento de viragem. Ou inventamos ou morremos, como dizia Simón Rodrigues. Para novas liras, novas canções. Nada de soluções atrasadas como a do Conselho Federal de Jornalismo que só engessa e institucionaliza a luta. Nada temos a perder, apenas nossos corpos nus, como dizia Marcos Faermann. Só os trabalhadores unidos e organizados podem mudar o seu destino. Por isso, vamos à luta. Refazer os mapas, reorientar rumos, mas organizados no sindicato.

Os patrões talvez não tenham se dado conta, mas ao nos tirarem tudo podem estar criando “cuervos”. Nada mais perigoso que um homem sem esperança!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

SÃOPEDRO

PASSARINHO DO MATO: Chico César na Funjope!


(Pedro Osmar). 10.05.2009. SP.



Qual o significado de um artista como Chico César à frente da instituição municipal de cultura mais importante da cidade, considerando sua história de luta, que é anterior à sua carreira profissional de artista popular mundialmente conhecido? Será, certamente, um delicioso retorno às suas origens! Com a diferença que ele terá em suas mãos a direção da Funjope e todo o seu complexo de atividades e compromissos educativos com a cidade de João Pessoa (não sendo portanto, apenas o menino de recados de um mero projeto divulgador de festas para fazer a cidade cantar, dançar e se divertir), cidade que Chico conhece tão bem (becos, vielas, favelas, comunidades mais distantes), pois nela morou e trabalhou em grande parte de sua vida estudantil, poética, musical e jornalística. Sim, Chico César é um jornalista formado pela UFPB, na mesma turma de Walter Santos, Silvio Osias e Carlos César, tendo como seu maior farol intelectual figuras como Raimundo Nonato Batista e Jomard Muniz de Brito, ícones de toda uma geração! Este será o significado da presença dele a partir de agora!

Hoje Chico volta como um professor que dá suas aulas a cada show/recital/entrevista e palestra que realiza pelo país e pelo mundo. Um profissional que aprendeu com a vida (e vida aqui, no sentido de pensar e repensar e agir e interagir produtivamente aos conceitos, novos conceitos que defende como massa crítica de sua sobrevivência intelectual e política) em que os “signos” estão sempre em rotação, que as relações de poder estão sempre em mutação, quando o poder é exercido democraticamente por quem quer que seja, por ele, por seus parceiros de trabalho, pelo prefeito e toda a complexidade política que faz João Pessoa ser a cidade que “é”, no projeto político do nordeste. Nos perguntamos: João Pessoa poderia ser mais do que é? Poderia dar melhores exemplos e condições de vida aos seus moradores e populações? A certeza é que um dia a cidade, a partir de administrações mais democráticas e equilibradas, terá as condições objetivas para conquistar esse avanço, pois como diria David Cooper: “Não existe esperança. Existe uma luta, e esta é a nossa esperança”.

A chegada de um cara como Chico César à Funjope se reveste de uma importância singular, dada a pluralidade com que acentua e confirma a competência do seu discurso em tudo que faz: sua música, seus poemas, e agora, certamente, uma possível e provável administração democrática e socialista que poderá imprimir à frente da Funjope. O ser plural que ele é (e singular, em seu competente projeto criativo no contexto da música paraibana, nordestina e brasileira), terá condições de dialogar com as “esferas” (leia-se diferenças e contradições) da complexidade da política paraibana, sempre às voltas com as naturais polêmicas do exercício do poder que nos governa, um projeto de poder estadual ainda bem atrasado e burro, mas que se, futuramente, manipulado de forma coerente, inteligente e progressista (um dia será revolucionária), poderá gerar cada vez mais condições para que a democracia popular se instale de vez na cidade de João Pessoa, bem como em todo o estado. Ou seja, cenas de um cotidiano poderoso (ainda não popular) que terá na ação administrativa da equipe da Funjope (com Chico César à frente!), uma outra postura e uma série de novos entendimentos. Este será o nosso desafio!

Que tenhamos vida e fôlego e paciência para ajudar em todo o processo, até porque, depois de Lau Siqueira, ninguém melhor do que Chico César para entender essas necessidades e facilitar um trâmite próprio dessa máquina municipal de poder em que agora ele está inserido. E estamos todos com ele, disso ele não tenha dúvida. Até porque muito do que ele viveu na sua militância de políticas alternativas de cultura a partir dos anos 80, tem a ver com essas “irmandades comunitárias”, tem a ver com as ações guerrilheiras de cultura criadas e mantidas pelos projetos que ele participou: Musiclube, Fala Bairros e Movimento dos Escritores Independentes, que praticamente atuou e mexeu decisivamente (durante pelo menos uns dez anos), com a cena da música, da poesia e da cultura na cidade de João Pessoa.

Chico estava de dentro, contribuindo, influindo e interferindo de forma crítica e criativa com suas idéias, que sempre fundiram “chão rachado, aboio, jovem guarda, bossa nova e tropicalismo com as mais novas e avançadas tecnologias da informação das vanguardas da Semana de 22” (vanguarda européia e modernismo brasileiro), que fomos aprendendo nas relações de poder da luta política de cultura da cidade de João Pessoa daquele período. Certamente que o grupo Jaguaribe Carne tem muito a ver com isso. Não soará estranho agora se a Funjope passar a defender causas de “intercambio”, formação e preparo cultural entre os artistas e as populações nos bairros, assim como nas cidades paraibanas e capitais nordestinas, como base de sua política de trabalho, pois esse é o nosso maior aprendizado nas ações de guerrilha cultural que realizamos coletivamente através do Musiclube, do Fala Bairros e do Movimento dos Escritores Independentes. Essa noção Chico tem, e ela será muito valiosa no momento em que a cultura da cidade procurar um “chão” por onde se sustentar, caminhar e se equilibrar.

Enfim, são expectativas. Bom será a conquista de tudo isso pela coletividade pessoense, tendo claro que muita coisa terá de ser revista e ampliada, seja do lado do poder, seja do lado do povo organizado, para que a cultura na cidade tenha melhores dias. Democracia é essa capacidade de estarmos abertos ao aprendizado que o rolo compressor da vida sempre nos coloca, por bem ou por mal. Esperamos que a vinda de Chico César possa nos ajudar a compreender melhor tudo isso.

Vamos à luta!

terça-feira, 9 de junho de 2009

TIMENSION

O TEMPO DE HANS DONNER por REGINALDO MARINHO

Deus disse logo no primeiro dia: Faça-se a luz e a luz foi feita. Desde os primórdios que a presença da luz inquieta o homem e através dela veio a compreensão do tempo.

A primeira leitura do tempo foi por meio da luz. Antes do relógio de sol, o homem dispunha apenas do relógio biológico para controlar as suas atividades no decorrer do dia. Ao criar necessidade de programar os seus afazeres e definir a sensação da passagem do tempo foi criado o relógio solar.

Durante o dia observou-se que o Sol se deslocava, com o tempo a luz percorria o espaço, esse percurso transformando a dimensão e a posição das sombras delineadas pela luz inspirou o homem a projetar os primeiros instrumentos de medição do tempo. No início do dia, com o Sol levantando-se do horizonte, a projeção ficava mais alongada. A sombra ia diminuindo de tamanho e voltava a crescer, até desaparecer e surgir a noite. O ponto de transição foi denominado meio-dia.

Atribui-se ao filósofo, astrônomo, geógrafo e matemático grego Anaximandro de Mileto, discípulo de Tales, que viveu entre 610 a.C. e 547 a.C. a invenção do relógio solar. Teria sido ele quem aperfeiçoou o conhecimento dos babilônios, que habitavam o atual Iraque, e construiu o primeiro relógio de sol, a primeira geração de relógios. Consiste basicamente em uma haste, inicialmente vertical, fixada em uma superfície, sobre a qual a luz solar projeta uma sombra que marca o tempo. Definem-se os intervalos de tempo sobre essa superfície, em torno da haste central. O deslocamento da sombra da haste projetada girando sobre a superfície horizontal indicava as horas. O tempo e a luz são elementos indissociáveis.

Os relógios solares eram imprecisos, em função do movimento oscilatório da Terra que gera as quatro estações e dependiam da ausência de nuvens. A variação da inclinação do Sol durante o ano se visualiza com mais nitidez nos países europeus localizados mais afastados do equador. A inquietação para compreender e dimensionar o tempo faz parte da natureza humana. Não podemos abstrair o tempo de nossas vidas, para sermos mais inteiros devemos nos integrar ao tempo, permitir uma completa harmonia em cada fragmento de tempo.

A segunda geração foi a dos relógios mecânicos. Eles surgiram no final do século XIII e o primeiro relógio de torre foi construído na cidade de Pádua, na Itália, pelo relojoeiro Jacopo di Dondi, em 1344. Os ponteiros girando em torno de um eixo substituíram a sombra da haste que girava em torno dela, nos relógios solares. Passaram a fabricar relógios menores que se usavam em bolsos ou bolsas, conhecidos por relógios de algibeira. Até Santos Dumont não houve muitas mudanças, foi ele que introduziu o relógio de pulso, mas continuou sendo o mesmo relógio.

A terceira geração foi a dos relógios digitais. Essa invenção não funcionou para o uso pessoal. Não conseguimos nos livrar dos arquétipos. Esse relógio racional e tão preciso funciona bem em todas as aplicações fora do pulso, mas não se conecta com as imagens que temos construídas em nosso inconsciente para nos relacionar com o tempo. A nossa compreensão do tempo está associada à visão da luz que se desloca no firmamento.

Hans Donner, um dos designers mais consagrados do mundo, cuja obra define os próprios conceitos do design moderno, cria a quarta geração de medidores do tempo. Hans batizou acertadamente a sua invenção por Timension. Timension é o novo paradigma na dimensão do tempo. Com ele você vê o tempo. Nele estão reunidos os arquétipos desde os tempos imemoriais associados ao que existe de mais belo e contemporâneo na medição do tempo. Uma representação gráfica do tempo e da luz entre o nascer e o pôr do Sol, encapsulada em refinada estética.

O tempo de Hans Donner é medido por uma linha que separa a luz da sombra que desliza suave e continuamente em seu invento, como acontece na natureza. O tempo e a luz estão definitivamente unidos em sua invenção. Uma união perfeita. A poesia que a luz sugere com a precisão do tempo.

O tempo deixa de ser medido pelos tradicionais ponteiros e retorna à luz. Hans Donner é outro renascentista pós-moderno. Ele concebeu um instrumento científico integrado à arte.

O Timension chegou a ser fabricado para ser usado no pulso, uma versão mecânica. Agora, ganhou a sua forma definitiva, em sintonia com o futuro. Essa invenção foi traduzida para a linguagem digital e está sendo baixado para computadores e usuários de Iphone e Iphod Touch do mundo inteiro pela internet, a cada minuto. A medição mais primitiva do tempo e, agora, a mais revolucionária são feitas pela luz. O futuro passa por esse tempo.

Quem tem sistema operacional Vista ou XP original da Microsoft pode fazer o download do Timension grátis.

domingo, 7 de junho de 2009

COPA2014

Sem surpresas, Fifa anuncia sedes da Copa do Mundo.


O mistério chegou ao fim. Após 19 meses da escolha do Brasil como palco da Copa do Mundo de 2014, a Fifa divulgou, neste domingo, em Nassau, nas Bahamas, o nome das 12 sedes do Mundial. Sem muitas surpresas, foram confirmadas

Belo Horizonte (MG),

Brasília (DF),

Cuiabá (MT),

Curitiba (PR),

Fortaleza (CE),

Manaus (AM),

Natal (RN),

Porto Alegre (RS),

Recife (PE),

Rio de Janeiro (RJ),

Salvador (BA)

e São Paulo (SP).


Manaus será a representante da região Norte na Copa do Mundo de 2014


Beira-Rio será estádio usado em Porto Alegre no Mundial e passará por reformas


Dessa forma, das 17 candidatas que estavam na disputa, ficaram fora as cidades de Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC).

Passada a euforia e a festa pela confirmação do anúncio, as cidades escolhidas terão um cronograma curto para se adequarem às exigências de uma Copa do Mundo. Todos os estádios que foram indicados, por exemplo, precisarão ser reformados ou ainda totalmente construídos. A expectativa é que as novas arenas estejam prontas até o fim de 2012, possibilitando a utilização na Copa das Confederações, em 2013.


Após o anúncio, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, voltou a reafirmar a necessidade de serem cumpridos os prazos. "As cidades escolhidas terão apenas o começo do trabalho, que exige organização, cumprimento de prazos, respeito aos padrões da Fifa e credibilidade. Tenho convicção que as 12 cidades têm noção de sua responsabilidade¨.


O grande objetivo de todas as cidades é atrair o dinheiro da iniciativa privada para viabilizar suas novas arenas e também a ampliação da rede hoteleira. Mesmo com as promessas antes do anúncio, poucas sedes devem conseguir estes investimentos, restando aos governos estaduais a tarefa, em muitos casos, de bancar as praças esportivas.

Por outro lado, o governo federal arcará com as obras de infraestrutura. Para isso, deve ser anunciado nos próximos dias um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) exclusivamente para a Copa do Mundo de 2014.

Além de deixar todas as cidades em condições de receber o Mundial, o desafio é não repetir o que aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, quando os gastos finais foram muito maiores do que a projeção inicial, obrigando o governo federal a gastar mais dinheiro do que o esperado para salvar o evento.

Ao mesmo tempo, a Fifa garantiu que não deixará as cidades preteridas no processo de seleção sem eventos ligados à Copa do Mundo. "Essas cidades que não foram escolhidas como sede, terão eventos ligados ao evento. Não podemos jogar em todas as cidades, mas faremos o possível para que todas as regiões possam receber atividades da Fifa", destacou Joseph Blatter.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

AUDIOVISUAL

FÓRUM PERMANENTE DO AUDIOVISUAL DA PARAÍBA .

Prêmio Linduarte Noronha de Curta-Metragem, lançado pelo Governo do Estado.


Importância do fórum: Estabelecer um canal de discussão democrático e participativo sobre as principais questões que envolvem o audiovisual, tanto em seu aspecto artístico-cultural quanto mercadológico. Tal proposta nasce do entendimento de que o fórum é um espaço privilegiado para discussão do audiovisual baseado na colaboração e na atuação de seus membros, motivados pelo interesse em desenvolver a área. Além disso, é concebido como uma importante ferramenta de organização do setor que permite o levantamento das suas demandas, das propostas de implementação de ações que às atendam e do estabelecimento de propostas de políticas públicas para a área no Estado da Paraíba.


Através do Fórum será possível realizar uma radiografia do Audiovisual em João Pessoa, mapeando a sua especificidade no que concerne a produção, formação e circulação. A produção compartilhada desse conhecimento, tanto quanto a reflexão sobre sua conjuntura atual são os pontos de partida para a criação e o estabelecimento de um planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo para o audiovisual no Estado.


Para realizadores, produtores culturais,patrocinaores, exibidores e demais interessados em audiovisual da Paraíba.

Mais informações: (83) 3221-8450 (ABD-PB) / (83) 3218-9708 Ana Bárbara da ABD - PARAÍBA.

terça-feira, 2 de junho de 2009

HUMOR

O humorista paraibano Cristovam Tadeu lança o seu primeiro DVD celebrando os 25 anos de carreira artística. ‘RisoPontoCom’, o DVD, será lançado nos dias 6 e 7 de Junho, às 20h na Sala de Cultura do Shopping Sul, na principal do Conjunto dos Bancários, onde o artista estreou em 2006.

Cristovam Tadeu é o humorista pioneiro na Paraíba no estilo one-man-show. Começou como ator de teatro em 1980 e já em 82, aos 20 anos, fazia seu primeiro show de humor chamado “Prá Morrer de Rir”. Em 86 iniciou o projeto de humor em bar se apresentando e lançando novos talentos no famoso Bar Travessia.

Atuou em dezenas de peças de teatro, escreveu e dirigiu dois espetáculos de grande sucesso – ‘Vovô Viu a Uva’ e ‘Vovó Viu a Ave’ - fez cinema - ‘24h’ de Marcus Villar e ‘Por 30 Dinheiros’ de Vânia Perazzo e Ivan Herbalo - e na TV, além de ter feito centenas de comerciais, escreveu, dirigiu e produziu o primeiro programa de humor da Paraíba chamado ”Sábado de Graça”.

Em 1989, em São Paulo, fez parte do elenco do programa ‘Só Riso’, na Rede Band ao lado de Costinha, Zé Vasconcelos, Lilico, Zé Bonitinho e há quatro anos participa do programa ‘Show do Tom’ na Rede Record como Gaetano Velhoso.

Tadeu está celebrando uma vida inteira dedicada ao humor: dos quadrinhos às charges, do teatro à TV.

Conteúdo do DVD.

Para elaborar o DVD, Cristovam Tadeu procurou rechear com materiais importantes na carreira do comediante, assim, o disco está repleto de coisas raras como o primeiro quadro de humor na TV em 1987 atuando com Nairon Barreto (Zé Lezim) e Ednaldo do Egypto, que vai estar na faixa Baú 1. No Baú 2, Tadeu nos presenteia com sua participação no programa ‘Só Riso’, na Rede Bandeirantes de Televisão em São Paulo, no ano de 1989 quando ele se mudou pra lá. Além desses dois baús, há material antigo como comerciais para TV (“você não tem videocassete? O h, pobreza!”), extras como o quadro ‘Pagando Mico’, imitação de Ariano Suassuna e Dom Marcelo e claro, trechos do show gravado ao vivo no teatro Santa Roza. Há também uma faixa bônus que só pra quem usa computador com um Power Point dos 25 anos de carreira do humorista.

O show de lançamento e a noite de autógrafos começam às 20h e os ingressos custam R$ 10,00 (Inteira), que dá o direito a ganhar grátis um DVD e R$ 5,00 (Meia para estudantes com carteira e idosos acima de 65 anos). Informações 8823-2345.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

VILÔ

TRIBUTO AO MAESTRO VILÔ

O lançamento do documentário “Vilô”, produzido pelo jornalista e compositor Adeildo Vieira e do CD “ Vilô, 40 Anos de Frevo”, farão parte das homenagens do Tributo ao Maestro Vilô, que será realizado no período de 27 a 29 deste mês, no SESC/Centro. O maestro, que tanto alegrou os carnavais da Paraíba, em especial João Pessoa, com a sua apoteótica “Orquestra de Vilô”, será o grande eixo das discussões de um Seminário, que nos três dias, reunirá personalidades dos setores afins, para discutir caminhos melhores e mais produtivos para o carnaval da Capital. As noites do tributo serão envolvidas por muito frevo e alegorias. As homenagens serão abertas com uma Sessão Especial na Câmara Municipal, no próximo dia 26, a partir das 15 horas.

Contato: Grupo de Produção - 8887.2006 (Mana) 8813.1608 (Adeildo Vieira) 8823.0198 ( Marcelo Vilô) 8862.6826 (Ednamay Cirilo) 9305.9821 (Kennedy Costa) 8858.0189 (Nara Limeira) 8670.8666 (Glaucia Lima) 8823.2727 (Gilson Ranato).


SEMINÁRIO DE CARNAVAL

data: 27, 28, 29 de maio 2009

hora : 15:00hs às 18;00hs
local : SESC - Centro - João Pessoa - PB

LANÇAMENTO DO CD VILÕ 40 ANOS

HORA: 19:00HS até meia noite
local ; SESC - Centro - João Pessoa - PB
data: 27, 28, 29 de maio 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Soul Black Brasileiro: Regina Brown lança novo CD neste sábado 17/05/2009 em João Pessoa - Parahyba.

João Pessoa sempre foi um berço de talentos, principalmente na área da música, onde periodicamente temos o surgimento de novos cantores e cantoras que dão seguimento a um caminho iniciado por grandes nomes como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Chico César, entre outros que conseguiram romper a barreira existente nos mecanismos de comunicação dos grandes centros e se firmaram como personagens do cenário cultural.

Outros artistas paraibanos como Soraya Bandeira, Mônica Melo, Gracinha Teles, Maria Juliana e Anne Raely, no entanto, ainda continuam na batalha pelo reconhecimento. É nesse contexto que se destaca a figura da intérprete Regina Brown, que desde cedo já demonstrava sua intimidade com os palcos. Isso se deva, talvez, ao sangue afro-indígena que corre em suas veias, responsável por todo o suingue e musicalidade das performances.

Ex-cantora da Banda Absurdos, que teve grande destaque no cenário musical paraibano na década de 90, Regina Brown migrou para a carreira solo, fixando moradia no Rio de Janeiro onde conseguiu grande espaço vindo a abrir shows de vários artistas de renome no cenário nacional como Marisa Monte, Rita Lee, Marisa Gata Mansa, Flavio Venturini, Skank entre outros.

Brown também dividiu shows com a cantora Elba Ramalho e Elimar Santos, além de realizar trabalho com o grande nome da música americana David Byrne, cantor da banda "Talking Heads“, na Alemanha, onde fixou residência no ano de 2001, retornando recentemente para fazer o lançamento de seu mais novo trabalho.

O CD é uma verdadeira síntese desse caminho trilhado, no qual a cantora revela toda a sua capacidade e genialidade como intérprete, mostrando todo um amadurecimento musical que lhe permite hoje estar em lugar de destaque, tanto pela sua singularidade como pelo seu talento.

Show – O show de lançamento do mais novo CD de Regina Brown será neste sábado (16), às 21h no Jangada Clube, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante).

da Redação

WSCOM Online

REGINABROWN

Soul Black Brasileiro: Regina Brown lança novo CD neste sábado em JP

Ampliar imagem

João Pessoa sempre foi um berço de talentos, principalmente na área da música, onde periodicamente temos o surgimento de novos cantores e cantoras que dão seguimento a um caminho iniciado por grandes nomes como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Chico César, entre outros que conseguiram romper a barreira existente nos mecanismos de comunicação dos grandes centros e se firmaram como personagens do cenário cultural.

Outros artistas paraibanos como Soraya Bandeira, Mônica Melo, Gracinha Teles, Maria Juliana e Anne Raely, no entanto, ainda continuam na batalha pelo reconhecimento. É nesse contexto que se destaca a figura da intérprete Regina Brown, que desde cedo já demonstrava sua intimidade com os palcos. Isso se deva, talvez, ao sangue afro-indígena que corre em suas veias, responsável por todo o suingue e musicalidade das performances.

Ex-cantora da Banda Absurdos, que teve grande destaque no cenário musical paraibano na década de 90, Regina Brown migrou para a carreira solo, fixando moradia no Rio de Janeiro onde conseguiu grande espaço vindo a abrir shows de vários artistas de renome no cenário nacional como Marisa Monte, Rita Lee, Marisa Gata Mansa, Flavio Venturini, Skank entre outros.

Brown também dividiu shows com a cantora Elba Ramalho e Elimar Santos, além de realizar trabalho com o grande nome da música americana David Byrne, cantor da banda "Talking Heads“, na Alemanha, onde fixou residência no ano de 2001, retornando recentemente para fazer o lançamento de seu mais novo trabalho.

O CD é uma verdadeira síntese desse caminho trilhado, no qual a cantora revela toda a sua capacidade e genialidade como intérprete, mostrando todo um amadurecimento musical que lhe permite hoje estar em lugar de destaque, tanto pela sua singularidade como pelo seu talento.

Show – O show de lançamento do mais novo CD de Regina Brown será neste sábado (16), às 21h no Jangada Clube, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante).

da Redação

WSCOM Online

VPOESIASESC

Segunda eliminatória do V Poesia Encenada reúne mais 17 poetas



A segunda eliminatória do V festival Poesia Encenada reúne na noite de quarta-feira, dia 13, mais 17 poetas na Área de Lazer do Sesc Centro João Pessoa.Ao todo foram selecionados 34 poetas entre os 168 inscritos de diversas regiões da Paraíba, interessados em participar do evento que mistura literatura e artes cênicas, incluindo na programação geral artes plásticas contemporânea de Rosana Ricalde, vinda de Niterói-RJ, Feira de Livros já editados pelos Fundo Municipal de Cultura, através da Funjope, Sebo Cultural, e FIC-Fundo de Incentivo à Cultura, ligado à Subsecretaria de Cultura do Estado.

Com entrada franqueada ao público em geral, o festival abrange ainda em sua programação a Mostra Leituras em Cena, que na quarta-feira estará apresentando a partir das 19 horas, na entidade comerciária, "De Braços Abertos", de Maria Adelaide Amaral, com direção de Alan Monteiro, e logo em seguida "Boca Molhada de Paixão Calada", de Leilah Assunção, com direção de Clara Talha.

Ocuparão o palco a partir das 20 horas os seguintes poetas: Ricardo Peixoto (A Saga de Pepéia) Jerônimo Vieira (Gênese) Priscila Six ( Meu Sonho Azul) Advinha ( Ângela Mendes) o Discurso da Pele (Lau Siqueira) Terra do Nunca ( João Araújo) Palhaçada ( Heleno Júnior) Aprendi com a Chuva ( Chico Viola) Os Muros (Valmir Neves) Anúncio das Horas (Valberto Cardoso) Tatuagem Indelével do Ser ( Elisa Cavalcanti) Vapor de Sódio ( José Ronaldo de Carvalho) Esperar ( Ricardo Lucena) o Circo do Infinito ( Ronney de Carvalho) Fórmula ( Fórmula) e Azienda (Jessé Jel).

A final do V Poesia Encenada está confirmada para amanhã (quinta-feira) reunindo a Trupe Lua Crescente, dirigida por Diocélio Barbosa, que apresentará a performance "Intervenções Suburbanas", e logo em seguida haverá o lançamento do livro "Plumagem", contendo a nova produção de poesias da campinense Fidélia Cassandra, com apresentação do poeta e crítico do arte Astier Basílio.
O Sesc-Centro João Pessoa está sediado à Rua Desembargador Souto Maior, 281, Centro. Fone 32083158

domingo, 10 de maio de 2009

AVECHICO

São vermelhas as palavras que me fazem pensar neste momento em que retomamos o fôlego das nossas coragens. Estamos aqui, braços imensos de afeto para receber Chico Cesar. Chico representa como poucos o aprendizado das nossas alegrias e das nossas tristezas, acredita na arte, acredita nos artistas, acredita na vida... E nós, de onde quer que estejamos, saberemos responder dando as mãos ao mano Chico, para termos todos uma cidade melhor, uma vida melhor, uma arte melhor na feitura de um amanhecer que depende integralmente da nossa capacidade de compreender o caminho e caminhar... seguir em frente! Adelante, Chico Cesar! Vamos continuar extraindo do nosso sonho o aço das nossas atitudes.

Chico é dos nossos! Ele vem da militância, da poesia e seus acasos, da luta por um mundo de homens e mulheres iguais. Por isso estaremos juntos, em pele, osso e fantasia, em tesão e poesia, em sonho e energia... estruturando a vida de um mundo que nos faz sonhar, pois que nasce dentro de nós a cada instante. Chico é um mestre dos sons e das palavras. Um mestre do pensamento contemporâneo. Um mestre da vida. Muito temos a apreender e aprender com essa soma. Muito temos que ensinar.

Das atitudes que nos fazem sonhar, arrancaremos o primeiro abraço, para seguirmos juntos, em busca de um "sendero luminoso". Ave Chico! Ave Cesar! Seja bem vindo entre os seus antigos e novos compenheiros.
Fazer política é um jeito de colocar as coisas no seu devido lugar. Por isso, vamos em frente .

Lau Siqueira, o poera que antecedeu Chico César.

comentário de Ednamay Cirilo Leite

é muito bom saber que a música parahybana tem um representante gestor a nível internacional, para deleite universal de nossos valores musicais e principalmente culturais como um todo nesse leque desenfreado dos segmentos da cultura em nosso Estado.

A ótica desse cidadão Chico César , nascido no alto sertão da parahyba , ( Catolé do Rocha ), nos reporta à guerrilhas e sonhos que não acabam jamais, me emociona tê-lo como parceiro nessa luta eterna ...

AVE CHICO CÉSAR também no CINEPORT-2009

o shwo desse sábado 09/05/2009, na tenda da música do festival de cinema de língua portuguesa - CINEPORT, foi memorável, a MAMA ÁFRICA muito bem representada pelos manos, ANGOLANOS, MOÇAMBIQUENHOS, PORTUGUESES, fez a discotecagem da madrugada ferver em ritimos de tambores e eletronicos...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

ESCOLA

ESCOLA SEM HOMOFOBIA

A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT), através de exitosas ações de advocacy junto ao Congresso Nacional, teve aprovada no final de 2007 uma Emenda Parlamentar que que aportou recursos para financiar um projeto que focalizasse a promoção de ambientes políticos e sociais favoráveis à garantia dos direitos humanos e da respeitabilidade das orientações sexuais e identidade de gênero no âmbito do ensino público fundamental e médio escolar brasileiro. Assim, o projeto “Escola Sem Homofobia”, concebido e implementado de modo colaborativo entre a ABGLT, a Associação Pathfinder do Brasil, a Reprolatina - Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva e a ECOS - Comunicação em Sexualidade e com o apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) do Ministério da Eduicação, tem como finalidade apoiar a implementação das ações preconizadas para a área de educação no Programa “Brasil sem Homofobia”.

Dentre as atividades previstas pelo Projeto para o corrente ano de 2009 está a realização de seis Encontros Regionais a serem implementados em Curitiba, São Paulo, Brasília, Belém e Salvador durante o período Março – Maio de 2009. Esse encontros têm como objetivo facilitar a discussão aprofundada e qualificada acerca da homofobia, lesbofobia e transfobia nas escolas públicas do ensino fundamental e médio, visando a definição de recomendações para promoção do reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento da discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

Cada unidade federativa participará dos Encontros Regionais através de sete representantes: três do movimento LGBT local, envolvidos diretamente com a temática da educação no seu trabalho ou ativismo, sendo uma lésbica, um gay e uma travesti e quatro representando insitutições públicas e de ensino superior, como a Secretaria Estadual de Educação, a Secretaria Municipal de Educação (da cidade onde acontecerá o encontro regional), o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE-GGE), a Secretaria Especial de Direitos Humanos, a UNDIME e instituições acadêmicas.

Assim, vimos solicitar a sua colaboração na identificação de nomes de membros do movimento LGBT do seu estado - lembrando que necessariamente deverão ser identificados lésbicas, gays e travestis - que poderiam colaborar ativamente nas discussões e encaminhamentos desses encontros. Para tal, anexamos um formulário de cadastramento para os potenciais participantes, que deverá ser encaminhado para o Coordenador Local do Projeto Paulo Costa, no endereço eletrônico paulogaac@hotmail. com, até o dia 05 de maio de 2009. Encontre também em anexo a agenda preliminar dos encontros. O Grupo de Trabalho do Projeto Escola sem Homofobia, após a avaliação dos vários formulários recebidos, selecionará os três candidatos que representarão o seu estado, através de critérios relacionados à experiência e trabalho na área de combate à homofobia nas escolas. O Projeto irá priorizar a participação paritária de lésbicas, gays, travestis e transexuais. Aproveitamos ainda para informar que os custos de transporte, alimentação e hospedagem serão cobertos pelo Projeto.

Agradecemos a sua colaboração na implementação deste importante Projeto.

www.naohomofobia.com.br


www.abglt.org.br




.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

CINEPORT2009


foto GUSTAVO MOURA

Documentário reúne metáforas da vida e da morte nas águas do rio Sanhauá





Principal rio da cidade de João Pessoa, o Sanhauá é o personagem central do documentário homônimo que representa a Paraíba no Programa DocTV IV do Ministério da Cultura. Dirigido pelo jornalista e documentarista Elinaldo Rodrigues, o filme com 52 minutos de duração, reúne em co-produção com o autor, a produtora Canário Filmes, TV UFPB e ABEPEC - Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais. Na região, o DocTV tem o apoio do Banco do Nordeste do Brasil.

As gravações em formato digital de alta definição (HD Full) foram realizadas no período de novembro a dezembro de 2008, especialmente nos trechos do rio que banham a região metropolitana de João Pessoa. Destaque para o antigo bairro do Varadouro, onde nasceu a capital paraibana; bem como em comunidades de pescadores e ilhas fluviais ao longo do rio.

Enfim, Sanhauá transita entre a contemplação lírica do lugar, com sua beleza paisagística, que é uma permanente fonte de inspiração artística e turística, e o registro da precariedade sócio-ambiental que oprime as comunidades locais e a própria natureza.

Para o autor e diretor da obra, “trata-se de um universo onde se interpenetram figurações do presente, do passado e do futuro, representadas pelos diversos elementos nele constituídos: construções e embarcações primitivas e modernas, manifestações populares, histórias, lendas, águas, memórias, seres, mitologias e imagens atemporais”.

No contexto das manifestações populares, o filme transita entre o profano e o religioso registrando, por exemplo, a dança do Coco de Roda na comunidade de Forte Velho e a procissão de pescadores (ritual católico realizado anualmente no dia 8 de dezembro), entre o Varadouro e a “Ilha da Santa”.

A despeito do registro paisagístico, o filme não se detém a uma abordagem meramente descritiva ou didática do ambiente. “O desafio foi desenvolver uma abordagem que tratasse do tema como um símbolo universal, afinal, as águas do rio estão interligadas com outro rio (o Paraíba), que por sua vez deságua no mar; portanto, ele vai além das fronteiras geográficas”, reflete Elinaldo. “Além disso, as condições a que são submetidas o rio Sanhauá são idênticas ao que ocorre em qualquer rio urbano do mundo”, acrescenta.

Elinaldo ressalta ainda que desde o início, “o projeto foi se delineando no sentido de uma proposta estética e poética centrada nos recursos que são os fundamentos da linguagem audiovisual, buscando uma proximidade com a narrativa experimental”.

Entre fragmentos de poemas de Bertold Brecht, Lúcio Lins, Políbio Alves e Dante Alighieri, além da acuidade fotográfica, primou-se também pela captação e construção de sonoridades afins com o tema (sons da água, do vento e sonoridades urbanas etc) que realçam o sentido de contemplação ou o mergulho onírico no universo temático.

Por falar em som, a trilha sonora de “Sanhauá” conta com a obra do grupo Jaguaribe Carne, que tem à frente o multi-artista Pedro Osmar, cujo experimentalismo na criação musical conjuga-se perfeitamente com a proposta do filme. Além das obras pré-existentes do Jaguaribe Carne, o filme conta com o cantor e compositor Parrá, personagem popular do bairro do Varadouro, numa participação ao vivo; bem como o saxofonista Jurandy do Sax, tocando o “Bolero de Ravel” na praia (pluvial) do Jacaré (ritual que ele já repetiu mais de mil vezes durante o por-do-sol).

Dos personagens escolhidos entre moradores e artistas cujo trabalho está relacionado com o Rio Sanhauá, o foco principal são as ações e pontos de vista sobre o lugar captados na essência dos depoimentos. Entre eles, figuras renomadas como o fotógrafo Gustavo Moura (que também assina o still do filme) e o escritor Políbio Alves.

O DOCTV é um programa que articula investimentos públicos, produção independente e TVs Públicas. Essa edição teve 54 vencedores, dentre 665 inscrições de 25 estados brasileiros, mais o Distrito Federal.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

GOGÓAOMOCOTÓ

Uma série de manifestações culturais estão programadas para os 90 anos de nascimento do genial JACKSON DO PANDEIRO, aqui na paraíba os pandeiros começam a esquentar em todos os terreiros, becos, palcos, feiras, comunidades , bairros , periferia ,ou praia, a onda é jacksoniar.

Na Bahia, o músico e pesquisador Gereba expõem na radio e nos palcos as PRECIOSIDADES para Jackson , entrevistando contemporâneos do Rei do Ritmo.

No sul maravilha " A ARTE DE JACKSON DO PANDEIRO " foi a edição especial do programa MOSAICOS da TV CULTURA, onde outro paraibano universal, Jarbas Mariz fez a sena do domimgo, com repertório Competente Demais (Jackson do Pandeiro/Valdemar Lima), Forró em Campina (Jackson do Pandeiro), O canto da ema (Alventino Cavalcante/Ayres Viana/João, Chiclete com banana (Almira Castilho/Gordurinha) e Sebastiana (Rosil Cavalcanti).

O programa também exibiu participações do artista em programas da emissora como MPB Especial (1972), Panorama (1977 e 1988) e Forró Especial (1982). Outro destaque é a apresentação de um trecho do filme Cala boca, Etelvina, dirigido por Eurides Ramos, em 1958, no qual Jackson e Almira Castilho interpretam Baião nº 1 (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira).
Um desses momentos qualitativos trouxe feito imã imagens e sons ancorados por Jackson do Pandeiro.

Jarbas Mariz está na estrada desde 1968, dividiu palco com Jackson em 1980 é um dos poucos músicos brasileiros a prestar tributo com obra totalmente dedicada ao mestre do FORRÓ atravez do CD - DO GOGÓ AO MOCOTÓ - lançado em primeira mão aqui em João Pessoa, num mes de junho , no reduto da boemia culturl paraibana, o extinto Bar Parahyba Café, da Praça Antenor Navarro, centro histórico em noite memórável meses após lançamento da biografia o Rei do Ritimo, que leva o selo da Editora 34, dos jornalistas Antonio Vicente Filho e Fernando Moura.

Jarbas Mariz, um dos mais consistentes músicos brasileiros na reprodução de sua própria arte e especialmente da obra de Jackson, assim como o sanfoneiro Severo, e o pandeirista Parrá, que dedicaram anos de suas vidas dividindo palcos, cauzos, verdades e mentiras com nosso José Gomes Filho ou Jack.

Ednamay Cirilo

quinta-feira, 23 de abril de 2009

BATEBOCA

íntegra, o bate-boca entre Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes

Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ministro Joaquim Barbosa bateram-boca hoje à tarde no plenário do tribunal. Eles discutiam sobre uma ação que já haviam sido julgada no Supremo em 2006, que não defenia quem seriam os beneficiados pelo sistema de previdência do Estado do Paraná.

A discussão começou assim:

Gilmar Mendes - O tribunal pode aceitar ou rejeitar, mas não com o argumento de classe. Isso faz parte de impopulismo juficial.

Joaquim Barbosa - Mas a sua tese deveria ter sido exposta em pratos limpos. Nós deveríamos estar discutindo….

GM - Ela foi exposta em pratos limpos. Eu não sonego informação. Vossa Excelência me respeite. Foi apontada em pratos limpos.

JB - Não se discutiu claramente.

GM - Se discutiu claramente e eu trouxe razão. Talvez Vossa Excelência esteja faltando às sessões. [...] Tanto é que Vossa Excelência não tinha votado. Vossa Excelência faltou a sessão.

JB - Eu estava de licença, ministro.

GM - Vossa Excelência falta a sessão e depois vem…

JB - Eu estava de licença. Vossa Excelência não leu aí. Eu estava de licença do tribunal.

Aí a discussão foi encerrada. Foi retomada mais tarde com Mendes, na hora que proclamou o pedido de vista de Carlos Ayres Britto sobre outro caso debatido em plenário. Aí, a sessão esquenta e só é encerrada depois que o ministro Marco Aurélio Mello interfere na discussão.

GM – Portanto, após o voto do relator que rejeitava os embargos, pediu vista o ministro Carlos Britto. Eu só gostaria de lembrar em relação a esses embargos de declaração que esse julgamento iniciou-se em 17/03/2008 e os pressupostos todos foram explicitados, inclusive a fundamentação teórica. Não houve, portanto, sonegação de informação.

JB – Eu não falei em sonegação de informação, ministro Gilmar. O que eu disse: nós discutimos naquele caso anterior sem nos inteirarmos totalmente das conseqüências da decisão, quem seriam os beneficiários. E é um absurdo, eu acho um absurdo.

GM – Quem votou sabia exatamente que se trata de pessoas…

JB – Só que a lei, ela tinha duas categorias.

GM – Se vossa excelência julga por classe, esse é um argumento…

JB – Eu sou atento às conseqüências da minha decisão, das minhas decisões. Só isso.

GM – Vossa excelência não tem condições de dar lição a ninguém.

JB – E nem vossa excelência. Vossa excelência me respeite, vossa excelência não tem condição alguma. Vossa excelência está destruindo a justiça desse país e vem agora dar lição de moral em mim? Saia a rua, ministro Gilmar. Saia a rua, faz o que eu faço.

GM – Eu estou na rua, ministro Joaquim.

JB – Vossa excelência não está na rua não, vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso.

Ayres Britto – Ministro Joaquim, vamos ponderar.

JB – Vossa excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite.

GM – Ministro Joaquim, vossa excelência me respeite.

Marco Aurélio – Presidente, vamos encerrar a sessão?

JB – Digo a mesma coisa.

Marco Aurélio – Eu creio que a discussão está descambando para um campo que não se coaduna com a liturgia do Supremo.

JB – Também acho. Falei. Fiz uma intervenção normal, regular. Reação brutal, como sempre, veio de vossa excelência.

GM – Não. Vossa excelência disse que eu faltei aos fatos e não é verdade.

JB – Não disse, não disse isso.

GM – Vossa excelência sabe bem que não se faz aqui nenhum relatório distorcido.

JB – Não disse. O áudio está aí. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências da decisão e vossa excelência veio com a sua tradicional gentileza e lhaneza.

GM – Aaaaah, é Vossa Excelência que dá lição de lhaneza ao Tribunal. Está encerrada a sessão.

domingo, 19 de abril de 2009

18deabril2009

O presente de Carla Freire

http://coisaseloisas-carla.blogspot.com/

Queijo de Cabra da Peste

As cebolas
As verduras
A salada



Salada de Queijo de Coalho com Cebola Roxa Caramelada ao Vinagre BalsâmicoPassos:

Uno - Caramelize a cebola cortada em cruz numa chapa e flambe com cachaça; junte vinagre balsâmico, melado de cana e tempere com sal e pimenta.
Dois - Doure o queijo de coalho e reserve aquecido.
Três - Faça uma emulsão com azeite e suco de limão cravo.
Quatro - Para a montagem , coloque por baixo o agrião e o tomatinho cereja temperado com a emulsão e disponha o queijo com a cebola caramelada por cima.
Cinque - Finalize com flor de sal e cebolinha francesa.

A doçura da cebola caramelada casou muito bem com o salgadinho do queijo de coalho. Excelente ! Queijo de cabra da peste !

A cebola roxa é rica em antocianina, flavonóide antioxidante e anti-âge, excelente para o coração; o tomate é rico em licopeno que atua na prevenção e no tratamento do câncer de próstata; o agrião rico em fibras;o queijo, rico em proteína e especialmente no aminoácido arginina, que favorece a vasodilatação; o azeite, um alimento excelente para a saúde cardiovascular;o melado de cana, rico em carboidratos simples para produção de energia.
Prato de hipocalórico( baixa caloria) mas equilibrado nutricionalmente, podendo ser uma opção de refeição ( almoço ou jantar ) ou se em pouca quantidade uma entrada.

O prato reflete bem a gastronomia contemporânea, que tem buscado a utilização de produtos de terroir, a cachaça, o queijo de coalho, o melado de cana, a cebola roxa ( terroir paraibano ) e ainda a necessidade atual do gourmand em qualidade nutricional e funcional da alimentação, agregando valor ao prato. A gastronomia contemporânea tem valorizado a produção de alimentos, a cultura ,os usos e costumes e as tradições brasileiras e desta forma fortalece o turismo gastronômico.

ANJOMAY

LAU SIQUEIRA PARA MAY


Lau: anjo azul



quando a memória marca a ferro cálido
um cerco invisível no oco que oprime
a história do mundo

quando as bolhas tropicálias movem-se
em mantos de transgressões tatuadas no
escândalo das coisas ocultas

quando as certezas das vulvas cerzidas no
agasalho das noites de banzo ou loucura
ousam o lúdico no fálico

quando nossas culpas percorrem impunes
o silício das guerrilhas vencidas dentro
de uma guerra perdida

então o tempo se faz muito mais que
um rito espalmado na solidão coletiva

plástico e pulsante
numa maresia que
não corrói

pois que se faz do abismo e do pano
impermeável que cobre nossas asas

na travessia e na travessura dos dias
colhendo do cerco todas as saídas

como um anjo azul
na devassidão nua do universo


Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap.  Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!

EM 18 ABRIL 2009.

terça-feira, 14 de abril de 2009

RAULZITONAVIRADACULTURAL

VIRADA CULTURAL 2009, FAZ TRIBUTO A RAUL SEIXAS

da folha online

A quinta edição da Virada Cultural acontece a partir das 18h do próximo dia 2 de maio e segue até as 18h do dia seguinte, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira pela Prefeitura de São Paulo.
Divulgação
Jon Lord, ex-Deep Purple, vai se apresentar com a Orquestra Sinfônica Municipal
Jon Lord, ex-Deep Purple, vai se apresentar com a Orquestra Sinfônica Municipal

Serão cerca de 800 apresentações em 150 locais do centro da capital. Entre elas, há atrações bastante conhecidas como o CPM22 e a Nação Zumbi, além de Maria Rita e Wando.

Leia mais sobre o evento no Catraca Livre

O grupo francês Mécanique Vivante será o primeiro da lista, realizando uma performance sobre os edifícios da região da praça do Patriarca.

A primeira apresentação musical acontece na avenida São João com Jon Lord, ex-tecladista do Deep Purple, e a Orquestra Sinfônica Municipal. Eles vão tocar o concerto para grupo e orquestra de 1969.

As outras atrações do local serão Geraldo Azevedo, Marcelo Camelo, Tim Maia Racional (apresentado por Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé), Tribo de Jah, Cordel do Fogo Encantado, Zeca Baleiro e Novos Baianos. Maria Rita encerra a festa.
Ana Ottoni/Folha Imagem
Grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado é outra das atrações da próxima Virada Cultural na cidade de São Paulo
Grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado é outra das atrações da próxima Virada Cultural na cidade de São Paulo

No Largo do Arouche, se concentram músicos românticos e/ou brega, entre eles, Benito di Paula, Wando, Reginaldo Rossi e Odair José.

No Teatro Municipal, artistas consagrados releem seus trabalhos mais marcantes. Arrigo Barnabé e banda Sabor de Veneno tocam "Clara Crocodilo", Tom Zé, "Grande Liquidação" e Beto Guedes, "Alma de Borracha".

Outra proposta "especial" para a Virada é a do palco Estação da Luz, na rua Cásper Líbero. O palco "Toca Raul!" presta homenagem aos 20 anos de morte de Raul Seixas.

Dezenove bandas vão tocar todos os álbuns dele, na íntegra e em ordem cronológica. O primeiro show será da banda original de Raul, Os Panteras. Marcelo Nova e Nasi também participam.
Paula Huven/Folha Imagem
Cantora Maria Rita encerra a Virada Cultural de São Paulo neste ano; evento tem como tema o ano da França no Brasil
Cantora Maria Rita encerra a Virada Cultural de São Paulo neste ano; evento tem como tema o ano da França no Brasil

A nova geração da música paulistana subirá ao palco do largo Santa Efigênia. Anelis Assumpção, Iara Rennó, Lívia Nestrovski, Danilo Moraes e Curumim são algumas das atrações.

Já a praça da República vai sediar o palco de rock. Camisa de Vênus, Velhas Virgens, Matanza, Vanguart, CPM 22 e Nação Zumbi são alguns dos nomes. O destaque, segundo a organização, é o encerramento com Ike Willis, cantor do grupo de Frank Zappa.

No palco da avenida Rio Branco, a proposta é "dançante" com Sandália de Prata, Farufyno, Trio Mocotó, Clube do Balanço, Os Opalas, Sambasonics, Havana Brasil, entre outros.

A música instrumental terá dois espaços: um na praça Dom José Gaspar, com o Piano na Praça, e outro na rua Conselheiro Crispiniano com vertentes variadas do instrumental.

No Anhangabaú, grupos de dança se revezam durante todo o evento. São Paulo Cia. da Dança, Quasar e Cisne Negro são alguns dos destaques.

VEJA AS PRINCIPAIS ATRAÇÕES MUSICAIS DE ALGUNS PALCOS

São João

Jon Lord e Orquestra Sinfônica Municipal

Geraldo Azevedo

Marcelo Camelo

Tim Maia Racional (apresentado por Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé)

Tribo de Jah

Cordel do Fogo Encantado

Zeca Baleiro e Novos Baianos

Maria Rita

Largo do Arouche

Benito di Paula

Wando

Reginaldo Rossi

Beto Barbosa

Jane e Herondi

Odair José

Teatro Municipal

Arrigo Barnabé e banda Sabor de Veneno

Egberto Gismonti

Tom Zé

Chico Cesar

Violeta de Outono

Fafá de Belém

Francis Hime e Orquestra Experimental de Repertório

Beto Guedes

Largo Santa Efigênia

Anelis Assumpção

Iara Rennó

Curumim

Comadre Fulozinha

Praça da República

Camisa de Vênus

Velhas Virgens

Vanguart

CPM 22

Nação Zumbi

Nasi

Ike Willis, vocalista do grupo de Frank Zappa

Rio Branco

Farufyno

Trio Mocotó

Clube do Balanço

Os Opalas

sábado, 11 de abril de 2009

CONFRARIA

movimento de curta duração que realizamos durante quatro sabados de Aleluia.

¨ nós do beco da Faculdade de Direito, aqui em João Pessoa , fundamos a CONFRARIA DO BECO DE MALAGRIDA , um movimento anarquista contra a Malhação do JUDAS, inconformados com tantas Paixões de Cristo, encenadas por atores globais ( aquelas figurinhas esquesitas, engamadinhas , metidas a pop stars, que vinham aqui anualmente tirar os cachês de nossos atores e atrizes , suas interpretações e falas enquanto dublavam sem o menor constrangimento o trabalho dos que fazem o teatro parahybano).

Thiago Lacerda, Marcos Palmeira entre outros, pousavam na cruz destribuindo sorrisos, beijinhos e adeuzinhos no exato momento da crucificação, para uma platéia histérica formada por adolescentes desvairados, muitos babacas, poucos indignados.

Fizemos do sábado de aleluia a noite de Malagrida , o martir do Brasil,ele queimou na fogueira e seu coração continuou a viver, para salvar pervertidos nordestinos e prostitutas pecadoras , da Bahia ao Maranhão , no século XVIII , abolimos o Judas e queimamos na santa fogueira da inquisição simbolica, todo o clero católico local, representado por bonecos , confeccionados pela ASSOCIARTE - ASSOCIAÇÃO DOS ARTISTAS PLÁSTICOS.

¨Resgatamos a memória desse Santo Homen , Jesuita da Companhia de Jesus, Gabriel Malagrida,que empresta seu nome ao beco . MALAGRIDA no cinema é vencedor do Concurso de Documentários do MINc - 1999 ,também premiado,no III Concurso para América Latina e Caribe de Pós - Produção cenematográfica, dos cineastas pesquisadores Renato Barbiere e Victor Leonardi .

A CONFRARIA do BECO MALAGRIDA, foi para a Academia atravéz dos professores de HISTÓRIA e DIREITO, ¨aqueles artistas globais¨ ficaram no passado , A PAIXÃO DE CRISTO virou AUTO DE DE DEUS em 2009, volta a ser encenada na Praça das Igrejas barrocas do Conjunto das Carmelitas e Palácio do Bispo, nossos artistas dividem cena com a comunidade dos bairros, vestem a moda urbana de nossas ruas, festejam o socio cultural, a arte comtemporânea do mais autêntico teatro de rua dos últimos anos, CRISTO, renasce na periferia, apóstolos são marginais cheira cola, drogados, Madalena é aquela jovem prostituida, Maria mãe de Cristo a cidadã pobre das pobres, o autor Tarcisio Pereira o genial

quinta-feira, 9 de abril de 2009

18deABRIL

IV Encontro das Mulheres Jornalistas Paraibanas



As organizadoras do IV Encontro das Mulheres Jornalistas Paraibanas esperam a participação de aproximadamente 100 profissionais no evento que acontecerá no próximo dia 18 de abril, no restaurante L’Atlantique do Hardman Praia Hotel, em Manaíra. As convidadas para participar desta edição como palestrantes são a editora de Jornalismo da TV Globo Nordeste, Jô Mazzarolo, a professora da UFPB e jornalista Joana Belarmino e a apresentadora Fernanda Albuquerque do programa Mulher Demais, da TV Correio.

As jornalistas vão falar para as colegas da imprensa paraibana sobre as experiências profissionais na comunicação. Uma das organizadoras do encontro, Marcela Sitônio, disse que esta quarta edição está mais propositiva, com a ampliação dos debates e a troca de experiências, mas sem esquecer o momento de confraternização, com muita alegria e brincadeiras.

Segundo ela, as convidadas para o debate são mulheres de reconhecida competência, atuando em áreas diferentes da comunicação e que esta pluralidade de opinião será salutar para enriquecer as discussões.

As camisetas do IV Encontro de Mulheres Jornalistas Paraibanas é assinada pelo artista plástico Clóvis Júnior e será vendida a R$ 15 para acesso ao evento, que contará ainda com sorteios, lanches e muitas brincadeiras. As responsáveis pela promoção desse momento de integração entre as profissionais de comunicação são Marcela Sitônio, Ruth Avelino, Lílian Pedreira, Renata Ferreira, Messina Palmeira, Janaína Araújo, Ana Felipe e Haceldama Borba, Carolina Pacheco e Karla Alencar.

O evento conta com o apoio do Hotel Hardman, Grupo São Braz, Boticário e a Faculdade Maurício de Nassau.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

ESTRARDALHAÇO EM TORNO DE UM SEQUESTRO QUE NÃO OCORREU?

Escrito por Celso Lungaretti
domingo, 05 abril 2009
A Folha de S. Paulo publica com grande alarde que a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares tramou, mas acabou não executando, o sequestro do ministro Delfim Netto no final de 1969




O plano teria entrado na ordem do dia após o racha que reconstituiu a Vanguarda Popular Revolucionária, no Congresso de Teresópolis. Era a ação espetacular com que a VAR contava provar que a saída dos principais quadros de origem militar não teria afetado a capacidade operacional seus grupos táticos -- pois ficara, para o restante da esquerda, a impressão de que a VPR faria a guerrilha e a VAR se restringiria à atuação junto às massas.

José Raimundo da Costa (o Moisés, que passou à História como o último comandante da VPR) e eu fomos os iniciadores do racha e os mais alvejados pelas críticas do pessoal que ficaria na VAR. Então, teoricamente, nada tenho a ver com essa história. Ela se refere à organização com a qual eu havia rompido e que me endereçara pesadas acusações, como costuma ocorrer nas lutas internas.

Mesmo assim, faço questão de deixar registrado que era uma decisão corretíssima da VAR: por seu papel histórico como signatário do Ato Institucional nº 5, Delfim Netto merecia, sim, servir como moeda de troca para livrar companheiros da tortura e da morte nos cárceres da ditadura.

Pois foi o malfadado AI-5 que deu o sinal verde para a linha dura militar praticar todas as atrocidades do período mais totalitário da História brasileira. Tenho reiteradamente afirmado que, mais que dos próprios torturadores, a responsabilidade por aquele festival de horrores foi de quem retirou a coleira dos pitbulls.

De cães de ataque só se espera que ajam de acordo com sua natureza; quem lhes determina o alvo e os açula é sempre o maior culpado.

Delfim Netto sabia muito bem o que adviria da proibição de habeas corpus para os acusados de "subversão" e da possibilidade de mantê-los presos, incomunicáveis, durante 30 dias (prazo que acabaria sendo ultrapassado na prática, eu mesmo fiquei incomunicável por 75 dias).

Ele não era nenhum inocente útil, mas sim um culpado inútil, com a agravante de que tinha mais discernimento do que a maioria dos participantes daquela ignóbil reunião.

Quanto à Folha, o enorme e injustificável espaço que dedicou a essa Batalha de Itararé (um não-fato, já que o sequestro nem sequer foi tentado) se deve, unicamente, ao fato de que Dilma Rousseff era dirigente da VAR e conhecia o plano.

Evidentemente, forneceu munição para as sórdidas campanhas de difamação que os sites de extrema-direita desencadearão e as correntes de e-mails maximizarão.

Já vim a público denunciar que a ralé fascista espalhara na internet uma ficha policial da ditadura a respeito de Rousseff, com várias incorreções (atribuíam-lhe ações armadas praticadas por organização a que ela não pertencia).

Como daquela vez, reitero que, não sendo partidário da candidatura presidencial de Dilma nem tendo afinidade com ela, repudio com veemência o jogo sujo de quem exuma episódios do passado para servirem, preconceituosamente, como arma política no presente.

* Jornalista, escritor e ex-preso político, mantém os blogs
http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/

http://celsolungaretti-orebate.blogspot.com

sábado, 28 de março de 2009

BALULA

27 DE MARÇO, DIA DO TEATRO - SARAVÁ! MADRE SUPERIORA.


Prof. Geraldo Bernardo

"Foi um tempo, que o tempo não esquece" (brigado Zé). Uma legião de noviços (as) desbravaram o sertão com: cenários, luzes, figurinos, maquiagem, fuleragens e outras milongas más. Amucegados em carrocerias, de caronas e bigus. Na bagagem energia e sonhos.


Nós, poetas, iniciamos uma prece que ecoou no litoral. Fizemos RENASCER em Cajazeiras "os trovões já roucos de se ouvir"; de lá para Bom Jesus, no itinerário Marizopólis (onde anda Francisca? E Chico Brilhante?); em Sousa do OFICINA, das brigas com Cacau (já era freira); Aparecida seguiu o rumo; em Pombal Tarcísio Pereira (os textos ainda eram datilografados) e o MURARTE são testemunhas. Foi a época em fazíamos feiras coletivas para manter o FESTEJO e a MOSTRA SERTANEJA - itinerantes (viu!) - fosse em Conceição (cadê João? Sidália?); Nova Olinda (o GRUTANO ainda existe?); Itaporanga, AH! Itaporanga, terra do GRUTAMI (foi lá que Álvaro Fernandes, o cajazeirense de Campina Grande enrabichou-se com Marta; em Patos fez-se mágica, quase briga (e China?). Genário Dunas cantava, Espedito tocava, nos embriagávamos; Campina Grande disse: - QUEM TEM BOCA É PRA GRITAR; e os brejeiros? A cigana Jacinta, Maciel & Cia. (ÔXENTE!); Guarabira e a pose de Jacinto (não era o Moreno); desembocamos na Parahyba, "digo João Pessoalmente (brigado Vital - meu senador).

Ah! Tempinho sofrido e bom. Não tínhamos Leis de Incentivo. Brigamos por elas. Fizemos passeatas, pintamos a cara, fizemos assembléias, discursos eufóricos (e etílicos). Depois chegaram uns gaiatos garapeiros (deixa pra lá... HOJE É PRA RECORDAR).


A década? Meia oitenta, meio noventa. A moda era: dormir no chão do Ciláio Ribeiro, no Lima Penante, na praia; estudar BOAL, GROTOVSKI, STANISLÁVSKI; ir ao Baile dos Artistas (ainda existe?). Enfim! Éramos felizes sem saber.


Poetas e loucos éramos. Um magote de matutos: Manoelzinho, Olga, Porcina, Nêga, Válber Matos, Potota, Betênia, Mércia Cartaxo, Edileuza, Altamiro, Afrânio, Élbia, Carlinhos (de Santa Rita), Eloy Pessoa, Zenilton Herculano, Assis de Zé Barrado e tantos e tantas outro(a)s. um coral de rebeldes sob a auspiciosa liderança da MADRE SUPERIORA, que não podia ser outra pessoa que... JOÃO BALULA... (lembra negão do banho no açude de Pilões? - Elpídio Navarro tava lá).


Uma pergunta. As atas da FPTA, onde estarão? Abath saberá? Ta tudo registrado, pra isso a Madre era só organização. SARAVÁ! Meu rei. HOJE é dia de bater cabeça.
Minha benção!

quinta-feira, 26 de março de 2009

COMFERENCIANACIONAL

II Conferencia Nacional de Cultura

Amigos (as) da Cultura

Em 2009 desejamos, saúde, paz e prosperidade. Aproveitamos para lembrar que neste ano, faremos a II Conferencia Nacional de Cultura e contamos com o apoio e participação de todos (as) para a construção das políticas públicas do setor.

Descrição do tema: Em 2009, o MinC promoverá a II Conferência Nacional de Cultura, com objetivo de desenvolver políticas públicas de cultura e promover a participação social. A II CNC terá como tema central “Cultura, cidade e desenvolvimento local” abordando o papel do Estado e da sociedade na construção da cidadania, no desenvolvimento das cidades, na produção simbólica, na economia da cultura e na consolidação do Sistema Nacional de Cultura.

Indicativo de datas:

Até 30 de agosto de 2009 – Conferências Municipais de Cultura

Até 4 de outubro de 2009 – Conferências Estaduais de Cultura

1ª semana de Dezembro de 2009 – Conferência Nacional de Cultura

A proposta de tema, a forma de escolha dos delegados que representarão os estados e municípios na II CNC, os eixos e as datas deverão ser apresentadados e aprovadados na primeira reunião anual do Conselho Nacional de Políticas Culturais, prevista para acontecer em março de 2009, em Brasília.

quarta-feira, 11 de março de 2009

FLÁVIOTAVARES

W. J. Solha
Flávio e o Testamento de César
As previsões dos fatos humanos - como as de Marx - geralmente alteram os resultados previstos, e essa é a intenção deste texto

Quando Maranhão escolheu Flávio Tavares para subsecretariar a pasta da Cultura (que tem, realmente, de ter C maiúsculo, pois a Paraíba é a Paraíba), pensou, certamente, num modo de superar ou pelo menos equiparar-se a Cássio Cunha Lima no que foi, durante algum tempo, o ponto forte de sua administração. 2010 vem aí e tudo pesa, inclusive o zelo com que o ex-governador e sua primeira-dama trataram os artistas e artesãos. Digo isso com a isenção de quem jamais solicitou financiamento algum para o FIC - a lei Augusto dos Anjos - e nem é artesão. Só um nome como o de Flávio poderia, mesmo, fazer frente à marca poderosa deixada por Cida Lobo quando na direção da mesma subsecretaria.

Essa nomeação é uma tacada política cujo acerto teve somente outras duas equiparáveis, na história mais recente do estado: a de Luiz Carlos Vasconcelos e, agora, a de Walter Galvão, ambas feitas por Ricardo Coutinho, para presidentes da Funjope. E Ricardo Coutinho também será páreo duro - e bote duro nisso - para o governador, em 2010.

Mas pra que raios serve a Cultura, num estado com tantas outras prioridades? Essa é uma pergunta fora de propósito numa terra em que já brotaram, talvez como seu maior e mais surpreendente motivo de orgulho, gente feito Sivuca, Celso Furtado, Jackson do Pandeiro, Zé e Pedro Américo, os irmãos Lira, Augusto dos Anjos, Walter e Vladimir Carvalho, Elba e Zé Ramalho, Bráulio Tavares e Shiko, Eli-Eri Moura e Zé Lins, Oliveira de Panelas e Jessier Quirino, Chico César e Ariano Suassuna, Marcus Villar e Zé Dumont, Marcélia Cartaxo e Sérgio de Castro Pinto, além de José Nêumanne, Antonio Dias, Lacet, o maestro Siqueira, etc, etc, incluindo-se nesse rol o Flávio Tavares, o Luiz Carlos Vasconcelos e o Walter Galvão.

Tudo isso me ocorre porque na gestão anterior de Maranhão fui encarregado de lhe entregar - no Fenart - um abaixo-assinado de trezentos pintores, atores, cineastas, poetas, romancistas e dramaturgos do estado - artistas de João Pessoa a Cajazeiras - apresentando-lhe o projeto, do então deputado Ricardo Coutinho, da que seria a equivalente estadual à municipal Lei Viva Cultura - que o próprio Ricardo, vereador, criara nos tempos de Cícero Lucena - e vi Maranhão, de repente, antecipando-se a mim, dizer à platéia que tinha uma surpresa para a nossa classe: uma lei, sua, que iria nos deixar a todos muito felizes, pois garantia financiamentos a fundo perdido a todas as atividades em que nos esfalfávamos e graças as quais o estado tanto brilha. Foi muito aplaudido, mas entreguei-lhe, sempre, quando ele saía da sala, o documento de que era portador, sentindo que a lei - dele - era uma réplica do testamento de César, em branco, que Marco Antonio exibe enrolado ao povo de Roma, ante o cadáver do grande Júlio. Coisa pra Shakespeare. Que sabia tudo sobre Maquiavel.

Lembro-me de que levei o relato ao jornal o Correio na manhã seguinte, um texto breve que terminava dizendo caber a nós, artistas, o acompanhamento da publicação da nova lei em Diário Oficial e a cobrança de seu cumprimento. Mas do jornal disseram-me, no outro dia, que ali não se divulgava nada que fosse contra o governador, coisa que pensei ter visto apenas no tempo da ditadura, quando certa vez dei com um cartaz, na parede daqui de O Norte, colocado pela Censura: "Não se publica nada sobre Dom José Maria Pires".

Que a escolha de Flávio Tavares - cuja combinação de talento, amor à terra, enorme simpatia e seriedade garantiram aprovação unânime à unção de seu nome - não seja outro rebento do maquiavélico gênio shakesperiano que, por estar sempre se reproduzindo no mundo, garante-lhe a eternidade.

Que eu - que sou sempre muito pessimista - esteja enganado.


W. J. Solha é dramaturgo, ator, poeta e romancista. É colunista do Jornal O Norte = wjsolha@superig.com.br

domingo, 8 de março de 2009

GEREBAJACKSONIANO
ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS COM GEREBA NO PELOURINHO 2009.

O Projeto jacksoniano fez um encontro de músicos e amantes da arte de tocar PANDEIRO.

¨ Venha e traga o instrumento que nosso REY DO RITMO JACKSON DO PANDEIRO - baixinho , preto e pobre , nascido no engenho Tanque , em Alagoa Grande , Paraíba. ELE que tinha medo de viajar de avião, mas conquistou o nordeste, o Brasil e o mundo com seus trejeitos e a arte de bater o PANDEIRO¨.
com este slogam foi firmada parceria entre nossa Associação ANJO AZUL e o músico bahiano GEREBA. O encontro marcado nos dias 23 e 24 de fevereiro 2009, no Pelourinho de Salvador, onde realizamos shwo com uma banda formada por músicos da cena cultural bahiana, tocando os seguintes instrumentos marcas do autêntico forró pé de serra:

SANFONA, ZABUMBA, TRÂNGULO, VIOLÃO e voz de GEREBA, foi maravilhoso para os que ali estavam e puderam dançar um forrozinho longe do axé e dos trios elétricos de Salvador.


Um banner do Projeto ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS, ficou pendurado na parede externa do restaurante UAUÁ que tem duas entradas uma pela Praça Quincas Berro D'Água e outra na rua João de Deus a que da acesso ao Largo do bar ¨Estação Pelô¨ point das madrugadas e da boemia no pelourinho intrnacional.

GEREBA, tem projeto forrópelô aprovado pelo Governo Bahiano,Gereba & Convidados, para resgatar o FORRÓ de raiz de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, durante o CARNAVAL do Pelourinho.

Em 2009 JACKSON DO PANDEIRO foi o convidado do projeto bahiano que a TV PELOURINHO registrou para a TV E e outros meios de comunicação da Bahia.

Agosto de 2009, será comemorado os 90 anos de nascimento de JACKSON DO PANDEIROS, na cidade de Alagoa Grande, onde está localizado o MEMORIAL Jackson do Pandeiro e onde repousam os restos mortais do artista.

Uma série de apresentações dos Pandeiros Jacksonianos estão previstas para esse ano de 2009 por vários lugares e feiras nordestinas , paraibanas e no Brasil, em homenagem aos 90 anos de Jackson porém enquanto a verba do projeto aprovado propiammnte dito ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS ,atravéz de Edital FIC - AUGUSTO DOS ANJOS, não entrar na conta da Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul, nós vamos divulgando e formando parceiros entre os que amam JACKSON. Com a mudança do governo os trâmites legais para pagamento dos oficineiro de pandeiro, teatro e artes plásticas, destinadas à pessoas de qualquer idade, sexo, cor, habitantes no Estado da Paraíba ao qual o prpjeto se destina,está parado, estamos aguardando a subsecretaeia de cultura nos contactar.

Estas oficinas fazem parte da ocupação da Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul, no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello - Av: General Osório, S/N - Centro de João Pessoa -PB

aconteceu a primeira parceria e deu certo.
onde: Salvador -Pelournho - Ba.
data:23/02/2009 e 24/02/2009

GEREBAJACKSONIANO

GEREBAJACKSONIANO
ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS COM GEREBA NO PELOURINHO 2009.

O Projeto jacksoniano fez um encontro de músicos e amantes da arte de tocar PANDEIRO.

¨ Venha e traga o instrumento que nosso REY DO RITMO JACKSON DO PANDEIRO - baixinho , preto e pobre , nascido no engenho Tanque , em Alagoa Grande , Paraíba. ELE que tinha medo de viajar de avião, mas conquistou o nordeste, o Brasil e o mundo com seus trejeitos e a arte de bater o PANDEIRO¨.
com este slogam foi firmada parceria entre nossa Associação ANJO AZUL e o músico bahiano GEREBA. O encontro marcado nos dias 23 e 24 de fevereiro 2009, no Pelourinho de Salvador, onde realizamos shwo com uma banda formada por músicos da cena cultural bahiana, tocando os seguintes instrumentos marcas do autêntico forró pé de serra:

SANFONA, ZABUMBA, TRÂNGULO, PANDEIRO , VIOLÃO e voz de GEREBA, foi maravilhoso para os que ali estavam e puderam dançar um forrozinho longe do axé e dos trios elétricos de Salvador.


Um banner do Projeto ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS, ficou pendurado na parede externa do restaurante UAUÁ que tem duas entradas uma pela Praça Quincas Berro D'Água e outra na rua João de Deus a que da acesso ao Largo do bar ¨Estação Pelô¨ point das madrugadas e da boemia no pelourinho intrnacional.

GEREBA, tem projeto forrópelô aprovado pelo Governo Bahiano,Gereba & Convidados, para resgatar o FORRÓ de raiz de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, durante o CARNAVAL do Pelourinho.

Em 2009 JACKSON DO PANDEIRO foi o convidado do projeto bahiano que a TV PELOURINHO registrou para a TV E e outros meios de comunicação da Bahia.


Uma série de apresentações dos Pandeiros Jacksonianos estão previstas para esse ano de 2009 por vários lugares e feiras nordestinas , paraibanas e no Brasil, em homenagem aos 90 anos de Jackson porém enquanto a verba do projeto aprovado propiammnte dito ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS ,atravéz de Edital FIC - AUGUSTO DOS ANJOS, não entrar na conta da Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul, nós vamos divulgando e formando parceiros entre os que amam JACKSON. Com a mudança do governo os trâmites legais para pagamento dos oficineiro de pandeiro, teatro e artes plásticas, destinadas à pessoas de qualquer idade, sexo, cor, habitantes no Estado da Paraíba ao qual o prpjeto se destina,está parado, estamos aguardando a subsecretaeia de cultura nos contactar.

Estas oficinas fazem parte da ocupação da Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul, no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello - Av: General Osório, S/N - Centro de João Pessoa -Pb

sexta-feira, 6 de março de 2009

SOLAR

PORTAL GERARDO.COM

O Solar do Conselheiro é um dos recantos mais refinados da Capital. Nascido de um sonho – e através de muita perseverança do jornalista Gerardo Rabello, trata-se de uma casa de recepçőes cheia de estilo e personalidade. VEJA FOTOS DE ALGUNS EVENTOS REALIZADOS NO SOLAR. A história do casario é datada de 1790, o que torna o Solar do Conselheiro a edificaçăo residencial mais antiga de Filipéia de Nossa Senhora das Neves.

A casa foi palco da história de inúmeras famílias importantes da Paraíba. Foi lá que viveu Antônio José Henriques, presidente da Província de Săo Paulo e conselheiro do Imperador Dom Pedro II. Ali nasceu Venâncio Neiva, primeiro governador republicano da Paraíba. A edificaçăo foi residęncia de Dona Alice de Mello, que lá contraiu núpcias com o político e escritor José Américo de Almeida.

O professor e maestro José de Queiroz Baptista foi proprietário e também morou no prédio, que abrigou, por um período, a Escola de Música Antenor Navarro e posteriormente o curso de Educaçăo Artística. Foi nela que também se instalou, por alguns anos, a sede do Conselho Estadual de Cultura.

No antigo solar, o médico Joăo Gonçalves de Medeiros, um dos maiores nomes da pediatria paraibana, também exerceu suas atividades como reitor da Universidade Federal da Paraíba. Já o intelectual Odilon Ribeiro Coutinho, seu último proprietário, pretendia montar escritório, mas nunca chegou a fazê-lo. A casa foi ainda residęncia de religiosas canadenses. VEJA AS FOTOS DO SOLAR DO CONSELHEIRO


Restauraçăo

Em 2006, depois de restaurado, o Solar deu lugar a grandes recepçőes e encontros culturais. O projeto de restauraçăo do prédio obedeceu toda a legislaçăo imposta pela Comissăo do Centro Histórico. A idéia original foi “năo acrescer, apenas limpar as interferęncias promovidas pelos titulares ou locatários do imóvel” – fechado, até entăo, há quase trinta anos.

Toda a estrutura passou por uma lavagem geral. Com água, lixas finas, martelinho e escovas com fios de plástico, todos os contornos da portas e janelas foram limpos, valorizando as seculares pedras de cantaria.

Internamente, a ambientadora Conceiçăo Serra fez questăo de preservar os pesos – quase todos de ladrilho – e o madeiramento da escada. Algumas paredes do piso superior, erguidas no final dos anos 40, foram derrubadas para que os salőes ficassem mais amplos e prontos para sediar pequenas recepçőes. Outro fato de real valor para a arquitetura do prédio é que uma das sacadas externas de fundo foi inteiramente restaurada por profissionais da Oficina Escola.

No quesito ambientaçăo, a preocupaçăo foi seguir a linha colonial e, para tanto, o jornalista Gerardo Rabello foi duas vezes a Portugal, em busca de peças que permitissem o melhor caimento ŕ ambientaçăo. Lustres de cristal, pratos, telas e móveis de época compőem o cenário criado para o empreendimento, que está localizado na esquina da Rua Duque de Caxias com a Conselheiro Henriques, no Centro da capital.

quinta-feira, 5 de março de 2009

FORADOMALDO

Uma carta foi divulgada na imprensa nesta quarta-feira, assinada por 40 entidades, critica o arcebispo Dom Aldo Pagotto acusando-o de interferir nas rotinas políticas da cidade de João Pessoa. Os autores esperam que o líder católico da capital paraibana se retrate, sobretudo, pela decisão de suspender as atividades pastorais do padre e deputado federal Luiz Couto (PT).

Procurado pela redação do portal WSCOM Online, Dom Aldo informou que não pretende fazer nenhum comentário ou dar nenhuma entrevista para tratar desta pauta. “Desculpe-me mas não quero falar sobre isso”, disse.

Leia, a seguir, a íntegra da carta:

OLHA – Milton Nascimento
“...Persegues a quem trabalha, Calúnia, carga e traição.
Te julgas o mais esperto. Mas és mentira, só ilusão.
Depois de passar o tempo, Colhe o deserto que é todo teu
Com todo teu preconceito. Segue pesando que enganas DEUS
E enganando a ti mesmo. Pois quem trabalha continuou
Em cada sonho suado. Que nem percebes o que custou....”

Vimos através desta Carta resgatar alguns fatos que marcam a trajetória do ainda Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo de Cillo Pagotto. Diante destes fatos e de seus atos, solicitamos que o mesmo venha a público prestar explicações à sociedade paraibana.

Em 2004, logo após sua chegada à Paraíba, um dos seus primeiros atos foi fechar a CASA DE CONVIVÊNCIA POSITIVA- núcleo da Cáritas Diocesana da Paraíba. A Casa de Convivência Positiva era o espaço onde se realizava o programa de prevenção e apoio às pessoas vivendo com HIV/AIDS.

Ainda na presidência da Comissão Episcopal de Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, ocorreu algo bem curioso. Contrariando ao que se esperava de uma autoridade religiosa que ocupa a função de responsável pelo setor social da Igreja Católica no Brasil, o Arcebispo Dom Aldo Pagotto declarou apoio e solidariedade ao proprietário da fazenda Antas, Sr. Sebastião Figueiredo Coutinho, desconsiderando toda a luta pela reforma agrária, empreendida no cotidiano pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais que legitimamente lutam por um pedaço de chão naquela área.

Além de não registrar qualquer amparo à luta do povo, ainda persegue as Pastorais Sociais, ora com palavras ora com atos, como as acusações levianas que fez contra a Comissão Pastoral da Terra - CPT. Apesar da opinião contrária do Sr. Arcebispo, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça, entendeu nos processos HC no 5574-SP e HC no 4399-SP, que ocupação de terra por movimento social não caracteriza crime, mas pressão social, direito coletivo e expressão da cidadania.

O mesmo Dom Aldo declarou ser a favor do TRABALHO INFANTIL e da REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL, ferindo o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, tão caro aos movimentos sociais, resultado de uma luta que originou a Convenção Internacional dos Direitos da Criança, aprovada pela Assembléia Geral da ONU, em 20 de novembro de 1989.

Talvez seja o caso do Arcebispo consultar a opinião da CNBB, através do seu Secretariado Nacional da Pastoral do Menor, que no dia 13 de julho estará completando 20 (vinte) anos de defesa ao ECA, lutando para aprimorá-lo cada vez mais, garantindo avanços na legislação citada, se distanciando das idéias contidas no caduco Código de Menores, ONDE AS CRIANÇAS POBRES ERAM CONSIDERADAS INFERIORES E DEVERIAM SER TUTELADAS PELO ESTADO E SEGREGADAS EM VERDADEIROS DEPÓSITOS HUMANOS.

Além de estar na contra mão do que pensa a Igreja Católica sobre tais assuntos, o Sr. Arcebispo ainda atenta contra o Cristianismo que tem por sagrado o cuidado e a caridade com os seres.

Também assistimos ao atrelamento de Dom Aldo de Cillo Pagotto com grupos políticos envolvidos com CORRUPÇÃO e COMPRA DE VOTOS, a exemplo do conhecido Caso CONFRARIA, onde o mesmo prestou apoio e solidariedade a CÍCERO LUCENA, acusado e preso por desviar mais de 100 milhões de reais dos cofres públicos da Prefeitura Municipal de João Pessoa.

O Arcebispo também levantou hipoteca ao GOVERNADOR CASSADO Cássio Cunha Lima, por compra de votos e outros crimes eleitorais. Neste setor, o Arcebispo se contradiz o tempo todo: diz que é contra a participação de religiosos na política, mas na prática promove a defesa antecipada de políticos do PSDB, alguns já realmente condenados pelas Cortes Superiores e que cumprem penas judiciais.

Poderia, já que é afeito a prestar solidariedade a membros da classe política, ter saído na defesa do Frei Anastácio, que é religioso como ele. Ao invés de penhorar apoio ao colega, resolveu atacá-lo no mais torpe estilo, declarando temer a nomeação de Frei Anastácio para a Superintendência do Incra sob o argumento de que aumentaria o número de ocupações de terra no estado. Tal incidente lembrou um inoportuno comentário feito pelo empresário Mário Amato, para favorecer os donos do poder econômico, por ocasião das eleições presidenciais de 1989.

Mais uma vez o Arcebispo Dom Aldo Pagotto vem prestar um desserviço à luta dos trabalhadores pela Reforma Agrária na Paraíba, pois é sabido que o frei Anastácio dedicou os últimos 30 (trinta) anos de sua vida à defesa dos trabalhadores e trabalhadoras do campo.

O Arcebispo Dom Aldo Pagotto fez gestões junto a um Senador para impedir a nomeação de Frei Anastácio para o INCRA e defendeu a ida de um latifundiário para o órgão. O protegido do Dom Cillo no Incra, quando na direção de outro órgão estatal, teve sua gestão marcada por acusação de irregularidade, com denúncia de improbidade administrativa apurada pelo Ministério Público Federal.

Tanta incoerência tem contribuído para afastar fiéis da Igreja Católica e ficarem alheios ao assistirem ao “fiel” Arcebispo celebrar um dos mais luxuosos casamentos já realizados neste Estado, quando casou o filho do senador Efraim Morais, apesar de determinar aos sacerdotes da Arquidiocese que evitassem o luxo em casamentos, mandando retirar até a ornamentação interna das igrejas.

A gota d´Água foi a perseguição ao Padre e Deputado Federal Luiz Couto, representante legítimo do povo paraibano que, por defender questões de Direitos Humanos e de saúde pública, foi privado de exercer o sacerdócio por um ato arbitrário, violento e ostensivo do Arcebispo Dom Aldo de Cillo Pagotto.

O Padre Luiz Couto não teve direito à defesa e vem sendo punido por um ato meramente político e não de cunho religioso. Em declarações à imprensa, o PADRE LUIZ COUTO demonstra acompanhar e compreender as verdadeiras necessidades de sua comunidade e sociedade em geral.

Além de tudo que defende, o Padre e Deputado Luis Couto foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI da Exploração e do Abuso Sexual Infanto-Juvenil na Paraíba, tendo depois assumido a Presidência da CPI que investigou o Narcotráfico e o Crime Organizado na Paraíba, e hoje é ameaçado de morte.

Participou ainda da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito - CPMI do Abuso e Exploração Sexual Infanto-juvenil do Congresso Nacional e foi Relator da CPI dos Grupos de Extermínio no Nordeste da Câmara dos Deputados. Também presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal. Pe. Luiz Couto é o nosso legítimo representante na Câmara Federal, para orgulho dos irmãos e irmãs católicos, assim como dos paraibanos em geral.

Aqui na Paraíba, o Arcebispo Dom Aldo nunca se colocou a favor das famílias vítimas do crime organizado, tendo inclusive, negado, através da mídia local, a existência de grupos de extermínio no Estado.

Lamentamos que o nosso maior pastor no Estado esteja utilizando os meios de comunicação para tentar deslegitimar os aliados do povo, como é o caso da suspensão das ordens sacerdotais do Padre Luiz Couto. O espaço da mídia talvez pudesse ser bem melhor aproveitado pelo Arcebispo, para explicar à comunidade religiosa e aos contribuintes paraibanos, sobre a quantia de hum milhão e meio de reais recebidos do governo Cássio, conforme informações veiculadas por órgãos de comunicação da Paraíba.

Diante de todos os fatos expostos, nós dos movimentos sociais, ONG´S e Sociedade Civil Organizada, vimos de público exigir que o Arcebispo Dom Aldo de Cillo Pagotto se retrate perante a sociedade paraibana. Sugerimos que um dos seus primeiros atos, seja tornar transparentes as contas da Arquidiocese da Paraíba, já que a mesma vem recebendo vários recursos públicos, através de convênios com o Governo do Estado.

Vamos mais além! Recomendamos que, diante de tantos desserviços prestados à sociedade paraibana, Dom Aldo de Cillo Pagotto, possa rever se é digno de continuar pastoreando o fiel rebanho da nossa Arquidiocese.

João Pessoa, 27 de fevereiro de 2009.

Assinam:
AMAZONA – Associação de Prevenção a Aids
ABRAÇO – Associação Brasileira de
Rádios Comunitárias
ABAMAM – Associação de Moradores do Alto do Mateus
ASTRAPA – Associação das Travestis da Paraíba
ASTEIAS
CENTRO DOM OSCAR ROMERO - CEDOR
COLETIVO DE MULHERES SANTO DIAS
COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA OAB
Comitê Regional do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC/PB
FORUM DCA – Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente
FUNDAÇÃO MARGARIDA MARIA ALVES
GRUCON – Grupo de Consciência Negra
MARCHA MUNDIAL DE MULHERES
SINTER/PB
SINTRAMB – Sindicado dos Trabalhadores Municipais de Bayeux
SINTRICON – Sindicado dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário
SINDTEXTIL
RECID – Rede de Educação Cidadã da Paraíba
Sindicato dos Servidores Em Educação do Município de Alagoinha/PB – SSEMA
Centro Atendimento Médico e Psicológico – CAMP
Mandato do Vereador Jorge Camilo
DIGNISTATIS
Movimento dos Trabalhadores Cristãos
Associação dos Moradores e Amigos do Jardim Paratibe – AMAJAPA
Associação União de Moradores de Mandacaru e Padre Zé
Movimento Terra e Liberdade – MTL
Associação de Juventude pelo Resgate a Cultura e Cidadania - AJURCC
Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra – MST
ASSEMBLÉIA POPULAR
CONSULTA POPULAR
Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB
Associação de Promoção Sócio-Cultural do Bairro dos Novais
Associação Paraibana de Amigos da Natureza – APAN;
SINTESP – Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior da Paraíba;
Sec. Municipal d@s GLBT do PSB de João Pessoa.
Setorial GLBT do PT - Partido dos Trabalhadores;
Secretaria de Mulheres do PT - Partido dos Trabalhadores;
CUFA – Central Única das Favelas/JP;
Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

FORRÓPELÕ

O Projeto jacksoniano fará um encontro de músicos e amantes da arte de
tocar PANDEIRO. Venha e traga o instrumento que nosso REY DO RITMO
JACKSON DO PANDEIRO - baixinho , preto e pobre , nascido no engenho
Tanque , em Alagoa Grande , Paraíba, que tinha medo de viajar de
avião, mas que conquistou o nordeste, o Brasil e o mundo com seus
trejeitos e a arte de bater - tocar- o PANDEIRO.

LOCAL :

BARES ESTAÇÃO PELÔ X UAUÁ RESTAURANTE .

ambos localizados na ¨ESQUINAS DO MUNDO¨.

Esquinas do Mundo para quem não sabe é um largo cheio de cadeiras e mesas no meio da rua ,aquele espaço localizado na bifurcação entre as duas descidas das ruas Gregório de Matos e João de Deus ,que vai sair no LARGO DO PELÔ, onde está o Museu da Cidade, e a Fundação Casa Jorge Amado...


PARCERIA com o músico bahiano GEREBA, ele que resgata o FORRO durante o CARNAVAL de SALVADOR no PELÔ.

BANDA : SANFONA, TRIÂNGULO, ZABUMBA, PANDEIRO, E VIOLÃO.

Segunda - feira de carnaval a partir das 19;00HS

contato anjoazuldobeco@gmail.com
83.88497850

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

ESQUENTAIPANDEIROS

onde estão os loucos por pandeiro ?

quero encontrá-los para fazermos uma homnagem ao JACKSON DO PANDEIRO, em parceria com o pesquisador , produtor e músico GEREBA, que trabalha o forró pé de serra de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, em pleno CARNAVAL DE SALVADOR.


RESTAURANTE UAUÁ de dona Joana.
entrada pela Praça Quincas Berro D'Água
5,00

Apoio:

GEREBA
TV PELOURINHO
ONG AÇÃO PELA CIDADANIA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA ANJO AZUL
UAUÁ - RESTAURANTE

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

FOLIAECONOMIA

FOLIA DE RUA EM BUSCA DA ECONOMIA DA CULTURA
Calina Bispo
Repórter
11/02/09





Os festejos de Momo são considerados os maiores espetáculos populares do Brasil. Em João Pessoa, a tradição se confirma sempre duas semanas antes do carnaval, na prévia carnavalesca que chamamos de Folia de Rua, com inicio nesta sexta-feira (13), seguindo até o dia 21, quando começa o carnaval propriamente dito. (Ver no Box ao lado toda a programação deste final de semana).

De acordo com Clóvis Junior, este ano o Folia de Rua contará com 40 trios elétricos, sendo que nesta sexta-feira (13) a programação dos cinco blocos que abrem o evento será animada, como tradicionalmente acontece, por orquestras de frevo no chão, ou seja, os chamados blocos de arrasto.

A expectativa para a noite de abertura é de mais de 50 mil foliões, que se dividirão entre os blocos Folia Cidadã, Anjo Azul, Picolé de Manga, Pingüim, e Confete e Serpentina.

Durante nove dias diversos bairros de João Pessoa serão ocupados pelos foliões, que se dividem entre os 31 blocos filiados e os 40 blocos convidados do Folia de Rua. Isso representa, de acordo com números fornecidos por Clóvis Junior - presidente da Associação que coordena e administra o evento, mais de um milhão de pessoas estarão acompanhando as prévias carnavalescas na capital paraibana.

Esses números também significam um incremento de mais de 72 milhões de reais na economia da cidade (fonte: Diagnóstico das oportunidades de negócios das agremiações no Folia de rua e Perfil do turista – SEBRAE PB - 2008).

"A realização do Folia de Rua não é só um movimento sócio cultural, mas também econômico, pois com a sua realização há um impacto na economia de João Pessoa". Quem chama atenção para este fato é Maria Luiza Duarte de Melo, representante do SEBRAE PB.

Estes indicadores econômicos do Folia de Rua, reafirmam a importância não só da manutenção do significado de um movimento cultural popular como também o incremento na circulação da economia, gerando renda e ocupação nas atividades que direta ou indiretamente atuam nos blocos e nos foliões.

“O Folia de Rua poderá ser bem mais aproveitado e considerado um empreendimento comercial na Economia da Cultura, se olhado com outros olhos, a exemplo de Olinda - experiência vizinha que todos conhecem”, observa Maria Luiza.

“Ainda não temos informações com relação ao comercio mas sabemos que o comercio informal é quem mais aproveita, com a venda de bebida e de churrasquinho. Neste ano, a pesquisa vai envolver os ambulantes e os informais para temos uma idéia do giro do dinheiro neste período”, completa a coordenadora.

Em relação ao expressivo e crescente número de pessoas que acompanham o Folia de Rua, são em sua maioria moradores da grande João Pessoa, assim como turistas de outras cidades da própria Paraíba.

O Diretor Institucional da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH - Paraíba) e vice-presidente do João Pessoa Convention Bureau, José Inácio Pereira Júnior observa que apesar de ser um evento grande, os turistas representam uma pequena porcentagem do público total.

"Apesar de apresentar um forte potencial turístico, o Folia de Rua ainda é praticamente desconhecido do turista brasileiro", afirma Pereira Junior. "Essa festa acaba sendo uma festa do povo de João Pessoa apenas para o povo de João Pessoa, devido ao grande déficit de divulgação em nível nacional do evento, que não tem um investimento expressivo por parte do Poder Público local", analisa.

A pesquisa realizada pelo Sebrae acaba confirmando o diagnóstico feito pelo diretor da ABIH. Segundo dados do relatório, apenas 47% dos entrevistados durante o Folia de Rua 2008 vieram a João Pessoa por causa do evento. Verifica-se também que os paraibanos foram os mais motivados a vir a João Pessoa por causa da Folia de Rua, com 54,5%.

“Realmente o turista que participa do Folia é do Estado. Concordo com Pereira Junior quanto a falta de divulgação. Não é divulgado que o Folia de Rua é a maior prévia carnavalesca do Brasil”, observa a coordenadora da pesquisa.

E continua. “Não vejo nenhuma TV com matéria a nível nacional destacando o nosso carnaval rico em manifestação popular. É um movimento da comunidade com uma Associação como coordenadora dos blocos, pois é muito importante para a população ter essa iniciativa, afinal é do povo, sem corda nem abadás”, conclui Maria Luiza.


De acordo com o presidente da Associação o projeto para 2009 foi orçado em pouco mais de 783 mil reais. Mas as vésperas de se começar a maior prévia carnavalesca do Brasil, Clóvis Junior diz que apenas 22% desse valor total do projeto está garantido.

"Infelizmente só conseguimos captar pouco mais de 177 mil reais, o que acaba prejudicando bastante a festa", diz o presidente. "Mas é certo que o Folia de Rua acontecerá como todos os anos, não com a estrutura que pensamos mas com uma estrutura que garanta a festa dos foliões", enfatiza.


Programação Folia de Rua

Sexta-feira (13)
19h Folia Cidadã, no Porto do Capim
19h Anjo Azul Beco, ao lado da Faculdade de Direito
19h Picolé de Manga, no Posto Tropicana
20h Pingüim, no Pavilhão do Chá
20h Confete e Serpentina, em frente à Basílica NS Neves

Sábado (14)
16h Bloco dos Atletas, na Via Folia- Avenida Ep. Pessoa
19h Tambiá Folia, na Av.Tancredo Neves
20h Dxmantelados, em frente ao colégio .José Lins do Rego, no Cristo
21h Virgens, em frente ao Col. Luis Ramalho, em Mangabeira
21h Piabas, na rua R. Osório Paes, em Tambaú
19h Bloco do Castelo, na entrada principal da UFPB
17h Amoringa dos Rosa Lima dos Santos, nos Bancários
17h Agitada Gang, na Via Folia- Avenida Ep. Pessoa
18h Eternamente Flamengo, em frente à Caixa D´agua dos Funcionários II

Domingo (15)
12h Viúvas da Torre, na Av.Carneiro da Cunha
16h Virgens de Tambaú- na Via Folia, na Avenida Ep. Pessoa
15h Imprensados, na Praia do Cabo Branco


SAIBA MAIS
Diagnóstico das Oportunidades de Negócios das Agremiações no Folia de Rua e Perfil do Turista – Sebrae Pb - 2008

A pesquisa tem por objetivo compreender o perfil dos turistas presentes no Folia de Rua. Descobre a origem e o grau de satisfação dele em relação aos serviços oferecidos. Analisa o volume de investimento dos grupos participantes, assim como o retorno desse investimento. Identifica ainda as formas e postos de trabalho criados durante a festa, a geração de renda e o envolvimento das pessoas da comunidade (bairro/ território) com o evento, a fim de nortear o planejamento e a gestão da administração do Folia de Rua no futuro.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

http://coletivoculturalanaydebeiriz.blogspot.com

http://coletivoculturalanaydebeiriz.blogspot.com

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

VILÔÉANJOAZUL

DIA 13 DE FEVEREIRO 2009

15 ANOS DO BLOCO ANJO AZUL HOMENAGEIA NOSSO MAESTRO VILÕ.

Ele que sempre fez a alegria carnavalesca de nossa gente, desde os anos 70...

LAVAGEM DA ESCADARIA após a lavagem propiamente dita com água , vassoura, sabão, tinta nova que a Empresa de Linpeza do MUNICIPIO realiza, haverá a LAVAGEM simbólica, com todoo sincretismo religioso , para pedir PAZ aos espíritos de nossos ancestrais escravos e jesuita Gabriel Malagrida, morto na ¨ fogueira da santa inquisição ¨, habitantes do BECO DA FACULDADE.

PERSONALIDADES DO CANDOMBLÉ,

levarão flores, água perfumada, afoxés, capoeira, atabaques, agogôs ,maracatu, maculelé.

Servidores da EMLUR, com o grupo percurssionista batecumlata e o coral regido pelo maestro Carlos Anísio.

Oferenda de MUNGUNZÁ DOS ANJOS para os primeiros cem foliõesque chegarem, oferecida pelas renimadas babalorixás paraibanas - REMILDA , GORETE, MARIAH.


local: BECO DA FACULDADE DIREITO
Rua : Gabriel Malagrida, ao lado da Praça João Pessoa e Assembléia Legislativa,
centro histórico
data: 13 de fevereiro 2009
hora: 10:00hs da manhã

3- SERENATA DOS ANJOS

Coroação do reisado do bloco mais lúdico e barroco da FOLIA DE RUA. Tendo os músicos e atores da terra representados por:

Rei - DIDA FIALHO - cantor compositor paraibano
Rainha - ANAY CLARO - cantora paraibana


Princesa - SUZY LOPES - atriz paraibana


MADRINHA - Cecília Avelino


local : BECO DA FACULDADE
data: 13/02/2009
hora: 17:00hs

CONCNTRAÇÃO GERAL

18;00hs

Orquestra de frevos da FUNJOPE